Ex-vereador de Tuparetama morre aos 50 anos de Covid-19
Por Nill Júnior
Sebastião Cezar da Silva Alves, conhecido como Peba da Farinha, ex-vereador de Tuparetama, é mais uma vítima da Covid-19.
Ele tinha apenas 50 anos e estava internado no Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira. Não resistiu às complicações e faleceu no início da tarde.
Administrador, com ensino médio completo, era casado e tinha três filhas. Foi eleito em 2008 pelo PTB com 300 votos, o oitavo mais votado.
Em 2016, candidato pelo PROS, obteve 228 votos. Em 2012, pelo PTB, teve 286 votos. Nas duas oportunidades, não conseguiu mais se eleger.
Ainda não há informações sobre velório e sepultamento, que devem seguir as restrições sanitárias para falecidos por Covid.
O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a deputado estadual pelo Solidariedade, Luciano Duque, recebeu o apoio da vereadora Larissa de Chiquinho, de Santa Cruz da Baixa Verde. Com a chegada da parlamentar são cinco vereadores engajados em sua pré-candidatura. Em suas redes sociais, Luciano comemorou o novo apoio. “Com muita alegria recebo o apoio […]
O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a deputado estadual pelo Solidariedade, Luciano Duque, recebeu o apoio da vereadora Larissa de Chiquinho, de Santa Cruz da Baixa Verde.
Com a chegada da parlamentar são cinco vereadores engajados em sua pré-candidatura. Em suas redes sociais, Luciano comemorou o novo apoio.
“Com muita alegria recebo o apoio da vereadora Larissa de Chiquinho, de Santa Cruz da Baixa Verde, e do amigo Chiquinho Motos, que se somam ao nosso projeto por um Pernambuco Mais Forte. Agradeço a confiança e reforço o meu compromisso com o povo de Santa Cruz da Baixa Verde”, enfatizou. Duque ainda conta com o apoio dos ex-prefeitos Zé Bezerra e Tassio Bezerra.
A Radio Pajeu fez sua tradicional avaliação de fim de ano esta tarde. Temos muito o que contabilizar positivamente em 2023. E um 2024 muito desafiador. Além do ano das eleições, quando programamos uma cobertura de referência no interior, temos alguns desafios gerenciais e administrativos. Gerir não é fácil. Imagine então gerir a Rádio, apresentar um programa […]
A Radio Pajeu fez sua tradicional avaliação de fim de ano esta tarde.
Temos muito o que contabilizar positivamente em 2023. E um 2024 muito desafiador. Além do ano das eleições, quando programamos uma cobertura de referência no interior, temos alguns desafios gerenciais e administrativos.
Gerir não é fácil. Imagine então gerir a Rádio, apresentar um programa diário de três horas, ter um blog e uma rede social ativos e com relevância, presidir a ASSERPE, ser marido, pai, amigo…
Só a Fundação que gere a Rádio Pajeú tem ainda o Museu do Rádio e o Cine São José, seus desafios econômicos e gerenciais. Aprendi que, apesar da visão humanista de mundo, gestão também exige firmeza, olho nos olho, muitas vezes dizer o que o outro não quer ou não está preparado para ouvir, mas ser verdadeiro. Lembrando a famosa frase, há de se ter ternura, sem perder a firmeza jamais…
Mas no fim, só tenho que agradecer a cada colaborador da emissora. Tenho convicção de que vamos passar por mais um ano da mesma forma que chegamos ao final desse 2023: vitoriosos!
A audiência cada vez maior e mais consolidada, a relevância regional, a qualidade técnica, a representação de nossa gente é que fazem da Rádio Pajeú uma emissora de corpo e alma.
Agradeço especialmente ao padre Josenildo Nunes, nosso suporte administrativo e de fé, em nome de Dom Limacêdo Antonio e de todos que fazem a estrutura institucional que apoia nossa ação! Também a Dom Egídio, tão disponível ao ser instrumento a serviço da rádio nesses 14 anos de bispado.
Alguns dos casos investigados pela força-tarefa envolvem altas somas nos mais variados crimes ambientais Estadão conteúdo Corrupção, formação de quadrilha, trabalho escravo, violência, grilagem, roubo de madeira. O desmatamento ilegal da Amazônia se insere em um conjunto de crimes que vai muito além do ambiental e envolve custos – e ganhos – milionários. Investigações da […]
Alguns dos casos investigados pela força-tarefa envolvem altas somas nos mais variados crimes ambientais
Estadão conteúdo
Corrupção, formação de quadrilha, trabalho escravo, violência, grilagem, roubo de madeira. O desmatamento ilegal da Amazônia se insere em um conjunto de crimes que vai muito além do ambiental e envolve custos – e ganhos – milionários. Investigações da força-tarefa Amazônia, do Ministério Público Federal, demonstram que há elaboradas organizações criminosas por trás do problema. Nesse processo, as queimadas são apenas a sua face mais visível.
“Não vou ignorar que existe sim o desmatamento da pobreza, que é para fins de subsistência, mas o que realmente dá volume, o desmatamento de grandes proporções, que é o objeto de preocupação, é outro. No sul do Amazonas vimos cortes de 200, 500, 1 mil hectares (cada hectare equivale a cerca de um campo de futebol) de uma só vez. E isso quem faz é o fazendeiro já com rebanho considerável que quer expandir para uma área que não é dele. É o grileiro que invade uma terra pública. Não tem nada a ver com pobreza”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o procurador Joel Bogo, no Amazonas.
O custo para fazer um desmatamento desses é alto. Segundo ele, é de no mínimo R$ 800 por hectare, mas pode chegar a R$ 2 mil. “Depende das condições. Se tem muitas motosserras, por exemplo, ou se usa correntão. Um trator esteira, para abrir os ramais (estradas), custa centenas de milhares de reais. Em um desmate no Acre de 180 hectares, o Ibama encontrou 35 pessoas trabalhando ao mesmo tempo. Em condições análogas à escravidão”, relata.
Em pouco mais de um ano, o esforço da Procuradoria, que envolveu o trabalho de 15 procuradores em Amazonas, Rondônia, Amapá, Acre e Pará, resultou em seis operações com ações penais já ajuizadas Só no Amazonas, 33 pessoas foram denunciadas criminalmente.
Alguns dos casos investigados pela força-tarefa envolvem altas somas nos mais variados crimes ambientais. Um caso é o de uma família denunciada por extrair ilegalmente ouro ao longo de quase dez anos em garimpo no Amapá. A Polícia Federal estimou que o grupo tenha lucrado cerca de R$ 19 milhões. Em outro caso, de extração de madeira na terra indígena Karipuna, em Rondônia, o dano ambiental foi calculado em mais de R$ 22 milhões.
Nove pessoas e duas empresas foram denunciadas por invadir e lotear a terra indígena. Laudo da Política Federal descreveu grandes áreas desmatadas e construções sendo feitas para ocupação humana, sob a falsa promessa de regularização da área. A operação descreve que o desmate no local saltou de 1.195,34 hectares (de 2016 a 2017) para 4.191,37 hectares no ano seguinte.
Para Bogo, um dos casos mais exemplares foi o da Operação Ojuara, na qual o MPF denunciou 22 pessoas por corrupção, constituição de milícia privada, divulgação de informações sigilosas, lavagem de dinheiro e associação criminosa, em um processo que ocorria há anos no Acre e no Amazonas.
“Para levar a cabo o desmatamento e a grilagem (apropriação de terra pública e falsificação de documentos para, ilegalmente, tomar posse dessa terra), alguns fazendeiros tinham ramificação até em órgãos públicos”, diz Bogo. Segundo ele, havia crimes como falsidade em cartório e corrupção de servidor público. “Era um grupo organizado, que atuava até com georreferenciamento. Havia toda uma divisão de tarefas que leva à conclusão de que se tratava de crime feito de modo organizado.”
Grilagem
O desmate para especulação imobiliária é outra face do problema. A floresta é derrubada apenas para poder ser vendida. “Com floresta em pé, a terra vale pouco. O que valoriza é a derrubada Área pronta para pasto é muito mais cara”, resume Bogo.
Estudo publicado em junho na revista Environmental Research Letters mostra que grande parte dos lucros da grilagem se dá com estímulos da própria legislação. O trabalho avaliou o impacto de uma lei de 2017 que facilitou a regularização fundiária de terras da União ocupadas na Amazônia. A justificativa era dar título de terra para os mais pobres e reparar injustiças históricas com pessoas que ocuparam a região após chamado do governo federal na década de 1970 e nunca tiveram sua situação legalizada. Para ambientalistas, isso favoreceria grileiros.
“Além de usar a terra de graça por muitos anos, grileiros podem comprá-la por preços abaixo do mercado”, diz o pesquisador Paulo Barreto, da ONG Imazon, que conduziu o estudo. O trabalho avaliou perdas de receita que poderiam ocorrer com 32.490 terrenos – que somam 8,6 milhões de hectares -, e já estão no processo de receber o título de terra. “A perda de curto prazo varia de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 20,7 bilhões) a US$ 8 bilhões (R$ 33,2 bilhões)”, calcula. Isso tem potencial de aumentar ainda mais o desmate, acrescenta, uma vez que estimula ocupações futuras com a esperança de regularizar a posse.
Durante caminhada pela feira pública de Carpina, na Mata Norte de Pernambuco, Armando Monteiro garantiu que investirá na modernização das feiras públicas e no apoio às atividades dos pequenos produtores rurais como forma de estimular a geração de emprego e renda no Estado. Armando, que é candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mudar, destacou […]
Durante caminhada pela feira pública de Carpina, na Mata Norte de Pernambuco, Armando Monteiro garantiu que investirá na modernização das feiras públicas e no apoio às atividades dos pequenos produtores rurais como forma de estimular a geração de emprego e renda no Estado.
Armando, que é candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mudar, destacou que investimentos do governo estadual são essenciais para a retomada do crescimento desse setor.
“Nós vamos fazer um programa para requalificar esses espaços. A feira é um canal de distribuição para o pequeno produtor, ela tem proximidade com a base agrícola da região. Portanto, quando você estimula a feira, você está apoiando o produtor”, afirmou Armando. “O produtor precisa de apoio, precisa do crédito e da assistência técnica. Por isso é que nós vamos reestruturar o IPA (Instituto Agronômico de Pernambuco), para que possa oferecer mais assistência técnica e fazer a extensão rural”, completou.
Acompanhado dos candidatos a senador, Mendonça Filho e Bruno Araújo, Armando também assumiu o compromisso de investir na duplicação da PE-90, que liga os municípios de Carpina e Surubim, estimulando o desenvolvimento econômico de um novo eixo dentro da região.
“Vamos ter como prioridade a realização dessa obra, que é tão importante para estimular o crescimento e o emprego na região”, defendeu, ao lado dos candidatos a deputado federal Ricardo Teobaldo e estaduais Carla Lapa e Gustavo Gouveia, do prefeito Marcelo Gouveia, além dos ex-prefeitos Carlos Lapa (Carpina), Graça Lapa (Tracunhaém) e Jailson do Armazém (Lagoa do Carro).
Do Portal Pajeú Rádio Web Começou o carnaval 2016 em Afogados da Ingazeira e com ele mais um show de cobertura. Antes na sexta-feira (5) este blogueiro, cobriu a abertura oficial do carnaval do Estado, já no dia seguinte, entrou com flashes ao vivo do Galo da Madrugada em Recife e durante todo o dia […]
Nill Júnior na homenagem a Chico Sciense, no camarote do Galo da Madrugada
Do Portal Pajeú Rádio Web
Começou o carnaval 2016 em Afogados da Ingazeira e com ele mais um show de cobertura.
Antes na sexta-feira (5) este blogueiro, cobriu a abertura oficial do carnaval do Estado, já no dia seguinte, entrou com flashes ao vivo do Galo da Madrugada em Recife e durante todo o dia informando o que estava acontecendo no carnaval da capital.
Em Afogados da Ingazeira às 12h o Bloco Asa no Frevo se concentrou no restaurante Casa de Bobô ao som da Orquestra de Frevo Jogando Brasa & Quarteto do Samba. Às 14h o Bloco das Virgens, se concentrou no Ateliê de Luciano Pires de onde mais tarde desfilou pelas ruas da cidade até a Avenida Rio Branco em direção à Praça de Alimentação.
A abertura oficial estava programada para as 19h, mas só por volta das 21h e que o prefeito José Patriota puxou a caminhada pela Avenida Rio Branco acompanhado dos Blocos Flor do Mandacaru, Bloco da Melhor Idade, troças, Rei e Rainha 2016, Princesinha do Carnaval, tabaqueiros, virgens, passistas, maracatu, Boi de Hermes, Boi de Genésio, orquestra de Frevo e foliões em geral, em direção a Praça de Alimentação (Polo do Frevo) onde foi feita a abertura oficial do Carnaval 2016. Após a abertura a Orquestra Show de Frevo animou os foliões na Praça de Alimentação.
O bloco A Onda arrastou uma multidão de foliões pela Avenida Rio Branco, segundo a organização este ano bateram o recorde de associados com a participação de 4.800 pessoas. A animação ficou por conta da atração, Pedrinho Pegação. Veja abaixo as fotos do primeiro dia de carnaval em Afogados:
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