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Estado quer novas rotas e aeronaves maiores a partir de Serra Talhada

Por Nill Júnior

Para isso, ampliação do Aeroporto Santa Magalhães foi discutida na Secretaria Nacional de Aviação Civil

Durante passagem por Brasília nesta quarta-feira (20), a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, participou de reunião na Secretaria Nacional de Aviação Civil com o intuito de tratar de investimentos voltados para o desenvolvimento do setor.

No encontro, a secretária foi recebida pela diretora em exercício do Departamento de Investimento, Juliana Nunes, e pelo coordenador-geral de Projetos Aeroportuários, Márcio Maffili.

Na ocasião, foram discutidos os aportes necessários para o incremento das operações no aeródromo Oscar Laranjeira, em Caruaru, que completa pouco mais de dois meses do início de voos comerciais regulares no terminal.

O projeto de expansão da infraestrutura do aeroporto Santa Magalhães também foi tratado. O objetivo da administração estadual é ampliar a capacidade das aeronaves que operam nos locais, bem como os destinos partindo diretamente de Caruaru e Serra Talhada.

Com o aumento na procura das rotas a partir de Serra Talhada,  há análise para a mudança da aeronave que fará a rota, mas a expansão da estrutura do aeroporto é condição imperativa. Da mesma forma,  para novas rotas a partirde Serra Talhada.

A fase final das obras de iluminação dos morros do Aeroporto Governador Carlos Wilson, em Fernando de Noronha, também esteve em pauta.

“Há conquistas a comemorar, a exemplo do início das operações em Caruaru e Serra Talhada, mas não vamos parar por aí. Já existem ações previstas para os aeródromos de Arcoverde, Araripina e Garanhuns e é muito importante estreitar esse debate junto à SAC”, comenta Fernandha Batista.

Outras Notícias

PF e Polícia Civil apuram suspeita de fraude em venda de avião de Campos

A Polícia Federal e a Polícia Civil apuram a suspeita de possível fraude na venda do avião Cessna que caiu em Santos (SP) na penúltima quarta-feira (13) com o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB). O avião pertencia ao grupo Andrade, dono de usinas de açúcar na região de Ribeirão Preto, que está em recuperação […]

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A Polícia Federal e a Polícia Civil apuram a suspeita de possível fraude na venda do avião Cessna que caiu em Santos (SP) na penúltima quarta-feira (13) com o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB).

O avião pertencia ao grupo Andrade, dono de usinas de açúcar na região de Ribeirão Preto, que está em recuperação judicial, e só poderia ser vendido com autorização judicial, segundo os policiais, o que não ocorreu. A dívida do grupo gira em torno de R$ 300 milhões.

O avião Cesna foi vendido a João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira, ambos de Pernambuco, segundo documento do grupo Andrade enviado à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e revelado pela coluna Mônica Bergamo, da Folha. Mello Filho é usineiro e era amigo de Campos, segundo a Folha apurou.

Os policiais também querem saber por que os compradores não passaram a aeronave para os seus nomes, como prevê a legislação. Nos registros da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o Cessna permanece em nome do grupo Andrade.

Uma das hipóteses dos policiais é que isso foi feito para burlar os credores. Segundo essa hipótese, o grupo Andrade simularia ainda ter a posse da aeronave para não repassar o que recebeu pela venda do avião. Segundo a lei de recuperação judicial, quando uma empresa está em dificuldade todo o valor arrecadado é usado para pagar dívidas.

Os policiais temem que, se ficar caracterizado que o avião ainda é do grupo Andrade, como está no registro da Anac, o grupo de Ribeirão Preto não teria recursos para honrar os cerca de R$ 9 milhões de prejuízo nos imóveis, provocado pela queda da aeronave.

Representantes do grupo Andrade dizem que os empresários pernambucanos pagaram oito parcelas de um “leasing” feito junto à Cessna (“leasing”, ou arrendamento mercantil, é um tipo de financiamento no qual o cliente paga uma parcela por mês e ao final fica com o avião).

No arrendamento, o avião custou cerca de US$ 9,5 milhões (por volta de R$ 21.437.700), divididos em dez anos ou 120 parcelas. Segundo essa conta, as oito parcelas pagas correspondem a US$ 633 mil (cerca de R$ 1.428.427). As oito parcelas foram pagas no dia 8 de maio, segundo a resposta do grupo Andrade à Anac.

Esse valor foi integralmente repassado à Cesna, segundo o grupo Andrade. Advogados dos usineiros de Ribeirão Preto refutam com veemência a versão de fraude. Segundo o advogado Celso Vilardi, que defende o grupo Andrade na esfera criminal, o avião representava despesa e não receita.

“A venda do avião representa uma dívida a menos para o grupo Andrade. O grupo não ficou com um tostão do avião, repassou tudo para a Cesna, porque havia dívidas”, afirma Vilardi.

O avião não estava em nome dos novos donos, segundo o documento enviado à Anac, porque a Cessna analisava a capacidade financeira das duas empresas que haviam adquirido o avião: a BR Par Participações e a Bandeirantes Pneus.

A Folha não conseguiu falar com Mello Filho sobre por que o avião ainda não estava em seu nome.

Prefeito Sandrinho inaugurou nova rua pavimentada no bairro Borges

Na 29ª semana da maratona de inaugurações e entregas, o Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, foi ao bairro Borges inaugurar a pavimentação da Rua Aurélio Pires Ferreira. Foram investidos na obra R$ 103.661,44 em uma parceria da Prefeitura de Afogados com o Governo do Estado, através do Projeto Retomada. A rua tem 158 […]

Na 29ª semana da maratona de inaugurações e entregas, o Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, foi ao bairro Borges inaugurar a pavimentação da Rua Aurélio Pires Ferreira.

Foram investidos na obra R$ 103.661,44 em uma parceria da Prefeitura de Afogados com o Governo do Estado, através do Projeto Retomada. A rua tem 158 metros de extensão e foi pavimentada com paralelo, num total de 936 m² de novo pavimento. 

A inauguração aconteceu na tarde da última sexta (18), e contou com as presenças do Senador Humberto Costa, dos Deputados Federal Carlos Veras (PT) e Estadual, José Patriota (PSB), e do Vice-Prefeito Daniel Valadares. O vereador Reinaldo Lima foi o autor do requerimento solicitando a pavimentação. Outros vereadores presentes: César Tenório, Raimundo Lima, Erickson Torres, Gal Mariano, Toinho da Ponte, Douglas eletricista e Cícero Miguel. A vereadora Izaquelle Ribeiro, de Carnaíba, também esteve presente. 

“Eu quero de público agradecer ao Senador Humberto, que nunca deixou de nos atender e nem de colocar emendas para Afogados. Não teve tempo ruim para Humberto não nos ajudar. Se no governo passado ele nos ajudou imagina agora com Lula na presidência,” destacou o Deputado Estadual José Patriota. 

Em sua fala, o Senador Humberto Costa destacou o investimento do Governo Federal da ordem de 92 bilhões do PAC para Pernambuco. Destacou também a destinação de 1,3 milhão de emendas no ano passado para equipamentos da assistência social em Afogados. “Vamos trabalhar esse ano para garantirmos mais emendas para Afogados no ano que vem,” afirmou o Senador.

Na sua fala, o Deputado Carlos Veras afirmou não conhecer, em Pernambuco, uma Prefeitura que tenha um volume de obras que permita uma inauguração por semana, como vem ocorrendo em Afogados da Ingazeira. 

“Muita gente me perguntava se eu ia conseguir segurar essa pisada de uma inauguração por semana. O motivo de conseguirmos está aqui conosco: nosso deputado José Patriota, o Senador Humberto, o deputado Carlos Veras e o deputado Pedro Campos, que hoje não pôde estar conosco. Esse é o time que tem conseguido os investimentos que precisamos para tocar o volume de obras que estamos realizando em Afogados. Muito feliz em estar ao lado desse time e levar ao nosso povo as obras que ele tanto precisa,” avaliou o Prefeito Sandrinho Palmeira.

PSB cobra da caixa esclarecimentos sobre discriminação ao nordeste

Líder do partido, Tadeu Alencar, e os deputados Elias Vaz e Denis Bezerra assinam documento dirigido a Pedro Guimarães A bancada do PSB na Câmara dos Deputados protocolou, nesta terça-feira (06), documento convocando o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, para que preste esclarecimentos à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados […]

Foto: Chico Ferreira

Líder do partido, Tadeu Alencar, e os deputados Elias Vaz e Denis Bezerra assinam documento dirigido a Pedro Guimarães

A bancada do PSB na Câmara dos Deputados protocolou, nesta terça-feira (06), documento convocando o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, para que preste esclarecimentos à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados – CFT, sobre a redução de operações de crédito destinadas a Estados e Municípios do Nordeste.

O documento é assinado pelo líder do partido, deputado Tadeu Alencar, e pelos deputados Elias Vaz e Denis Bezerra, os dois últimos são membros da respectiva Comissão. Não há indicação de prazo para que a convocação seja cumprida, mas o documento assinala que o presidente da Caixa compareça à Comissão “com a maior brevidade possível”.

 “A contratação pela Caixa Econômica Federal – até julho de 2019 – de operações com governos regionais de apenas 2,2% do total, quando em 2018 foi de 21,6% e, em 2017, de 18,6%, é a ratificação de que a ameaça de discriminação ao Nordeste não é apenas retórica leviana do Presidente da República, mas uma política deliberada de perseguição aos que lhe fazem oposição. Reforça a representação feita ao Supremo Tribunal Federal e expõe a direção da Caixa Econômica a também responder por isso”, explica Tadeu Alencar.

O requerimento invoca matéria publicada no jornal Estadão, na última sexta-feira (02), onde foi noticiado que a Caixa reduziu a concessão de novos empréstimos ao Nordeste no ano de 2019. A reportagem atribui a fontes do banco e da área econômica a indicação do considerado “boicote” a Estados e Municípios do Nordeste, e que a ordem para não contratar operações para a região teria partido do próprio presidente da instituição financeira.

Iguaracy: reforma do Centro Social e Cultural de Irajaí foi finalizada

No sábado (16), o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, recebeu das mãos do Arquiteto restaurador, Ronaldo Câmara, as chaves da Estação Ferroviária de Irajaí que foi totalmente restaurada para servir a população como um centro de múltiplo uso para a realização de seus eventos como casamentos, aniversários e encontros diversos. “Um lindo trabalho, que muito […]

No sábado (16), o prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, recebeu das mãos do Arquiteto restaurador, Ronaldo Câmara, as chaves da Estação Ferroviária de Irajaí que foi totalmente restaurada para servir a população como um centro de múltiplo uso para a realização de seus eventos como casamentos, aniversários e encontros diversos.

“Um lindo trabalho, que muito vai servir a população de Irajaí, como um Centro Cultural. Obrigado Ronaldo por todo carinho e atenção, a população agradece. Parabéns pelo trabalho”, enalteceu Zeinha em suas redes sociais.

No momento da entrega das chaves, o prefeito estava na companhia do secretário de obras, Luciano Santana e do vereador Neguinho de Irajaí. Apesar de inúmeros serviços e adequações, desde a reforma total do telhado, novas portas e janelas, banheiros que não havia e algumas modificações no ambiente, a restauração procurou manter intacta toda a estrutura preservando sua característica histórica de 1948.

O vereador Neguinho também fez seus agradecimentos ao prefeito Zeinha e ao arquiteto Ronaldo Câmara. “É com muita satisfação que venho em minhas redes sociais finalmente mostrar a tão esperada obra da reforma da Estação Ferroviária, fico feliz como representante político, mas principalmente como morador da comunidade. É um prédio importante na historia da formação de Irajaí, poder vê-lo em funcionamento novamente é muito satisfatório. Agora funcionará como Centro de múltiplo uso, espaço fundamental para eventos da nossa comunidade. Agradeço ao requerimento atendido ao Prefeito Zeinha Torres e ao brilhante trabalho de restauração do arquiteto Ronaldo Câmara”, disse. As informações são do Blog TV Web Sertão.

Serra Talhada Adere à Aliança pela Ação Climática Brasil

A Prefeitura de Serra Talhada assinou na segunda-feira (25/01) a carta de compromisso para adesão à Aliança pela Ação Climática – ACA Brasil, um acordo nacional cujo foco é aumentar o apoio público para o enfrentamento à emergência climática mundial, sendo Serra Talhada um dos municípios signatários da Aliança. A assinatura de adesão aconteceu durante […]

A Prefeitura de Serra Talhada assinou na segunda-feira (25/01) a carta de compromisso para adesão à Aliança pela Ação Climática – ACA Brasil, um acordo nacional cujo foco é aumentar o apoio público para o enfrentamento à emergência climática mundial, sendo Serra Talhada um dos municípios signatários da Aliança.

A assinatura de adesão aconteceu durante reunião entre a prefeita Márcia Conrado, o secretário de meio ambiente, Sinézio Rodrigues, o diretor de meio ambiente, Edson Gustavo Melo, e o diretor de projetos, Sandino Lamarca. 

“Serra Talhada deu mais um passo importante na defesa do meio ambiente com a adesão à Aliança Climática, onde reafirmamos nosso compromisso com uma política ambiental eficiente, sustentável e alinhada com todo o planeta”, comentou a prefeita Márcia Conrado.

Após a adesão do município, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente participou de uma reunião de aproximação institucional com a Rede de Líderes Globais pela Sustentabilidade – ICLEI, onde foram apresentados os projetos que estão em desenvolvimento no município, a exemplo do Plano Municipal de Coleta Seletiva, do Memorial das Vítimas da COVID-19, do Programa Cidade Mais Iluminada e do Parque dos Ipês, obra já autorizada pelo governo municipal.

O evento de Lançamento da ACA Brasil aconteceu na quinta-feira (28/01), de forma virtual. A aliança se espelha em modelos já existentes em países como os Estados Unidos, Vietnã, México, Argentina, Japão e África do Sul, e busca mobilizar governos estaduais e municipais, além de empresas, lideranças, investidores, organizações da sociedade civil, acadêmicos, comunicadores e entidades religiosas, unindo esforços para a redução de emissões de gases de efeito estufa, construindo um futuro sustentável.

META CLIMÁTICA

A meta da Aliança é limitar o aumento da temperatura da Terra a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o que significa mobilizar esforços para reduzir pela metade as emissões, até 2030, e atingir a neutralidade em carbono até 2050. 

Mais do que frear as mudanças climáticas, a ação pretende trabalhar para a construção de um novo paradigma econômico e social, promovendo a justiça climática, ambiental e o bem-estar da população.