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Escolas estaduais não terão aulas presenciais durante Carnaval em Pernambuco

Por Nill Júnior

As escolas da rede estadual de Pernambuco não terão aulas presenciais durante o período de Carnaval, entre a próxima segunda-feira (28) e a Quarta-Feira de Cinzas (2).

A informação foi confirmada pela Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE), nessa terça-feira (22). Escolas particulares também não terão aulas no período, como foi determinado em acordo entre sindicatos em 9 de fevereiro.

Apesar da revogação do ponto facultativo nos dias em que seriam o Carnaval, as escolas seguirão o calendário escolar para este ano letivo que foi publicado no Diário Oficial em dezembro passado. Na programação, o período já havia sido definido como dias não letivos.

Embora as escolas não tenham aulas, o setor administrativo da SEE, bem como as Gerências Regionais de Educação (GREs) terão expediente normal.

Este será o segundo ano consecutivo que, apesar da revogação do ponto facultativo de Carnaval, as escolas da rede estadual não terão aulas.  A rede estadual de Pernambuco, com 33 mil professores e 1.052 escolas, tem cerca de 131 mil alunos no ensino fundamental e 312 mil no ensino médio.

Outras Notícias

Começa 10º Festival de Cinema de Triunfo. Guia prático dá dicas sobre a cidade

Oficinas e exibições itinerantes acontecem nos municípios  de Serra e Afogados. De hoje a 12 de agosto, o Guarany recebe 35 filmes, de nove estados, que concorrem a R$ 24 mil em prêmios e ao Troféu Caretas nas categorias de curta e longa-metragem. Contando com a parceria de festivais independentes, exibições especiais e mostras voltadas ao […]

Oficinas e exibições itinerantes acontecem nos municípios  de Serra e Afogados.

De hoje a 12 de agosto, o Guarany recebe 35 filmes, de nove estados, que concorrem a R$ 24 mil em prêmios e ao Troféu Caretas nas categorias de curta e longa-metragem.

Contando com a parceria de festivais independentes, exibições especiais e mostras voltadas ao público infantil também ganham a tela, contribuindo para a divulgação da contemporânea produção brasileira e para a ampliação do repertório cultural da nossa gente.

A realização é do Governo de Pernambuco (Secult-PE e Fundarpe), em parceria com as Prefeitura de Triunfo, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira e ainda com o SESC, Cepe Editora, TV Pernambuco e Consulado Geral da França no Brasil. Em mais uma edição, o Festival rompe as fronteiras do território de Triunfo e alcança com oficinas e exibições itinerantes os municípios vizinhos de Serra e Afogados.

De acordo com o Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, “um reconhecimento aos realizadores e ao público sertanejo, que mantêm instigante o cenário da produção audiovisual na região”.

Três ações de formação cultural gratuitas vão sensibilizar adolescentes e educadores.  “O workshop de Crítica Cinematográfica Multimídia vai orientar o júri popular do Festival; a oficina sobre Utilização do cinema em sala de aula pretende aproximar a sétima arte do cotidiano escolar; e o minicurso Cinemando – Teoria e Prática propõe uma imersão que incentive o olhar crítico sobre conteúdos audiovisuais do cinema, da TV e também da internet”, comenta Márcia Souto, Presidente da Fundarpe.

Reforçando sua histórica importância para reflexão sobre políticas públicas de audiovisual, a edição do Festival este ano abre espaço para o diálogo sobre os temas: “A produção audiovisual e os desafios da interiorização”, “Os desafios e perspectivas para o fortalecimento das carreiras de mulheres no Audiovisual” e ainda “Ocupando o Cine Theatro Guarany”.

Este último, reunindo parceiros como o SESC e a Prefeitura de Triunfo, além de representantes do movimento cultural da região e do Grupo de Trabalho Cinema de Rua. “Um momento importante para pactuação de estratégias e responsabilidades compartilhadas entre poder público, instituições culturais e sociedade civil”, na avaliação de Silvana Meireles, Secretária Executiva Estadual de Cultura.

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Ônibus que saiu de Afogados com romeiros se envolve em acidente no Ceará. Três morreram

Com informações de Juliana Lima e Anchieta Santos ao blog Um grave acidente envolvendo um ônibus de romeiros que seguia de Afogados da Ingazeira para o Juazeiro do Norte deixou três pessoas mortas, por volta das 03h desta sexta-feira, na BR-116, em Brejo Santo, Ceará. Informações do programa Rádio Vivo (Rádio Pajeú) em primeira mão, […]

Foto: Cauê Rodrigues
Foto: Cauê Rodrigues

Com informações de Juliana Lima e Anchieta Santos ao blog

Um grave acidente envolvendo um ônibus de romeiros que seguia de Afogados da Ingazeira para o Juazeiro do Norte deixou três pessoas mortas, por volta das 03h desta sexta-feira, na BR-116, em Brejo Santo, Ceará.

Informações do programa Rádio Vivo (Rádio Pajeú) em primeira mão, dão conta de que um micro-ônibus de Sergipe perdeu o controle em virtude dos buracos na pista e atingiu a lateral do ônibus, onde viajavam romeiros do município de Afogados da Ingazeira, a maioria do Sítio Santo Antônio.

A pista esburacada foi a causa do acidente envolvendo o ônibus de romeiros de Afogados e um veículo de Sergipe. Morreram na tragédia Cícero Caboclo, João de Luis Pedro e mais uma criança entre sete e dez anos. Os dois primeiros seriam residentes no Sítio Santo Antônio III, na divisa entre Afogados e Carnaíba. A criança residia no Bairro São Braz, Afogados.

Cerca de dez pessoas ficaram feridas e foram socorridas pelo SAMU, mas nenhuma em estado grave, segundo informou o motorista do ônibus, Jurandir, falando ao comunicador Anchieta Santos.

“Eu estava tentando livrar os buracos na pista no momento em que o rapaz do micro-ônibus perdeu o controle ao bater num buraco e nos atingiu entre a minha cadeira e as primeiras cadeiras da frente. O rapaz era de Sergipe e disse que não conhecia a pista. Graças a Deus o SAMU chegou rápido e socorreu os feridos, mas três morreram na hora”, disse o motorista.

Ainda segundo Jurandir, os sobreviventes retornarão hoje para Afogados da Ingazeira. Os nomes dos feridos não foram ainda revelados pelo Hospital de Brejo Santo. Ainda não há informações sobre a liberação dos corpos.

Luciano Duque realiza visita institucional ao Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira

Nesta sexta-feira (19), o deputado estadual Luciano Duque (SD), compartilhou em suas redes sociais uma visita institucional ao Hospital Regional Emília Câmara (HREC), localizado em Afogados da Ingazeira. O parlamentar foi recebido pelo gestor geral da instituição, Sebastião Duque, e sua equipe, explorando as instalações e se atualizando sobre as recentes melhorias e serviços implementados […]

Nesta sexta-feira (19), o deputado estadual Luciano Duque (SD), compartilhou em suas redes sociais uma visita institucional ao Hospital Regional Emília Câmara (HREC), localizado em Afogados da Ingazeira. O parlamentar foi recebido pelo gestor geral da instituição, Sebastião Duque, e sua equipe, explorando as instalações e se atualizando sobre as recentes melhorias e serviços implementados na unidade.

O HREC desempenha um papel crucial na região, atendendo a uma demanda proveniente de 12 municípios e beneficiando aproximadamente 2% da população de Pernambuco. A gama de serviços oferecidos inclui atendimentos ambulatoriais, urgências e emergências, UTIs, exames e uma média de 420 cirurgias por mês, abrangendo tanto procedimentos convencionais quanto cirurgias por vídeo.

O hospital também se destaca ao proporcionar um serviço próprio de tomografia, realizando cerca de 500 exames mensais. É importante ressaltar que o HREC concentra seus esforços no atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), focando em procedimentos de média e alta complexidade, solidificando-se como uma peça fundamental na estrutura de saúde da região.

Luciano Duque, ao compartilhar a experiência da visita, expressou sua gratidão pela receptividade e destacou a importância do Hospital Regional Emília Câmara para a comunidade local e além. “Fizemos uma visita institucional ao HREC para conhecer de perto o trabalho essencial que realizam. Agradeço ao gestor Sebastião Duque pela recepção calorosa”, declarou o deputado em suas redes sociais.

José Humberto comemora adesão de Zé Marcos à Oposição

O Deputado Estadual e presidente do PTB, Zé Humberto, comemorou em nota a adesão do ex-prefeito de São José do Egito e ex-deputado José Marcos de Lima à campanha do bloco Pernambuco Quer Mudar. Leia a nota: O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) formulou um convite para que o amigo ex-deputado José Marcos de […]

O Deputado Estadual e presidente do PTB, Zé Humberto, comemorou em nota a adesão do ex-prefeito de São José do Egito e ex-deputado José Marcos de Lima à campanha do bloco Pernambuco Quer Mudar. Leia a nota:

O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) formulou um convite para que o amigo ex-deputado José Marcos de Lima assumisse a coordenação da campanha majoritária da Oposição no Sertão do Pajeú.

Eu, na qualidade de Presidente do PTB, Diretório Regional de Pernambuco, sinto-me presenteado pela aceitação do nobre amigo, porquanto Zé Marcos, como é largamente conhecido e reconhecido, é um homem múltiplo que conhece, como poucos, as peculiaridades daquele retalho do Sertão e conhece, também, as demandas do próprio Estado, mercê de sua longa e produtiva experiência como Parlamentar, como Prefeito, como Secretario do Estado e de Recife e muitas outras incursões na atividade pública do nosso Estado, deixando, sempre, um legado de respeito e admiração.

Um cidadão com essa dimensão e com exemplo que carregada no papel de coordenador de um campanha, só fortalece os nossos propósitos de restaurar a credibilidade, a liderança e aforça política do nosso Estado.

Zé Marcos é o homem medido, justo, equilibrado e perfeito para ser veículo de uma mensagem de transformação que a sociedade pernambucana almeja.

Zé Marcos, a despeito de todas as sua atividades próprias de um político tradicional e de empresário, não tergiversou em aceitar o nosso convite, entendendo a importância que o momento exige.

Eu estou feliz, o Sertão muito bem servido e Pernambuco cada vez mais confiante da proximidade do momento de Pernambuco Mudar.

“Janeiro amargo”: escândalos asfixiam o governo Raquel em ano eleitoral

Pernambuco iniciou 2026 sob uma tempestade que nenhum marqueteiro político seria capaz de conter apenas com notas oficiais. O acúmulo de crises em órgãos estratégicos, como: Detran, SDS e EPTI, não é apenas um problema de “gestão de nomes”, mas um desgaste corrosivo que atinge o coração da narrativa de eficiência e ética que elegeu […]

Pernambuco iniciou 2026 sob uma tempestade que nenhum marqueteiro político seria capaz de conter apenas com notas oficiais. O acúmulo de crises em órgãos estratégicos, como: Detran, SDS e EPTI, não é apenas um problema de “gestão de nomes”, mas um desgaste corrosivo que atinge o coração da narrativa de eficiência e ética que elegeu o atual governo. Em ano eleitoral, onde cada erro é multiplicado pela lupa da oposição, o Palácio do Campo das Princesas se vê diante de um labirinto político perigoso.

O primeiro ponto de desgaste é a quebra da confiança institucional. Quando o presidente do Detran-PE é alvo de denúncias de assédio e hostilidade, a imagem do Estado como garantidor de direitos é a primeira a cair. Para o eleitor, não se trata apenas de uma briga administrativa, mas de uma falha na escolha de quem comanda o dia a dia do cidadão. Esse tipo de escândalo humaniza a falha do governo de forma negativa, gerando uma rejeição emocional difícil de reverter.

A crise da “Arapongagem” e o pedido de impeachment relacionado à empresa familiar da governadora são verdadeiros presentes para os adversários.

  • No caso da SDS, a acusação de uso da máquina pública para monitorar adversários (o secretário do Recife) alimenta o discurso de “perseguição política”.
  • No caso da EPTI/Logo Caruaruense, a oposição ganha a narrativa do “privilégio”, sugerindo que o rigor da lei não se aplica aos de casa.

Em uma pré-campanha, essas pautas dominam o debate, impedindo que o governo consiga vender suas entregas e obras. O governo passa a jogar na defesa, e “quem explica, já perdeu”, como diz o velho jargão político.

A rápida queda do presidente da EPTI, Yuri Coriolano, por mensagens racistas e misóginas é o golpe final na imagem de “renovação”. Em um estado de maioria negra e com forte histórico de lutas sociais, ter um alto escalão que destila preconceito, mesmo que em mensagens antigas, sinaliza uma falha grave na triagem política. O desgaste aqui é com a base progressista e com as mulheres, fatias do eleitorado que são fundamentais para qualquer vitória nas urnas.

O governo chega a 2026 com a urgência de uma reforma interna profunda. O acúmulo de casos em um curto espaço de tempo cria uma percepção de desgoverno. Se a resposta continuar sendo apenas a troca reativa de nomes após o escândalo estourar, o desgaste será inevitável. Para quem busca a reeleição, o maior inimigo hoje não é apenas o candidato adversário, mas a sombra dessas denúncias que começam a cristalizar na mente do eleitor a imagem de uma gestão cercada por polêmicas e privilégios.

Para reverter o desgaste que atinge o Palácio do Campo das Princesas em 2026, o governo de Raquel Lyra não pode se limitar a notas de esclarecimento. A crise atual, que mistura assédio, espionagem e suspeitas de prevaricação, exige uma reforma de postura e de método. O tempo da política não perdoa a hesitação em ano eleitoral.

Primeiro, é urgente a implementação de um protocolo de compliance rigoroso. Não basta exonerar após o vazamento; é preciso demonstrar que a triagem para cargos de confiança agora segue critérios éticos inegociáveis. A governadora precisa “abrir a caixa-preta” das investigações no Detran e na SDS, punindo com transparência quem usou a máquina pública para fins escusos ou opressores.

Além disso, Raquel Lyra precisa resgatar a impessoalidade. O pedido de impeachment sobre a empresa familiar tocou em um nervo sensível: a percepção de privilégio. Para desfazer essa imagem, a gestão deve se antecipar aos órgãos de controle, oferecendo auditorias independentes e fortalecendo a Controladoria Geral do Estado.

Em política, o vácuo de resposta é preenchido pela narrativa da oposição. Se o governo não assumir o protagonismo da correção de rumos, chegará às urnas como refém dos próprios escândalos, transformando o que deveria ser um ano de entregas em uma longa jornada de defesa judicial.