Escola de Sanfona é destaque no Festival Viva Dominguinhos
Por Nill Júnior
A Escola Municipal de Sanfona Lula Sanfoneiro participou, neste sábado (02), do projeto Roda de Sanfona, a grande novidade da 2ª edição do Festival Viva Dominguinhos, realizada no município de Garanhuns, Agreste do Estado. A apresentação dos alunos sertaniense foi no Espaço Colunata. Eles fizeram a festa de moradores e turistas no último dia do evento, que começou na quinta-feira, 30 de abril.
A professora Eleonora dos Anjos, da cidade de Maceió (AL), ficou encantada com a Escola de Sanfona. “Aqui no Colunata, todas as atrações foram incríveis, mas o que mais me emocionou foi a Escola de Sanfona de Sertânia. Uma belíssima iniciativa que serve de exemplo para outras cidades”, comentou a alagoana.
A Prefeitura de Sertânia, por meio da Secretaria de Juventude, Esportes, Cultura e Turismo, oferece através das Escolas de Arte, cursos de sanfona, violão, bateria, teatro e dança para pessoas de todas as idades e gratuitamente. As aulas acontecem na antiga estação ferroviária e para participar basta fazer inscrição.
A inauguração do Centro de Software da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), nesta quarta-feira (02/11), no Recife Antigo, consolida Pernambuco como um dos principais polos de geração de tecnologia automotiva mundial. A unidade, que é a primeira da montadora com esse perfil na América Latina, integra o complexo de inteligência da FCA, composto por outras três […]
A inauguração do Centro de Software da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), nesta quarta-feira (02/11), no Recife Antigo, consolida Pernambuco como um dos principais polos de geração de tecnologia automotiva mundial. A unidade, que é a primeira da montadora com esse perfil na América Latina, integra o complexo de inteligência da FCA, composto por outras três estruturas que estarão funcionando em 2016. A complexidade do projeto e as perspectivas de desenvolvimento com mais inovação e criatividade que o acompanham foram exaltadas pelo governador Paulo Câmara, que prestigiou o evento.
“Esse projeto da FCA não fica apenas na obra, não fica apenas na industria ou em fazer carros. É um projeto que pensa no futuro! E isso que é importante”, afirmou o chefe do Executivo estadual, frisando que a unidade simboliza a abertura de uma porta para uma “nova história” para os pernambucanos. “Ficamos muito felizes em ver que não estamos apenas pensando no hoje. Estamos pensando em um Pernambuco para os próximos 30, 40 e 50 anos”, apontou Paulo.
Atuando de forma integrada com outras unidades da fábrica italiana, o Centro de Software vai desenvolver programas que vão proporcionar maior eficiência energética, redução do consumo de combustível e da emissão de gases na atmosfera.
Além do empreendimento localizado no bairro do Recife, o complexo tecnológico da FCA em Pernambuco é formado pelas unidades Projetos, Centro de Testes Veiculares e Campo de Provas. Somadas, as estruturas vão gerar 500 empregos. Atualmente, 210 pessoas já atuam no parque, que possui um investimento total de R$ 140 milhões.
“Pernambuco, mais uma vez, entra na agenda do século XXI. A agenda da economia criativa, do conhecimento e do pensar. Esse é um centro que vai dar muito o que falar no segmento. Vamos extrair muitas coisas. Vamos ter o DNA pernambucano no futuro da industria automotiva, a partir de uma inovação que estamos apresentando hoje. Estou orgulhoso de fazer parte de um Estado, onde investir vale a pena. Um lugar onde as pessoas investem com confiança, e sabem que as coisas vão acontecer”, afirmou Paulo Câmara.
QUALIDADE – Ao enfatizar a qualidade encontrada na mão de obra pernambucana, Stefan Ketter, presidente da FCA para a América Latina, afirmou que o Porto Digital foi um dos principais atrativos para a implantação do centro.”No Porto Digital, já foram formadas mais de 200 startups e a receita no momento está acima de um R$ 1 bilhão por ano. Essa unidade vai ser a quarta da FCA Mundial e nós temos confiança na mão de obra local”, afirmou o executivo.
Por André Luis A jovem Ana Karolina Carvalho, 19 anos, foi destaque em uma publicação da editoria de saúde do UOL Viver Bem deste domingo (18), que contou a história da estudante de nutrição afogadense que devido a 12 problemas de saúde, sente dores 24 horas ao dia. A publicação conta que “o ano de […]
A jovem Ana Karolina Carvalho, 19 anos, foi destaque em uma publicação da editoria de saúde do UOL Viver Bem deste domingo (18), que contou a história da estudante de nutrição afogadense que devido a 12 problemas de saúde, sente dores 24 horas ao dia.
A publicação conta que “o ano de 2017 foi especialmente imprevisível para a jovem, pois foi quando a dor se tornou uma vilã ainda mais traiçoeira. Na época, ela lutou contra um vício em morfina que se agravou na recuperação de uma cirurgia na medula, em que ficou entre a vida e a morte.
“Nem eu mesma, nem minha família ou os profissionais do hospital achavam que sairia com vida”, recorda. “Muito antes da cirurgia já tomava morfina, mas era em uma quantidade controlada. Como a gente viu que não sairia dali de jeito nenhum, a morfina ficou liberada, pois queriam que eu ficasse confortável para poder partir em paz”, contou Ana a jornalista Vanessa Centamori, responsável pela reportagem publicada.
Centamori, conta na reportagem que “se Ana Karolina Carvalho, pudesse classificar em uma escala de 1 a 10 o nível de dor que já sentiu na vida, esse sofrimento iria muito além do 10. A pernambucana estudante de nutrição afirma que supera crises dolorosas praticamente 24 horas ao dia.” Leia aqui a íntegra da reportagem no UOL.
Ação será pára pessoas com 50 anos ou mais e para quem não recebeu a segunda dose da AstraZeneca A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Saúde e da coordenação municipal do PNI, promove neste sábado (12), o Dia D de vacinação contra a Covid-19 para pessoas a partir de 50 anos sem comorbidades, […]
Ação será pára pessoas com 50 anos ou mais e para quem não recebeu a segunda dose da AstraZeneca
A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Saúde e da coordenação municipal do PNI, promove neste sábado (12), o Dia D de vacinação contra a Covid-19 para pessoas a partir de 50 anos sem comorbidades, e também para as pessoas que ainda estão com a segunda dose da AstraZeneca em aberto.
A ação do sábado estará disponível no horário das 8h às 16h, na quadra do Sesc Arcoverde, na Aesa e também na Praça da Bandeira, localizada no centro da cidade. Para receber a imunização, é necessário levar o Cartão do SUS, CPF, comprovante de residência e o cartão da primeira dose (para quem já se vacinou).
“É a oportunidade para quem ainda não recebeu a segunda dose da AstraZeneca, concluir o processo de imunização contra a Covid-19, assim como para quem tem a partir de 50 anos receber a primeira dose, dentro das remessas que o município recebeu do Governo do Estado”, informou a coordenadora do PNI Municipal, Cláudia Cunha.
Membro do PMDB serra-talhadense e um dos mais questionados pelo PTB em virtude da decisão de alinhamento com o PMDB, o empresário João Duque Filho, o Duquinho, rechaçou em conversa com este blogueiro que tenha havido traição ao projeto do médico e pré-candidato Nena Magalhães. Segundo ele, não havia acordo 100% fechado com o petebista […]
Duquinho em vita ao blog. Segundo ele, sem acordo, não há traição
Membro do PMDB serra-talhadense e um dos mais questionados pelo PTB em virtude da decisão de alinhamento com o PMDB, o empresário João Duque Filho, o Duquinho, rechaçou em conversa com este blogueiro que tenha havido traição ao projeto do médico e pré-candidato Nena Magalhães.
Segundo ele, não havia acordo 100% fechado com o petebista e sim uma garantia de pré apoio ao projeto, com algumas condições previamente colocadas. “Desde o início, dizíamos por exemplo que, caso o ex-prefeito Carlos Evandro fosse candidato tínhamos um compromisso moral e político. A sinalização foi de pré-apoio e eles sabem disso”.
O peemedebista também negou que tenha cedido à cooptação do grupo que defende o projeto de Victor por qualquer fator além do alinhamento político orientado pela executiva estadual. O vice-governador Raul Henry de fato teria sido determinante com a executiva estadual para a decisão.
Duquinho rebateu as críticas e disse achar naturais pelo impacto negativo que teve na candidatura do médico. “Há de convir que nossa decisão desmobilizou a candidatura deles. Assim, a reação é normal. Mas não é verdade que tenha havido traição, pois não havia acordo fechado”, disse.
Do site ASSERPE – Entrevista concedida a Léa Renata – Revista Movimentto Criada desde 1987, a Associação de Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe) acompanha e incentiva o desenvolvimento do setor em todo o Estado. Trabalhando em conjunto com seus associados, a entidade oferece uma série de serviços que têm a finalidade de […]
Do site ASSERPE – Entrevista concedida a Léa Renata – Revista Movimentto
Criada desde 1987, a Associação de Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe) acompanha e incentiva o desenvolvimento do setor em todo o Estado. Trabalhando em conjunto com seus associados, a entidade oferece uma série de serviços que têm a finalidade de valorizar e engrandecer a radiodifusão da capital ao Interior, além de defender os interesses das emissoras e dos radiodifusores.
Nesta entrevista, o atual presidente, Nivaldo Alves Galindo Filho, Nill Júnior, que está há dois anos à frente da Asserpe, destaca ações da sua gestão, fala das vantagens de ser um associado, bem como dos desafios diante da pandemia da Covid-19 e quais as perspectivas para o futuro.
O senhor faz dois anos que está à frente da Asserpe. O que destacaria na sua gestão durante esse período?
Eu destacaria a reafirmação do papel da radiodifusão em um momento tão determinante. O nosso ciclo foi afetado diretamente pela pandemia da Covid-19 e, por conta disso, tivemos que reforçar o diálogo virtual. Realizamos grandes encontros. Fizemos um trabalho importante no processo das eleições, orientando e prestando serviço em parceria com as principais instituições, reforçando o papel do rádio e da TV em meio à pandemia. As campanhas institucionais de valorização do rádio e da TV. A criação do Dia do Rádio em Pernambuco, a partir do último 6 de abril, porque o rádio nasceu nessa data em 1919, através da Rádio Clube de Pernambuco. Nós conseguimos, dentro da lei das datas importantes do estado, emplacar a promulgação da Lei 16.241 e a criação do Dia Estadual do Rádio. Destaco também a valorização do meio, maior capacitação. Mesmo diante desse período que estamos vivendo, foram grandes avanços, do ponto de vista institucional. Do ponto de vista administrativo, tivemos a modernização da ASSERPE, em parceria com o Escritório de Mídia, uma construção da Diretoria. Saímos da antiga sede para um empresarial moderno, com capacidade para receber os radiodifusores e as reuniões da diretoria, além dos encontros do CONAR, através de sua 8ª Câmara.
Quais os benefícios de um associado?
Para o associado, o grande benefício é estar antenado com as demandas, as pautas da radiodifusão, além da defesa intransigente dos seus direitos e luta por novas conquistas. A gente, por exemplo, não pode falar em migração da rádio AM, que está se modernizando e indo para a banda FM, sem falar do poder que as associações estaduais e a ABERT tiveram nisso. A flexibilização da Voz do Brasil, principalmente na pandemia. A digitalização da TV e uma melhor relação com o ECAD. Todos esses passos nascem do papel das associações estaduais e ABERT.
Estamos vivendo um momento delicado devido à pandemia da Covid-19. Sabemos que a comunicação impressa, principalmente, vem sofrendo com isso e muitos jornais estão fechando as portas. No caso do rádio e da TV, houve um impacto grande também? Se sim, quais?
De um lado há o reflexo econômico, que toda a atividade sofre. Mas o protagonismo que o rádio e a TV tiveram nessa pandemia também gerou oportunidades. Sou radiodifusor do interior, conheço a estrutura das rádios estado adentro e posso dizer, com toda certeza, que nenhuma emissora fechou na pandemia. Tivemos dificuldades, muitas aderiram aos programas de suporte do Governo Federal. Mas rádio soube sobreviver a isso. Algumas rádios até aproveitaram esse momento para gerar oportunidades na divulgação do delivery, nos serviços que eram prestados remotamente, além do papel sublime de salvar vidas. O Brasil e Pernambuco, especificamente, devem muito à TV e ao rádio. Eu diria que, dadas as circunstâncias, o pior já passou. Os nossos veículos continuam, claro, com suas peculiaridades regionais, mas, em linhas gerais, esse período fortaleceu o rádio, que cresceu em audiência, assim como a TV. E esse crescimento se refletiu, de alguma forma, no mercado publicitário, que passou a valorizar mais essas ferramentas. Ao contrário do impresso, quando a gente já sabia que era, na verdade, um caminho sem volta, diante dos custos de impressão, quando você tem custos reduzidos nas plataformas digitais. O rádio e a TV souberam aproveitar as plataformas digitais, se mantiveram, resistiram e venceram. Em linhas gerais, o protagonismo deles os salvou na pandemia.
A Asserpe pôde ajudar, de alguma forma, para diminuir esse impacto?
A Asserpe foi um canal de diálogo com, por exemplo, o ECAD, que tem a cobrança sobre o direito autoral. Ainda há muito a caminhar, mas demos alguns passos. Também no diálogo com o Governo Federal, na cobrança para que o nosso meio fosse essencial. Como serviço essencial na pandemia temos acesso facilitado a eventuais linhas de crédito, por exemplo. Também lutamos para que a radiodifusão fosse abraçada pelos programas de suporte, bem como promovemos capacitação dos radiodifusores para que eles soubessem como agir e lidar com a pandemia, além da posição política que a Asserpe tomou quando era convocada pelos veículos que sofreram ameaças nesses tempos tão difíceis. Enfim, a Asserpe foi uma parceira presente, direta e constante ao lado da radiodifusão.
Quais as perspectivas para o futuro?
Sou otimista por natureza. Eu confesso que vejo um grande futuro para o rádio e a TV. Esses veículos têm vivido uma metamorfose impressionante. Há emissoras de rádio em Pernambuco que vendem não o espaço comercial na rádio, vendem o espaço na rede social, por exemplo, pelo protagonismo nas outras plataformas. O rádio agrega valor às redes sociais. Então, você tem rádios multiplataformas hoje, que se colocam entre as maiores do país em várias cidades, isso sem perder a essência do rádio, que é o carro-chefe. O brasileiro não desacostumou de ouvir rádio, os pernambucanos estão entre os que mais escutam rádio no país, segundo pesquisa Kantar Ibope. Nunca se ouviu tanto rádio nos últimos anos como agora, em meio a esse tempo. Porque o rádio informa, presta serviço, não tem fake news, dá entretenimento. Eu não tenho dúvidas de que nós já estamos no futuro. O rádio já vive, já alcança essa condição de um veículo do futuro, aliás sempre foi o veículo que mais se adaptou às novas tecnologias. E a TV aumentou seu protagonismo. Juntos, a TV e o rádio salvaram muitas vidas nessa pandemia. Talvez aqui ou acolá, nas cidades mais adentro do Interior, o rádio precise avançar um pouco mais, mas a Asserpe tem sido uma entidade próxima justamente para nivelar esse conhecimento. Tem estado junto desses veículos. Assim, viva a TV e o Rádio de Pernambuco!
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