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Encontro de pré-candidatos teve questionamentos da oposição, defesa de governista e bastidores revelados

Por Nill Júnior

Sidney Cruz e Zé Negão criticaram gestão Patriota e candidato Sandrinho. Vice defendeu legado do governo. Encontro teve revelar de bastidores. “Você queria ser vice de mim ou Totonho” disse Alessandro a Zé. “Você criticava Totonho e disse que não havia jeito de se juntar com ele”, rebateu Zé.

Fotos: André Luiz

Terminou a pouco o primeiro encontro de postulantes à Prefeitura de Afogados da Ingazeira, reunindo Alessandro Palmeira (PSB), Sidney Cruz (PSC) e Zé Negão  (Podemos), promovido pelas rádios Cidade FM e Pajeú.

Em linhas gerais, o encontro mostrou o tom que os candidatos usarão a partir da homologação de suas candidaturas.

No primeiro bloco, das perguntas conduzidas pelo blogueiro Júnior Finfa, Sandrinho disse não haver dificuldades em acomodar a presença do ex-prefeito Totonho Valadares no seu grupo. Também que definirá o candidato a vice na convenção do dia 15. O Capitão Sidney afirmou que não se sente terceira via, mas uma opção real como única oposição de fato. E Zé Negão criticou o alinhamento  entre Totonho e Sandrinho. Essa questão aliás, dominou quase todo o debate entre os dois.

No bloco sobre a Afogados para o futuro, com os três se revezando, o clima ficou um pouco mais quente entre Sandrinho e o Capitão Sidney. O pré-candidato do PSC criticou a gestão Patriota nas áreas de agricultura e educação e criticou um indicativo passado por Sandrinho que tratava da aprovação da gestão Patriota por mais de 85% da população. “Por onde passei essa pesquisa  não passou”, disse, sugerindo que teria sido feita nas escadas da prefeitura. Alessandro disse que a fala era uma afronta à população que votou nas pesquisas. Os dois se revezaram cobrando respeito e verdade.

Na parte entre perguntas entre os candidatos, no momento da pergunta de Sandrinho pra Zé Negão, bastidores vieram à tona. Sandrinho respondeu Zé Negão que mais uma vez criticou o alinhamento com Totonho que, lembrou Zé, havia comparado o vice a um poste. Sandrinho disse que a inquietação de Zé se dava pelo o fato de que ele havia revelado em conversa que tiveram na casa do vereador que queria ser o candidato a vice dele ou de Totonho. E Zé rebateu afirmando que Sandrinho havia dito que não se alinharia com Totonho de jeito nenhum.

Registre-se, nos intervalos, o clima era amistoso entre eles. Capitão Sidney brincou dizendo que era importante que houvesse oferta de lanche nos próximos debates, gerando risos de todos. Zé Negão e Sandrinho disseram que o embate político não atrapalharia a relação entre eles, de amizade e respeito. Ao final, todos se abraçaram cordialmente.

Outras Notícias

Patriota responde descortesia de Romero Sales: “aqui fazemos política diferente”

Usando a palavra no evento de entrega de títulos de terra com as presenças da governadora Raquel Lyra e da vice-governadora Priscilla Krause, o deputado estadual José Patriota não deixou passar uma descortesia do Deputado Romero Sales. Romero não citou Patriota na saudação inicial, falando apenas em nomes da oposição local, como o ex-vereador e […]

Usando a palavra no evento de entrega de títulos de terra com as presenças da governadora Raquel Lyra e da vice-governadora Priscilla Krause, o deputado estadual José Patriota não deixou passar uma descortesia do Deputado Romero Sales.

Romero não citou Patriota na saudação inicial, falando apenas em nomes da oposição local, como o ex-vereador e Zé Negão. Patriota não deixou passar batido.

“Parabéns por sua presença em Afogados deputado Romero Sales. Você esqueceu de me citar em sua fala mas eu não deixarei de citar o seu nome na minha fala. Seja muito bem vindo à nossa terra”.

E cutucou: “aqui fazemos política diferente, com respeito, com convivência harmônica entre os contrários. Porque sabemos que nossos inimigos comuns são a miséria, a fome e o desemprego”. Foto de Júnior Finfa.

TCE responde consulta da Câmara de Tuparetama

O Pleno do Tribunal de Contas, sob a relatoria do conselheiro João Carneiro Campos, respondeu nesta quarta-feira (31) uma consulta realizada pelo presidente da Câmara Municipal de Tuparetama, Danilo Augusto. A consulta, processo n° 1853834-4, foi dividida em 10 tópicos. Os dois primeiros questionavam se é correto um Município elaborar lei vinculando o percentual de aumento […]

O Pleno do Tribunal de Contas, sob a relatoria do conselheiro João Carneiro Campos, respondeu nesta quarta-feira (31) uma consulta realizada pelo presidente da Câmara Municipal de Tuparetama, Danilo Augusto.

A consulta, processo n° 1853834-4, foi dividida em 10 tópicos. Os dois primeiros questionavam se é correto um Município elaborar lei vinculando o percentual de aumento dado aos servidores efetivos da Câmara Municipal ao aumento do salário mínimo. E se há possibilidade de aumento automático nos salários dos servidores efetivos, vinculado ao aumento do salário mínimo Nacional, sem lei específica e anual. Em ambas as questões o relator, baseado em um parecer do Ministério Público de Contas, respondeu que são inconstitucionais as ações.

A 3° e 4° perguntas eram relacionadas em caso de negativa das duas primeiras. E foram formuladas da seguinte forma: Objetivamente, caso responda que não: é permitida à Administração Pública a cobrança de devolução dos valores pagos a maior? E não sendo possível esse aumento salarial automático dos servidores sem lei específica, se é permitido à Administração Pública retroagir o salário do servidor, ou seja, voltar ao que era antes do aumento ou deverá ater-se ao princípio da irredutibilidade salarial?

Para a terceira questão o conselheiro respondeu que os valores indevidamente recebidos pelos servidores devem, em regra, ser devolvidos aos cofres públicos, e que a simples alegação de boa-fé do servidor não impede a devolução quando inexistir dúvida plausível sobre a interpretação, validade ou incidência da norma aplicável à situação ou, ainda, diante de erro grosseiro da Administração.

Já o quarto questionamento foi respondido explicando que a retificação dos vencimentos pagos aos servidores com o intuito de excluir vantagens pecuniárias indevidas não representa ofensa a direito adquirido ou a irredutibilidade de vencimentos, pois ato administrativo contrário à lei não gera, para o servidor, o direito de continuar recebendo valores alcançados pela ilegalidade.

Aumento salarial e devoluções – As seguintes perguntas foram: caso não seja possível o aumento sem lei específica e necessária a devolução dos valores que foram pagos sem instrumento legal, a contribuição patronal à previdência deverá ser com base nos valores pagos sem lei ou no valor que deverá retroagir? e também, caso não for aplicada a parcela de irredutibilidade salarial, deverá esta contribuição patronal à previdência ser com base na parcela de irredutibilidade? E, caso sejam devolvidos aos cofres públicos os valores pagos através do aumento salarial automático e sem lei específica, esta devolução poderá ser utilizada para as despesas gerais do órgão público ou deverá ser depositado em conta específica e ter destinação específica?

Para as três questões o conselheiro respondeu, respectivamente que, regra geral, a base de cálculo da contribuição previdenciária patronal é o valor total da remuneração de contribuição prevista em lei, relativa à remuneração mensal dos servidores efetivos (parcelas permanentes). Nas situações em que ocorra contribuição a maior, em virtude de pagamento a maior feito ao servidor, tendo sido determinada a devolução do valor pago indevidamente aos cofres públicos, é cabível a compensação da contribuição.

Já os valores que retornarem aos cofres públicos em decorrência da devolução realizada pelos servidores dentro do mesmo exercício financeiro em que foram pagos, devem ser revertidos à dotação orçamentária correspondente. Porém, caso o ressarcimento dos valores a maior aconteça em outro exercício financeiro, os ingressos dos valores devem ser contabilizados como receita orçamentária nos cofres da prefeitura, em atenção ao princípio da unidade de caixa.

Gratificações e remunerações – O vereador também questionou se há possibilidade, legalidade e viabilidade de lei municipal versar sobre a incorporação de gratificações, bem como transformação de remuneração em parcela única (subsídio) a ser pago aos servidores efetivos.

A resposta foi no sentido de que a incorporação de gratificações é possível, mediante lei específica municipal, devendo ser observado alguns tópicos que foram explicados no voto. Também é possível haver a transformação da remuneração dos servidores efetivos em parcela única, por ato legal específico, de iniciativa do chefe do Poder correspondente, no caso da Câmara, desde que observadas as disposições dos arts. 39, §§ 4º e 8º, e 135 da Constituição Federal.

Os últimos questionamentos foram que: supondo que um servidor foi aprovado para um cargo de nível médio, que integra a Administração Pública, há possibilidade de promoção do mesmo para o cargo de nível superior sem a realização de concurso público? E se é viável a promoção de servidor efetivo para cargo diverso do qual prestou concurso público, com mudança de nomenclatura e aumento da remuneração. Em ambos os casos o relator respondeu que é inconstitucional.

Arcoverde: prefeita confirma primeiro caso suspeito de Coronavirus

Comunicamos à população o primeiro caso suspeito de Coronavírus (COVID-19), no município de Arcoverde. Trata-se de um idoso do Riacho do Mel, de 98 anos, com síndrome respiratória aguda grave, que se encontra internado no Hospital Regional Ruy de Barros Correia. O paciente teve contato com uma pessoa que chegou recentemente de São Paulo e […]

Comunicamos à população o primeiro caso suspeito de Coronavírus (COVID-19), no município de Arcoverde.

Trata-se de um idoso do Riacho do Mel, de 98 anos, com síndrome respiratória aguda grave, que se encontra internado no Hospital Regional Ruy de Barros Correia. O paciente teve contato com uma pessoa que chegou recentemente de São Paulo e está apresentando os sintomas suspeitos do COVID-19.

O caso está sendo acompanhado pelos profissionais da saúde do nosso município. O material de exame foi recolhido e encaminhado para o Recife, onde será examinado.

Mais uma vez pedimos à população que redobrem os cuidados de higiene e, sobretudo, fiquem em suas casas, evitando o máximo possível deixar suas residências e evitem também contato físico com outras pessoas.

A Secretaria de Saúde do Município continua a postos seguindo todos os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde estadual.

Vamos colaborar com os profissionais da saúde de Arcoverde seguindo as orientações.

O melhor remédio é a prevenção.

Atenciosamente,

Madalena Britto
Prefeita de Arcoverde

Proprietário se compromete com MP a preservar prédio da Rádio Difusora em Garanhuns

Para garantir a preservação da estrutura do prédio da antiga Rádio Difusora e, com isso, o patrimônio histórico de Garanhuns, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o dono do imóvel, Elison Bezerra de Azevedo. O proprietário assumiu o compromisso de recuperar os elementos históricos do edifício […]

Para garantir a preservação da estrutura do prédio da antiga Rádio Difusora e, com isso, o patrimônio histórico de Garanhuns, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o dono do imóvel, Elison Bezerra de Azevedo.

O proprietário assumiu o compromisso de recuperar os elementos históricos do edifício como a tipografia original, a figura do índio e o relógio que compõem o letreiro, assim como criar um memorial sobre a história da Rádio Difusora, mantendo o local ativo e com uso interno, em parceria com o Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns.

O não cumprimento injustificado acarretará contra o mesmo uma multa de R$ 10 mil por dia de descumprimento, destinada ao Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, sem prejuízo das sanções penais e administrativas cabíveis.

Afogados: PT diz que entre Emídio e Clóvis Lira sairá candidato a prefeito

O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Afogados da Ingazeira informou em nota que realizou reunião virtual no último dia 13. Na pauta a definição da posição do PT nas eleições municipais em 2020 no município. Por unanimidade dos membros da Executiva e Diretoria do  Partido, diante da conjuntura política atual, assim como em 2012 […]

O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Afogados da Ingazeira informou em nota que realizou reunião virtual no último dia 13.

Na pauta a definição da posição do PT nas eleições municipais em 2020 no município.

Por unanimidade dos membros da Executiva e Diretoria do  Partido, diante da conjuntura política atual, assim como em 2012 com Jair Almeida e em 2016 com Emídio Vasconcelos,  “a melhor alternativa do partido é apresentar uma candidatura própria a Prefeito”

O partido não concorda com a aliança entre José Patriota, Alessandro Palmeira e Totonho Valadares.  Diz que vai dialogar com a sociedade um projeto político e administrativo alternativo ao que está aí posto.

“A definição do nome, obedecendo ao calendário eleitoral, atenderá os prazos
estaturiamente definidos e ocorrerá após debates internos, respeitando a democracia interna que faz parte da história do PT”, diz a nota.

Ela conclui informando que existem dois nomes postulantes a encabeçar a  chapa: o de Emídio Vasconcelos, que foi candidato em 2016 e o advogado Clovis Lira.

“Por fim, também restou decidido uma mobilização forte dos filiados na  intenção formar uma chapa competitiva para concorrer ao cargo de vereador(a), uma  vez que se julgou de extrema importância o PT voltar a ter participação no legislativo  municipal”, conclui a nota,  assinada pela presidente Mônica Souto.