Notícias

Empresário diz que estagnação de Tabira é culpa da classe politica

Por Nill Júnior

teaDiante das críticas da sociedade tabirense a classe politica e a sugestão de alguns de que um gestor empresarial seria a melhor opção para dirigir a cidade, o tabirense Téa da Damol foi mais uma vez provocado se aceitaria o desafio.

Durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o empresário descartou qualquer possibilidade. Téa disse que a duvida surge pelo trabalho social que faz em Tabira e cidades como Afogados, Carnaíba e outras da região.

“Em nenhum momento sonhei com a possibilidade”, sacramentou. Ele deixou claro que o mesmo trabalho que desenvolve em sua cidade, faz junto a dois hospitais em São Paulo, Recife e até mesmo no Ceará.

Sobre a estagnação que sua cidade vive, Arimatéia disse que é resultado da falta de compromisso com o povo de boa parte da classe politica que tem governado a cidade nos últimos anos.

Outras Notícias

Flávio evita ataques a rivais de direita e mira custo de vida em busca de “voto útil”

Campanha do candidato do PL pretende ampliar discurso sobre inflação, juros e endividamento e buscar eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema. A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência pretende concentrar as últimas duas semanas antes do primeiro turno em temas relacionados ao custo de vida e na tentativa de […]

Campanha do candidato do PL pretende ampliar discurso sobre inflação, juros e endividamento e buscar eleitores de Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema.

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência pretende concentrar as últimas duas semanas antes do primeiro turno em temas relacionados ao custo de vida e na tentativa de atrair eleitores que atualmente declaram apoio a outros candidatos de direita e centro-direita.

Segundo O Globo, a estratégia prevê evitar ataques diretos a Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), enquanto Flávio tenta convencer parte desses eleitores a antecipar para o primeiro turno um eventual apoio à sua candidatura.

O movimento vem sendo apresentado pela campanha como uma busca pelo chamado “voto útil”. Na quinta-feira (17), durante ato em Vitória da Conquista, na Bahia, Flávio fez um apelo direto aos eleitores de seus concorrentes.

“Pensem na possibilidade de votar em Flávio Bolsonaro no primeiro turno, para a gente resolver logo”, afirmou.

Paralelamente, a campanha pretende dar maior espaço a assuntos econômicos, principalmente endividamento das famílias, inflação, juros e custo de vida.

Entre as propostas apresentadas estão redução de impostos sobre energia e combustíveis, revisão de pontos da reforma tributária para diminuir a alíquota do IVA e investimentos em logística e armazenagem de safras. A campanha também defende estímulos à produção nacional de fertilizantes.

Outro projeto em elaboração prevê um programa de renegociação de dívidas. Segundo a coordenadora econômica da candidatura, Daniella Marques, a proposta pretende alcançar mais de 100 milhões de brasileiros. Os detalhes completos do programa ainda não foram apresentados.

A equipe econômica de Flávio também relaciona a redução da inflação e dos juros a um ajuste das contas públicas e fala em corte de despesas equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto. A campanha, porém, ainda não detalhou quais gastos seriam atingidos.

Nas últimas semanas, Flávio também tem criticado o governo Lula por temas econômicos e pelo reajuste do Bolsa Família. Apesar das críticas, decidiu não recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral para tentar suspender o aumento do benefício.

Na reta final do primeiro turno, a campanha pretende ainda concentrar viagens em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A tentativa de atrair eleitores de outros candidatos de oposição já provocou reações. Ronaldo Caiado classificou o movimento pelo voto útil como “desrespeitoso”. Renan Santos, por sua vez, afirmou considerar eventual efeito da estratégia sobre seus eleitores como “marginal”.

A orientação da campanha de Flávio, segundo a reportagem, é evitar romper pontes com esses candidatos, inclusive diante da possibilidade de um segundo turno.

Fonte: O Globo
Foto: Daniel Ramalho

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Audiência Pública em Petrolina debate importância da interligação do rio Tocantins com o rio São Francisco

O Projeto de Lei (PL nº 6.569/13) que trata da interligação do rio Tocantins com o rio São Francisco do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) foi tema de mais uma Audiência Pública, dessa vez o debate aconteceu em Petrolina atendendo uma solicitação do vereador Adalberto Bruno Filho (PSL). “O rio São Francisco morrendo, todos nós […]

DSC07581O Projeto de Lei (PL nº 6.569/13) que trata da interligação do rio Tocantins com o rio São Francisco do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) foi tema de mais uma Audiência Pública, dessa vez o debate aconteceu em Petrolina atendendo uma solicitação do vereador Adalberto Bruno Filho (PSL).

“O rio São Francisco morrendo, todos nós vamos morrer. Dependemos totalmente dele e essa transposição será um dos maiores feitos para a revitalização do Velho Chico e, para que isso aconteça, precisamos ter a opinião pública ao nosso lado pressionando o Governo Federal para que esse Projeto vire realidade. Por isso, essa audiência é importante para explicar detalhadamente os passos do Projeto de interligação da bacia do rio Tocantins com o rio São Francisco”, revelou o vereador Adalberto Bruno Filho.

O vereador ainda afirmou que “se esse projeto já tivesse sido feito no momento que ele foi proposto, o rio não estaria nessa situação”.

Gonzaga Patriota informou que a ideia do referido Projeto foi apresentada à Câmara, pela primeira vez, em 1987 – mas foi engavetado. Em 1995, a proposta chegou a receber pareceres favoráveis das Comissões de Viação e Transporte e de Constituição e Justiça e em 2000, foi entregue ao relator do Grupo de Trabalho de Transposição do São Francisco, Marcondes Gadelha (PFL/PB) – quando novamente parou de tramitar. E no mês de setembro do ano passado, o parlamentar voltou a apresentar o mesmo texto, agora sob a numeração de Projeto de Lei nº 6.569, de 2013, na esperança de que a ele fosse dada a atenção que o grave assunto merece.

As obras, segundo Gonzaga Patriota, durariam no máximo um ano e meio e dependem da boa vontade do Governo Federal. Conforme ele, o grande problema hoje do Velho Chico é receber água. “Só existe um lugar que tem água abundante para levar água para o rio São Francisco, que é o rio Tocantins com 12 vezes mais água do que o São Francisco”, disse.

O socialista defendeu que as obras sejam realizadas pelo batalhão de engenharia do Exército Brasileiro e informou que a Comissão de Orçamento aprovou, em 2015, a emenda do deputado Raimundo Gomes de Mato (PSDB/CE) para a inclusão do Plano Plurianual (PPA) no valor de R$ 600 milhões de reais para a interligação das bacias do rio Tocantins com o rio São Francisco.

Marivaldo João da Silva, presidente do Bairro São Joaquim, acredita que o Projeto do deputado federal Gonzaga Patriota é o único caminho para salvar o rio São Francisco.

“Esse projeto é a única salvação para o rio São Francisco e para a população que depende dele. Se ele secar a gente morre também, espero que esse projeto saia do papel o mais rápido possível, antes que seja tarde demais”, avaliou.

Raimundo Lima teve terceira falta em mais de nove anos de mandato

Em nove anos e meio de seus poucos mais de dois mandatos, o vereador Raimundo Lima, do PSB, chegou hoje à sua terceira falta. Todas por motivo estrito de força maior. Em setembro do ano passado,  o vereador sofreu um acidente de trânsito. Vinha de Tabira sentido Afogados da Ingazeira, quando na altura de Nova […]

Em nove anos e meio de seus poucos mais de dois mandatos, o vereador Raimundo Lima, do PSB, chegou hoje à sua terceira falta.

Todas por motivo estrito de força maior. Em setembro do ano passado,  o vereador sofreu um acidente de trânsito.

Vinha de Tabira sentido Afogados da Ingazeira, quando na altura de Nova Brasília, um motociclista ao ultrapassar um caminhão, colidiu de frente com ele, que também estava de moto.

Quebrou o braço em dois lugares e a mão esquerda. “Tinha direito a licença médica de quatro sessões,  mas só usei duas”, disse.

Hoje teve que acompanhar um familiar em Recife em sessãode radioterapia.  Não havia outra opção e Raimundo teve que acompanhá-lo.  Fica até a terça, dia  14.

Raimundo também é conhecido por sua conduta ética.  Claro, você pode até dizer tratar-se de obrigação do parlamentar ter boa frequência.  Mas em tempos onde as notícias são inversas, de excesso de faltas e pouco compromisso com quem paga os legisladores,  vale o registro.

Mário chama colega de “desonesto” e ouve de Edson acusação de “agressão doméstica”

A sessão da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira desta terça-feira (23) teve mais um embate. Agora, entre os parlamentares Mário Martins e Edson do Cosmético. A discussão ganhou tom pessoal e exigiu a intervenção do presidente da Casa, Vicentinho, para tentar restabelecer a ordem. Durante sua fala, o vereador Mário Martins afirmou que […]

A sessão da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira desta terça-feira (23) teve mais um embate. Agora, entre os parlamentares Mário Martins e Edson do Cosmético. A discussão ganhou tom pessoal e exigiu a intervenção do presidente da Casa, Vicentinho, para tentar restabelecer a ordem.

Durante sua fala, o vereador Mário Martins afirmou que Edson “não é um bom exemplo como homem porque é desonesto”, associando o colega a um “estilo bolsonarista de político”. A declaração gerou reação imediata.

“Em nome do regimento, senhor presidente, pela ordem. O escroto vereador está tratando de assuntos pessoais. Isso aqui não diz respeito à população”, respondeu Edson do Cosmético.

Mário, por sua vez, reforçou que estava amparado pela imunidade parlamentar. O presidente Vicentinho interveio, determinando que a ordem dos pronunciamentos fosse respeitada e garantindo a Edson o direito de resposta.

Na tréplica, Edson voltou a criticar o colega: “Eu não vou me dirigir ao colega pelo nível baixo de discurso que ele utiliza-se dessa tribuna. Eu vou me dirigir à população de Afogados da Ingazeira que está assistindo. O vereador partiu para o ataque pessoal, logo ele que tem várias passagens pela polícia por agressão doméstica e tantas outras situações. Agora querer vir trazer um discurso desse contra a minha pessoa…”.

 

Fazer festa deveria ter critério, além de respeito à cultura e história

O levantamento do TCE sobre os gastos com eventos festivos de 2022 até 2024 consegue apresentar um ranking da região do Pajeú, mais os municípios de Arcoverde, Sertânia e Custódia, no Moxotó. Os artistas que mais receberam cachês nesse recorte de 20 municípios foram Tarcísio do Acordeon (R$ 3,2 milhões), Iguinho e Lulinha (R$ 2,9 […]

O levantamento do TCE sobre os gastos com eventos festivos de 2022 até 2024 consegue apresentar um ranking da região do Pajeú, mais os municípios de Arcoverde, Sertânia e Custódia, no Moxotó.

Os artistas que mais receberam cachês nesse recorte de 20 municípios foram Tarcísio do Acordeon (R$ 3,2 milhões), Iguinho e Lulinha (R$ 2,9 milhões), Xand Avião (R$ 2,4 milhões), Henry Freitas (R$ 2,3 milhões), Raphaela Santos (R$ 1 milhão, 770 mil), Limão com Mel (R$ 1 milhão, 760 mil), João Gomes (R$ 1,7 milhão), Mari Fernandez e Priscila Senna (R$ 1,5 milhão) e Calcinha Preta, com R$ 1 milhão, 470 mil.

O TCE faz uma conta dos gastos per capita, numa operação simples. Ele pega o volume de gastos no perído e divide pelo número de habitantes. O dado segundo o próprio TCE mostra a proporção do que é gasto com eventos nas cidades. Quando essa operação é feita nas vinte cidades selecionadas, o resultado é diferente, porque municípios menores acabam gastando proporcionalmente mais em municípios com maior população.

No meu comentário para o Sertão Notícias,  volto a dizer o que defendo a anos: que haja critérios técnicos para definir quanto cada município pode investir em eventos a partir de indicadores como saúde,  saneamento,  educação.  Também abordo o desvirtuamento do São João tradicional.