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Em Tuparetama, vice faz denúncias, mas prefeito orienta vereadores para ignorá-lo

Por Nill Júnior

DEVA

por Anchieta Santos

Na sessão da Câmara de Tuparetama da noite da quinta-feira (04) o vice-Prefeito Ivair Cavalcante fez uso da Tribuna para atacar o governo Municipal. Entre as críticas reclamações como a redução de seu salário, ambulância abandonada em São José do Egito, obras sem placas de identificação.

Falando ontem a Cidade FM de Tabira o Prefeito Dêva Pessoa disse que recebeu as críticas com naturalidade tanto que orientou a bancada de situação a ignorar as acusações. Mesmo dizendo que as denúncias não passam de “picuinha do vice”, Deva rebateu dizendo que sobre a ambulância o que podia se fazer fez e agora só resta levar a leilão junto com o restante da frota velha.

O gestor disse que o vice não vê a conquista de ambulância do Samu, aquisição de ambulância UTI, recuperação de outra. Deva prometeu renovar a frota da Prefeitura. Sobre a eleição da Câmara disse acreditar nos vereadores Danilo e Thiago mesmo compondo com a oposição. O que quer, segundo o prefeito é que o Presidente seja da bancada governista. Deixou claro não aceitar negociatas e isso foi alertado a Thiago e Danilo.

O prefeito lembrou que na primeira reunião dos vereadores para discutir a eleição da Câmara, teve parlamentar que ameaçou passar para a oposição. Citou o presidente Joel Gomes por ter dito que Diogenes Patriota era o único com capacidade de presidir a casa legislativa (Joel já havia negado esta acusação). Classificou a afirmação como infeliz.

Deva disse já ter pago mais de 1 milhão deixado de debito pelo governo passado. Sobre como ficará a bancada governista depois da eleição da Câmara, disse não saber. Admitiu que o processo foi precipitado desde o início. Sobre a viagem a Brasília disse ter sido proveitosa pelos contatos que manteve com deputados votados em seu município.

Outras Notícias

AMUPE no 2º Congresso Nordestino de Municípios promovido pela CNM

Nos próximos  dias 22 e 23 de outubro, Recife sedia importante evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com a parceria das Associações Municipalistas do Nordeste: o Diálogo Municipalista – Encontros Regionais, conjuntamente com o 2º Congresso Nordestino de Municípios. Este será o terceiro de uma série de cinco eventos, em cada região brasileira. […]

dialogoNos próximos  dias 22 e 23 de outubro, Recife sedia importante evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com a parceria das Associações Municipalistas do Nordeste: o Diálogo Municipalista – Encontros Regionais, conjuntamente com o 2º Congresso Nordestino de Municípios.

Este será o terceiro de uma série de cinco eventos, em cada região brasileira. O primeiro foi no Sudeste. O evento acontece no Mercure Recife- Mar Hotel, 451 em Boa Viagem.

Participam do evento: prefeitos, vices, vereadores, secretários e demais agentes municipais dos nove estados no Nordeste. As inscrições estão abertas por meio do hotsite do Diálogo  da CNM.

Dentro da programação, estão previstos painéis de várias áreas da administração municipal. O primeiro dia do evento (22/10) tem início às 8h, com o credenciamento e às 9h, abertura da sessão solene.

Ainda neste dia às 10h30, serão discutidos o Cenário Econômico Brasileiro e os Reflexos na Gestão Municipal do Nordeste, tendo como expositor o professor Marcelo Barros . Às  14h, o Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, Embrapa, APAC e Comissão Externa da Seca no Semiárido Nordestino, debaterão sobre a Crise Hídrica no Nordeste e as Alternativas de Convivência.

Às 16h, é a vez do Sebrae abordar sobre Políticas Públicas de Desenvolvimento Sustentável.

Já às 17h, haverá palestra sobre a Judicialização da Saúde- Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis – ODS. Falarão sobre o tema o desembargador Martin Schulze e o promotor de justiça Rodrigo Moraes.

Na sexta-feira 23/10, às 9h, será aberto o Painel sobre  O Pacto Federativo como Instrumento do Desenvolvimento a ser debatido por representantes do Congresso Nacional, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, André Moura, Danilo Fortes, Walter Pinheiro e o senador Fernando Bezerra Coelho, presidente da Comissão do Pacto Federativo no Senado.

Haverá  um painel sobre Iniciativas Inovadoras na Gestão, onde serão debatidos vários temas como: Rede Municipalista; Observatório do Crack & Projeto  Reinserir; Projeto Mulheres Seguras e Campanhas Eles por Elas e Realidade Municipal e Muniência, tendo como expositor o representante da CNM Eduardo Stanz.

Às 11h30 Será o debate   sobre o Marco da ONG, Sinconv e  CGU  com a expositora  Laís Lopez da CNM .

O presidente  da Amupe, José Patriota, convoca os gestores públicos , secretários ,  vereadores e agentes municipalistas a fazerem parte desse momento importante, quando o país vive a maior crise de sua história. “Todos nós precisamos estar juntos na busca de encontrar caminhos para enfrentar essa crise, pois os municípios não agüentam mais tamanha  estagnação da economia”. Ressalta.

As Inscrições e mais informações estão aqui: www.dialogo.cnm.org.br .

Fim da 6×1 não é desejo de esquerda ou direita mas de quem trabalha

Por Leonardo Sakamoto / UOL Há momentos em que um debate público revela mais sobre a estrutura de poder de um país do que sobre o tema que está sendo discutido. O embate em torno do fim da escala 6×1 virou um desses espelhos. Em poucas semanas, a pauta se transformou na principal queda de […]

Por Leonardo Sakamoto / UOL

Há momentos em que um debate público revela mais sobre a estrutura de poder de um país do que sobre o tema que está sendo discutido. O embate em torno do fim da escala 6×1 virou um desses espelhos. Em poucas semanas, a pauta se transformou na principal queda de braço política e econômica do primeiro semestre de 2026. De um lado, milhões de trabalhadores que querem simplesmente ter dois dias seguidos de descanso. Do outro, uma engrenagem poderosa tentando convencer o país de que isso seria quase uma ameaça à civilização.

O governo percebeu que havia capital eleitoral nesse movimento e decidiu entrar de vez no jogo, pressionando publicamente o Congresso Nacional pelo ritmo lento na tramitação da pauta. Como o Legislativo empurra as PECs com a barriga, o Planalto deve recorrer a um projeto de lei em regime de urgência. Isso obrigaria a Câmara a votar a matéria em até 45 dias, expondo a posição de cada deputado antes das eleições.

Lobistas do setor empresarial vêm a público reclamar que o assunto é sério demais para ser tratado em ano eleitoral. Ironicamente, é exatamente o contrário. Essa é a razão pela qual a proposta precisa ser votada em ano eleitoral. No Brasil, a vontade da população costuma ser respeitada apenas quando existe o risco de não reeleição de seus representantes.

Se a política se move por cálculo, a sociedade já deixou claro o que pensa. Pesquisa Datafolha divulgada na semana passada aponta que, do fim do ano para cá, o apoio ao fim da escala 6×1 cresceu de 64% para 71%. Entre jovens de 16 a 24 anos, chega a 83%. O tema atravessou fronteiras ideológicas e derrubou a polarização. Entre eleitores de Jair Bolsonaro (55%) e evangélicos (67%), a maioria se mostra favorável à mudança.

Ou seja, apesar de a pauta ter sido sendo pautada pelo campo progressista, tendo à frente nomes como o do vereador Rick Azevedo (PSOL-RJ) e da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), não se trata de uma demanda de esquerda ou de direita. Trata-se de uma exigência de quem trabalha.

Ao mesmo tempo, a proposta que ganha força no debate é bem menos radical do que seus críticos tentam fazer parecer. O foco agora está em uma transição para a jornada de 40 horas semanais com escala 5×2, sem redução salarial e com prazo de adaptação. Nada de revoluções produtivas instantâneas. Trata-se apenas de aproximar o Brasil de um padrão de descanso que já é comum em vários lugares do mundo e que milhões de trabalhadores brasileiros consideram o mínimo necessário para ter alguma qualidade de vida.

Esse apoio massivo ajuda a explicar a reação do setor empresarial nas últimas semanas. Entidades patronais ligadas ao comércio, serviços e indústria intensificaram uma ofensiva pública contra a mudança. Estudos encomendados por organizações do setor passaram a circular com previsões de queda no PIB, aumento da informalidade, expansão do chamado “duplo emprego”, chuva de rãs, ataques de gafanhotos, morte dos primogênitos. O roteiro é conhecido desde a Primeira Revolução Industrial: sempre que se discute garantir direitos trabalhistas, alguém aparece dizendo que o país vai quebrar.

Executivos do varejo entraram no coro. Lideranças empresariais passaram a afirmar que a medida poderia provocar prejuízos e que trabalhadores acabariam recebendo menos. A mensagem implícita é que o Brasil não poderia “evoluir trabalhando menos dias”. Melhorar a produtividade? Fez xibiu. Ninguém sabe, ninguém viu. Assim, a única forma possível de crescimento econômico passa a ser manter milhões de pessoas presas a jornadas que deixam pouco espaço para descanso, família ou vida pessoal.

Mas o lobby empresarial não atua sozinho. Ele conta com um grupo barulhento que aparece nas redes sociais e na imprensa repetindo esses argumentos como se fossem evidências incontestáveis. São os que gosto de chamar de Guerreiros do Capital Alheio. Gente que não é dona de empresa, não decide investimento e não lucra com dividendos, mas se dedica a convencer a classe trabalhadora de que sua felicidade depende diretamente da prosperidade do patrão.

Os Guerreiros do Capital Alheio têm uma missão curiosa: explicar para quem trabalha seis dias por semana que descansar mais seria ruim para ele mesmo. Em outras palavras, tentam convencer quem está na base da pirâmide de que questionar a lógica atual seria uma espécie de ingratidão econômica.

O problema é que essa narrativa começa a perder força quando confrontada com a vida real. Quem vive a escala 6×1 sabe o que ela significa: trabalhar quase a semana inteira para descansar apenas um dia, frequentemente usado para resolver tarefas acumuladas ou simplesmente se recuperar do cansaço. Não se trata de preguiça, como alguns insinuam. Trata-se de saúde física, mental e de dignidade.

O que está em jogo agora é uma corrida contra o tempo. O governo tenta transformar o apoio popular em pressão institucional para que a mudança avance ainda neste semestre. O lobby empresarial, por sua vez, aposta na velha estratégia de produzir pânico econômico para esfriar o debate ou empurrar qualquer mudança para um futuro distante.

Tudo isso revela algo importante: neste momento, parece que o país está dividido apenas entre esquerda e direita, mas, não raro, isso esconde outra diferença de interesses. De um lado, a classe trabalhadora, do outro, os donos do dinheiro — e seus assessores e vassalos. Parte da ultrapolarização política, aliás, vem sendo alimentada justamente por quem não quer que o debate mais importante aconteça: como garantir dignidade a quem, de fato, gera riqueza neste país.

Porque, no fim das contas, a pergunta que fica é simples: se uma sociedade não consegue garantir dois dias de descanso para quem trabalha, exatamente quem está servindo a quem nessa história?

Índice Band: Marina vence Dilma no segundo turno

No segundo turno, Marina Silva venceria Dilma com 52% dos votos válidos contra 48%. Em outro quadro, Dilma venceria Aécio Neves com 55% contra 45%. O Índice Band é uma ferramenta que transforma em votos válidos os números das pesquisas eleitorais. Com os dados do Datafolha divulgados nesta segunda-feira, o quadro político é o seguinte. Dilma Rousseff, do […]

19565_a_mdNo segundo turno, Marina Silva venceria Dilma com 52% dos votos válidos contra 48%. Em outro quadro, Dilma venceria Aécio Neves com 55% contra 45%.

O Índice Band é uma ferramenta que transforma em votos válidos os números das pesquisas eleitorais. Com os dados do Datafolha divulgados nesta segunda-feira, o quadro político é o seguinte.

Dilma Rousseff, do PT, lidera com 44% dos votos válidos. Em segundo lugar está Marina Silva, virtual candidata do PSB, com 26%. Ela está tecnicamente empatada com Aécio Neves, do PSDB, que tem 24%.

Ainda aparece Pastor Everaldo, do PSC, com 4% dos votos válidos. Os outros candidatos juntos somam 2%. São eles: Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Eymael (PSDC), Zé Maria (PSTU), Mauro Iasi (PCB) e Rui Pimenta (PCO).

No segundo turno, Marina Silva venceria Dilma com 52% dos votos válidos contra 48%. Em outro quadro, Dilma venceria Aécio Neves com 55% contra 45%.

PSDB emite nota sobre falhas no aplicativo de votação

Por André Luis Em nota assinada pelo presidente nacional, Bruno Araújo e divulgada no site oficial e nas redes sociais, o PSDB comentou os problemas técnicos que impediram o partido de dar continuidade as prévias para decidir quem será o candidato da legenda na disputa pela presidência da república em 2022. Na nota, direcionada as […]

Por André Luis

Em nota assinada pelo presidente nacional, Bruno Araújo e divulgada no site oficial e nas redes sociais, o PSDB comentou os problemas técnicos que impediram o partido de dar continuidade as prévias para decidir quem será o candidato da legenda na disputa pela presidência da república em 2022.

Na nota, direcionada as “tucanas e tucanos”, o presidente lamenta que um problema técnico no aplicativo obrigou a não conclusão da votação que teve início na manhã deste domingo (21).

Ainda segundo a nota, “várias instituições e empresas de tecnologia, todas muito respeitadas, participaram da concepção e estão envolvidas no processo de correção da falha para que a votação continue”.

A nota também destaca que todas as energias estão concentradas para que a votação tenha continuidade para a escolha do representante que vai disputar a cadeira da Presidência da República em 2022. Leia a íntegra da nota mais abaixo.

Desde o início da votação, na manhã de ontem, tucanos de todo o país relataram dificuldade para acessar a ferramenta via reconhecimento facial e registrar seus votos. De acordo com o diretório paulista, o app chegou a ficar 4h fora do ar durante a manhã.

O aplicativo foi desenvolvido exclusivamente para a votação das prévias à presidência da República para que filiados de todo o país pudessem votar. Inicialmente, a votação online seria das 0h às 15h, mas foi estendida até às 18h por causa da instabilidade.

Os dois principais pré-candidatos que disputam às prévias do PSDB divergem sobre a data da retomada da votação.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, defende que a votação seja reiniciada no prazo de 48 horas. Já o governador de São Paulo, João Dória, que a data seja no próximo domingo (28).

Os dois polarizam a disputa, que tem também como pré-candidato o ex-prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio Neto, que tem o mesmo pensamento de Dória com relação a retomada da votação.

Nota oficial

Tucanas e tucanos,

Nos últimos meses, de forma exaustiva, toda equipe que faz o PSDB preparou com muito carinho e enorme dedicação uma festa para no último domingo escolhermos o primeiro candidato à Presidência com a participação de todos os filiados.

É antes de tudo uma aposta na democracia. Eu mesmo, como voluntário do partido, tenho me dedicado integralmente ao projeto.

Lamentamos muito que um problema técnico no aplicativo desenvolvido para as prévias nos obrigou a não concluir uma comemoração que começou bonita pela manhã. Várias instituições e empresas de tecnologia, todas muito respeitadas, participaram da concepção e estão envolvidas no processo de correção da falha para que a votação continue.

Todas as nossas energias estão concentradas para você que ainda não votou escolha quem será seu candidato à presidência da República. Contem com o nosso total e absoluto empenho para concluirmos a votação o mais rápido possível.

Vamos em frente!

Bruno Araújo – presidente nacional do PSDB

Prefeitura de São José do Belmonte apresenta balanço das ações na área da saúde

A Prefeitura Municipal de São José do Belmonte, através da Secretaria de Saúde, apresentou nesta terça-feira (14), um balanço das ações na área da saúde nestes primeiros 45 dias da nova gestão. O primeiro passo foi disponibilizar dois médicos e um enfermeiro 24 horas, todos os dias da semana, na Unidade Mista Leônidas Pereira de […]

A Prefeitura Municipal de São José do Belmonte, através da Secretaria de Saúde, apresentou nesta terça-feira (14), um balanço das ações na área da saúde nestes primeiros 45 dias da nova gestão.

O primeiro passo foi disponibilizar dois médicos e um enfermeiro 24 horas, todos os dias da semana, na Unidade Mista Leônidas Pereira de Meneses. A implantação da triagem, sendo realizada por um enfermeiro diarista e a disponibilização de duas ambulâncias e três motoristas de prontidão 24 horas, garantindo agilidade nas transferências de urgência. Sendo assim, qualquer horário que o cidadão precisar, será atendido rapidamente.

Nas Unidades Básicas de Saúde, são 10 médicos fazendo atendimento diário nas comunidades da Cacimba Nova, Vila Delmiro, Vila Fortuna, Carmo, Jatobá, Bom Nome, Inveja, Serrote e Mariola. O atendimento nestas unidades funciona das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00 horas na zona urbana, e das 08:00 às 13:00 horas na zona rural. Vale salientar que o cidadão deve procurar o agente comunitário de saúde da área para saber qual a sua unidade de referência para evitar a superlotação de outras unidades.

Especialidades – Foi realizado, em parceria com o SESI, um movimento de prevenção ao câncer para homens e mulheres a partir dos 40 anos. 600 exames foram realizados, sendo: 300 USG de mama e 300 USG de próstata.

O município já está oferecendo 30 atendimentos semanais com ortopedista, 30 atendimentos semanais com psiquiatra, 120 atendimentos mensais para ultrassonografias e 15 procedimentos semanais de pequenas cirurgias.

No Centro de Reabilitação são dois fisioterapeutas fazendo atendimento diário e um realizando atendimento domiciliar. O paciente que precisar de alguma especialidade receberá uma guia de solicitação do médico e esta será enviada para agendamento no setor de regulação da Secretaria de Saúde.

O CAPS também recebeu intervenção positiva e agora funciona em estrutura física própria para o fim.

O prefeito afirma que é preciso fazer muito mais e está trabalhando para que o povo belmontense tenha cada vez mais um serviço de saúde de qualidade.