Em Serra, mandato de Juliana Tenório já é visto como “pagina virada”
Por Nill Júnior
Posse de Nailson Gomes deve representar também a busca da mudança de percepção do papel dessa legislatura, desgastada nos primeiros meses do ano
A volta de Nailson Gomes à Câmara Municipal de Serra Talhada é tida como uma espécie de marcador temporal para, na visão dos legisladores, inaugurar um novo tempo no Legislativo da Capital do Xaxado.
Depois dos primeiros meses marcados por polêmicas que sangraram a imagem da casa, a ideia agora é imprimir um ritmo que mostre a eficiência do Poder Legislativo.
A avaliação interna na Câmara é a de que erros individuais acabaram manchando a imagem institucional da Casa. E também que a posse de Nailson Gomes, não apenas pelo perfil do empossado, mas pela disposição dos pares, é de gradativamente sepultar a imagem de desgaste junto à opinião pública.
Para isso algumas páginas precisam ser viradas. Uma delas é a da perda de mandato por fraude à cota de gênero da vereadora Juliana Tenório. Em reservas, vereadores avaliam que não há chances de reviravolta no TSE depois da decisão do TRE pela contundência e embasamento da decisão. Também que um vai e vem do mandato só geraria insegurança jurídica e legislativa. A palavra de ordem é seguir em frente.
O Secretário de Saúde de Calumbi, Arnaldo Novaes Ferraz, informou ao blog que testou negativo para Covid-19 a paciente que veio a óbito em Flores. O caso gerou alguma repercussão na cidade. Maria Eunice Moura faleceu em Flores dias após cirurgia de vesícula em Serra Talhada. Depois de alguns dias teve complicações que a levaram […]
O Secretário de Saúde de Calumbi, Arnaldo Novaes Ferraz, informou ao blog que testou negativo para Covid-19 a paciente que veio a óbito em Flores.
O caso gerou alguma repercussão na cidade. Maria Eunice Moura faleceu em Flores dias após cirurgia de vesícula em Serra Talhada.
Depois de alguns dias teve complicações que a levaram a morte. No diagnóstico, a informação de insuficiência respiratória como causa mortis, o que levantou suspeita de Covid-19.
Ela foi sepultada e passou por teste rápido de Covid-19, que deu negativo. Como há uma margem de erro em exames negativados, foi feita coleta para Swab.
Esta tarde, a XI Geres informou que o exame laboratorial também deu negativo. Além de Calumbi, seguem sem casos de Covid-19 na região do Pajeú Ingazeira, Solidão e Brejinho.
https://twitter.com/alexandrehbp/status/1463549071386361861?t=kzWkT_KLaosZXC0cQa7QcQ&s=19 Em mensagem na sua rede social, o Coordenador do Centro Sabiá, Alexandre Pires, acusou o governo Bolsonaro de deixar mais de um milhão de pernambucanos sem amparo social. A crítica se dá pelo número sem acesso ao novo programa social, Auxílio Brasil. “No Nordeste, onde a fome e a extrema pobreza aumentam, quase 6 […]
Em mensagem na sua rede social, o Coordenador do Centro Sabiá, Alexandre Pires, acusou o governo Bolsonaro de deixar mais de um milhão de pernambucanos sem amparo social.
A crítica se dá pelo número sem acesso ao novo programa social, Auxílio Brasil.
“No Nordeste, onde a fome e a extrema pobreza aumentam, quase 6 milhões de famílias ficarão de fora do Auxílio Brasil. Em Pernambuco, mais de um milhão ficarão entregues a sorte. Bolsonaro tem que ser julgado por genocídio”, criticou.
Ele usa por base levantamento da ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
Ela gravou um vídeo no qual explica como o atual presidente teria abandonado à própria sorte mais de 29 milhões de famílias.
Não se discute a desenvoltura da gestão Márcia, justificando sua alta e justa aprovação. Muito menos o ciclo desenvolvimentista que se posiciona sobre Serra Talhada, um dos maiores polos regionais do Nordeste. Mas há coisas distintas. Aprovação, aceitação, imagem de gestão não podem servir de argumento para alguns erros estratégicos verificados na condução da Festa […]
Não se discute a desenvoltura da gestão Márcia, justificando sua alta e justa aprovação. Muito menos o ciclo desenvolvimentista que se posiciona sobre Serra Talhada, um dos maiores polos regionais do Nordeste.
Mas há coisas distintas. Aprovação, aceitação, imagem de gestão não podem servir de argumento para alguns erros estratégicos verificados na condução da Festa de Setembro, em relação ao formato adotado e a comunicação com a sociedade.
Primeiro, a gestão Márcia anunciou o midiático cantor Gusttavo Lima. A repercussão principalmente no público que acompanha a festa foi positiva. O resto da grade foi anunciada com uma constelação de artistas: Wesley Safadão, Xand Avião e cia. Mais uma vez, aprovação.
Só que uma informação determinante e obrigatória não foi repassada: quanto custariam as atrações? A notícia foi descoberta através de consulta no Portal da Transparência e veio a primeira polêmica: o custo total do evento. Depois da repercussão, a gestão informou que seriam atraídos R$ 15 milhões em investimentos.
Semana passada, veio a coletiva da prefeita Márcia Conrado dando detalhes da venda dos camarotes. Mais uma vez teve oportunidade de adiantar duas informações: quanto custariam e se haveria acesso ao espaço com bebidas. Não o fez.
Essa semana, as duas informações explodiram na imprensa: a primeira, de que os camarotes custariam entre R$ 6 mil e R$ 8 mil e ontem, a nota informando que em virtude desse novo modelo, serão proibidas bebidas em todo o espaço. A população vai ficar refém da empresa que ganhou o direito de comercializar a festa. Assim, a festa pública ganhou uma cara de privada. Muitos questionam quais serão os custos dos itens comercializados na festa.
Aí, após a repercussão, vem a nota informando que, com esse novo modelo de concessão, a prefeitura irá economizar, pouco mais de R$ 2 milhões referentes a sonorização, iluminação, painel de LED, sistema de geração de energia, palco, camarim, house mix, fechamento, tenda bar, barricada de contenção, truss, banheiros químicos, rádio comunicador, tenda, tenda camarote, piso easyfloor, cadeiras e mesas plásticas, produção geral, assistência de produção, promotores, segurança, equipe de apoio, agentes de portaria, fiscais, vigilantes e agentes de limpeza.
Um post da Prefeitura dizendo ser a maior Festa de setembro de todos os tempos está sendo questionado nas redes. Muitos estão cobrando e marcando a prefeita Márcia Conrado, conclamando o Ministério Público a fiscalizar.
A prefeita chegou a falar em parcerias provadas para ajudar a custear a festa com o patrocínio de empresas que poderiam expor suas marcas e reduzir os custos. Isso ainda não foi anunciado. Mas provou ao MPCO que Serra tem bala na agulha parar bancar o evento.
O problema talvez nem seja apenas o modelo, questionado pela população nas redes, com todo direito de fazê-lo. É a comunicação do governo. Nesse caso, a gestão está se manifestando após cada polêmica gerada. Não se antecipa. Reage quando golpeado. Tanto que muitos governistas ouvidos pelo blog e para nosso comentário no Sertão Notícias, na Cultura FM tem a mesma observação. A comunicação do evento tem falhado.
E quando se trata de gestão pública, nenhuma informação deve ser negligenciada. Tudo isso tem com um principio básico, legal e obrigatório: transparência, informação, com todos os pingos nos is. Isso não é prerrogativa dessa ou daquela gestão: é obrigação de todas.
Do Jornal do Commercio Com uma crise batendo às portas do setor da saúde, onde o retardo no repasse de recursos para o Imip levou a instituição a atrasar a folha de pagamento dos funcionários, o governador Paulo Câmara (PSB) admitiu que irá atrasar o cronograma de construção de hospitais prometidos durante a campanha eleitoral. […]
Com uma crise batendo às portas do setor da saúde, onde o retardo no repasse de recursos para o Imip levou a instituição a atrasar a folha de pagamento dos funcionários, o governador Paulo Câmara (PSB) admitiu que irá atrasar o cronograma de construção de hospitais prometidos durante a campanha eleitoral. O principal motivo, alega o governador, é a falta de envio de recursos federais e o acocho nas contas do Estado com a crise econômica pela qual passa o País. O governo também está pagando repasse de recursos atrasadós para as unidades de saúde do ano de 2014.
A meta do governo era iniciar as obras ainda este ano, mas o início deve ficar para 2016. “Estamos sem investimentos, sem acesso a vias de crédito e sem um horizonte em relação ao orçamento federal”, disse Paulo Câmara ao JC. “Nosso planejamento está feito dentro da realidade econômica do País, nós vamos nos adaptar. Mas nós vamos garantir a qualidade dos serviços à população, com a restrição deste ano, como a gente queria, de começar algumas obras. A gente já vai manter o que está funcionando e planejar para 2016 as novas ações”, acrescentou.
Segundo Paulo Câmara, os pagamentos referentes a 2015 estão praticamente regularizados, mas ainda há pendências de 2014. “Nós vamos resolver também, estamos conversando”, afirmou.
Ainda no mês de maio do ano passado, antes do período oficial da campanha, Paulo Câmara prometeu ampliar a rede de hospitais públicos do Estado com a construção de três unidades. Uma delas seria o Hospital Geral de Cirurgia, na Região Metropolitana do Recife, ao custo de R$ 180 milhões. Outra unidade prometida foi o Hospital Geral do Sertão (HGS), em Serra Talhada, com 150 leitos e valor previsto não divulgado. O então candidato prometera, ainda, erguer o Hospital da Mulher do São Francisco, em Petrolina, com o valor de R$ 84 milhões.
Além das novas unidades, o socialista prometeu adaptar e ampliar o atendimento de unidades já existes. É o caso do Hospital Agamenon Magalhães de Serra Talhada, que seria transformado no Hospital da Mulher do Sertão, e do Hospital Geral de Areias, que seria modificado para Hospital do Idoso. Também foi asseverado a construção de seis UPAs Especialidades nas cidades de Petrolândia, Santa Cruz do Capibaribe, Vitória de Santo Antão, Olinda, Cabo de Santo Agostinho e Jaboatão dos Guararapes, com o custo de R$ 9 milhões, cada.
Para manter os investimentos, Paulo Câmara espera que o governo federal defina os recursos que serão destinados aos Estados após a votação do ajuste fiscal pelo Congresso. “A gente espera que haja uma pactuação e há uma promessa do governo federal de linhas de crédito para depois da aprovação do ajuste. E nós estamos fazendo nosso dever de casa, que existe uma questão de ajuste da máquina e a poupança. Temos que gastar cada vez menos os gastos correntes para que sobre dinheiro para o investimento”, explicou.
O governo já trabalha com a realidade de um corte de investimentos para 2015. O governador Paulo Câmara estima que terá em caixa R$ 1 bilhão para o ano. O valor representa um terço do que foi investido em 2014, quando o Estado aplicou R$ 3 bilhões em obras e ações. Os recursos foram provenientes do caixa próprio do Estado, do governo federal e de operações de crédito.
O pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana repercutiu os dados recentes sobre o mercado de trabalho formal em Pernambuco. O estado encerrou o ano de 2025 com um saldo de 72.500 novos postos de trabalho com carteira assinada, ocupando a segunda posição no ranking de geração de vagas na região Nordeste. De acordo com o […]
O pré-candidato a deputado estadual Marconi Santana repercutiu os dados recentes sobre o mercado de trabalho formal em Pernambuco. O estado encerrou o ano de 2025 com um saldo de 72.500 novos postos de trabalho com carteira assinada, ocupando a segunda posição no ranking de geração de vagas na região Nordeste.
De acordo com o balanço do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, a soma dos três primeiros anos da gestão Raquel Lyra totaliza 183.485 empregos formais. O indicador supera o saldo acumulado entre os anos de 2010 e 2022. Para Santana, o desempenho reflete uma mudança estrutural na economia local. “São resultados que representam renda, dignidade e oportunidade chegando a quem mais precisa”, declarou.
O pré-candidato atribuiu os índices ao planejamento e às políticas públicas voltadas ao setor produtivo. “O resultado está aí, é trabalho sério e compromisso com Pernambuco”, afirmou Santana, corroborando a tese de que o governo estadual tem priorizado a criação de um ambiente favorável a investimentos e à redução de desigualdades.
Ao projetar o cenário para 2026, Marconi Santana manteve o alinhamento com o discurso do Palácio do Campo das Princesas sobre a continuidade da expansão econômica. “E sabe o que é melhor? Não vamos parar por aqui! É Pernambuco voando! Vamos pra cima!”, concluiu.
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