O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), recebeu na noite deste sábado (26) o candidato ao Senado João Paulo (PT), da coligação “Pernambuco vai Mais Longe”, com uma grande carreata que percorreu mais de três quilômetros pelas principais vias da cidade.
O evento ainda contou com a participação do prefeito de Águas Belas, Genival Menezes (PT), vereadores e candidatos proporcionais como o deputado federal Pedro Eugênio (PT) e os candidatos à reeleição à Assembleia Legislativa Manoel Santos (PT) e Teresa Leitão (PT), presidente da legenda no Estado.
Segundo João Paulo, a resposta positiva das pessoas nas ruas foi uma demonstração de que o prefeito vem realizando uma boa administração. “Os recursos federais aplicados pela presidente Dilma na região, a exemplo da adutora do Pajeú, que custou mais de R$ 500 milhões, e do Mais Médicos, são muito importantes e a população percebe, na prática, o compromisso dos governos petistas em cuidar da melhoria da vida das pessoas”, ressaltou o petista.
Além do prefeito Luciano Duque, João Paulo e Armando Monteiro (PTB), candidato ao governo, contam com o apoio de 11 dos 15 vereadores do município, dos quais apenas dois são petistas.
Comitê – Após a carreata, as lideranças petistas participaram na inauguração do comitê do deputado e candidato à reeleição, Manoel Santos, que também é líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa. O evento contou com a presença de lideranças sindicais dos trabalhadores rurais, do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da Fetape e do Incra.
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) se defendeu em entrevista a Juliana Lima na Serra FM de questionamentos sobre a capacidade do município de resistir ao período chuvoso. Duque falou de São Caetano do Sul, São Paulo, onde participa até esta quarta, da 74ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos. Ele destacou que […]
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) se defendeu em entrevista a Juliana Lima na Serra FM de questionamentos sobre a capacidade do município de resistir ao período chuvoso.
Duque falou de São Caetano do Sul, São Paulo, onde participa até esta quarta, da 74ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos.
Ele destacou que um plano emergencial já havia sido planejado anteriormente para lidar com as chuvas, mas que com o temporal que chamou de tromba d’água, foi montado um gabinete de crise. Ele culpou também a falta de investimentos no passado e ausência de linhas de crédito para intervenções como questões que agravam o problema.
“Serra Talhada padece de problemas históricos. Temos pontos em São Cristóvão, na Lagoa Maria Timóteo, no Bairro da Várzea, alguns trechos da Cohab, que necessitam de intervenções com custo elevado. Não há linha de crédito para investimento e mata-drenagem”.
Ele destacou o caso da rua Agostinho Magalhães. Nas redes sociais um vídeo mostra críticas ao atual governo e defesa de intervenções na gestão Carlos Evandro. “A rua não tem drenagem natural. No governo passado houve uma drenagem mas a tubulação não resistiu ao volume das chuvas”.
Ele também falou da falta de recursos para algumas intervenções necessárias. “Na AABB fizemos o trabalho na área chamada como Pesque e Pegue, mas a solução definitiva passa por muitos recursos. Em virtude da crise nacional não tem como captar. Vamos aguardar o novo governo. Estamos saindo com uma carta de intenções desse encontro de prefeitos”.
Duque disse ainda que qualquer cidade sofreria com os impactos dessas chuvas. “Você ter 125 milímetros de chuva em menos de uma semana, teria problema em Serra, São Paulo, Istambul ou Nova Iorque, porque nem sempre as redes coletoras estão preparadas para receber um volume tão grande de água”.
O gestor disse que as máquinas que estavam realizando atividades em áreas rurais foram todas deslocadas para a sede. “O governo está tomando todas as medidas necessárias. Quem perdeu bens materiais, estamos fazendo um levantamento. Se preciso vamos disponibilizar locais para pessoas eventualmente desabrigadas”.
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) reconheceu sumariamente o estado de calamidade pública em Brumadinho,no estado de Minas Gerais. A medida tomada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) foi publicada hoje em edição extra do Diário Oficial da União. Para intensificar o apoio a equipes locais neste primeiro momento de resgate às […]
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) reconheceu sumariamente o estado de calamidade pública em Brumadinho,no estado de Minas Gerais. A medida tomada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) foi publicada hoje em edição extra do Diário Oficial da União. Para intensificar o apoio a equipes locais neste primeiro momento de resgate às vítimas, um posto de operações para órgãos federais foi instalado no município. O ministro Gustavo Canuto, que está no estado desde a noite de ontem (25), destacou que a prioridade máxima é salvar vidas e evitar mais danos.
“O foco agora é emergencial. Precisamos unir esforços para nos concentrar no resgate, salvamento e identificação dessas vítimas”, afirmou o ministro em entrevista, após acompanhar o presidente Jair Bolsonaro durante sobrevoo às áreas atingidas pelo rompimento.
Logo na manhã deste sábado (26), o Ministério do Desenvolvimento Regional instalou um posto de operações para órgãos federaispróximo ao local de pouso de aeronaves e de primeiros socorros àsvítimas. O objetivo é acompanhar e apoiar de perto as buscas, além de centralizar todas as ações realizadas pela União. “As equipes locais estão fazendo um trabalho primoroso, mas a Defesa Civil Nacional está aqui para prestar todo o apoio necessário. Esseposto de operações, também, possibilitará o monitoramento da região para avaliar o fluxo da onda de lama”, observou o ministro Gustavo Canuto, que acompanhou os trabalhos no local.
Monitoramento 24 horas
O monitoramento da região, das situações climáticas e dos serviços essenciais está sendo realizado 24h porequipes do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), que enviam constantemente alertas e informações ao Centro de Comandado criado pela Defesa Civil municipal no local do ocorrido. Para reforçar ainda mais os esforços, o diretor do Cenad, Armin Braun, e técnicos do Centro também estão no local.
O Governo Federal vem atuando na região de Brumadinho desde os primeiros instantes após o rompimento da barragem e disponibilizou todo o apoio emergencial necessário ao atendimento das vítimas e minimização de novos danos.
Estado de calamidade pública
O reconhecimento sumário acontece diretamente pelo Governo Federal quando ocorrem eventos de grande intensidade e impacto. A classificaçãode calamidade pública se dá em situações anormais que causam danos e prejuízos que implicam no comprometimento total da capacidade de resposta (socorro e assistência da população) e restabelecimento de serviços essenciais.
Aumentaram as informações sobre a piora no estado de saúde do ex vice presidente Marco Maciel, de 77 anos. Durante o dia, informações desencontradas e fake news chegaram a dar conta de sua morte, mas pelo que foi apurado, há de fato piora no seu estado de saúde. Oficialmente, a família, sempre muito reservada, ainda […]
Marco Maciel conversa com este blogueiro, em uma de suas últimas vindas a Afogados da Ingazeira, no Jubileu de Ouro da Diocese, em 2009
Aumentaram as informações sobre a piora no estado de saúde do ex vice presidente Marco Maciel, de 77 anos. Durante o dia, informações desencontradas e fake news chegaram a dar conta de sua morte, mas pelo que foi apurado, há de fato piora no seu estado de saúde.
Oficialmente, a família, sempre muito reservada, ainda não se manifestou.
Um dos políticos mais importantes do País, que ao longo de mais de 50 anos de atividade pública ininterrupta ocupou praticamente todos os cargos, de deputado estadual a presidente da República (no caso dele em exercício, substituindo FHC), Marco Maciel há muito tempo não aparece em público.
Sua última eleição que disputou foi em 2010, não conseguindo a reeleição de senador. De lá para cá, o atuante Maciel, que viveu sua fase mais destacada no cenário nacional como vice-presidente de Fernando Henrique Cardoso, eleito no pleito de 1994 e reeleito em 1998, foi saindo de cena aos poucos e ultimamente desapareceu de vez.
Não porque quis, mas por questões de saúde. Maciel desenvolveu a síndrome de Alzheimer e faz tratamento em Brasília, ao lado da família, onde passou a fixar residência depois do insucesso eleitoral na tentativa de renovar o mandato de senador. Familiares e amigos ouvidos pelo blogueiro confirmaram que, infelizmente, o estágio da doença, caracterizada pela perda da memória, se encontra avançado, deixando o ex-senador isolado da cena política.
Filho de José do Rego Maciel e Carmen Sílvia Cavalcanti de Oliveira, Marco Maciel formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco atuando depois como advogado.
O Ministério Público de Pernambuco instaurou o Inquérito Civil nº 002/2015, que tem por objetivo, acolhimento de medidas que garantam a efetividade da transparência e igualdade de oportunidades aos interessados quanto aos procedimentos licitatórios da construção do Complexo de Esporte, Cultura e Lazer Governador Eduardo Campos, no Bairro Vila Nova, no município de Flores. A obra ainda […]
O Ministério Público de Pernambuco instaurou o Inquérito Civil nº 002/2015, que tem por objetivo, acolhimento de medidas que garantam a efetividade da transparência e igualdade de oportunidades aos interessados quanto aos procedimentos licitatórios da construção do Complexo de Esporte, Cultura e Lazer Governador Eduardo Campos, no Bairro Vila Nova, no município de Flores. A obra ainda não foi concluída e está orçada em mais de R$ 600 mil, com recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal – FEM.
A denúncia contra a falta de lisura do modelo de gestão republicano foi assinado e protocolado pelos representantes das empresas Gopan construções Eireli – EPP; J. Galdino Eireli – EPP; Costa Lira Serviços e Transportes Limitada – EPP, e Maria da Pia Brito Soares – ME.
As empresas reclamaram a omissão da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura de Flores, quanto ao acesso às planilhas orçamentárias, impossibilitando a elaboração das propostas no processo licitatório nº 050/2014, modalidade tomada de preço nº 005/2014, o que o MPPE – Ministério Público de Pernambuco classificou de “regalia” ou “privilégio”, o acesso às planilhas para uma só empresa. O promotor que assina o IC é Fernando Della Latta Camargo.
Blog da Folha Uma semana após o presidente nacional do União Brasil e ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, retirar a candidatura ao Senado Federal, o prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (PDT), declarou apoio ao candidato da oposição ao governo de Pernambuco, o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). A movimentação revela uma divisão nas forças […]
Uma semana após o presidente nacional do União Brasil e ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, retirar a candidatura ao Senado Federal, o prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (PDT), declarou apoio ao candidato da oposição ao governo de Pernambuco, o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). A movimentação revela uma divisão nas forças ligadas ao grupo Coelho.
O apoio foi oficializado na sexta (7), com a ida de Campos à cidade. Evilásio ainda levou para a base do candidato aliados dele no município, incluindo o presidente da Câmara Municipal, o vereador Francisco Edvaldo (PP), membro do partido do deputado federal Eduardo da Fonte, candidato ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra.
A tendência ficou evidente com a participação do prefeito na convenção do PSB, realizada no sábado (1º). Ao receber a oportunidade de discursar, o prefeito disse que estaria com João Campos e que abriu caminho para o grupo.
“Abri a porteira do grupo, tem muito mais gente chegando para se somar ao projeto vencedor”, disse no evento que oficializou João Campos na disputa pelo governo estadual.
Nos últimos meses, o gestor do município sertanejo chegou a ensaiar um embarque na base da governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, mas condicionou à escolha de Miguel Coelho como candidato à Casa Alta.
A governadora escolheu o presidente da Federação União Progressista e deputado federal, Eduardo da Fonte (PP), para concorrer ao Senado na chapa, forçando Miguel Coelho a desistir do projeto majoritário.
Evilásio já manifestou insatisfação com a governadora Raquel Lyra (PSD) anteriormente, pela aliança da gestora com o grupo Pimentel, formado pelo ex-prefeito Raimundo Pimentel (PSD) e pela deputada estadual Socorro Pimentel (PSD), rival do atual gestor no âmbito político do município.
Nos bastidores, há expectativa de que o prefeito de Surubim, Cléber Chaparral (UB), também declare apoio à postulação de João Campos para o governo estadual. Ele já manifestou a possibilidade no mês passado, em entrevista a um veículo de mídia local, quando assumiu conversas com interlocutores do candidato.
Chaparral, no entanto, também atrelou à indicação de Miguel Coelho para a disputa senatorial a decisão. À época, o gestor respondeu que “na política tudo é possível” ao ser questionado sobre a possibilidade de aliança com o socialista.
Ele apresentou como justificativa para abandonar a base da governadora a preocupação com a chegada de investimentos na cidade, como a construção de uma maternidade, e uma solução para problemas com o abastecimento de água.
Já o prefeito de Petrolina, Simão Durando (UB), ex-vice de Miguel Coelho durante o governo dele no município entre 2016 e 2022, pretende manter o apoio à reeleição de Raquel Lyra. Ele anunciou apoio à gestora ainda em março, quando o grupo Coelho e o União Brasil oficializaram a entrada na base da gestora.
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