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Em queda livre, ninguém sabe se Bolsonaro termina o mandato, avalia Humberto

Por André Luis
Foto: Roberto Stuckert Filho

Os dados divulgados pela pesquisa Ibope, que mostram o presidente Jair Bolsonaro (PSL) numa queda constante de popularidade e confiança, aumentam o clima de instabilidade política e suscitam dúvidas de que Bolsonaro conseguirá terminar o mandato. Esta é a avaliação do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).  O levantamento foi feito em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e apresentado nessa quarta-feira (25).

Segundo o Ibope, 34% da população consideram o governo ruim ou péssimo. O percentual é maior do que o registrado em junho (32%) e sete pontos maior do que o contabilizado em abril (27%). Os que consideram a gestão ótima ou boa caíram de 35%, em abril, para 31%. Já os que classificaram a administração como regular permaneceram em 32%.

Outro dado que mostra a queda permanente na avaliação do presidente é o da confiança.  A maioria dos eleitores disse não confiar no presidente (55%). Eram 51% em junho e 45% em abril. Já os que disseram confiar caíram para 42% dos entrevistados. Em abril, eram 51%.

“É um governo em queda livre. Bolsonaro se elegeu sem participar de um debate, distribuindo fake news. Agora, isso vai ficando cada vez mais claro para população. Temos um presidente que jamais esteve à altura do cargo que ocupa. Passa os dias pregando o ódio,  enquanto os quase 13 milhões de desempregados do Brasil seguem esperando uma solução para a crise econômica que não veio e nem virá”, disse Humberto.

Para o senador, a queda na popularidade deve afetar diretamente o apoio do presidente no Congresso. “Bolsonaro não tem base e fica cada vez mais isolado no parlamento e nas ruas. Vai ficando cada dia mais difícil ele conseguir aprovar aquilo que quer. Tenho muitas dúvidas, inclusive, se ele conseguirá terminar o mandato”, afirmou o senador.

Outras Notícias

Danilo Simões se encontra com Raquel em Triunfo

O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), marcou presença na cidade de Triunfo nesta quinta-feira (15), onde acompanhou a governadora Raquel Lyra na abertura do Festival Pernambuco Meu País. O evento, que celebra a cultura e a diversidade do estado, reuniu diversas autoridades e personalidades ligadas à gestão estadual e ao […]

O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), marcou presença na cidade de Triunfo nesta quinta-feira (15), onde acompanhou a governadora Raquel Lyra na abertura do Festival Pernambuco Meu País.

O evento, que celebra a cultura e a diversidade do estado, reuniu diversas autoridades e personalidades ligadas à gestão estadual e ao setor cultural.

“Foi um prazer enorme estar em Triunfo ao lado da governadora Raquel Lyra, participando de um evento tão significativo para o nosso estado. Este festival é uma prova do quanto podemos fazer para preservar e valorizar a nossa rica cultura”, afirmou.

Simões também encontrou o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, o presidente da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe), André Teixeira, e a secretária de Cultura, Cacau de Paula.

Eleições 2020: Renon de Ninô será o vice de Zé Negão na disputa da Prefeitura de Afogados

Segundo o Blog do Finfa, o ex-vereador Renon de Ninô (PTB) será o vice, na chapa de José Edson Ferreira, o  Zé Negão (Podemos), na disputa pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira, nas eleições municipais de novembro. Ainda segundo o blog, o acerto foi fechado na noite desta quarta-feira (19),  na residência do vereador Zé […]

Segundo o Blog do Finfa, o ex-vereador Renon de Ninô (PTB) será o vice, na chapa de José Edson Ferreira, o  Zé Negão (Podemos), na disputa pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira, nas eleições municipais de novembro.

Ainda segundo o blog, o acerto foi fechado na noite desta quarta-feira (19),  na residência do vereador Zé Negão. 

Segundo Renon de Ninô, Zé Negão já vinha trabalhando nos bastidores, e “agora depois de fechada a chapa,  vamos intensificar nossos trabalhos”, informou.

Ministro anuncia que governo prepara medidas de combate à corrupção

O governo anunciou neste domingo (15) que enviará, nos próximos dias, ao Congresso Nacional, um pacote de medidas de combate à corrupção e à impunidade, além de reforçar a necessidade de acabar com o financiamento privado de campanha. Escalados para falar em nome do governo, no dia em que ocorreram manifestações por todo o país, […]

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O governo anunciou neste domingo (15) que enviará, nos próximos dias, ao Congresso Nacional, um pacote de medidas de combate à corrupção e à impunidade, além de reforçar a necessidade de acabar com o financiamento privado de campanha.

Escalados para falar em nome do governo, no dia em que ocorreram manifestações por todo o país, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, disseram que a percepção da presidenta Dilma Rousseff e seu posicionamento é o de que os brasileiros anseiam por ver o combate eficiente à corrupção.

Segundo Cardozo, o pacote de medidas vem sendo formulado desde o início deste segundo mandato e demandou a abordagem de questões técnicas e jurídicas, por isso ele não tinha sido lançado até hoje, apesar de ter sido promessa de campanha de Dilma. “Os textos legislativos, os textos normativos e questões que circundam essa posição tinham que ser discutidos pelo novo governo, pelos novos ministros. Se você observar, nós estamos em março. A presidenta anunciou em seu discurso de posse que essas medidas seriam lançadas em até seis meses. Nós vamos enviá-las muito antes disso”, disse o ministro.

Cardozo reforçou ainda a posição que o governo já vinha defendendo desde a campanha eleitoral sobre a necessidade de reforma política. Na opinião do ministro da Justiça, a questão mais urgente nesse contexto é o financiamento das campanhas eleitorais. “Não é mais possível que continuemos a ter o financiamento empresarial de campanhas eleitorais. É necessário fechar imediatamente esta porta [para a corrupção]”, disse.

Os ministros comentaram ainda a postura de alguns grupos vistos com cartazes que sugeriam a intervenção militar no país ou que pediam o fim de instituições como o Supremo Tribunal Federal (STF). Para Miguel Rossetto, apesar de serem minoria, essas posturas não devem ser aceitas na sociedade e precisam ser combatidas inclusive pelos demais manifestantes democratas.

“O que não é aceitável são manifestações que nós vimos, embora isoladas, que dizem ‘fora, Supremo Tribunal Federal’ ou coisas desse tipo. A consciência da sociedade brasileira há de rejeitar esse tipo de atitude antidemocrática. Aqui não há nenhuma crítica ao governo da presidenta Dilma, aqui há uma agressão à democracia e isso não pode ser tolerado”, pontuou.

Questionado sobre o tamanho dos protestos, Rossetto disse que não houve surpresa no governo. “Não há surpresa, há uma dinâmica eleitoral muito forte na memória das pessoas. Nós saímos das urnas há cinco meses e isso está na memória das pessoas”, afirmou. Ele admitiu que as medidas de austeridade tomadas pelo governo também influenciaram no clima de insatisfação e disse que não foi possível prever que o país chegaria ao fim de 2104 em situação tão crítica.

“De fato, diferente do que imaginávamos, a economia brasileira chega ao final de 2014 abaixo do que nós esperávamos. E todos nós temos no governo a responsabilidade de sustentar a economia em um padrão de crescimento de emprego e renda, e essa é a prioridade da presidenta Dilma. Para isso o governo vem apresentando um conjunto de medidas com o objetivo de arrumar as contas públicas no período rápido de tal forma que também rapidamente retomarmos o ambiente econômico de preservação do emprego e renda e dos programas sociais que tornaram esse país mais igualitário”, disse Rossetto. Ele disse que todos os líderes do país, sejam eles políticos ou sociais, devem participar dos debates necessários para atender aos anseios demonstrados pela sociedade nas ruas neste 15 de março.

Durante a entrevista dos ministros, transmitida por emissoras de TV, moradores de algumas cidades, como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, voltaram a se manifestar com panelaço e buzinaço. No último domingo (8), enquanto a presidenta Dilma Rousseff falava em rede nacional de rádio e televisão, em seu pronunciamento pelo Dia Internacional da Mulher, várias cidades do país registraram protestos desse tipo.

(Fonte: Agência Brasil)

Marconi Santana e Gilberto Ribeiro cumprem agenda em Brasília ao lado do senador Fernando Dueire

O secretário de Governo de Flores, Marconi Santana, esteve em Brasília ao lado do prefeito Gilberto Ribeiro para reunião com o senador Fernando Dueire. O encontro teve como foco o fortalecimento da parceria entre o município e o parlamentar, que tem destinado recursos e apoio a ações voltadas ao desenvolvimento regional. Durante a visita, foram […]

O secretário de Governo de Flores, Marconi Santana, esteve em Brasília ao lado do prefeito Gilberto Ribeiro para reunião com o senador Fernando Dueire. O encontro teve como foco o fortalecimento da parceria entre o município e o parlamentar, que tem destinado recursos e apoio a ações voltadas ao desenvolvimento regional.

Durante a visita, foram discutidos novos projetos e investimentos para Flores, o Pajeú e outras regiões de Pernambuco. Segundo Marconi Santana, a interlocução com o Senado é fundamental para viabilizar obras e programas estruturadores. “O senador Fernando Dueire é um exemplo de homem público que compreende, com sensibilidade e visão, as reais necessidades do nosso povo. É motivo de orgulho poder caminhar ao lado de um líder que atua de forma incansável para que os recursos cheguem a quem mais precisa, fortalecendo o municipalismo e gerando oportunidades em todo Pernambuco”, afirmou.

O senador destacou o trabalho desenvolvido pela gestão de Flores e a atuação dos representantes do município. “É sempre uma satisfação receber gestores comprometidos como Marconi e Gilberto, que representam com responsabilidade o interior pernambucano e trabalham com foco em resultados concretos”, disse Dueire.

Marconi Santana afirmou que o diálogo com o Congresso continuará sendo prioridade. “Seguiremos juntos, com foco, dedicação e fé, garantindo que o progresso chegue de forma justa e duradoura ao nosso povo”, concluiu.

O Blog e a História: quando Deputados da oposição criticaram gestão Paulo Câmara

Deputados Sílvio Costa Filho,  Priscila Krause,  Júlio Cavalcanti,  Augusto César e Álvaro Porto estiveram no Debate das Dez. OS, segurança, estradas estiveram no foco das críticas Em 31 de março de 2017 Os Deputados da oposição que fazem a caravana “Pernambuco de Verdade” no interior trouxeram na bagagem um balaio de críticas ao governo Paulo […]

Deputados Sílvio Costa Filho,  Priscila Krause,  Júlio Cavalcanti,  Augusto César e Álvaro Porto estiveram no Debate das Dez. OS, segurança, estradas estiveram no foco das críticas

Em 31 de março de 2017

Os Deputados da oposição que fazem a caravana “Pernambuco de Verdade” no interior trouxeram na bagagem um balaio de críticas ao governo Paulo Câmara, com frases de efeito e avaliação fruto de visitas a órgãos públicos  e obras inacabadas no interior. As maiores críticas foram à saúde, após visitas aos hospitais Agamenon Magalhães e Emília Câmara, em Serra Talhada e Afogados da Ingazeira. Eles estiveram no Debate das Dez, do Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

“No Emília Câmara faltam médicos, macas, lençóis para atender a população”, disse Sílvio Costa Filho. O Deputado Osséssio Silva chegou a dizer que faltava água para os servidores. “Quem quiser bebe da torneira ou traz de casa”. Já Júlio Cavalcanti acusou o governo de sucatear a saúde para promover o ingresso de Organizações Sociais – OS, na gestão das unidades. “Deixam cair a qualidade para deixar entrar as OS”. Ele disse reconhecer que a gestão da OS melhorou o Hospital Ruy de Barros, mas questionou o salto de recurso aplicado.”O Diretor disse que precisava de R$ 600 mil pra resolver. Hoje são 2,1 milhões”, acusou.   Álvaro Porto chegou a falar em “caixa preta das OS”.

Outra crítica tem relação com as estradas. Sílvio Costa Filho chegou a chamar a PE 380, estrada de Ibitiranga de “Estrada da Eleição”. Júlio acrescentou a PE entre Custódia e Iguaraci como outra obra que segundo ele não sai do papel. “Um promete e o outro desfaz”, disse, sobre a briga entre Sebastião Oliveira e Danilo Cabral. Ele acusou o hoje Deputado Isaltino Nascimento de prepotente, ao não ouvir queixas sobre a estrada quando Secretário.

A Deputada Priscila Krause destacou a plenária realizada em Serra Talhada. “Pernambuco não é o que passa na TV”, criticou. Ela fez referência às dificuldades das Autarquias como contingenciamento de repasses do programa ProUPE.

Segunda-feira, os Deputados apresentarão o resumo das visitas na ALEPE, com um relatório detalhado, com imagens e vídeos.

Nomes da oposição como Zé Negão, Emídio Vasconcelos e Jair Almeida (Afogados) e Mário Viana Filho (Ingazeira) acompanharam a comitiva em Afogados.

Sebastião “pavão”: O Deputado Álvaro Porto reiterou as críticas ao Secretário de Transportes Sebastião Oliveira.

“Ele veio aqui dizer que essa vinda era uma perua dos Deputados. Ele é que é pavão,  prepotente. É como mandacaru, como dizem lá em Serra, nem dá encosto nem dá sombra”.

Augusto César ainda confia em Duque: perguntado se as posições recentes tomadas por Luciano Duque – presença na agenda de Câmara, ausência na vinda da oposição e namoro com partidos governistas – significavam uma possibilidade de traição, Augusto César disse não acreditar na possibilidade.

“Ele está certo, dialogando com todos os entes, governador, Deputados, Governo Federal. Serra é um canteiro de obras. Não acredito nessa possibilidade. Vai se manter onde está”. Priscila Krause disse que o DEM reconhece o gesto de Duque ao receber cordialmente Mendonça Filho, mas disse não saber se ele fora convidado para ingressar no DEM. “Não participei desse debate”.