Em Ouricuri, luto com a morte de Mestre Aprígio aos 79 anos
Por Nill Júnior
Ouricuri (PE), no Sertão do Araripe, perdeu no dia de ontem (27) um grande representante na área cultural. Faleceu, aos 79 anos, o artesão José Aprígio Lopes. Ele estava internado no Hospital Regional Fernando Bezerra há sete dias. Até então, não se sabe a causa da morte.
Mestre Aprígio, como era carinhosamente conhecido na cidade, no estado, e no Brasil, fez do couro sua arte, desenvolvendo chapéus para artistas da música como Luiz Gonzaga, Gonzaguinha e Alcymar Monteiro.
Recentemente, recebeu do governo estadual o título de ‘Patrimônio Vivo de Pernambuco’, concedido pelo governador Paulo Câmara no dia 16 de agosto de 2019. Exames são aguardados para a confirmação da causa do óbito.
O governador Paulo Câmara externou luto por seu falecimento: “O convívio com os vaqueiros desde a infância, no Sertão pernambucano, e seu grande talento para o artesanato, fizeram do Mestre Aprígio um dos maiores artistas brasileiros no trabalho com o couro. Autor de lindas peças, seus chapéus, gibões e sandálias vestiram nomes como Luiz Gonzaga, Gonzaguinha e Dominguinhos, entre tantos outros. Eleito Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2019, seu legado permanecerá como uma referência indelével no cenário artístico e cultural do nosso Estado. Quero me solidarizar com seus familiares e amigos neste momento de dor”.
O inquérito investiga corrupção passiva e ativa, desvio de recursos públicos e falsidade ideológica, por ilegalidades cometidas durante a construção da sede do governo do estado. A Polícia Federal indiciou, na tarde desta quinta-feira (7), o ex-governador e atual deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e outras onze pessoas por corrupção passiva e ativa, desvio de […]
O inquérito investiga corrupção passiva e ativa, desvio de recursos públicos e falsidade ideológica, por ilegalidades cometidas durante a construção da sede do governo do estado.
A Polícia Federal indiciou, na tarde desta quinta-feira (7), o ex-governador e atual deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e outras onze pessoas por corrupção passiva e ativa, desvio de recursos públicos e falsidade ideológica, por ilegalidades cometidas durante a construção da Cidade Administrativa de Minas Gerais. As informações são do G1 Minas Gerais.
Segundo o relatório da PF, entregue hoje à Justiça Estadual, o processo de licitação foi dirigido para que um grupo de empreiteiras vencesse a licitação. Há, ainda, indícios de desvio de recursos públicos através de contratações fictícias, cujas prestações de serviços não foram executadas na obra. A investigação apontou que o prejuízo aos cofres públicos totalizaram quase R$ 747 milhões.
Inicialmente, a construção da Cidade Administrativa foi orçada em R$ 900 milhões. O Tribunal de Contas do Estado afirma que o custo da obra passou de R$ 1,8 bilhão.
Em delação premiada no fim de 2016, o ex-diretor superintendente da Odebrecht, em Minas, Sérgio Neves denunciou um suposto esquema de desvio dinheiro durante as obras do complexo administrativo.
Segundo o delator, o então presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), Oswaldo Borges, determinou que 3% de um contrato com a Odebrecht, Queiroz Galvão e OAS iriam para Aécio Neves para futuras campanhas políticas. O contrato era de R$ 360 milhões.
“Ele determinou que adicionalmente nós deveríamos contemplar duas empresas locais”, disse o ex-diretor da Odebrecht Sérgio Neves, em dezembro de 2016.
As duas empresas seriam as construtoras Cowan e Alicerce. O delator disse que elas foram subcontratadas, mas, para não fazer nada.
“Custou R$ 5 milhões no contrato. Fizemos um contrato de prestação de serviço o valor de R$ 5 milhões fictícios, sem a prestação de serviço com a Cowan e R$ 2,650 milhões com a Alicerce, um contrato de consultoria sem a prestação de serviços”, afirmou Sérgio Neves.
Do Farol de Notícias O assunto do momento em Serra Talhada é a divulgação de vídeos das dançarinas do balé do cantor sertanejo Leonardo, que fará um show no Arraial da Juventude, nesta quarta-feira (28). A repercussão tem gerado muita polêmica após declarações compartilhadas nas redes sociais das dançarinas e que foram apontadas por setores da […]
O assunto do momento em Serra Talhada é a divulgação de vídeos das dançarinas do balé do cantor sertanejo Leonardo, que fará um show no Arraial da Juventude, nesta quarta-feira (28). A repercussão tem gerado muita polêmica após declarações compartilhadas nas redes sociais das dançarinas e que foram apontadas por setores da mídia e pela população como xenofóbicas, de caráter preconceituoso com a Capital do Xaxado.
Os vídeos que viralizaram nas redes sociais mostram as integrantes comentando sobre a chegada na cidade, a pousada que ficaram instaladas e ainda comendo munguzá na rodoviária local. Em resposta, a população também expressou sua opinião sobre os vídeos, e alguns comentários apresentaram conteúdo machista, homofóbico e de violência sexual. Acompanhadas dos produtores da festa e da banda, duas das dançarinas concederam uma entrevista exclusiva ao FAROL DE NOTÍCIAS, e comentaram o caso.
Monique Souza, de 31 anos, é bailarina de Leonardo há 4 anos. A paulista é formada em Administração de empresas, mas trocou os escritórios para se dedicar a dança profissionalmente há seis anos. Segundo ela, os vídeos foram gravados por volta das 15h do domingo (25), no momento em que saíram da pousada para almoçar.
“Nós chegamos em torno de 14h ou 15h e fomos procurar um restaurante, até então não fomos de ônibus procurando o restaurante a pé mesmo. Geralmente em dia de domingo, não só aqui, mas em outros lugares tem muito lugar que é fechado. A maneira que eu falei não foi para falar mal da cidade, eu quis dizer que não tinha aberto e que a gente teve que andar para procurar. Isso gerou um mal entendido sobre a gente. Chegamos ontem porque estamos de folga, viemos para aproveitar mesmo a cidade e conhecer os lugares também”, relatou Monique.
Paula Mota, 34 anos, também é natural de São Paulo e dança desde os 3 anos, mas profissionalmente já tem 19 anos de carreira. Em conversa com o FAROL, Paula afirmou retornou há um mês para o balé de Leonardo, tinha se afastado para ser mãe. De acordo com ela, os vídeos foram gravados em momentos de descontração entre as dançarinas e não tiveram intenção de reforçar preconceitos contra a cidade ou região.
“A gente sempre brinca, somos alegres e é o nosso jeito de ser. Morei em Porto Seguro por três anos, aprendi muito com eles. A gente brinca sempre, falei que o povo é solidário por provas mesmo, estávamos na rua e uma senhora nos chamou para comer um feijão com um sorriso de orelha a orelha. Sobre o chuveiro, tem água quente sim no banheiro do hotel, mas a Monique não sabia ligar e eu achei engraçado e gravei o vídeo. Se alguém se chateou pelo vídeo, eu peço um milhão de desculpas. Meu marido é nordestino, eu já morei no nordeste e amo”, afirmou.
Ainda de acordo com as dançarinas, os comentários machistas foram de mal gosto. Paula e Monique também enfatizaram que vieram a cidade para trazer alegria e divertir os espectadores junto com o cantor Leonardo. “Ao invés das pessoas darem importância a isso, porque eu sou muito feminista, defendo muito as mulheres, deram importância para momentos de descontração do que a comentários que não deve acontecer. Nós esperamos que todo mundo curta, estamos aqui para trazer alegria e queremos ver isso de vocês”, finalizou Paula.
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) entregou ao ministro da Educação Camilo Santana o projeto de construção do campus da Universidade de Pernambuco no município de Tabira, no Sertão do Pajeú. O ato de entrega, que contou com a presença do vice-reitor da UPE José Roberto, ocorreu nesta sexta-feira(3), durante agenda do chefe da pasta […]
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) entregou ao ministro da Educação Camilo Santana o projeto de construção do campus da Universidade de Pernambuco no município de Tabira, no Sertão do Pajeú.
O ato de entrega, que contou com a presença do vice-reitor da UPE José Roberto, ocorreu nesta sexta-feira(3), durante agenda do chefe da pasta no Estado. Na ocasião, o parlamentar requereu apoio do governo federal para a execução da obra, estimada em R$ 4 milhões.
Na oportunidade, o ministro se comprometeu em se empenhar para liberar os recursos oriundos de emendas do deputado Carlos Veras e de outros parlamentares pernambucanos comprometidos com a realização do empreendimento na área de educação pública superior no interior do Estado.
Também ficou agendado para o próximo dia 8 de março uma reunião com a equipe do Ministério da Educação para tratar acerca da liberação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para esse fim.
Com o projeto arquitetônico já elaborado pela UPE, a unidade será construída no bairro do Riacho do Gado, cujo terreno de cerca de 1mil m2 já foi doado pelo empresário tabirense Paulo Manu.
Em conformidade com as necessidades da população e com as vocações regionais, a unidade abrirá centenas de novas vagas para diversos cursos. A iniciativa deve beneficiar não apenas estudantes tabirenses, mas de todo o Sertão do Pajeú, além de impulsionar o desenvolvimento socioeconômico da região e, durante a execução, deve gerar outras centenas de empregos para a população local.
“Com os anúncios de significativos investimentos na educação pública feitos pelo governo Lula, aumenta nossa expectativa de que já neste primeiro semestre de 2023 a gente consiga iniciar a obra, e ao seu término, assegurar a chance da população sertaneja poder fazer um curso superior e mudar sua vida e transformar para melhor a realidade da região”, conclui Veras.
O prefeito Sandrinho Palmeira disse ao Frente a Frente como vê a discussão em torno da vice na Frente Popular. Ontem, foi revelada a posição de Totonho Valadares sobre não abrir em relação à escolha da vice para Daniel Valadares. “A Frente Popular tem maturidade grande em relação a isso. Quando fui pré-candidato a vice […]
O prefeito Sandrinho Palmeira disse ao Frente a Frente como vê a discussão em torno da vice na Frente Popular.
Ontem, foi revelada a posição de Totonho Valadares sobre não abrir em relação à escolha da vice para Daniel Valadares.
“A Frente Popular tem maturidade grande em relação a isso. Quando fui pré-candidato a vice disputei com seis nomes e consolidamos o nome sem nenhum racha, nenhum rompimento. Qualquer pessoa pode colocar o nome, inclusive até a prefeito. Todos os dias tenho que matar um leão para consolidar minha candidatura, dada a quantidade de quadros”.
Sandrinho afirmou que em nenhum momento José Patriota falou com ele de outro nome pra vice. “O que ouvi em alguns momentos é que não se pode impedir outras pessoas de colocarem nome, o que também é verdade”.
Mas sinalizou preferir manter a dobradinha com Daniel Valadares. “O que eu tenho colocado é que a gente junto, eu e Daniel temos uma aprovação média de 70%. E não governo sozinho. Governo com a equipe e com o vice. O que eu tenho sentido da população é a (preferência pela) manutenção da chapa. E também não escondo de ninguém e acredito que esse vá ser o caminho que vá acontecer”.
E seguiu: “em algum momento uns colocaram o nome e retiraram, outros colocaram agora. A Frente Popular é isso. Estamos para ouvir, discutir. Tem que ter perguntas, como o porquê de tirar A ou B, os critérios, porque você quer ser. E vamos no processo democrático com maturidade chegar a um denominador comum”.
O Padre Luis Marques Ferreira, o Padre Luisinho, disse hoje ao Debate das Dez da Rádio Pajeú que o dia 5 de agosto será lembrado por um ano da assinatura da ordem de serviço da estrada de Ibitiranga, a PE 380. Recentemente, ouvintes da Rádio Pajeú procuraram a emissora para reclamar de nova paralisação das […]
O Padre Luis Marques Ferreira, o Padre Luisinho, disse hoje ao Debate das Dez da Rádio Pajeú que o dia 5 de agosto será lembrado por um ano da assinatura da ordem de serviço da estrada de Ibitiranga, a PE 380.
Recentemente, ouvintes da Rádio Pajeú procuraram a emissora para reclamar de nova paralisação das obras da PE 380. Segundo relatos, o cenário é de trabalhadores e maquinário parados. “Não há maquinário suficiente. O povo está indignado e quer protestar. Nós como igreja também vamos nos posicionar. Foi dada esperança ao povo pelo governador de que em praticamente um ano a estrada estaria pronta”, disse.
A PE 380 é um dos maiores imbróglios da gestão Câmara na região. Primeiro, uma empresa sublocada pela ESSE, a Construpav, foi acusada de acumular débitos e não dar celeridade à obra. A Secretária Fernandha Batista informou em março que uma reunião teria zerado os problemas.
Em fevereiro, a promessa foi de mais celeridade à obra. Quando esteve aqui, em março, o governador Paulo Câmara foi cobrado pelo blog sobre a obra. “Fizemos reuniões técnicas com a secretária Fernandha Batista e pelo que ela me passou já foi solucionado. Tá difícil também porque o aumento do preço da pavimentação está sendo muito grande em virtude da questão do petróleo, que é essa questão mundial, mas a gente vai regularizar o andamento da obra. Já conversamos com o prefeito Anchieta Patriota”, informou o governador.
A obra foi anunciada pelo governador Paulo Câmara em 5 de agosto de 2021, quando esteve em Ibitiranga. Na oportunidade, Câmara disse que em um ano queria voltar para inaugurar a obra em setembro.
Semana passada, o Governador Paulo Câmara falou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.Questionado pela paralisação das obras da PE 380, a Estrada de Ibitiranga, disse que o Estado está acionando a empresa. “Já notificamos empresa responsável para que ela coloque máquinas e funcionários pra trabalhar. Estamos totalmente em dia. Cabe a ela fazer”.
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