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Em Afogados, Secretaria de Educação promove Semana da Pessoa com Deficiência

Por Nill Júnior

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colaborou Rodrigo Lima

A Secretaria Municipal de Educação promoveu uma semana inteira com atividades direcionadas aos portadores de deficiência física e seus familiares. Com o tema “educação e família: unidos no processo de inclusão”, a secretaria promoveu palestras, encontros e atividades de lazer envolvendo gestores e professores do núcleo de educação inclusiva, crianças com deficiência e seus familiares, com o objetivo de aproximar a escola da família.

Segundo a Secretária de Educação, Veratânia Morais, a semana visa promover uma maior interação entre família e escola, sobretudo buscando favorecer a inclusão escolar. “Queremos também mostrar para a sociedade a importância de refletirmos sobre as dificuldades que as pessoas que possuem algum tipo de deficiência física encontram para exercer seus direitos de cidadão,” destacou Veratânia.

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A reflexão é importante para que as pessoas adotem, no seu dia à dia, atitudes de solidariedade e cooperação para com as pessoas que possuem algum tipo de limitação física, bem como de repúdio às injustiças e discriminações contra elas praticadas. O respeito à diferença é fundamental para a construção de uma sociedade mais democrática quanto às oportunidades oferecidas aos seus cidadãos.

Outras Notícias

Júnior Finfa elogia atendimento de hospitais Emília Câmara e Eduardo Campos

O Sertão do Alto Pajeú conta atualmente com duas unidades hospitalares, que prestam serviços de qualidade, são fundamentais para garantir o bem-estar dos pacientes e a eficácia dos tratamentos médicos. O Hospital Emília Câmara em Afogados da Ingazeira da Ingazeira e o Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada. O que ouvi dos pacientes pude comprovar […]

O Sertão do Alto Pajeú conta atualmente com duas unidades hospitalares, que prestam serviços de qualidade, são fundamentais para garantir o bem-estar dos pacientes e a eficácia dos tratamentos médicos.

O Hospital Emília Câmara em Afogados da Ingazeira da Ingazeira e o Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada. O que ouvi dos pacientes pude comprovar ao ser atendido numa emergência recentemente. Sob a liderança do casal Sebastião Duque, no Emília Câmara, e de Patrícia Queiroz, no Eduardo Campos, as unidades ofertam serviços de vanguarda, exercidos por profissionais competentes. As equipes médicas, de enfermagem, técnicos  e de apoio estão acima da média.

Estes fatos atestam o acerto do ex-governador Paulo Câmara, ao designar em agosto de 2017 a OS Tricentenário para gerir o Hospital Regional Emília Câmara de Afogados da Ingazeira, há seis anos, prestando um serviço de saúde de alto nível, mesmo com alguns contratempos.

Este acerto é repetido quando em 4 de janeiro de 2018, o ex-governador Paulo Câmara assinou a ordem de serviço para o início das obras do Hospital Geral do Sertão Governador Eduardo Campos (HGS), em Serra Talhada. Em 25 de julho de 2020 entregou a primeira etapa e no dia 20 de dezembro de 2022 fez entrega da segunda etapa das obras de referida unidade.

No último dia 14 de setembro deste ano durante o Ouvir para Mudar, em Serra talhada, a governadora Raquel Lyra, anunciou a ampliação do Hospital Eduardo Campos, com 20 novos leitos de UTI adulto e 10 de UTI pediátrica, a implantação do primeiro serviço de hemodinâmica da região, com um posto de transfusão de sangue do HEMOPE nas instalações do próprio Hospital. Desde  dia 01 de outubro, foram  iniciados os serviços de emergência cardiológica, com funcionamento 24 horas por dia.

Na condição de paciente fui atendido nas duas unidades. Pelo atendimento recebido se faz necessário registrar e numerar a presteza dos profissionais que nelas trabalham, sem distinção de cargos. O nível é alto em todas as áreas. A presteza, dedicação e zelo dos profissionais envolvidos são práticas dignas de elogios merecidos.

Finalizando atesto,  sem medo de errar, que o Alto Pajeú, tem muito a agradecer a Paulo Câmara e Raquel Lyra, pela visão administrativa que mostraram com a nossa região na área da saúde. A tempestividade do meu atendimento e a forma que fui tratado durante as internações assegura a afirmativa: “O Sertão do Pajeú  pode dizer que tem na área hospitalar duas unidades que são  referências em Pernambuco e no Nordeste.”

Júnior Finfa é blogueiro com base no Pajeú. Seu blog é o www.blogdofinfa.com.br .

O fato e a foto: Prefeitura de Ingazeira abre avenidas para acesso à estrada de Tuparetama

Em Ingazeira, a Prefeitura realizou a abertura de novas avenidas com acesso à estrada que liga o município a Tuparetama. Era uma demanda desejada por moradores da área. Na manhã da sexta, moradores acompanharam de perto às máquinas  da prefeitura realizando a limpeza do terreno. O prefeito Luciano Torres acompanhou os trabalhos. Ele aproveitou a oportunidade para anunciar a construção do novo […]

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Em Ingazeira, a Prefeitura realizou a abertura de novas avenidas com acesso à estrada que liga o município a Tuparetama. Era uma demanda desejada por moradores da área.

Na manhã da sexta, moradores acompanharam de perto às máquinas  da prefeitura realizando a limpeza do terreno. O prefeito Luciano Torres acompanhou os trabalhos.

Ele aproveitou a oportunidade para anunciar a construção do novo Pátio da Feira Livre do município.

Confusão na Câmara de Serra Talhada

A professora aposentada Antônia Silva, conhecida por “Toinha Show de Bola” foi pra cima do vereador André Terto na sessão da Câmara de Serra Talhada. Ela usou a tribuna e cobrou celeridade na votação do piso salarial, dizendo que o tema se arrasta há meses entre executivo e Câmara. Em determinado momento, diz que pra […]

A professora aposentada Antônia Silva, conhecida por “Toinha Show de Bola” foi pra cima do vereador André Terto na sessão da Câmara de Serra Talhada.

Ela usou a tribuna e cobrou celeridade na votação do piso salarial, dizendo que o tema se arrasta há meses entre executivo e Câmara.

Em determinado momento, diz que pra economizar e pagar o piso, a prefeitura tem que afastar os cargos comissionados de vereadores. “É pra tirar mãe, mulher, quem ocupa essas funções”

André Terto, que é da oposição, não gostou. “Quando a senhora diz que vereador tem pai, mãe, na prefeitura, tem que provar”. Ela teria gritado que ele se vendeu. “Tenha respeito! Não admito dizer que me vendi pra Márcia. Ela não me representa nem representa os professores. Essas coisas baixas a gente deixa pra lá”. O vídeo foi publicado no Instagram do blog.

Foi quando ela partiu pra cima do vereador. “Diga que eu sou baixa! Diga!” Depois de muita confusão, Tonha foi afastada. Ela chegou a passar mal.

“Daqui a pouco vou vir dar na bunda da gente”, disse André, lembrando um episódio em que China Menezes foi chamado de bosta por uma pessoa do plenário. O vídeo do flagrante foi registrado no Youtube de Sérgio Hernandez.

Radialista morre em acidente entre Flores e Jericó (PB)

Morreu em um acidente na noite deste domingo na PE entre Flores e Jericó, município de Princesa Isabel o radialista Jonas Ramos, um dos fundadores da Rádio Florescer FM. Também com passagens por outras rádios, atualmente Jonas atuava no Sesc Triunfo. Recentemente, participou em Afogados da Ingazeira da Mostra de Cinema Alemão, organizada pela entidade. […]

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Jonas tinha apenas 37 anos

Morreu em um acidente na noite deste domingo na PE entre Flores e Jericó, município de Princesa Isabel o radialista Jonas Ramos, um dos fundadores da Rádio Florescer FM. Também com passagens por outras rádios, atualmente Jonas atuava no Sesc Triunfo. Recentemente, participou em Afogados da Ingazeira da Mostra de Cinema Alemão, organizada pela entidade.

Ainda não há muitos detalhes sobre o acidente. O que se sabe é que Jonas estava com um cunhado a seguia em seu carro para Jericó. Por algum motivo, perdeu o controle do carro e capotou. O cunhado estava preso ao cinto e nada sofreu. Jonas, que estava sem o equipamento de segurança, foi arremessado para fora do carro. No impacto, teve traumatismo craniano.

O corpo de Jonas foi levado após o acidente para o Hospital de Flores. Ainda não há informações sobre horário do sepultamento. Jonas tinha 37 anos e tinha um filho. Em sua última postagem no Facebook, havia feito uma homenagem justamente a ele.

Pesquisa da Fiocruz avalia síndrome da Covid longa

Metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentam sequelas que podem perdurar por mais de um ano. Essa é uma das constatações de um estudo longitudinal, desenvolvido pela Fiocruz Minas, que avaliou os efeitos da doença ao longo do tempo.  A pesquisa acompanhou, por 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção e verificou que, desse […]

Metade das pessoas diagnosticadas com Covid-19 apresentam sequelas que podem perdurar por mais de um ano. Essa é uma das constatações de um estudo longitudinal, desenvolvido pela Fiocruz Minas, que avaliou os efeitos da doença ao longo do tempo. 

A pesquisa acompanhou, por 14 meses, 646 pacientes que tiveram a infecção e verificou que, desse total, 324, ou seja, 50,2%, tiveram sintomas pós-infecção, caracterizando o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como Covid longa. 

O estudo foi publicado na revista Transactions of The Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene. 

Ao todo, a pesquisa contabilizou 23 sintomas, após o término da infecção aguda. Fadiga, que se caracteriza por cansaço extremo e dificuldade em realizar atividades rotineiras, é a principal queixa entre os pacientes, relatada por 115 pessoas (35,6%). 

Também entre as sequelas mais mencionadas estão tosse persistente (110; 34,0%), dificuldade para respirar (86; 26,5%), perda do olfato ou paladar (65; 20,1%) e dores de cabeça frequentes (56; 17,3%). 

Além disso, também chamam a atenção os transtornos mentais, como insônia (26; 8%), ansiedade (23; 7,1%) e tontura (18; 5,6%). Entre os relatos estão ainda sequelas mais graves, como a trombose, diagnosticada em 20 pacientes, ou seja, 6,2% da população monitorada.

Segundo a pesquisadora Rafaella Fortini, que coordena o estudo, todos os sintomas relatados iniciaram após a infecção aguda e muitos deles persistiram durante os 14 meses, com algumas exceções, como trombose que, por ter sido devidamente tratada, por meio intervenções médicas adequadas, os pacientes se recuperaram em um período de cinco meses. 

“Temos casos de pessoas que continuam sendo monitoradas, pois os sintomas permaneceram para além dos 14 meses. Constatamos ainda que a presença de sete comorbidades, entre elas hipertensão arterial crônica, diabetes, cardiopatias, câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica e tabagismo ou alcoolismo levou à infecção aguda mais grave e aumentou a chance de ocorrência de sequelas”, explica a coordenadora.

Os resultados do estudo mostraram ainda que os sintomas pós-infecção se manifestam nas três formas da doença: grave, moderada e leve. Na forma grave, de um total de 260 pacientes, 86, ou seja, 33,1%, tiveram sintomas duradouros. 

Entre os 57 diagnosticados com a forma moderada da doença, 43, isto é, 75,4%, manifestaram sequelas e, dos 329 pacientes com a forma leve, 198 (59,3%) apresentaram sintomas meses após o término da infecção aguda. 

“Tais resultados mostram a importância de entendermos bem essas sequelas, uma vez que estão ocorrendo até mesmo em pessoas que, durante a fase aguda da infecção, estiveram assintomáticas”, ressalta a pesquisadora. 

Participantes

A pesquisa acompanhou pacientes atendidos no pronto-socorro do Hospital da Baleia e Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, ambos referência para Covid-19 em Belo Horizonte. Os pacientes procuraram atendimento entre abril de 2020 e março de 2021. Todos eles foram testados por RT-qPCR e tiveram diagnóstico positivo para a doença. 

O monitoramento dos sintomas e sequelas remanescentes foi feito por meio de entrevistas realizadas uma vez por mês, presencialmente ou por meio de uma plataforma virtual, no decorrer de 14 meses após diagnóstico confirmatório, no período compreendido entre março de 2020 a novembro de 2021. 

A idade dos participantes variou entre 18 e 91 anos; sendo que 53,9% eram do sexo feminino. Dos 646 pacientes acompanhados, apenas cinco haviam sido vacinados e, desses, três tiveram a Covid longa. 

De acordo com a pesquisadora Rafaella Fortini, as informações obtidas a partir do estudo permitem uma melhor compreensão acerca dos efeitos a longo prazo da Covid-19. 

“Trata-se de uma doença complexa, que pode atingir vários órgãos, e, dessa forma, ter informações é fundamental para que possa ser tratada adequadamente. Ainda há muito o que se conhecer: por que acontece? De que forma ela age no organismo? As respostas para esses questionamentos vão nos permitir entender a fisiopatologia da Covid longa, nos dando condições de resolver essas sequelas de maneira adequada”, destaca. 

Ainda segundo a pesquisadora, é importante que as pessoas busquem os serviços de saúde para o tratamento da Covid longa. “Há uma tendência de procurar tratamento apenas para as sequelas mais graves, como a trombose. Entretanto, é fundamental buscar ajuda médica para as outras questões, pois elas também podem interferir bastante na qualidade de vida das pessoas”, afirma.