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Em Afogados, Secretaria de Educação promove Semana da Pessoa com Deficiência

Por Nill Júnior

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colaborou Rodrigo Lima

A Secretaria Municipal de Educação promoveu uma semana inteira com atividades direcionadas aos portadores de deficiência física e seus familiares. Com o tema “educação e família: unidos no processo de inclusão”, a secretaria promoveu palestras, encontros e atividades de lazer envolvendo gestores e professores do núcleo de educação inclusiva, crianças com deficiência e seus familiares, com o objetivo de aproximar a escola da família.

Segundo a Secretária de Educação, Veratânia Morais, a semana visa promover uma maior interação entre família e escola, sobretudo buscando favorecer a inclusão escolar. “Queremos também mostrar para a sociedade a importância de refletirmos sobre as dificuldades que as pessoas que possuem algum tipo de deficiência física encontram para exercer seus direitos de cidadão,” destacou Veratânia.

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A reflexão é importante para que as pessoas adotem, no seu dia à dia, atitudes de solidariedade e cooperação para com as pessoas que possuem algum tipo de limitação física, bem como de repúdio às injustiças e discriminações contra elas praticadas. O respeito à diferença é fundamental para a construção de uma sociedade mais democrática quanto às oportunidades oferecidas aos seus cidadãos.

Outras Notícias

Oficializada candidatura de Paulo Jucá a estadual

Foi homologada nesta sexta-feira (05) na convenção da Frente Popular a candidatura do sertanejo Paulo Jucá a deputado estadual. Ele esteve no Recife acompanhado de uma comitiva de militantes, vereadores e prefeitos da região apoiadores do seu projeto, a exemplo dos prefeitos de Brejinho e São José do Egito. “Estive ontem em um evento que […]

Foi homologada nesta sexta-feira (05) na convenção da Frente Popular a candidatura do sertanejo Paulo Jucá a deputado estadual. Ele esteve no Recife acompanhado de uma comitiva de militantes, vereadores e prefeitos da região apoiadores do seu projeto, a exemplo dos prefeitos de Brejinho e São José do Egito.

“Estive ontem em um evento que parou o Recife. A Frente Popular de Pernambuco superlotou o Clube Português. Cheguei acompanhado de centenas de militantes e tive a candidatura homologada pelos convencionais. Diversos políticos também me acompanharam, como os prefeitos de Brejinho, São José do Egito, Jupi e Tião do Gesso de Araripina, além de dezenas de vereadores e lideranças de todo o estado de Pernambuco”, escreveu Jucá nas redes sociais.

Atuante há mais de 20 anos no serviço público, essa é primeira ocasião que Paulo Jucá concorre nas urnas para um cargo político. Ele é filho do saudoso Paulo Jucá, ex-prefeito de São José do Egito por três mandatos.

PT de Sertânia se complica na justificativa de não ter candidato a prefeito

Depois de uma nota da coluna Domingão do Blog do Nill, informando que o PT de Sertânia trocou o duvidoso ao retirar a candidatura a Prefeito do Dr.Orestes Neves, e optou pelo certo, jogando a toalha e se dizendo candidato à reeleição na Câmara, o Partido deu uma nota que mais complicou do que se […]

Depois de uma nota da coluna Domingão do Blog do Nill, informando que o PT de Sertânia trocou o duvidoso ao retirar a candidatura a Prefeito do Dr.Orestes Neves, e optou pelo certo, jogando a toalha e se dizendo candidato à reeleição na Câmara, o Partido deu uma nota que mais complicou do que se explicou.

Assinada pelo Presidente Álvaro Góis, o Partido dos Trabalhadores informa que retirou a candidatura de Dr. Orestes Neves por questões relacionadas a Resolução Nacional do PT que vetou alianças com os partidos da base aliada do governo Bolsonaro.

Diz ainda que candidatura de Dr.Orestes Neves era forte o suficiente para derrubar os coronéis de Sertânia. Daí ficam as perguntas: Se a candidatura era tão forte, por que não foi mantida? –

Se a resolução nacional proíbe aliança com partido da base de Bolsonaro, por que não disputa em faixa própria? – O partido da estrela em Sertânia, deixa a ideia de que assim como o nacional, perdeu o discurso. A análise é de Anchieta Santos para o blog.

Gilson Machado diz que continuará cantando Gonzagão

O presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, falou com exclusividade ao Blog do Magno sobre as críticas que netos de Luiz Gonzaga fizeram sobre o uso da música “Riacho do navio” em live com o presidente Jair Bolsonaro na última quinta-feira (2). Na ocasião, Gilson chegou a tocá-la. Em resposta à reclamação, decidiu interpretar “Asa […]

O presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, falou com exclusividade ao Blog do Magno sobre as críticas que netos de Luiz Gonzaga fizeram sobre o uso da música “Riacho do navio” em live com o presidente Jair Bolsonaro na última quinta-feira (2).

Na ocasião, Gilson chegou a tocá-la. Em resposta à reclamação, decidiu interpretar “Asa Branca” na sanfona.

Gilson Machado também explicou que continuará admirando o Rei do Baião.

“Nada vai mudar meu respeito e idolatria por Luiz Gonzaga, um exemplo para o nordestino e para minha carreira! Sempre toco músicas do Rei em todas as minhas apresentações. A chama do verdadeiro forró nunca pode se apagar. Deveria ser obrigatório, em todo evento junino no Nordeste, os artistas tocarem músicas de Luiz Gonzaga. Tenho orgulho de ser discípulo dele, nada nem ninguém vai mudar meu sentimento e respeito pelo Rei do Baião”, ressaltou.

Em um texto publicado nas redes sociais, Amora Pêra, Nanan Gonzaga e Daniel Gonzaga, filhos de Gonzaguinha, declararam que não autorizam o governo federal a utilizar canções assinadas por pessoas da família.

Contratos da Abreu e Lima renderam propina para três partidos, diz Youssef

Segundo doleiro, Eduardo Campos teria recebido R$ 10 milhões O doleiro Alberto Yousseff afirmou em depoimento da delação na Operação Lava-Jato que o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) – morto em acidente aéreo em agosto do ano passado – recebeu entre 2010 e 2011 R$ 10 milhões de propina por meio de contrato com […]

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Segundo doleiro, Eduardo Campos teria recebido R$ 10 milhões

O doleiro Alberto Yousseff afirmou em depoimento da delação na Operação Lava-Jato que o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) – morto em acidente aéreo em agosto do ano passado – recebeu entre 2010 e 2011 R$ 10 milhões de propina por meio de contrato com a Conest. Formado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, o consórcio era responsável pela execução de obras da Refinaria de Abreu e Lima. Ainda de acordo com Youssef, a propina destinada a Eduardo Campos ocorreu para o governo de Pernambuco não criar dificuldades nas obras.

O doleiro também afirma que o deputado federal pernabucano Eduardo da Fonte (PP) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) receberam entre 2010 e 2011 propinas de valores ainda não determinados pagas pela construtora Queiroz Galvão em contrato para implantação de tubovias em Abreu e Lima. O contrato referente a este serviço é da ordem de R$ 2,7 bilhões. O ex-presidente do PSDB, o pernambucano Sérgio Guerra também teria sido um dos beneficiários pela propina paga pela Queiroz Galvão. O tucano recebeu, de acordo com Youssef, parte dos R$ 10 milhões destinados para impedir a realização da CPI da Petrobras.

Ao custo de R$ 18,5 bilhões a Refinaria de Abreu e Lima é a obra mais cara em curso no Brasil.

PSB e família Campos negam

Em nota divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo a família de Eduardo Campos e o PSB afirmam repelir “veementemente a tentativa de envolver um a pessoa que não está mais aqui para se defender”. A nota afirma ainda que “todo mundo sabe” que a Petrobras é a responsável pela execução da obra “com contratos feitos pela diretoria da empresa, sem conexão alguma com o governo de Pernambuco”.

O deputado Eduardo da Fonte (PP) afirmou desconhecer os fatos citados por Youssef e confiar na Justiça. O PSDB, partido do ex-senador Sérgio Guerra, disse que mantém sua posição “em defesa das investigações da Lava-Jato”, e espera que os responsáveis pelo desvio bilionário de recursos da Petrobras sejam identificados e punidos.

Famílias cobram melhorias na saúde durante Ouvir para Mudar em Arcoverde

Durante o programa Ouvir para Mudar, realizado nesta sexta-feira (29), em Arcoverde, familiares da pequena Jade e de outras vítimas de suposta negligência hospitalar realizaram um protesto pacífico. Vestidos de preto e carregando cruzes e cartazes, eles pediram justiça e melhores condições no atendimento de saúde. O movimento ganhou força após o relato de Marcos […]

Durante o programa Ouvir para Mudar, realizado nesta sexta-feira (29), em Arcoverde, familiares da pequena Jade e de outras vítimas de suposta negligência hospitalar realizaram um protesto pacífico. Vestidos de preto e carregando cruzes e cartazes, eles pediram justiça e melhores condições no atendimento de saúde.

O movimento ganhou força após o relato de Marcos Rodrigues, pai de Jade, na sessão da Câmara de Vereadores do último dia 11. Ele afirmou que a filha teria sido vítima de falhas no atendimento prestado pela UTI pediátrica do Hospital Regional de Arcoverde, o que, segundo ele, contribuiu para a morte da criança.

Marcos disse que não gostaria de expor a dor da família em público, mas destacou que se sentiu obrigado a cobrar providências. Durante a sessão, entregou documentos ao vereador e médico Rodrigo Roa, que confirmou alterações em exames apresentados, embora tenha dito que não poderia se manifestar tecnicamente por conta do sigilo profissional.

O pai relatou uma série de supostas inconformidades, como registros médicos com datas incompatíveis e assinaturas feitas dias depois dos atendimentos. Segundo ele, o hospital demorou 15 dias para liberar o prontuário da filha, que permaneceu internada menos de 12 horas. Já no Hospital Mestre Vitalino, onde Jade ficou 10 dias, o documento foi entregue em apenas cinco.

Outra denúncia feita por Marcos foi de que sua esposa, enfermeira, teria sido impedida de acompanhar a filha durante a transferência na ambulância. Ele também questionou a qualificação da equipe que atuava na UTI pediátrica, formada por médicos recém-formados.

Em seu depoimento, Marcos pediu que a Comissão de Saúde da Câmara investigue o caso e cobre melhorias. “Hoje sou eu como pai. Amanhã pode ser qualquer um de vocês. Vamos fazer desse hospital um hospital, não um anexo do necrotério”, afirmou.