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Em Afogados, lei determina feriado em Corpus Christi. Serra transfere ponto facultativo

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio do decreto 3.516 de 01 de junho deste ano, decidiu transferir o ponto facultativo do dia 08 de junho (quinta-feira), que é o dia de Corpus Christi, para o dia 23 de junho, véspera de São João.

Essa decisão considerou o ato administrativo do governo do estado de Pernambuco, publicado no Diário Oficial em 30 de maio, que também transferiu o ponto facultativo para o dia 23 de junho. A prefeitura considerou mais eficiente para os serviços públicos manter as atividades no dia 08 de junho, uma vez que os órgãos estaduais estarão em funcionamento.

Em Afogados da Ingazeira, uma lei criada ano passado determina feriado. “Informamos que de acordo com a lei no. 940, de Agosto de 2022, ficou determinado que o dia estabelecido como dia de Corpus Christi seja considerado feriado municipal, passando a integrar o calendário anual oficial de feriados do município”, diz a prefeitura em nota.

Críticas da Igreja: Ano passado, o Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira e Pároco de Serra Talhada, Padre Josenildo Nunes de Oliveira, disse que o feriado de Corpus Cristhi é cercado de uma tradição cristã por ser um dia de guarda, de religiosidade plena em todo o Brasil. Também que a atividade comercial em cidades como Serra Talhada e Afogados da Ingazeira deveria respeitar isso, mantendo as portas fechadas o dia todo. Também que, com o fechamento dos bancos, não há impacto econômico que justifique abrir metade do dia.

“É  a memória de Jesus Cristo, nosso Salvador, presente em nosso meio pela Eucaristia. Hoje o comércio tem um grande apelo para não se conceder esses feriados, mas não se justifica essa opção de meio feriado. Não melhora nem piora a situação econômica das nossas cidades”.

O sacerdote vai além: “Há uma tentativa talvez não intencional mas como consequência de aos poucos ir negando a religiosidade do nosso povo. Um feriado como esse seria oportunidade para as pessoas não tendo o dia de trabalho viverem sua espiritualidade, sua fé”, lamentou.

Outras Notícias

Tulio Gadêlha deixa a disputa pela PCR após sofrer revés em Brasília

O deputado federal Túlio Gadêlha estava se movimentando no sentido de ocupar a liderança da minoria na Câmara dos Deputados, cargo que este ano ficará com o seu partido, o PDT, porém na reta final o deputado André Figueiredo, do Ceará, entrou na disputa e acabou sendo escolhido pelos colegas de bancada para o posto. […]

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O deputado federal Túlio Gadêlha estava se movimentando no sentido de ocupar a liderança da minoria na Câmara dos Deputados, cargo que este ano ficará com o seu partido, o PDT, porém na reta final o deputado André Figueiredo, do Ceará, entrou na disputa e acabou sendo escolhido pelos colegas de bancada para o posto.

A alegação dos colegas é de que não teria sentido dois parlamentares do mesmo estado, Wolney Queiroz e Túlio, ficarem, respectivamente com os cargos de liderança partidária e da minoria, e por isso a escolha por André Figueiredo.

Na reunião, o pernambucano ficou bastante chateado com a decisão dos colegas e mandou constar em ata que estava retirando a sua pré-candidatura a prefeito do Recife pelo partido, saindo aos prantos da reunião.

A turma do deixa disso tentou intervir, mas Túlio poderá ter dado a senha ao presidente Carlos Lupi para reconsiderar a candidatura própria e consequentemente atender ao pedido do próprio deputado de sair do jogo em 2020.

Teve parlamentar da bancada pernambucana que classificou a postura de Túlio como imaturidade, uma vez que estes reveses acontecem na política e não se pode tomar atitudes de cabeça quente como ele tomou, que podem trazer consequências devastadoras para a sua precoce carreira política. A informação é do Blog do Edmar Lyra.

Foguete da SpaceX com dois astronautas é lançado na Flórida

É o primeiro lançamento tripulado dos EUA em nove anos. Nave Dragon Crew levará tripulantes da Nasa à Estação Espacial Internacional (ISS). Foto: Reprodução G1 O foguete da SpaceX partiu neste sábado (30) do Cabo Canaveral, na Flórida, com dois astronautas da Nasa a bordo. É o primeiro lançamento tripulado dos Estados Unidos em nove […]

É o primeiro lançamento tripulado dos EUA em nove anos. Nave Dragon Crew levará tripulantes da Nasa à Estação Espacial Internacional (ISS).

Foto: Reprodução

G1

O foguete da SpaceX partiu neste sábado (30) do Cabo Canaveral, na Flórida, com dois astronautas da Nasa a bordo. É o primeiro lançamento tripulado dos Estados Unidos em nove anos.

Inicialmente previsto para quarta-feira, a viagem da nave Dragon Crew foi adiada para este sábado devido ao mau tempo. Novamente, as condições meteorológicas poderiam atrapalhar a missão nesta segunda tentativa, afirmou o dono da SpaceX, Elon Musk. Porém, o lançamento foi confirmado momentos antes da partida.

O presidente dos EUA, Donald Trump, acompanhou o lançamento ao lado do vice, Mike Pence.

Às 16h35 (de Brasília), a espaçonave Dragon Crew se desacoplou do foguete para seguir viagem rumo à estação espacial.

Quem são os astronautas?

Os astronautas Douglas Hurley e Robert Behnken foram os escolhidos para tripular a missão e viajar até a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

Behnken e Hurley são astronautas da Nasa desde 2000 e já foram ao espaço duas vezes em ônibus espaciais. Estão entre os membros mais experientes da equipe da agência, segundo a BBC, e foram treinados como pilotos de testes (o que tem sido crucial para preparar a nova aeronave).

Hurley, de 53 anos, já passou 28 dias e 11 horas no espaço, e Behnken, de 49, acumula 29 dias e 12 horas, incluindo 37 horas de caminhada espacial (fora do veículo ou da estação).

Ambos têm esposas astronautas: Behnken é casado com a oceanógrafa e engenheira aeroespacial Megan McArthur, que tem quase 13 dias de missões no espaço, segundo a Nasa. Já Hurley é casado com a ex-astronauta da agência Karen Nyberg, engenheira com 180 dias de missões espaciais.

Dá com uma mão, tira com a outra: CNM denuncia manobra em projeto que recompensa perdas dos municípios

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) denuncia com perplexidade manobra realizada no Congresso Nacional no projeto que cria recomposição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) até o fim de 2023. O projeto buscava amenizar a crise enfrentada pelos Entes locais, mas foi inserido um texto que permite a flexibilização do mínimo constitucional a ser aplicado pela União […]

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) denuncia com perplexidade manobra realizada no Congresso Nacional no projeto que cria recomposição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) até o fim de 2023.

O projeto buscava amenizar a crise enfrentada pelos Entes locais, mas foi inserido um texto que permite a flexibilização do mínimo constitucional a ser aplicado pela União em Saúde. Estima-se que o montante pode chegar a R$ 20 bilhões a menos para serviços à população, que já está desprotegida pelo colapso na área.

Cabe destacar, inicialmente, que a Constituição em seu art. 198, parágrafo 2º estabelece o mínimo que deve ser aplicado por cada Ente em Saúde com base na Receita Corrente Líquida (RCL) do exercício financeiro. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 136/2023 altera esse mínimo para se basear “na estimativa da RCL”. Espantoso é a ampla maioria do Congresso Nacional alterar, por meio de um projeto complementar, a Constituição. Alguns senadores chegaram a se manifestar contrários ao artigo 15, inclusive com emenda destacada para supressão na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, mas esta foi derrubada por 15 votos a 11 em votação nominal. Desrespeitam a Carta Magna e prejudicam o direito mais básico do cidadão, que é o acesso à Saúde, pegando carona em um projeto legítimo defendido pelo movimento municipalista para socorrer os Municípios. Até agosto, a diferença entre o estimado e o realizado já é de -6%, totalizando R$ 10 bilhões a menos para a saúde. Infelizmente, dão com uma mão e tiram com outra e quem paga essa conta mais uma vez é o cidadão.

Mobilização realizada em Brasília, nesta semana, com a presença de três mil gestores locais já havia alertado para o atual cenário que a população vive na saúde, bem como para o compromisso dos Municípios em continuar prestando os serviços essenciais em meio à alta demanda e à grave crise financeira. Enquanto os Municípios aplicam R$ 46 bilhões a mais em saúde do que prevê a Constituição, o governo federal adiciona somente R$ 12 bilhões no valor que é obrigado a pagar. Ou seja, o acréscimo de investimentos das cidades brasileiras, em valores absolutos, é quatro vezes maior do que a soma do governo federal. A denúncia fez parte de agendas do movimento com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Os Municípios destinam à área de saúde mais do que 15% do orçamento, percentual mínimo obrigatório. Em 2022, a média nacional ficou em 22,27% e cerca de 1,5 mil Municípios aplicaram percentuais acima de 25%, chegando a 30% em 457 Municípios. Com recursos próprios, os Entes locais custearam 60% das despesas em atenção primária em 2022. Os recursos recebidos da União pagaram apenas 40%. Considerando o valor total pago pelos Municípios em saúde em 2022, de R$ 233 bilhões, 59,6% foram arcados com recursos próprios dos Entes locais. A omissão da União explica o atual cenário: há 857 milhões de procedimentos ambulatoriais e 3,1 milhões de procedimentos hospitalares que foram represados no período de 2020 a 2022. Para atender à demanda reprimida, a entidade calcula que são necessários R$ 11,5 bilhões. Ou seja, o governo e o Congresso Nacional andam em caminho oposto à necessidade da população.

Importante ressaltar que a Confederação vai buscar entidades para acionar o Judiciário a fim de que o dispositivo inserido na proposta seja imediatamente suspenso e a população brasileira priorizada. É inaceitável que poderes federais usem uma proposta legítima como a defendida pela CNM para, por meio de uma redação jabuti, brincar com a vida das pessoas. Além disso, apesar de saber que se trata de uma articulação do governo federal, a CNM também vai atuar para que o texto seja vetado pelo governo, com base na ilegalidade da alteração.

Múltipla: 75% reprovam gestão LW

O governo do prefeito Wellington Maciel tem aprovação de 16% e desaprovação de 75%, de acordo com a pesquisa do Instituto Múltipla divulgada hoje pelo blog. Quando a população é chamada a classificar a gestão, 1% a consideram ótima, contra 6% que dizem ser boa, 30% que a avaliam regular, 19% que dizem ser ruim […]

O governo do prefeito Wellington Maciel tem aprovação de 16% e desaprovação de 75%, de acordo com a pesquisa do Instituto Múltipla divulgada hoje pelo blog.

Quando a população é chamada a classificar a gestão, 1% a consideram ótima, contra 6% que dizem ser boa, 30% que a avaliam regular, 19% que dizem ser ruim e 42%, péssima. Não opinaram, 2%.

Em agosto do ano passado, o governo era aprovado por 41% da população e reprovado por 52%, mostrando que a aprovação de LW diluiu.

Para que se tenha uma ideia, um levantamento realizado entre os dias 10 e 12 de dezembro de 2021 mostrava Wellington Maciel com 76,5% de aprovação.

Outros indicativos que demonstram avaliação negativa da população quanto à gestão: quando o Múltipla perguntou se a cidade está progredindo ou regredindo, apenas 10%  afirmaram que a gestão está progredindo, contra 62% que disseram estar parada e 23% que afirmaram estar regredindo. Ou seja, os que acham que a cidade está parada ou regredindo somam 85%. um total de 5% não opinaram.

O Múltipla também quis saber se Arcoverde está no caminho certo ou no caminho errado. Para 77% dos arcoverdenses, a cidade esta no caminho errado. Para 14% está no caminho certo. Não opinaram 9%.

A pesquisa foi registrada sob o número PE – 00938/2024, tendo como contratante o Blog Nill Júnior. Foi realizada dia 6 de junho, com 310 entrevistas.O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro para mais ou menos de 5,6%.

Fonte pública para realização da pesquisa – Censo 2010/2022 e TSE (maio/24)

Localidades pesquisadas: Nacidade, São Cristovão, COHAB 2, Vila do Presídio, Jardim da Serra, Centro, Alto Cardeal, Boa Vista, COHAB 1, São Geraldo, Boa Vista, Santa Luzia, Sucupira, Cruzeiro, Tamboril, São Miguel, Por do Sol, Maria de Fátima, Boa Esperança, Cidade Jardim e JK. Na Zona Rural: Caraíbas, Poços, Agrovila 15 metros, Malhada 2, Aldeia Velha, Riacho do Meio, Serra das Varas, Coqueiro, Peri Peri, Descobrimento, Ipojuca, Pedra de Fogo, Riacho do Mel, Fundão, malhada e Malhada 2.

UFPE vai implantar campus de Medicina em Sertânia até 2026

Em vídeo divulgado nesta quarta-feira (5) nas redes sociais da prefeita Pollyanna Abreu, o senador Humberto Costa, a gestora municipal e o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, destacaram os avanços nas tratativas para a implantação do campus da UFPE em Sertânia, com foco na área da saúde. Segundo o senador Humberto […]

Em vídeo divulgado nesta quarta-feira (5) nas redes sociais da prefeita Pollyanna Abreu, o senador Humberto Costa, a gestora municipal e o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, destacaram os avanços nas tratativas para a implantação do campus da UFPE em Sertânia, com foco na área da saúde.

Segundo o senador Humberto Costa, o projeto já conta com recursos assegurados pelo governo federal para o início da implantação. Ele informou ainda que a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) já deu aval para o projeto de criação e construção de um hospital universitário no município.

A prefeita Pollyanna Abreu ressaltou o apoio da UFPE e do senador na transformação do Hospital Municipal de Sertânia em uma futura unidade vinculada à universidade.

De acordo com o reitor Alfredo Gomes, o curso de Medicina do novo campus está previsto para ser iniciado no segundo semestre de 2026. Ele reforçou que a parceria entre o município, a UFPE e o governo federal será fundamental para garantir a estrutura necessária ao funcionamento da unidade.

O projeto representa um marco histórico para Sertânia e para o Sertão do Moxotó, abrindo caminho para o fortalecimento do ensino superior público no interior de Pernambuco e ampliando o acesso à formação médica e aos serviços de saúde na região.