Eleições 2020: Nely e Maria Helena afirmam ter o apoio de Josete em Tabira
Por André Luis
Por Anchieta Santos
Nesta quarta-feira (15), a chapa da terceira via em Tabira, formada por Nely Sampaio e Maria Helena, participaram da Live Mulheres na Gestão Pública.
A conversa foi promovida pelo blogueiro Marcello Patriota em sua página em rede social.
Na oportunidade, Maria Helena, candidata a vice-prefeita e filha do atual vice José Amaral, anunciou que a chapa terá o importante apoio do ex-prefeito de Tabira Josete Amaral.
Resta saber qual será a motivação de Josete Amaral para participar do próximo pleito, uma vez que nas últimas eleições não se envolveu muito nas campanhas, mesmo tendo candidatos, como o próprio irmão Zé Amaral.
Uma família inteira composta por pai, mãe e duas filhas contraíram o novo coronavírus em Serra Talhada e na quinta-feira (4), houve um final trágico. O pai, de 77 anos, que residia no Alto da Conceição, faleceu às 18h50 no Hospital Eduardo Campos. A morte foi confirmada pela XI Gerência Regional de Saúde (Geres) e […]
Uma família inteira composta por pai, mãe e duas filhas contraíram o novo coronavírus em Serra Talhada e na quinta-feira (4), houve um final trágico.
O pai, de 77 anos, que residia no Alto da Conceição, faleceu às 18h50 no Hospital Eduardo Campos. A morte foi confirmada pela XI Gerência Regional de Saúde (Geres) e pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Segundo o boletim, o teste que positivou para o Covid-19 foi feito no dia 27 de dezembro, no próprio hospital. A reportagem do Farol de Notícias apurou que a esposa e as filhas tiveram alta.
Agora, o município contabiliza 93 mortes pelo novo coronavírus, já incluindo a do comerciante Ivaldo Nunes de Carvalho. Já o óbito de Maria Cotinha de Carvalho foi retirado da lista, após intensa investigação.
O padre Josenildo Nunes celebrou seus 25 anos de sacerdócio. Foi na Concatedral de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada, onde é Pároco. A celebração foi presidida pelo bispo emérito, Dom Egídio Bisol. Padre Josenildo recebeu homenagens de sacerdotes das paróquias vizinhas, de outras dioceses, de familiares e amigos. História: Padre JOSENILDO NUNES DE OLIVEIRA […]
O padre Josenildo Nunes celebrou seus 25 anos de sacerdócio. Foi na Concatedral de Nossa Senhora da Penha, em Serra Talhada, onde é Pároco.
A celebração foi presidida pelo bispo emérito, Dom Egídio Bisol. Padre Josenildo recebeu homenagens de sacerdotes das paróquias vizinhas, de outras dioceses, de familiares e amigos.
História:
Padre JOSENILDO NUNES DE OLIVEIRA nasceu em 4 de maio de 1972 em Flores, Sertão do Pajeú.
Natural da comunidade de Saco do Romão, é o segundo de quatro filhos do casal Maria Nunes de Oliveira, dona Téia, e Cosmo Laurindo de Oliveira.
Após o despertar de sua vocação sacerdotal, em fevereiro de 1992 ingressa no Propedêutico no Seminário São José, em Patos Paraíba.
Um ano depois, em fevereiro de 1993, ingressa no Seminário Maior, Imaculada Conceição, em João Pessoa, Paraíba, onde cursa Filosofia e Teologia.
Em fevereiro de 1998, realiza estágio Pastoral na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama.
Sua ordenação diaconal se dá em 8 de agosto de 1998, em Tuparetama.
Em 4 de dezembro de 1998, é ordenado sacerdote, em Flores, sua terra natal.
Em fevereiro de 2000 assume a primeira Paróquia: São Francisco de Assis, Afogados da Ingazeira. Foi o primeiro responsável por aquelas comunidades, instaurando as novas atividades pastorais e administrativas.
Em 4 de maio de 2001, é nomeado para a Paróquia de Santo Antônio, em Patos, Paraíba.
Concluída a missão, em 2 de fevereiro, retorna à Paróquia São Francisco, para festa da comunidade de Afogados da Ingazeira.
Em 24 de Julho de 2005, toma posse na Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remedios, Afogados da Ingazeira. Como sede da Diocese, uma missão desafiadora, mas tocada com muito zelo e amor mútuo entre sacerdote e comunidade.
Em 24 de Fevereiro de 2017, é empossado na Paróquia de Nossa Senhora da Penha, Serra Talhada, onde para nossa gratidão atua até hoje.
É ainda uma das referências em liturgia da Diocese e do Regional Nordeste 2 da CNNB, frequentemente convidado para atividades de formação na área.
Também Gerente Administrativo Adjunto da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, mantenedora da Rádio Pajeú, Museu do Rádio e Cine São José.
A Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – Aesa recebeu nesta segunda-feira, dia 17 de dezembro, o parecer de Aprovação Sem Restrições para a implementação do curso de Direito, pelo Conselho Estadual de Educação – CEE. Com a confirmação, a Aesa programou para os próximos dias 10 e 23 de janeiro, o período de inscrições […]
A Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – Aesa recebeu nesta segunda-feira, dia 17 de dezembro, o parecer de Aprovação Sem Restrições para a implementação do curso de Direito, pelo Conselho Estadual de Educação – CEE.
Com a confirmação, a Aesa programou para os próximos dias 10 e 23 de janeiro, o período de inscrições para o Vestibular Extra da instituição, que também contempla o novo curso de Engenharia Civil, anunciado também pelo CEE como aprovado para a autarquia, em novembro deste ano.
“O vestibular para estes dois novos cursos acontece no dia 27 de janeiro do próximo ano. Já o período para a realização das matrículas dos aprovados está previsto para acontecer entre os dias 04 e 08 de fevereiro, possibilitando que as aulas já tenham início no dia 15 do mesmo mês”, informou o presidente da Aesa, Roberto Salomão Coelho. “Com estas duas conquistas efetivadas, passamos a ofertar 15 cursos superiores a partir de 2019”, destacou.
Ainda de acordo com Roberto Coelho, “apesar das dificuldades que o Brasil passa e, por consequência, também estamos enfrentando, nunca perdemos a esperança em buscar o crescimento. Quero agradecer a prefeita Madalena Britto pelo apoio e a confiança depositada em mim, agradecer também a todos os professores envolvidos nesse projeto, e ratificar que em sua gestão a Aesa vai registrar, em seus anais, o maior crescimento dos últimos 50 anos de fundação e funcionamento”.
Ideia é para reduzir esquema de empreiteiras O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) apresentou, nesta terça-feira (05), Projeto de Lei Complementar (PLC nº 453/2017) que pode atribuir ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública. A PLC sugerida pelo parlamentar altera o artigo 17 da Lei Complementar nº […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) apresentou, nesta terça-feira (05), Projeto de Lei Complementar (PLC nº 453/2017) que pode atribuir ao Exército a execução de obras e serviços de engenharia sem necessidade de licitação pública.
A PLC sugerida pelo parlamentar altera o artigo 17 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, e especifica quais projetos poderão ser tocados pelos militares sem que haja processo licitatório.
São eles: obras com orçamento acima de R$ 15 milhões paralisadas, abandonadas ou em atraso superior a um ano; obras de infraestrutura rodoviária, ferroviária, metroviária, hidroviária, portos e aeroportos – orçados acima de R$ 15 milhões; obras de geração e transmissão de energia, incluindo – mas não limitado – a hidroelétricas, termelétricas, termonucleares, usinas eólicas e fotovoltaicas, acima de R$ 15 milhões; e quaisquer obras públicas acima de R$150 milhões.
Na justificativa da PLC, Gonzaga Patriota argumenta que a Operação Lava-Jato demonstrou claramente como o “cartel das grandes empreiteiras” se tornou o principal entrave ao desenvolvimento do Brasil, impedindo a construção de uma infraestrutura nacional básica.
“Aliada à corrupção em larga escala, ao superfaturamento de obras públicas e a tática do atraso para exigir reajustes e aditivos absurdos, esse cartel se locupletou com o dinheiro público às custas da miséria de toda uma Nação. Desvendado o esquema, ao invés de extingui-lo, o Poder Público continua repassando as grandes obras públicas as mesmas empreiteiras, afirmando que não há outra opção. Não se pode fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”, disse o deputado.
Gonzaga diz estar ciente de que a principal missão constitucional do Exército é defender a pátria, e que a cooperação com o desenvolvimento nacional por meio da execução de obras e serviços de engenharia é a apenas uma ação subsidiária. Porém alega que a Força Armada possui grande experiência em construção, ampliação, reforma, adaptação, reestruturação e conservação de obras em todo o território nacional, empregando as mais avançadas tecnologias da área de infraestrutura.
A decisão do prefeito Wellington Maciel de desistir da pré-candidatura à reeleição, pode e será lida por vários ângulos. Mas na verdade, há pouco o que se acrescentar diante de um ato dessa natureza. Wellington opta pela saída digna, diante da iminente humilhação eleitoral a que estaria exposto se seguisse em frente. Se na vida […]
A decisão do prefeito Wellington Maciel de desistir da pré-candidatura à reeleição, pode e será lida por vários ângulos.
Mas na verdade, há pouco o que se acrescentar diante de um ato dessa natureza. Wellington opta pela saída digna, diante da iminente humilhação eleitoral a que estaria exposto se seguisse em frente.
Se na vida pé fato que um pedido de desculpas desarma, uma atitude de reconhecer não ter condições de insistir em um projeto político, também. LW veio de uma eleição histórica, uma virada improvável na última semana da campanh de 2020, porque alimentou a esperança de que seria diferente, oempresário bem sucedido que daria um novo ritmo à gestão pública. Não deu.
A gestão Wellington mais espalhou que uniu, mais dividiu que juntou, errando na condução política, perdendo aliados, de Israel Rubis a vereadores, por uma soma de falta de habilidade política com uma patológica visão de ameaças que, ao contrário, teriam sido braços de sua gestão. A condução da esposa, Rejane, de parte dos auxiliares, além de alguns aproveitadores, somados à inabilidade com a imprensa, fraca interlocução com os bairros e comunidades, fizeram os ingredientes desse caldeirão chamado rejeição.
Reconhecer isso, mesmo que não publicamente, explica o gesto de hoje e a desistência. A saída da disputa ao menos oportuniza um caminho traçado pela porta da frente. Minimiza os efeitos negativos e, quem sabe, pode até impactar nas próximas pesquisas, porque desarma parte da população.
Se ouvir conselho, ideal seria seguir na neutralidade, independente do que pensa o MDB. Seria um constrangimento ver um dos pré-candidatos rejeitando seu apoio, o que pode acontecer dada a sua condição atual. Também lhe fará bem trabalhar uma sucessão com sobriedade, retomando suas atividades empresariais, voltando ao ambiente onde é bem avaliado, da história empresarial de sucesso, que o projetou por quatro anos à política.
Muitas vezes, recuar e dizer “não deu” é mais digno que insistir naquilo que não tem mais respaldo na base da sociedade. Com a decisão, Wellington se prova mais humano, assumindo com a decisão de não ir à reeleição que errou, assume, abre mão da política, e segue em frente…
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