Notícias

Egipcienses convocadas para representar Pernambuco na Copa do Nordeste de Beach Tennis

Por Nill Júnior

Geórgia Marinho e Amanda Salvador, atuais líderes do Ranking Pernambucano na categoria D, foram convocadas para integrar a Seleção de Pernambuco na Copa do Nordeste.

A competição será realizada nos dias 13 e 14 de abril na cidade de Natal. Representando a Arena M2 de São José do Egito, as atletas vêm se destacando no circuito pernambucano e são as atuais líderes na categoria D.

Venceram quatro das seis etapas até o momento. As atletas vêm chamando a atenção para o desenvolvimento do esporte no interior.

A Arena M2 de São José do Egito, também foi escolhida como sede de uma etapa do circuito. O I Pajeú Open (nome dado a etapa), será realizado entre os dias 1 a 5 de maio e contará com várias categorias e com atletas iniciantes a atletas profissionais.

Serão mais de R$ 50 mil em premiação e valerá para o Ranking Pernambucano com a graduação de 300 pontos, uma das mais altas do circuito.

Outras Notícias

Raquel faz panfletaço no Recife e destaca investimentos no Hospital da Restauração

Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, […]

Candidata realizou ato de campanha na Avenida Agamenon Magalhães, na terça-feira (25), e usou a passagem em frente ao Hospital da Restauração para citar as obras realizadas na unidade.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou de um panfletaço, na tarde da terça-feira (25), na Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, no Recife.

Durante a agenda de campanha, realizada nas proximidades do Hospital da Restauração (HR), Raquel destacou os investimentos realizados pelo Governo de Pernambuco na requalificação da unidade.

A candidata afirmou que as intervenções envolvem obras estruturais, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais. Segundo ela, mais de R$ 150 milhões estão sendo investidos no hospital.

O Hospital da Restauração passa por um conjunto de intervenções em diferentes setores. Dados divulgados anteriormente pela Secretaria Estadual de Saúde apontam investimento de aproximadamente R$ 168 milhões na ampliação e recuperação da unidade.

A vice-governadora e candidata à reeleição Priscila Krause (PSD) também participou do ato. O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) acompanhou a agenda.

Raquel tem um novo panfletaço previsto para esta quarta-feira (26), às 8h, novamente na Avenida Agamenon Magalhães, nas proximidades da Praça do Derby.

Foto: Beto Figueiroa

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

“Tudo o que foi dito é mentira”, diz Paulo sobre guia de Armando

do JC Online O candidato a governador pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), afirmou que a campanha adversária de Armando Monteiro (PTB) diz “mentiras” no guia eleitoral. “Tudo o que foi dito é mentira”, atacou, após caminhada ontem pela comunidade do Coque. O socialista disse que está “bem esclarecida” a questão sobre a concessão do […]

7db4ae50d44d716bd5a2232325c191bb

do JC Online

O candidato a governador pela Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), afirmou que a campanha adversária de Armando Monteiro (PTB) diz “mentiras” no guia eleitoral. “Tudo o que foi dito é mentira”, atacou, após caminhada ontem pela comunidade do Coque.

O socialista disse que está “bem esclarecida” a questão sobre a concessão do benefício fiscal a Bandeirantes Pneus, empresa que aparece como uma das compradoras do avião que matou o ex-governador Eduardo Campos no mês passado. O caso, que tem indícios de empresas laranjas envolvidas, está sendo investigado pela Polícia Federal (PF).

Paulo lembrou, ainda, que o benefício fiscal foi concedido em 2004, no governo de Jarbas Vasconcelos (PMDB). E frisou que a concessão é decidida por um conselho, no qual a Fiepe, então presidida por Armando, tem assento. Citou também que em 2010, foi o conselho que renovou, quando ainda não era secretário. “Em 2011, dei prosseguimento. A empresa até então estava com todas as suas certidões regulares. Não tenho consciência naquele momento de nenhum tipo de irregularidade”, completou. Ele voltou a taxar o assunto de “factóide”.

Iniciada às 16h40, a caminhada durou quase duas horas. As atenções dos moradores ficaram divididas com a presença do filho mais velho de Eduardo, João Campos. A todo tempo, ele era assediado pelas jovens. Tirou muitas fotos e causou frisson. Em vários momentos, ouviu-se: “Olha ele ali. O filho de Eduardo”.

Lula substitui Nísia Trindade por Alexandre Padilha no Ministério da Saúde

O Palácio do Planalto confirmou, na noite desta terça-feira (25), a substituição da ministra da Saúde, Nísia Trindade, pelo atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. A mudança será oficializada em cerimônia de posse marcada para o dia 6 de março. De acordo com a nota oficial divulgada pelo governo, o presidente Luiz Inácio Lula […]

O Palácio do Planalto confirmou, na noite desta terça-feira (25), a substituição da ministra da Saúde, Nísia Trindade, pelo atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. A mudança será oficializada em cerimônia de posse marcada para o dia 6 de março.

De acordo com a nota oficial divulgada pelo governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comunicou a decisão à ministra durante reunião realizada na tarde desta terça-feira. No comunicado, Lula agradeceu a Nísia pelo trabalho e dedicação à frente da pasta.

A saída de Nísia Trindade já vinha sendo especulada há semanas e ocorre no contexto de uma reforma ministerial em etapas, cujo objetivo é fortalecer a articulação política do governo com o Congresso e recuperar popularidade junto ao eleitorado.

Com a mudança, Alexandre Padilha, que já ocupou o cargo de ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff, retorna à pasta em um momento estratégico para o governo, que busca consolidar avanços na área e reforçar sua base política.

Casas Bahia fecham portas em cidades de Pernambuco

As Casas Bahia fechou as unidades de Arcoverde e Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, em meio a uma nova rodada de redução da estrutura da companhia. Segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico, do Grupo Globo, a empresa fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários em todo o Brasil. Em Arcoverde […]

As Casas Bahia fechou as unidades de Arcoverde e Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, em meio a uma nova rodada de redução da estrutura da companhia. Segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico, do Grupo Globo, a empresa fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários em todo o Brasil.

Em Arcoverde e Afogados da Ingazeira, funcionários foram surpreendidos com os desligamentos. Conforme relatos, os trabalhadores receberam os valores devidos no momento da demissão e não teriam recebido aviso prévio sobre o fechamento das unidades.

A empresa também prepara uma nova rodada de cortes que pode atingir até 30% do quadro de funcionários, segundo o Valor Econômico. A medida inclui novas demissões e fechamento de lojas enquanto a companhia reduz sua estrutura operacional.

A divulgação dos resultados do segundo trimestre, inicialmente prevista para quarta-feira (12), foi adiada para esta sexta-feira (14). A empresa também marcou uma teleconferência para segunda-feira (17). De acordo com o jornal, a mudança ocorreu para que a companhia concluísse o novo plano de reestruturação. Fornecedores já acompanham o processo e avaliam os possíveis impactos da redução da operação.

Os novos cortes ocorrem após anos de redução da rede física e de reestruturação financeira. Nos 12 meses encerrados em março, o grupo fechou 26 lojas, sendo 12 da Casas Bahia e 14 do Ponto Frio. Ao final de 2025, a companhia tinha 1.042 unidades, contra 1.064 no ano anterior e 1.078 no fim de 2023.

A empresa também enfrenta dificuldades financeiras. No primeiro trimestre de 2026, a Casas Bahia registrou prejuízo de quase R$ 1,1 bilhão, mais que o dobro do resultado negativo registrado no mesmo período de 2025. No ano passado, o prejuízo líquido consolidado não ajustado chegou a aproximadamente R$ 3 bilhões.

Até o momento, não foram divulgados detalhes específicos sobre o número de funcionários desligados nas unidades de Arcoverde e Afogados da Ingazeira.

Senado aprova regras para estabilização de preço de combustíveis

O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (10), o projeto de lei que cria regras para estabilização dos preços de combustíveis (PL 1472/2021).  O projeto cria um sistema de bandas de preços, que limitará a variação, e uma conta federal para financiar essa ferramenta.  Além disso, estabelece um auxílio de até R$ 300 mensais para […]

O Plenário do Senado aprovou, nesta quinta-feira (10), o projeto de lei que cria regras para estabilização dos preços de combustíveis (PL 1472/2021). 

O projeto cria um sistema de bandas de preços, que limitará a variação, e uma conta federal para financiar essa ferramenta. 

Além disso, estabelece um auxílio de até R$ 300 mensais para motoristas autônomos de baixa renda. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

Durante a votação do texto, os senadores afirmaram que o sistema proposto é a solução “possível” neste momento para a crise do petróleo, mas defenderam que o Brasil busque a autossuficiência na produção de combustíveis para não depender de importações.

O senador Jean Paul Prates (PT-RN), relator do projeto e autor do substitutivo final, afirmou que o Brasil sempre teve ferramentas para amortecer a variação do preço internacional do barril – como a Parcela de Preço Específica (PPE), extinta em 2002, pela qual o Tesouro Nacional compensava a Petrobras. Segundo o senador, a situação em vigor desde 2017, quando a Petrobras estabeleceu a paridade absoluta, corresponde a uma privatização da empresa.

“O mercado brasileiro está sujeito a toda e qualquer oscilação, praticamente em tempo real, do preço internacional, como se a Petrobras fosse integralmente privada ou como se todas essas refinarias fossem privadas, concorrendo com produto importado. O que nós estamos hoje vivendo, com [a paridade], é uma simulação de mercado brasileiro como se nós não produzíssemos nada no Brasil e não refinássemos nada no Brasil”, criticou.

Jean Paul também destacou que o sistema de bandas de preço é mais eficiente e confiável para estabilizar os preços do que cortar impostos ou criar subsídios para o setor de petróleo.

“Nós estamos aqui diante da principal ferramenta. Tudo o mais é acessório a essa conta de estabilização, porque a conta de estabilização mexe no preço principal. Isentar ou desonerar impostos pode ser consumido numa simples alta de preço ou numa guerra como esta, em que o preço dá um salto de 10 dólares num dia só ou mais. Consome tudo isso”, afirmou.

Os parlamentares que se opuseram ao projeto disseram que ele poderá prejudicar as contas públicas. O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) apontou para a possibilidade de desequilíbrio orçamentário. Segundo ele, as fontes indicadas pelo projeto para abastecimento da conta de estabilização são necessárias hoje para financiar outras despesas.

“Os dividendos da Petrobras existem, mas são ridículos. O governo usou esse dinheiro para pagar a dívida interna. Se nós desviarmos esse dinheiro para o fundo de estabilização, o governo terá que emitir título da dívida. Superávit financeiro de fonte livre: o governo usou esse dinheiro para pagar benefícios do INSS. Se nós tirarmos esse dinheiro, podemos comprometer a própria previdência pública. Nenhuma dessas fontes citadas tem dinheiro que não esteja sendo usado. Você vai sempre desfalcar outra fonte”, argumentou.

O senador Carlos Viana (MDB-MG), vice-líder do governo, cumprimentou o senador Jean Paul Prates por ter conduzido “habilmente” as negociações, mas se disse contrário a instalação do mecanismo de controle dos preços de combustíveis.

“Um dos grandes erros que o Brasil cometeu ao longo da sua história foi a ideia de que seria autossuficiente e que seríamos capazes de resolver sozinhos os nossos problemas. Isso virou política estatizante, fechamento da economia. [O projeto] tem defeitos gravíssimos da história passada brasileira: intervenção, tabelamento, a criação de um fundo cuja renda, num primeiro momento, pode ser suficiente, mas depois não é”, afirmou.

Alguns senadores defenderam o fim da política de paridade de preços. Foi o caso de Rogério Carvalho (PT-SE), autor da versão original do PL 1472. Para ele, a mudança dessa política seria a “alternativa dos sonhos” e deverá ser objetivo do próximo governo.

“Nós não estamos tratando de uma commodity qualquer. [O petróleo] é responsável pela geração de energia, pela logística do país, é base na indústria para diversos setores. Estamos falando de um produto cujo aumento e paridade com o dólar, com o preço de importação, é um fator gravíssimo para a nossa economia”, argumentou.

O projeto também cria o Auxílio Combustível Brasileiro (ACB), valor mensal a ser pago pelo governo federal para taxistas, motoristas de aplicativo, motociclistas e condutores de pequenas embarcações. A iniciativa veio de emendas dos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Eduardo Braga (MDB-AM). 

Alessandro lembrou que a legislação veda a concessão de benefícios em ano de eleições, como é o caso de 2022, mas ponderou que o ACB se justifica porque é uma compensação para o consumidor de baixa renda.

“A interpretação do Tribunal Superior Eleitoral é de que tudo isso deve representar uma vantagem especial para que possa ser vedado. No caso, o que nós estamos fazendo é a concessão de um valor para tentar trazer para uma situação de normalidade. Não estamos concedendo uma vantagem para o consumidor. Estamos tentando reduzir o dano causado por situações externas, totalmente estranhas ao controle dos brasileiros. Tranquilizo aqueles que têm uma preocupação exagerada com este tema. Não se trata de medida eleitoreira, trata-se de tentar garantir um mínimo de normalidade para aquele cidadão que mais precisa”.

Os senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Carlos Portinho (PL-RJ) comemoraram a aprovação do projeto como um ato de proatividade do Senado, e avaliaram que o sistema de estabilização de preços não representa uma interferência estatal na economia de mercado.