O vereador Edmundo Barros, 66 anos, se recupera na UTI do Imip, área central do Recife, após se submeter a um transplante de fígado.
A cirurgia era tida como necessária diante dos problemas de saúde que o vereador, líder do governo Nicinha Melo na Câmara, estava enfrentando.
A insuficiência hepática exigia um transplante e ele entrou na fila, tendo sido chamado assim que foi encontrado um órgão compatível. Geralmente o paciente é convocado imediatamente. Entre o chamado e o procedimento, passam-se poucas horas.
Segundo familiares,o procedimento foi bem sucedido. O vereador está na UTI da unidade mas respira sem ajuda de aparelhos. Nesses casos, as horas pós transplante são muito importantes. A família está confiante e agradece as orações.
Edmundo Barros foi eleito com 832 votos em 2020. Chegou a ser cotado para presidir a Câmara mas perdeu a disputa para Djalma das Almofadas.
Tido como político moderado e de bom trato com todos, tem boa relação com governistas e oposicionistas. Está no sexto mandato de vereador.
Durante a agenda de visitas ao longo do final de semana pelo Sertão de Pernambuco, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) constatou que há uma forte pressão popular para que os parlamentares votem pela aceitação da denúncia contra o Presidente Michel Temer na sessão da Câmara dos Deputados do próximo dia 02 de agosto. Tadeu […]
Durante a agenda de visitas ao longo do final de semana pelo Sertão de Pernambuco, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) constatou que há uma forte pressão popular para que os parlamentares votem pela aceitação da denúncia contra o Presidente Michel Temer na sessão da Câmara dos Deputados do próximo dia 02 de agosto.
Tadeu foi a São José do Egito, Serra Talhada e Serrita, onde acompanhou a execução de obras nos municípios, conversou com a população e se reuniu com lideranças políticas, a exemplo do prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB), do vice-prefeito, Eclériston Ramos (PSB), vereadores e secretários municipais, e também com o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT).
Membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o parlamentar recebeu elogios pelo voto favorável à aceitação da denúncia no colegiado e foi estimulado a manter a posição. “Em todos os contatos que fiz ficou evidente o clamor popular para que o parlamento brasileiro não blinde o Presidente da República. Se qualquer cidadão, qualquer servidor, tem o dever de agir com ética, ao Presidente da República cumpre um dever muito maior, porque deveria ser exemplar”, afirmou.
Para Tadeu, há uma forte indignação também ao conteúdo das reformas trabalhista e da Previdência encaminhadas pelo Governo Temer. Sobre a posição do PSB, reforçou que a Executiva Nacional do partido fechou questão contra as reformas e orientou seus parlamentares a votar sim para que Temer seja investigado. Para ele, a pressão popular deve se intensificar, e certamente os demais parlamentares que estão visitando suas bases durante o recesso, estão percebendo isto, o que pode contribuir para a aceitação da denúncia.
Obras e reuniões – Tadeu aproveitou o giro pelo Sertão para intensificar o contato com parceiros políticos, conferir obras e prestigiar eventos tradicionais como a Festa Universitária de São José do Egito e as comemorações pela Missa do Vaqueiro, em Serrita. Em Serra Talhada, reuniu-se com o prefeito Luciano Duque (PT) para tratar de emendas parlamentares que podem ser encaminhadas para o município.
Também em São José do Egito, cumpriu agenda de trabalho, visitando obras que contaram com recursos do Governo do Estado, a exemplo da barragem Guardião e do sistema simplificado de abastecimento d’água do Sítio Barra Nova, que juntas beneficiarão quase 700 famílias do município. “Mesmo diante de um cenário de crise econômica nacional, o governo Paulo Câmara tem mantido o fluxo de investimentos para os municípios, e no Sertão há um olhar especial sobretudo para a universalização do abastecimento d´água, além do grande papel que os recursos do FEM tem cumprido sobre as obras de infraestrutura urbana”, elogiou.
A Prefeitura do Ipojuca anunciou, nesta segunda-feira (29), uma série de medidas que estão sendo adotadas de forma imediata após o grave episódio de agressão envolvendo um casal de turistas do Mato Grosso, ocorrido no último fim de semana na praia de Porto de Galinhas, um dos principais destinos turísticos do Brasil. Desde que tomou […]
A Prefeitura do Ipojuca anunciou, nesta segunda-feira (29), uma série de medidas que estão sendo adotadas de forma imediata após o grave episódio de agressão envolvendo um casal de turistas do Mato Grosso, ocorrido no último fim de semana na praia de Porto de Galinhas, um dos principais destinos turísticos do Brasil.
Desde que tomou conhecimento do ocorrido, a gestão municipal diz em nota que “passou a acompanhar o caso de forma direta, reforçando ações de fiscalização e adotando providências administrativas para garantir a apuração dos fatos e a preservação da ordem pública”.
“A Prefeitura do Ipojuca reforça que repudia qualquer forma de violência e reafirma seu compromisso com a segurança, o respeito aos visitantes e a defesa dos direitos do consumidor. O município destaca que episódios dessa natureza são inaceitáveis e não refletem a vocação de Porto de Galinhas como destino acolhedor, seguro e preparado para receber turistas de todas as partes do país e do mundo e mundialmente premiado”, acrescentou.
Diante do ocorrido, a Prefeitura determinou as seguintes ações imediatas:
Suspensão temporária, pelo prazo de uma semana, das atividades da barraca envolvida no episódio; Reforço das ações de fiscalização na orla, com ampliação do efetivo da Guarda Municipal e da Secretaria de Meio Ambiente atuando na área;
Ainda comunicação formal à barraca para o afastamento imediato e preventivo dos garçons e atendentes envolvidos, até a conclusão das investigações; intensificação da fiscalização para coibir práticas irregulares, como venda casada e exigência de consumação mínima.
Por fim, reforço das ações de fiscalização quanto ao cumprimento do Código de Defesa do Consumidor, inclusive sobre a ação de pessoas que atuam de forma irregular como “flanelinhas”.
As ações fazem parte de um conjunto de medidas que vêm sendo adotadas pela gestão municipal para fortalecer a segurança, a organização do comércio de praia e a boa experiência dos visitantes.
“A Prefeitura do Ipojuca seguirá atuando de forma integrada com os órgãos de fiscalização e segurança para evitar novos episódios e garantir que Porto de Galinhas continue sendo um destino turístico pautado pelo respeito e pela hospitalidade”, conclui.
Para situações de emergência ou registro de ocorrências, está disponível o canal do CIDEM, pelo telefone (81) 99463-2859.
Prefeito finalmente falou
Acusado de omissão no esquema de venda de barracas e abusivos na Praia de Porto de Galinhas, o prefeito Carlos Santana resolveu falar.
Deu uma declaração protocolar dizendo que identificou os responsáveis e os suspendeu “temporariamente”.
A pergunta que fica: a prefeitura enfim vai moralizar a orla de Porto dos frequentes abusos contra turistas? Porque essa conversa não colou…
O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não […]
O retorno do ministro Marcelo Queiroga à CPI da Pandemia, marcado para a próxima semana, ganhou novos contornos com o depoimento da infectologista Luana Araújo nesta quarta-feira (2). Após ouvirem a médica falar de sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministérios a Saúde — ela chegou a ser anunciada, mas não nomeada — senadores de oposição disseram que Queiroga vai precisar responder sobre a sua real autonomia no comando da pasta.
Por outro lado, senadores da base do governo afirmaram que o episódio foi um ato corriqueiro de administração e não traz nenhuma evidência de interferência política sobre a Saúde. Eles também lamentaram a nova convocação de Queiroga e destacaram como algo que pode atrapalhar a condução do combate à pandemia, ao tirar o ministro da linha de frente.
O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), acredita que o depoimento de Luana Araújo dá nova dimensão à ideia de um “gabinete paralelo” no governo federal, trabalhando à margem do Ministério da Saúde. Para Randolfe, esse núcleo não foi neutralizado com a chegada de Marcelo Queiroga, ao contrário do que o ministro teria sinalizado.
— Existe um gabinete negacionista, um grupo que continua impedindo que os melhores quadros da ciência brasileira possam contribuir no enfrentamento à pandemia. Até os senadores governistas confirmaram que ela preenche os requisitos técnicos. Qual a razão para se vetar um quadro dessa qualidade?
O senador Humberto Costa (PT-PE) entende que as afirmações de Queiroga à CPI sobre ter autonomia para montar sua equipe estão em dúvida e fazem parte das contradições que o ministro precisará explicar em seu novo depoimento. O senador, que foi ministro da Saúde no governo Lula, também disse que as credenciais técnicas de Luana Araújo são claras, mas não teriam ajudado o país no contexto atual.
— O ministério tem uma burocracia de carreira muito importante, funcionários experientes e bem formados. O que aconteceu foi que, durante a gestão [de Eduardo] Pazuello esse pessoal foi colocado para escanteio. O ministério tem quadros, o problema não foi esse. Pode encher o ministério de epidemiologista e infectologista que, com essa orientação, não vai dar certo nunca.
Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) elogiou as contribuições que a médica trouxe à comissão sobre a ação do vírus e as possibilidades de tratamento, mas ressaltou que ela não apresentou fatos novos que possam apontar para intervenção política indevida na condução da pandemia.
— Ela afastou essa hipótese. Ninguém sabe porque exatamente ela não foi nomeada. O que se vê são teorias. Todos ali conhecem como funciona a administração em relação a nomeações. O ato administrativo é discricionário. Não há nenhum elemento novo no sentido de condenar o governo.
Marcos Rogério acrescentou, ainda, que vê um “ato político” na segunda convocação de Marcelo Queiroga, e lamentou que o ministro tenha que interromper suas atividades à frente da pasta para voltar à CPI. Ele pediu ao presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), que compreenda essa situação.
— Espero que o presidente tenha consciência do importante papel que o ministério está cumprindo neste momento e deixe o ministro trabalhar. Que a CPI não sirva de obstáculo à ação legítima do Ministério da Saúde. Como vamos fazer o ministro parar a sua agenda para vir a uma CPI que virou um palanque?
O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) elogiou o depoimento “assertivo” de Luana Araújo, a quem classificou como uma profissional “altamente qualificada”. Nas suas falas, disse o senador, ela conseguiu separar a ciência do debate político. Tudo isso, concluiu ele, pressiona ainda mais o ministro da Saúde.
— Ela mostrou que tinha projetos altamente qualificados para a saúde pública e foi impedida de atuar. Que Queiroga esclareça esse ponto. Quando ele vai constatar o mesmo que seus antecessores: que a parte política do governo não permite que os técnicos trabalhem?
O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirmou que tanto a audiência com a médica quanto a reconvocação de Marcelo Queiroga são atitudes “protelatórias” para que a CPI não investigue governos estaduais. O senador foi crítico à forma como Luana Araújo se referiu a profissionais que defendem o “tratamento precoce” — que ela chamou de “neocurandeirismo” — e também disse crer que o ministro Queiroga não deveria retornar à comissão.
— O ministro tem a função de coordenar o trabalho da pandemia. Se for esse o desejo do presidente e relator, ele estará aqui perdendo tempo precioso para ajudar a saúde do Brasil inteiro.
Levantamento do G1 mostra que em 348 cidades brasileiras há mais eleitores que habitantes. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da estimativa populacional para 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – os dados são os mais atualizados do instituto. Elas representam 6,2% do total de 5.568 municípios onde haverá […]
Levantamento do G1 mostra que em 348 cidades brasileiras há mais eleitores que habitantes. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da estimativa populacional para 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – os dados são os mais atualizados do instituto. Elas representam 6,2% do total de 5.568 municípios onde haverá eleição neste ano.
A maior diferença está em Canaã dos Carajás, no Pará, onde estão registrados 39.832 eleitores. O IBGE estima uma população de 33.632 pessoas no município, ou seja, há 6.200 eleitores a mais que moradores. Em 2012, 305 municípios brasileiros registraram essa diferença (leia mais).
De acordo com o TSE, nem sempre o domicílio eleitoral é o mesmo que o domicílio civil, e alguns municípios desenvolvem características específicas que levam a essa situação, o que, segundo o tribunal, não configura necessariamente fraude. Um dos vínculos aceitos é o profissional, caso da pessoa que mora em uma cidade e trabalha e vota em outra.
Foi sepultado na tarde deste domingo em clima de grande comoção Emerson Ferreira Veras da Silva 25 anos, funcionário da Compesa e filho do ex-vereador Ednaldo José, o Timóteo e Ivanise Silva. Familiares, inclusive um irmão que veio de Cuba, acompanharam o cortejo. Emerson morreu na madrugada de sábado PE-392, entre a cidade de Quixaba e […]
Foi sepultado na tarde deste domingo em clima de grande comoção Emerson Ferreira Veras da Silva 25 anos, funcionário da Compesa e filho do ex-vereador Ednaldo José, o Timóteo e Ivanise Silva. Familiares, inclusive um irmão que veio de Cuba, acompanharam o cortejo.
Emerson morreu na madrugada de sábado PE-392, entre a cidade de Quixaba e o Distrito de Lagoa da Cruz. Um fato novo que veio a tona em meio à tragédia é que, ao contrário do que fora informado, Emerson não guiava a moto quando ela tombou em uma das curvas da via. O acidente aconteceu após Emerson prestar serviços para Compesa.
Convencido por um colega, Emerson entregou a moto para que ele a guiasse, seguindo como carona. Com o impacto, o jovem foi arremessado e morreu na queda.
Sabe-se até agora apenas o nome de quem guiava a moto. Ele foi identificado como Eduardo Silva, morador de Quixaba. Teve apenas um ferimento no ombro e não corre risco de morte. Também não sabe-se ao certo se usou bebida alcoólica. Outra informação é a de que apenas ele usava capacete. Emerson era casado e tinha um filho.
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