Editorial: precaução sim, mas sem desespero
Até agora, casos de postagens com ameaças a escolas se traduziram em brincadeiras de péssimo gosto.
Blog toma decisão editorial de não publicar informações sobre essas ameaças
A apreensão da sociedade, principalmente de pais, com os casos de ameaças após o episódio de Blumenau é flagrante nas redes sociais.
Cada post, cada suposta ameaça só geram mais ansiedade e desespero. Até agora, todas as situações registradas partiram supostamente dos próprios alunos, numa brincadeira de péssimo gosto que deve ser apurada e responsabilizada.
Os casos de Arcoverde, Afogados da Ingazeira, Calumbi, Tuparetama, Tacaratu, que viralizaram, ao que tudo indica não passaram disso. Não há elementos que apontem risco real. Mas isso não reduz o medo e apreensão dos pais.
Dizer isso não implica afirmar que as escolas públicas e particulares não devam investir mais em segurança, controle de acesso, mecanismos que garantam a salvaguarda dos nossos filhos. Mas isso não deve representar o desespero que temos acompanhado.
Editorialmente, o blog decidiu que não mais postar notícias sobre ameaças em redes. A intenção de quem brinca com isso é justamente essa: ver o caso nas manchetes e o medo nos pais e alunos.
Nesta quarta, o Debate das Dez especial na Rádio Pajeú buscará tranquilizar a sociedade. Vai receber representantes de escolas, segurança, psicólogo, segurança.
Porque conforme apurou até agora a própria SDS, não há motivo para desespero.
Reforço na segurança é bem vindo. Acompanhamento multidisciplinar, incluindo suporte psicológico para os alunos, campanhas contra bulling, são fundamentais. Mas precisamos respirar e olhar a tudo isso com mais tranquilidade.
Escola sempre será um ambiente de paz, harmonia e conhecimento. Temos que, com prudência, racionalidade e muito amor, trabalhar essa perspectiva, zelando, debatendo e discutindo caminhos que nos garantam isso.



A participação da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), na agenda da governadora Raquel Lyra (PSD) no município, nesta quinta-feira (28), foi um dos pontos mais comentados do evento. A análise é do jornalista Nill Júnior, que destacou no seu comentário para a Rádio Cultura FM, nesta sexta-feira (29), os sinais de distanciamento entre as duas gestoras, que já foram aliadas políticas.
O corpo de Luana dos Santos Veras, de 33 anos, vítima de feminicídio, só chegou para ser velado mais de 24 horas depois do crime.
















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