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Editorial da Folha de São Paulo defende renúncia de Dilma

Por Nill Júnior

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O Jornal Folha de São Paulo assumiu editorialmente a opinião de que Dilma e Temer não tem condições de gerir o país e que o melhor caminho seria a renúncia para poupar o país da repercussão de um processo de Impeachment.

Não é muito comum no Brasil posições abertas a favor de posições políticas ou candidatos. Nos EUA, jornais costumam até assumir posições para republicanos ou Democratas. O país, há questionamentos sobre posições veladas ou subliminares, mas não editoriais plenas. Leia o que disse a Folha:

A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.

Depois de seu partido protagonizar os maiores escândalos de corrupção de que se tem notícia; depois de se reeleger à custa de clamoroso estelionato eleitoral; depois de seu governo provocar a pior recessão da história, Dilma colhe o que merece.

Formou-se imensa maioria favorável a seu impeachment. As maiores manifestações políticas de que se tem registro no Brasil tomaram as ruas a exigir a remoção da presidente. Sempre oportunistas, as forças dominantes no Congresso ocupam o vazio deixado pelo colapso do governo.

A administração foi posta a serviço de dois propósitos: barrar o impedimento, mediante desbragada compra de apoio parlamentar, e proteger o ex-presidente Lula e companheiros às voltas com problemas na Justiça.

Mesmo que vença a batalha na Câmara, o que parece cada vez mais improvável, não se vislumbra como ela possa voltar a governar. Os fatores que levaram à falência de sua autoridade persistirão.

Enquanto Dilma Rousseff permanecer no cargo, a nação seguirá crispada, paralisada. É forçoso reconhecer que a presidente constitui hoje o obstáculo à recuperação do país.

Embora existam motivos para o impedimento, até porque a legislação estabelece farta gama de opções, nenhum deles é irrefutável. Não que faltem indícios de má conduta; falta, até agora, comprovação cabal. Pedaladas fiscais são razão questionável numa cultura orçamentária ainda permissiva.

Mesmo desmoralizado, o PT tem respaldo de uma minoria expressiva; o impeachment tenderá a deixar um rastro de ressentimento. Já a renúncia traduziria, num gesto de desapego e realismo, a consciência da mandatária de que condições alheias à sua vontade a impedem de se desincumbir da missão.

A mesma consciência deveria ter Michel Temer (PMDB), que tampouco dispõe de suficiente apoio na sociedade. Dada a gravidade excepcional desta crise, seria uma bênção que o poder retornasse logo ao povo a fim de que ele investisse alguém da legitimidade requerida para promover reformas estruturais e tirar o país da estagnação.

O Tribunal Superior Eleitoral julgará as contas da chapa eleita em 2014 e poderá cassá-la. Seja por essa saída, seja pela renúncia dupla, a população seria convocada a participar de nova eleição presidencial, num prazo de 90 dias.

Imprescindível, antes, que a Câmara dos Deputados ou o Supremo Tribunal Federal afaste de vez a nefasta figura de Eduardo Cunha –o próximo na linha de sucessão–, réu naquela corte e que jamais poderia dirigir o Brasil nesse intervalo.

Dilma Rousseff deve renunciar já, para poupar o país do trauma do impeachment e superar tanto o impasse que o mantém atolado como a calamidade sem precedentes do atual governo.

Outras Notícias

Primeiro ato de campanha reúne candidatos e militantes da Frente Popular

Cerca de cinco mil pessoas lotaram, segundo nota de Assessoria, na noite desta segunda-feira  (07), o salão do Arcádia, no Paço Alfândega, no Recife Antigo, para o primeiro grande ato de campanha em apoio ao candidato ao governo Paulo Câmara (PSB), que encabeça a chapa majoritária da Frente Popular, composta ainda por Raul Henry (PMDB), […]

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Cerca de cinco mil pessoas lotaram, segundo nota de Assessoria, na noite desta segunda-feira  (07), o salão do Arcádia, no Paço Alfândega, no Recife Antigo, para o primeiro grande ato de campanha em apoio ao candidato ao governo Paulo Câmara (PSB), que encabeça a chapa majoritária da Frente Popular, composta ainda por Raul Henry (PMDB), postulante a vice-governador, e Fernando Bezerra Coelho (PSB), que concorre ao Senado.

O evento, intitulado “Amigos de Paulo”, contou também com a presença do ex-governador e candidato a presidente Eduardo Campos, o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, do governador João Lyra Neto, além dos candidatos na chapa proporcional, lideranças e militantes da Frente.

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Em sua fala, Fernando Bezerra Coelho discorreu sobre a história de luta dos pernambucanos, e como este momento é simbólico.  “Pernambuco tem um filho seu postulando liderar o Brasil. É um dos nossos maiores momentos de luta. O que está aí já deu o que tinha que dar. O Brasil cansou dessa polarização entre PT e PSDB. Eduardo (Campos) carrega nossos melhores sentimentos e esperanças. Pernambuco vai fazer a diferença. Vamos incendiar essa campanha, contagiar o Nordeste e o Brasil, com Eduardo no Palácio do Planalto e Paulo no Palácio do Campo das Princesas”, discursou.

Fechando a noite, Eduardo Campos contou sobre suas andanças pelo Brasil, nos últimos 100 dias, seu início na política, como militante, e ressaltou o desejo da população brasileira de acabar com um sistema político calcado no patrimonialismo e no fisiologismo. “Para mudar, é preciso coragem. E coragem Deus deu a mim e a Marina (Silva). Teremos uma votação expressiva, no Estado e no Brasil, e eu volto aqui, no dia primeiro de janeiro, como presidente da República”, finalizou, empolgando a militância.

Dilma se reúne com ministros

A presidente Dilma Rousseff se reúne na noite deste domingo  com a coordenação política do seu governo para avaliar o cenário político e definir estratégias para enfrentar a crise. O encontro com o grupo integrado pelos ministros mais próximos acontece no Palácio da Alvorada, sua residência oficial, em Brasília. Normalmente, essa reunião ocorre às segundas-feiras, mas foi […]

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A presidente Dilma Rousseff se reúne na noite deste domingo  com a coordenação política do seu governo para avaliar o cenário político e definir estratégias para enfrentar a crise. O encontro com o grupo integrado pelos ministros mais próximos acontece no Palácio da Alvorada, sua residência oficial, em Brasília.

Normalmente, essa reunião ocorre às segundas-feiras, mas foi antecipada porque na segunda (10) a presidente tem compromisso em São Luís (MA), onde entregará unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida e participará da inauguração do Terminal de Grãos do Maranhão, no Porto de Itaqui.

Na pauta do encontro, a relação tensa com o Congresso, especialmente a Câmara, onde Dilma sofreu uma derrota na última semana e viu aliados como o PDT e o PTB se afastarem, deverá ser uma das prioridades. O governo luta para reunificar a base aliada, que se pulverizou e não é mais garantia para aprovação de matérias na Câmara e no Senado.

Também está sendo discutida uma eventual redução de ministérios e uma reforma ministerial. Na quinta-feira (6) à noite, Dilma recebeu o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para uma conversa, onde ele voltou a defender o enxugamento da máquina estatal.

Além de dificuldades na política, Dilma enfrenta um momento delicado na economia do país, com reflexos na sua popularidade, que vive o pior momento. Segundo o instituto Datafolha, o governo Dilma tem o maior índice de reprovação (71%) desde a redemocratização do país.

Fundação Terra lança campanha de doação por meio do Imposto de Renda das empresas

O sonho maior de todo empresário é ver o dinheiro arrecadado pelo recolhimento dos seus impostos sendo bem empregado, utilizado de fato para melhorar a vida das pessoas. O que pouca gente sabe é que é possível decidir como aplicar uma parte dos tributos cobrados pelo governo. A legislação brasileira permite que pessoas jurídicas que […]

O sonho maior de todo empresário é ver o dinheiro arrecadado pelo recolhimento dos seus impostos sendo bem empregado, utilizado de fato para melhorar a vida das pessoas. O que pouca gente sabe é que é possível decidir como aplicar uma parte dos tributos cobrados pelo governo. A legislação brasileira permite que pessoas jurídicas que declaram o IR pelo Lucro Real possam destinar até 6% do total para organizações sociais. Assim, empresários podem escolher de que forma o seu dinheiro será usado.

Com base nesta possibilidade legal, a Fundação Terra, de Arcoverde, lança a campanha Doação Sem Dor. O objetivo é sensibilizar as empresas, que têm até o final deste mês para entregar a declaração do Imposto de Renda, a destinar uma porcentagem do valor devido para a organização social sem fins lucrativos. “Algumas pessoas reclamam que não veem para onde o imposto vai. Quando elas têm a possibilidade de dizer: ‘Quero que uma parte fique na minha cidade, ou quero que apoie o trabalho de uma instituição que eu conheço´, os benefícios do IR se tornam algo mais concreto na percepção delas”, explica o delegado da Receita Federal em Caruaru, Luiz Gonzaga V. Leite. Ele comenta ainda que o direcionamento social desse tributo faz parte de uma concepção de justiça fiscal da entidade: “A Receita busca fazer estudos e formas de mostrar que, ao ser bem aplicado, o dinheiro faz a diferença positivamente na vida das pessoas”.

Entre as vantagens de se fazer essa modalidade de doação, está a chance de decidir como o dinheiro do Imposto de Renda vai ser gasto e de acompanhar a execução dos projetos. A Fundação Terra é reconhecida pelo forte trabalho social que desenvolve em Arcoverde, cidade localizada no Sertão de Pernambuco, e em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. Há um ano, a organização também inaugurou o Centro de Apoio aos Moradores de Rua (C Amor), no Pátio da Santa Cruz, centro do Recife.

Ao todo, esses projetos oferecem duas escolas e três creches para cerca de mil crianças; um centro de reabilitação motora, intelectual, visual e auditiva; educação complementar, ensino profissionalizante para jovens e adultos, dois abrigos de idosos, casas de acolhimento para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, entre outros programas sociais. “Eu conheço pessoalmente essas ações há mais de 10 anos”, afirma a empresária pernambucana Anne Kelly Vasconcelos, da rede de supermercados São José. “Nós já pagaríamos esse dinheiro para o governo de todo jeito. Então, é só destinar uma parte para a Fundação Terra, uma organização que transforma vidas e que traz esperança, com muito amor”, destaca Anne Kelly, explicando a sua motivação na hora de doar.

“A Fundação Terra é uma instituição que há vários anos vem dedicando energia e amor a projetos que apoiam o desenvolvimento de milhares de pessoas. Vale a pena conhecer e ajudar”, ressalta o empresário cearense Francisco Marinho, da rede Ibyte de equipamentos eletrônicos e suprimentos para informática. “O empresário pode fazer o bem sem aumentar suas despesas. Vai levar felicidade para crianças e idosos sem gastar nada”, reforça Padre Airton Freire, criador e presidente da Fundação Terra.

“Fazer a destinação do Imposto de Renda para a Fundação Terra é muito simples. Na hora da declaração, basta calcular 1% do valor do IR devido e depositar no Fundo da Criança e do Adolescente, e mais 1% no Fundo do Idoso. Ainda é possível destinar 4% pela Lei Rouanet”, explica o presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Pernambuco (CRC-PE), José Campos. “É importante que o total não ultrapasse os 6%”, reforça. Ele sugere aos empresários que conversem com seus contadores sobre essa forma de doação, que não custa nada e é muito segura. “O contador vai saber como emitir o Darf, fazer o pagamento e registrar na declaração do IR. Não tem erro”, resume.

Para Campos, os brasileiros deveriam estar mais atentos a ações como a proposta pela campanha Doação Sem Dor. “O nosso povo poderia ser mais consciente em relação a atitudes de responsabilidade social. Essas práticas deveriam ser algo muito natural, como já ocorre em vários países”, destaca o presidente do CRC-PE.

Covid-19: Afogados notifica 102 novos casos em três dias; 36  estão com esquema vacinal incompleto

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, informou em seu boletim epidemiológico, nesta sexta-feira (25), que entre os dias 22 e 24/11 foram notificados 102 casos novos para a Covid-19 no município. São 52 pacientes do sexo feminino, com idades entre 7 e 88 anos; e 50 pacientes do sexo masculino, com idades entre 4 meses […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, informou em seu boletim epidemiológico, nesta sexta-feira (25), que entre os dias 22 e 24/11 foram notificados 102 casos novos para a Covid-19 no município.

São 52 pacientes do sexo feminino, com idades entre 7 e 88 anos; e 50 pacientes do sexo masculino, com idades entre 4 meses e 97 anos. 

Informação sobre a vacinação dos casos positivos – entre as mulheres, 19 estão com esquema incompleto, o que corresponde a 36,54% dos casos positivos no sexo feminino. Já entre os homens, 17 apresentaram esquema de vacinação incompleto, o que corresponde a 31,4% do total de casos para o sexo masculino.

Durante o período citado não houveram novos casos em investigação e 310 pacientes apresentaram resultados negativos para Covid-19. 

O índice de positividade atingiu 32,90% do total de pacientes testados. Aumento de 2,82% de segunda a sexta.

Hoje, 41 pacientes apresentaram alta por cura após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 9.296 (98,09%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 101 casos ativos para a Covid – 19. 

Afogados atingiu a marca de 42.321 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 113,58% da nossa população. 

Casos leves x SRAG/COVID – 19 – Leves: (9.291 casos), 98,03%; Graves: (186 casos), 1,97%.  

Os dados foram atualizados nesta sexta-feira 925).

AVISO: A prefeitura volta a recomendar o uso de máscaras em ambientes fechados – públicos ou privados.

Vacinação para população acima de 80 anos: Já está disponível a vacinação para a população acima de 80 anos com a quinta (5) dose da vacina contra a Covid – 19. Importante salientar que para ter acesso à quinta (5) dose, o idoso (a) deverá ter tomado a quarta (4) dose há no mínimo 4 meses.

Encontra-se aberta a vacinação das crianças de 06 meses a menor de 01 ano em Afogados. Importante ressaltar que a vacina nesse público poderá ser aplicada com outras vacinas do calendário nacional.

Em Salgueiro, prefeito anuncia seleção e esquece de aprovados em Concurso

O  prefeito de Salgueiro Clebel Cordeiro abriu Seleção Temporária para contratar professores. Só que no final de 2016 o ex-prefeito Marcones Libório Sá homologou o concurso público. Ou seja, não se justifica uma seleção temporária se há uma fila gigantesca de aprovados no concurso aguardando convocação. Os aprovados já ameaçam procurar o Ministério Público. Eles […]

O  prefeito de Salgueiro Clebel Cordeiro abriu Seleção Temporária para contratar professores. Só que no final de 2016 o ex-prefeito Marcones Libório Sá homologou o concurso público. Ou seja, não se justifica uma seleção temporária se há uma fila gigantesca de aprovados no concurso aguardando convocação.

Os aprovados já ameaçam procurar o Ministério Público. Eles querem assumir de qualquer jeito e tem razão pra isso. Dia 23 de janeiro, já fizeram protesto na porta da prefeitura. E estão procurando constantemente pelo prefeito Clebel Cordeiro. Só que ele está desviando, alegando agenda cheia.

Quando os aprovados chegam até a prefeitura os secretários dizem que Clebel viajou para Recife. “Ele nunca está em Salgueiro quando procuramos”, disse um aprovado ao blog. O Edital da Seleção já foi publicado ontem no site oficial da prefeitura de Salgueiro.

“O mais interessante nessa seleção é que o Edital não diz quantas pessoas Clebel quer contratar. Só fala em cadastro de reserva. Ou seja, se não tem uma quantidade exata ninguém sabe o número de beneficiados”.  O concurso homologado por Marcones  vale dois anos. E não adianta dizer que foi “coisa do antecessor”. Pelo princípio da impessoalidade, tão debatido nesse blog, a municipalidade e não Marcones ou Clebel realizou o certame.