A competição teve início na última terça (08), envolvendo equipes de futsal composta por crianças e adolescentes do bairro São Brás. Após muita disputa, chegaram à final, as equipes Stock City e meninos da vila, que se enfrentam nesta Sexta (11).
A final tem início às 19 horas, na quadra da escola de referência Monsenhor Antônio de Pádua Santos. Os vencedores receberão troféus e medalhas. Na ocasião, a Secretaria de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira promove sorteio de brindes com os participantes e apresentações culturais.
Esta é a quarta edição do projeto “Esporte nos Bairros”, que já esteve nos bairros Padre Pedro Pereira, São Francisco, Borges e Brotas, envolvendo mais de seiscentas crianças e adolescentes. Para participar da competição, é preciso comprovar a frequência e o bom rendimento escolar. Além da equipe campeão, a torcida mais animada também receberá troféu.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “o Brasil é um dos países menos afetados pela maluquice da guerra feita contra o Irã”. A fala aconteceu durante a abertura da Feira Industral de Hannover, na Alemanha. “Nós não estamos sofrendo o aumento do preço do petróleo, como muitos países estão sofrendo, porque […]
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “o Brasil é um dos países menos afetados pela maluquice da guerra feita contra o Irã”. A fala aconteceu durante a abertura da Feira Industral de Hannover, na Alemanha.
“Nós não estamos sofrendo o aumento do preço do petróleo, como muitos países estão sofrendo, porque o governo tomou medidas e o Brasil só exporta 30% do seu óleo diesel”, afirmou o presidente.
Lula ainda fez mais críticas a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã e integrantes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). “Enquanto astronautas sobrevoam a lua, bombardeios matam de forma indiscriminada civis, mulheres e crianças no Oriente Médio (…) Alguns membros permanentes do Conselho de Segurança agem sem amparo da carta da ONU”, disse o presidente.
O mandário ainda citou o uso ilegal de Inteligência Artificial para selecionar alvos militares e citou os prejuízos econômicos da guerra, como o encarecimento da energia, do transporte e aumento da escassez agrícola e aumento da insegurança alimentar. “São os mais vulneráveis que pagam o preço da inflação dos alimentos, o protecionismo ressurge como resposta falaciosa para problemas econômicos e sociais complexos”, afirmou.
Lula chegou na manhã deste domingo em Hannover, na Alemanha, para uma reunião com o chanceler Friedrich Merz. O presidente foi recebido com honras militares no Palácio de Herrenhausen.
Após a cerimônia de abertura da Feira Industral de Hannover – a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo – da qual o Brasil é país parceiro. A última agenda de Lula neste domingo será um jantar empresarial oferecido pelo chanceler da Alemanha, que contará com a presença de executivos brasileiros e alemães.
O Irã rejeitou participar de uma segunda rodada de negociações com os Estados Unidos, informou a agência estatal Irna neste domingo (19). As conversas estavam previstas para começar no Paquistão na segunda-feira (20). As declarações foram feitas a três dias do fim do prazo do cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos. A trégua começou em 7 de abril […]
O Irã rejeitou participar de uma segunda rodada de negociações com os Estados Unidos, informou a agência estatal Irna neste domingo (19). As conversas estavam previstas para começar no Paquistão na segunda-feira (20).
As declarações foram feitas a três dias do fim do prazo do cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos. A trégua começou em 7 de abril e está prevista para durar até quarta-feira (22).
Segundo a Irna, os Estados Unidos estão fazendo “exigências excessivas”, além de demandas “irracionais e pouco realistas”. Teerã também acusou o governo norte-americano de dar declarações contraditórias e de violar o cessar-fogo. “Nessas condições, não se vislumbra um cenário claro para negociações bem-sucedidas”, disse.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que uma delegação americana deve desembarcar na segunda-feira no Paquistão para uma nova rodada de negociações com o Irã. Ele também fez novas ameaças ao país.
“Estamos oferecendo um ACORDO muito justo e razoável, e espero que eles aceitem porque, se não aceitarem, os Estados Unidos vão destruir todas as usinas de energia e todas as pontes no Irã”, escreveu nas redes sociais. “CHEGA DE FAZER O BONZINHO!”
O principal negociador do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, disse nos últimos dias que os dois países fizeram progressos, mas ainda estavam distantes em relação a questões nucleares e ao Estreito de Ormuz.
Por outro lado, em entrevista à AFP na sexta-feira (17), Trump declarou que não restam mais “pontos conflitantes” com o Irã e que um acordo estava próximo. “Estamos muito perto. Parece que vai ser algo muito bom para todos. E estamos muito perto de fechar um acordo”, disse. “As coisas vão muito bem.”
O Irã anunciou na sexta-feira (17) a reabertura total do Estreito de Ormuz. Um dia depois, no entanto, retrocedeu e disse ter fechado a rota por causa de um bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos a portos iranianos. No sábado (18), a Guarda Revolucionária do Irã atirou contra dois petroleiros indianos que transitavam pela via. A ação foi criticada por Trump nas redes sociais.
Em Arcoverde, o vereador Luciano Pacheco segue dizendo que não há motivação jurídica para sua cassação pelos pares, pela acusação de exercício da advocacia em meio à presidência. Seu staff jurídico tem defendido que, no máximo, se comprovado o exercício da advocacia no curso da presidência, ele pode sofrer sanções da OAB, e não dos […]
Em Arcoverde, o vereador Luciano Pacheco segue dizendo que não há motivação jurídica para sua cassação pelos pares, pela acusação de exercício da advocacia em meio à presidência.
Seu staff jurídico tem defendido que, no máximo, se comprovado o exercício da advocacia no curso da presidência, ele pode sofrer sanções da OAB, e não dos pares. Também que, se efetivada, será a primeira cassação por essa motivação no país, gerando ação na justiça.
Já Célia Galindo afirmou em nome dos pares que Luciano Pacheco é que poderá dizer se de fato advogou ou não. “Nós estamos aqui como pessoas que vão julgar. Não antecipo nada sem ver os fatos ou as provas, porque estou como vereadora”.
E lembrou que a quinze anos atrás o mesmo Luciano Pacheco como presidente tinha a mesma situação. “Alguém denunciou que ele estava advogando no exercício da Presidência. O vice-presidente era Everaldo Lira. Não chegou a esse momento de hoje porque ele renunciou antes e a denúncia não prosseguiu”.
Ainda descartou perseguição política de Zeca contra Luciano, outra acusação do presidente.
Da Coluna do Domingão A pesquisa Datafolha divulgada esta semana trouxe a sinalização de relativa estabilidade na vantagem entre João Campos e Raquel Lyra, na casa dos 12 pontos percentuais. E mais uma vez, evidenciou os desafios da governadora e do ex-prefeito do Recife. Em uma polêmica recente, o presidente da Emlurb, Daniel Saboya, cometeu […]
A pesquisa Datafolha divulgada esta semana trouxe a sinalização de relativa estabilidade na vantagem entre João Campos e Raquel Lyra, na casa dos 12 pontos percentuais.
E mais uma vez, evidenciou os desafios da governadora e do ex-prefeito do Recife.
Em uma polêmica recente, o presidente da Emlurb, Daniel Saboya, cometeu a idiotice de atacar o jornalista Igor Maciel por um comentário na Rádio Jornal em que criticava o vídeo de lançamento da campanha de João Campos, por invocar muito Arraes e Eduardo, e não sua gestão no Recife.
Ato infantil de Saboya à parte, respeitosamente estou entre os que discordam da posição de Igor, certamente balizada a partir de sua realidade metropolitana.
Minha leitura é a de que “invocar feitos no Recife” agora não tem impacto no principal objetivo de Campos: evitar que Raquel descole muito no interior, um de seus desafios. Daí o apelo emocional do “filho da esperança”, invocando a força histórica de Arraes e Eduardo nessas cidades. Basta ver a movimentação de João pelo interior e como ele é interpelado por eleitores do pai e do bisavô. Se já tem boa adesão no perfil jovem e lidera na Região Metropolitana, o foco é buscar o voto emocional, afetivo, onde precisa crescer.
Já a governadora Raquel Lyra busca o caminho inverso. Ela tem a maioria dos prefeitos, agregou os Bezerra Coelho, tem buscado intensificar a agenda de entregas e com isso, diminuir a diferença na Região Metropolitana, onde há maior densidade eleitoral e ela tem que, na pior das hipóteses, perder de pouco. Daí porque têm mirado ações na Região, como o Arco Metropolitano, a chegada dos “laranjinhas”, e uma versão do Pernambuco Meu País só para cidades da região, para dar alguns exemplos.
No interior, quer garantir e manter a vantagem sobre João.
Raquel ainda conta com a força da máquina e deve, segundo aliados, herdar os votos de Eduardo Moura. Eles projetam que esse fator já deve ser verificado na próxima pesquisa, podendo até reduzir a um dígito, na casa dos 8% a 9% a diferença. Para isso, o trabalho de convencimento é importante. O eleitor mais à direita de Moura precisa se sentir representado por Raquel para não ir aos brancos e nulos.
Há uma complexidade na geopolítica do Estado que tem virado o juizo do staff político, marqueteiros e aliados de um e da outra. Isso porque um erro estratégico pode determinar a eleição em primeiro turno, dada a polarização entre eles. Nenhum deslize será permitido.
De cada três brasileiros, dois têm dívidas financeiras, mostra uma pesquisa do Datafolha publicada neste sábado (18). E não é só em relação a bancos: 41% dos que pegaram empréstimo com conhecidos, como amigos e familiares, não devolveram o dinheiro. Foram ouvidas 2.002 pessoas, distribuídas proporcionalmente entre todas as regiões do Brasil, entre 8 e 9 […]
De cada três brasileiros, dois têm dívidas financeiras, mostra uma pesquisa do Datafolha publicada neste sábado (18). E não é só em relação a bancos: 41% dos que pegaram empréstimo com conhecidos, como amigos e familiares, não devolveram o dinheiro.
Foram ouvidas 2.002 pessoas, distribuídas proporcionalmente entre todas as regiões do Brasil, entre 8 e 9 de abril de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.
Considerando só os endividados, 29% estão inadimplentes nos parcelamentos de cartão de crédito , 26% não quitaram os empréstimos no banco, e 25% têm pendências em carnês de lojas.
Entre os entrevistados, 27% utilizam o crédito rotativo, ainda que com frequências distintas. Desse total, apenas 5% recorrem à modalidade habitualmente, enquanto 22% o fazem de forma ocasional ou rara. Vale lembrar que o rotativo é ativado automaticamente quando o cliente paga apenas o mínimo da fatura, incidindo juros altos sobre o valor restante.
Dívidas com contas de serviço: o levantamento também mapeou a inadimplência em contas de consumo e serviços, revelando que 28% dos entrevistados têm débitos em atraso.
A sensação de “aperto financeiro” é uma realidade para grande parte dos brasileiros, segundo o levantamento do Datafolha.
A partir de um índice que mensura oito tipos de restrições orçamentárias — como cortes de consumo e inadimplência —, a pesquisa revelou que 45% da população vive sob forte pressão econômica: 27% em situação “apertada” e 18% em condição “severa”. Outros 36% enfrentam uma situação moderada, enquanto apenas 19% são considerados isentos ou com restrições leves.
Para equilibrar as contas, as estratégias de sobrevivência são variadas. O lazer foi o primeiro item sacrificado (64%), seguido pela redução das refeições fora de casa (60%) e a troca de marcas por opções mais baratas (60%).
Há claro impacto no consumo básico: 52% reduziram a compra de alimentos, e metade dos entrevistados (50%) cortou gastos com água, luz e gás. No campo das obrigações, 40% deixaram contas vencerem, e 38% suspenderam o pagamento de dívidas ou a compra de remédios.
Esse sufoco reflete-se nas preocupações imediatas: ao serem questionados espontaneamente sobre seu maior problema pessoal, 37% dos brasileiros apontaram fatores financeiros, citando a baixa renda, o endividamento e o alto custo de vida.
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