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Douglas Rodrigues discorda de Vicentinho sobre Daniel: “não é ausente comigo”

Por André Luis

Por André Luis

Nesta terça-feira (27), o vereador Douglas Rodrigues (PSD) foi o entrevistado do programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.

Durante a conversa, o político abordou diversos temas, incluindo a desistência do presidente da Câmara de Vereadores, Rubinho do São João (PSD), em seguir na vida política, e o anúncio da migração do PSD para o PSDB, partido da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra.

Douglas, que participou ativamente da movimentação em torno da pré-candidatura de Rubinho do São João a vice-prefeito, explicou os motivos por trás da decisão do anúncio da migração do PSD para o PSDB. 

Segundo o vereador, a falta de representatividade do PSD no âmbito estadual e federal dificulta as chances de sucesso nas eleições municipais de 2024. Com a proposta feita pelo gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho, a migração para o partido foi considerada uma estratégia de sobrevivência política no município.

“Eu hoje eu sou filiado ao PSD que é o partido do ministro da Pesca, André de Paula e eu comuniquei a ele que sairia do partido pela questão de ter se tornado no estado um partido nanico”, afirmou Douglas.

No entanto, o vereador ressaltou que sua lealdade ao prefeito Sandrinho é um fator determinante na escolha do partido. Caso não haja alinhamento com o chefe do Executivo municipal, Douglas afirmou que não poderá se filiar ao PSDB.

Durante a entrevista, também foi questionado a respeito do alinhamento entre o PSDB e o PSB, partido da governadora Raquel Lyra. O vereador esclareceu que apesar das diferenças entre os dois partidos, o prefeito Sandrinho possui um alinhamento com a governadora, o que justifica a escolha pelo PSDB.

“Veja só! A gente procura aqui uma sobrevivência no município na questão do mandato para vereador. Até então a gente entendia, e eu ainda entendo assim: mesmo sendo do PSB e sendo presidente do partido aqui no município, Sandrinho votou com Raquel Lyra, portanto, eles tem um certo alinhamento”, disse o vereador. 

Sobre a desistência de Rubinho do São João em seguir na vida política, Douglas Rodrigues revelou que a notícia emocionou vários colegas parlamentares. O vereador admitiu que levou algum tempo para entender e aceitar a decisão pessoal de Rubinho, mas afirmou respeitá-la.

Por fim, Douglas foi questionado sobre as declarações do vereador Vicentinho a respeito do vice-prefeito Daniel Valadares. Vicentinho havia afirmado que Daniel não estaria tendo um diálogo adequado com a Câmara de Vereadores, defendendo a importância de um vice que represente e dialogue com o parlamento. No entanto, Douglas discordou das afirmações de Vicentinho, destacando que ele próprio sempre teve um diálogo aberto com Daniel e que o vice-prefeito não é ausente quando solicitado.

“Eu posso falar por mim, não posso falar pelos demais porque cada um tem uma forma de ver, de analisar a política e de fazer o seu trabalho. Com relação a Daniel, eu nunca tive problema com ele na questão de ser ausente. Ele não é ausente comigo porque eu vou atrás”, afirmou Douglas.

Outras Notícias

Oásis no Sertão é construído a partir de práticas agroecológicas

Da Assessoria de Comunicação da Casa da Mulher do Nordeste O Projeto Mulheres na Caatinga, com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, vem mobilizando as mulheres agricultoras que vivem no Território do Sertão do Pajeú para intervirem na recuperação de áreas degradadas da vegetação da Caatinga. A exemplo da Agricultora Cláudia […]

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Da Assessoria de Comunicação da Casa da Mulher do Nordeste

O Projeto Mulheres na Caatinga, com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, vem mobilizando as mulheres agricultoras que vivem no Território do Sertão do Pajeú para intervirem na recuperação de áreas degradadas da vegetação da Caatinga.

A exemplo da Agricultora Cláudia Maranhão, que reside no Sítio Lagoa de Jurema do município de Itapetim, participante do Projeto e assessorada pela Casa da Mulher do Nordeste traz a sua experiência de quintal produtivo como um grande aliado a preservação do Bioma Caatinga.

Claúdia destaca as práticas agroecológicas adotadas no seu quintal produtivo, trazendo uma grande diversidade de culturas como plantas adubadeiras, forrageiras, o plantio de fruteiras, hortaliças, a criação dos pequenos animais, o manejo sustentável das plantas nativas e reflorestamento, a conservação da biodiversidade e a preservação das sementes crioulas. Todo esse agroecosistema cuidado com muito zelo por ela e seu esposo. Ela destaca que a segurança alimentar da família e dos animais são garantidas em uma porcentagem de 80% sem desmatar a Caatinga ou queimar, unindo sustentabilidade e preservação. Tornando sua propriedade em um verdadeiro oásis no Sertão, um exemplo de convivência com o Semiárido.

Além de cuidar da propriedade, a agricultora participa do Grupo Mulheres Agricultoras da comunidade de São Pedro, em São José do Egito. Para ela este espaço de participação contribui para o aprimoramento de conhecimento, essencial para o fortalecimento das atividades que desenvolve e principalmente enquanto mulher.

Para fortalecer o manejo sustentável da Caatinga e dos quintais produtivos agroecológico, o Projeto Mulheres na Caatinga já viabilizou para 210 mulheres cerca de 18 mil mudas nativas da Caatinga em 2014, e tem a expectativa de plantar mais 28 mil mudas nativas neste ano. É com as mãos das mulheres que a Mata Branca – do tupi-guarani caa(mata) e tinga(branca) irá florescer em cada quintal agroecológico do Semiárido Pernambucano.

Aumento de impostos chega a quase R$700 mi no próximo governo Paulo Câmara, denuncia Silvio

Pouco mais de um mês depois do período eleitoral, o governador Paulo Câmara tenta aprovar, em regime de urgência, uma série de projetos que visam aumentar impostos que prejudicam a população e o setor produtivo. O pacote traz uma arrecadação de aumento de impostos de R$172 milhões/ano, chegando a 688 milhões de reais em quatro […]

Pouco mais de um mês depois do período eleitoral, o governador Paulo Câmara tenta aprovar, em regime de urgência, uma série de projetos que visam aumentar impostos que prejudicam a população e o setor produtivo. O pacote traz uma arrecadação de aumento de impostos de R$172 milhões/ano, chegando a 688 milhões de reais em quatro anos.

As matérias encaminhadas para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, foram tema de debate no plenário da Alepe nesta terça-feira (20) e de uma audiência com o secretário-executivo da Fazenda do Estado, Bernardo D’Almeida. A Bancada de Oposição fez questionamentos sobre o pacote de projetos enviados em caráter de urgência pelo Executivo Estadual, além de debater os impactos para a população.

Para o líder da Oposição, Silvio Costa Filho (PRB), o projeto é bom, entretanto precisa de uma discussão mais ampla, além de ser muito diferente do que foi prometido no processo eleitoral. “Todos nós vimos na campanha eleitoral que o governador Paulo Câmara prometeu o 13º do Bolsa Família. Dois meses depois encaminha o projeto ‘Nota Fiscal Solidária’. Se o projeto for aprovado, o Governo do Estado vai prejudicar as feiras livres do nosso Estado, sobretudo, o homem do campo e o pequeno produtor. Por onde ando no Estado percebo que os cadastrados no Bolsa Família, na maioria das vezes, compram mercadorias em feiras livres, a exemplo de feijão, arroz, fubá, macarrão e charque. Pergunto ao governador como o beneficiário vai chegar no feirante e pedir Nota Fiscal para poder ter os benefícios dos programa”, destaca Silvio.

Segundo o deputado, a conversão do benefício é mais uma retórica do Governo do Estado e pode prejudicar a população beneficiada pelo Bolsa Família. “Pelo projeto, o consumidor deve comprar produtos específicos da cesta básica no valor de R$500/mês. No entanto, a média do recebimento por beneficiário do programa é de R$170. No cálculo do benefício de 2,5%, o cidadão receberia R$51 da Nota Fiscal Solidária. Ou seja, para chegar aos R$150 prometidos pelo governador Paulo Câmara, o cidadão tem que comprar 6 mil reais no ano. É uma conta que não fecha, já que o teto do benefício é 370 reais – que em 12 meses chega a R$4400”, denuncia Silvio Costa Filho.

Outro detalhe apontado pela bancada oposicionista é de que os beneficiários podem perder o Bolsa Família se tiverem renda mensal per capita superior a R$178, segundo decreto do Governo Federal.

A deputada Priscila Krause (DEM), destaca que a Alepe está discutindo renovação de impostos, apresentados pelo Executivo Estadual. “O que o governador Paulo Câmara propõe é um tarifaço de impostos ainda maior que o de 2015, quando usou o argumento da crise para justificar a majoração de ICMS até 2019. O que era temporário agora será definitivo e quem vai pagar é o cidadão pernambucano, de todas as classes, porque o ICMS é um imposto regressivo, que se espalha corroendo o orçamento familiar de todos. Enquanto os governos estaduais no Brasil estão buscando um movimento para melhorar a gestão, beneficiando o cidadão, aqui o desequilíbrio fiscal vai ser resolvido pelo caminho fácil e injusto do aumento de impostos”.

Além da Nota Fiscal, o ‘pacotão’ enviado pelo governador Paulo Câmara, trata do aumento da alíquota do ICMS do álcool, de refrigerantes, joias e bijuterias, água, veículos com valor acima de R$50 mil – o que torna Pernambuco o Estado com o carro mais caro do país, entre outras. “Nosso Estado está indo na contramão do País. Enquanto o Brasil começa a discutir a necessidade da redução de impostos, o Governo do Estado, depois do período eleitoral, vai em outra direção, empurrando um pacote de aumento de impostos para a Alepe. O que chama atenção é que em um mesmo projeto (PL 2097/2018), a gente trata de ICMS de álcool, IPVA, desoneração, tudo dentro da mesma matéria. Porque não foi encaminhado os reajustes em separado. Isso confunde e estreita o debate com a sociedade civil organizada e o setor produtivo. Senhor governador, o povo de Pernambuco não pode ser penalizado com esses aumentos de impostos”, finaliza Silvio.

Com ministros, Lula exalta crescimento econômico e compromisso de melhorar o país

Em encontro de confraternização de fim de ano, presidente reforça estar com toda a disposição para trabalhar na construção de um Brasil cada vez mais justo socialmente Um país com crescimento econômico acima das projeções estimadas. O mercado de trabalho com alguns dos melhores indicadores já registrados de emprego formal e ocupação. Retomada e lançamento […]

Em encontro de confraternização de fim de ano, presidente reforça estar com toda a disposição para trabalhar na construção de um Brasil cada vez mais justo socialmente

Um país com crescimento econômico acima das projeções estimadas. O mercado de trabalho com alguns dos melhores indicadores já registrados de emprego formal e ocupação. Retomada e lançamento de programas sociais e melhorias significativas no ambiente da indústria, de diversos setores do comércio e aumento real do salário mínimo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o almoço de confraternização de fim de ano com os ministros e a volta a Brasília para fazer um breve balanço da metade de seu mandato e reforçar estar pronto para buscar melhorias ainda mais amplas ao povo brasileiro. 

“Eu estou aqui com toda a disposição do mundo para trabalhar. Temos uma missão nesse país. Temos o compromisso de melhorar a vida desse povo e de entregar esse país crescendo”, afirmou o presidente durante o evento no Palácio da Alvorada, nesta sexta-feira, 20 de dezembro. Na ocasião, o presidente registrou ainda o bom momento do país diante de vários indicadores econômicos e sociais.

“O dado concreto é que o Brasil vive um momento excepcional do ponto de vista do crescimento econômico, do ponto de vista da geração de empregos, do ponto de vista do comércio. Ou seja, está tudo funcionando. É esse país que queremos entregar de volta para a sociedade brasileira: um país melhor economicamente, socialmente, do ponto de vista industrial, do ponto de vista da respeitabilidade, do ponto de vista da educação”, listou, ao agradecer aos ministros e reforçar que o trabalho terá continuidade em busca de novas conquistas na segunda metade do mandato.

“Meu agradecimento especial às ministras e aos ministros por mais um ano de trabalho pelo Brasil. O crescimento econômico é uma realidade, os empregos estão aumentando e os brasileiros e as brasileiras estão com mais poder de compra. Em 2025, o trabalho continua”, postou o presidente em seu perfil nas redes sociais.

Gonzaga Patriota defende trégua enquanto aguarda atitudes do governo‏

Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (28), na Câmara dos Deputados, Gonzaga Patriota comentou a reeleição de Dilma Rousseff. O socialista, que defendeu o nome de Aécio Neves no segundo turno, revelou que acabada a euforia das eleições é hora de trabalhar pelo desenvolvimento do Brasil e afirmou que agora o momento é de união […]

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Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (28), na Câmara dos Deputados, Gonzaga Patriota comentou a reeleição de Dilma Rousseff. O socialista, que defendeu o nome de Aécio Neves no segundo turno, revelou que acabada a euforia das eleições é hora de trabalhar pelo desenvolvimento do Brasil e afirmou que agora o momento é de união para ajudar o país.

“Agora, como oposição, entendo que ainda não é chegada a hora da oposição, repito, da qual faço parte, como um todo, ir para cima da presidente reeleita. É importante que nos juntemos, principalmente aqui no Congresso Nacional, para procurar ajudar a ela, Dilma Rousseff, a tirar o país dessa terrível crise”.

Patriota ainda explicou porque defendeu o nome de Aécio Neves para presidente. “Diante das crises porque passa hoje o Brasil, dentre elas, financeira, falta de crescimento, inflação alta e a corrupção corroendo o patrimônio público e pela minha modesta experiência de mais de 30 anos no parlamento e, ainda, tendo acompanhado, já como parlamentar, crises e mais crises vividas e criadas por governos antidemocráticos, a exemplo de João Figueiredo e José Sarney, e até pelo primeiro presidente eleito, após a derrubada da ditadura, Collor de Melo, crises suportadas pelo país inteiro, crises que prejudicaram muito a nossa economia, o nosso crescimento e a nossa população, principalmente a mais humilde, não tinha outro caminho, senão apoiar uma candidatura de mudança, como o fiz, apoiando Aécio neves, que infelizmente não venceu a eleição”, esclareceu.

Patriota repreendeu a falta de diálogo de Dilma Rousseff com o parlamento e com os setores produtivos do país e desejou que neste mandato a presidente escute mais os deputados e senadores que foram eleitos pelo povo.

“A presidente reeleita Dilma Rousseff já foi alertada pelas urnas e precisa mudar e muito a sua maneira de governar. Ela tem que buscar consolidar a sua vitória promovendo o diálogo e a conversação com os setores produtivos e com o Congresso. Ela ganhou as eleições de 2010 com uma diferença de 12 pontos. Agora, venceu com menos de três pontos de vantagem”, justificou.

Para Gonzaga Patriota, o combate à corrupção será um grande desafio do governo de Dilma Rousseff.  Patriota também lembrou das obras que estão se arrastando há anos e que precisam ser concluídas o mais rápido possível. Finalizou o discurso assegurando que fará uma oposição consistente e ativa, sempre lutando por melhorias para o Brasil.

Serra: Luciano Duque herda parte dos votos que eram de Fonseca. Victor Oliveira larga com 7%

Pesquisa divulgada esta manhã pelo  Farol de Notícias em parceria com o Instituto Múltipla, de Arcoverde, mostra o primeiro cenário após a desistência do candidato do PR Fonseca Carvalho e anúncio de Victor Oliveira. A pesquisa aconteceu dez dias depois do lançamento do pré-candidato do PR. Em  linhas gerais, só Duque (com quase oito pontos a […]

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Pesquisa divulgada esta manhã pelo  Farol de Notícias em parceria com o Instituto Múltipla, de Arcoverde, mostra o primeiro cenário após a desistência do candidato do PR Fonseca Carvalho e anúncio de Victor Oliveira. A pesquisa aconteceu dez dias depois do lançamento do pré-candidato do PR.

Em  linhas gerais, só Duque (com quase oito pontos a mais) e Marquinhos Dantas (com 1,3%) cresceram. Nena Magalhães oscilou negativamente praticamente seis pontos. Victor larga com 7%, capital eleitoral inferior ao outro nome do PR, Fonseca Carvalho, que tinha 14,3%  no cenário aferido em 10 de junho.

Na consulta estimulada, quando o nome dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, Luciano Duque (PT) aparece com 50% das intenções de voto, registrando uma alta de oito pontos com relação à pesquisa anterior, quando tinha 42%. Na segunda colocação está Nena Magalhães (PTB) com 17%. Em comparação com a pesquisa passada, o petebista caiu seis pontos, já que tinha 23% na pesquisa passada.

O pré-candidato Marquinhos Dantas (SD) aparece na quarta colocação com 13,7% registrando uma leve alta de 2 pontos percentuais em comparação com a última consulta, quando obteve 11%. Na quarta colocação surge o neto de Inocêncio, Victor Oliveira (PR), com 7%. O pré-candidato do Psol, Ari Amorin permanece com 1% e Otoni Cantarelli (PCdoB) não pontuou. Não sabem ou não opinaram são 11%.

No cenário espontâneo, quando não são oferecidos os nomes dos pré-candidatos aos entrevistados, Luciano Duque aparece com 38% das intenções, o que significa uma alta de 4 pontos com relação à pesquisa divulgada no início do mês. O secretário de Transportes do Estado, Sebastião Oliveira (PR) caiu 1 ponto e aparece com 6%, Dantas e Nena permanecem na casa dos 4% e Victor Oliveira 2%.

A pesquisa Múltipla foi realizada nas zonas urbana e rural de Serra Talhada entre os dias 25 e 26 de junho sob o registrado PE-07870/2016. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro 5,7% para mais ou para menos. O universo de amostra foi composto por 300 entrevistas distribuídas da seguinte forma: cidade 73,3% e zona rural 26,7%.

O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro 5,7% para mais ou para menos. O universo de amostra foi composto por 300 entrevistas distribuídas da seguinte forma: cidade 73,3% e zona rural 26,7%.