Doria toma posse como prefeito de SP e promete ‘respeito à ética e transparência’
Por Nill Júnior
G1
O Prefeito eleito João Doria (PSDB) e o vice Bruno Covas tomaram posse neste domingo (1º) para um mandato de quatro anos à frente da Prefeitura de São Paulo.
Doria prometeu “respeito à ética e à transparência”, diálogo com a oposição, e prometeu eficiência e inovação em sua gestão. “Sermos eficientes, inovadores para sermos transformadores na cidade de São Paulo.
Doria disse que irá todo mês à Câmara Municipal em sinal de repeito ao Poder Legislativo. “É um respeito à transparência e a ètica na gestão pública. Tenho certeza que o Legislativo também dará uma demonstração clara de transparência e ética.”
“Vamos governar para todos em São Paulo”, disse Doria. “Respeito ao diálogo, capacidade de estarmos aberto ao diálogo sempre. Não importa se são de oposição, se são contrárias à nossa índole. o prefeito e o vice estarão sempre abertos ao diálogo.”
Ele voltou a repetir um discurso de sua campanha eleitoral, a de que não é político, mas um gestor. “Farei gestão à frente de São Paulo, respeitando os políticos como respeito a memória do meu pai, que foi deputado federal.”
Doria destacou que São Paulo “é a capital do Brasil”. “A cidade não é dos paulistanos, é dos brasileiros”.
O novo prefeito de São Paulo afirmou que nesta segunda-feira (2), “antes do sol raiar”, estará vestido de gari junto com sua equipe de secretários e alguns empresários para fazer uma ação de limpeza na região central de São Paulo, na operação que ele batizou como ‘Cidade linda’. “Estaremos vestidos de garis como gente simples que recebe seu trabalho para dar demonstração de humildade, igualdade e capacidade de trabalho.”
Neste domingo (1º), funcionários da Prefeitura de São Paulo começaram o trabalho de limpeza na Avenida Nove de Julho com caminhões com adesivos do programa ‘Cidade linda’.
Nos cenários para o pleito de 2018, Lula segue o favorito – inclusive no segundo turno –, seguido por Jair Bolsonaro, João Doria, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. No primeiro turno, nas intenções de voto espontâneas, Lula tem 20,2%; Bolsonaro, 10.9%; Doria, 2,4%; Marina, 1,5%; Alckmin, 1,2%, empatado com Ciro Gomes. Ainda no […]
Nos cenários para o pleito de 2018, Lula segue o favorito – inclusive no segundo turno –, seguido por Jair Bolsonaro, João Doria, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. No primeiro turno, nas intenções de voto espontâneas, Lula tem 20,2%; Bolsonaro, 10.9%; Doria, 2,4%; Marina, 1,5%; Alckmin, 1,2%, empatado com Ciro Gomes.
Ainda no primeiro turno, na intenção de voto estimulada, foram desenhados três cenários. Nos três, a classificação é a seguinte: Lula, Bolsonaro e Marina Silva. Os quartos colocados mudam entre Alckmin, Doria e Ciro Gomes.
Já para o segundo turno, a pesquisa CNT/MDA preparou 12 cenários estimulados. Em cinco, o nome de Lula foi colocado como opção de resposta. Ele lidera nos cinco: ganharia de Aécio (41,8% a 14,8%), Alckmin (40,6% a 23,2%), Doria (41,6% a 25,2%), Bolsonaro (40,5% a 29,5%) e Marina (39,8% a 25,8%). Bolsonaro teria o melhor desempenho nesses cenários de derrota para o petista.
Marina só não ganharia de Lula: derrotaria Alckmin (28,4% a 23,6%), Aécio ( 33,6% a 13%), Doria (30,5% a 22,7%) e Bolsonaro (29,2% a 27,9%). Ainda em votações estimulados para o segundo turno, Bolsonaro venceria Alckmin (28% a 23,8%), Aécio (32% a 13,9%) e Doria (28,5% a 23,9%).
Os entrevistados também foram questionados da possibilidade de voto especificamente em um concorrente. Aécio foi o candidato com maior índice de quem não votaria nele “de jeito nenhum”: 69,5%. Ele é seguido nesse quesito por Ciro Gomes (54,8%), Alckmin (52,3%), Bolsonaro (45,4%), Doria (42,9%), Lula (50,5%) e Marina Silva (51,5%).
Dando prosseguimento a sua caminhada nos bairros e localidades de Arcoverde para ouvir as pessoas no que denomina de encontro de amigos, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) esteve esta semana no bairro da Cidade Jardim, onde reuniu-se com moradores na Travessa 1º de Fevereiro. Além do encontro, o ex-prefeito também participou essa semana de entrevista […]
Dando prosseguimento a sua caminhada nos bairros e localidades de Arcoverde para ouvir as pessoas no que denomina de encontro de amigos, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) esteve esta semana no bairro da Cidade Jardim, onde reuniu-se com moradores na Travessa 1º de Fevereiro.
Além do encontro, o ex-prefeito também participou essa semana de entrevista na TV GZNet ao vivo e disse que vai tirar as portas das policlínicas para funcionarem 24h.
Na Cidade Jardim, na última terça-feira (21), as reclamações dos moradores, feitas em verdadeira forma de desabafo, foram de todos os tipos. Falta de segurança, iluminação precária, ruas esburacadas e sem pavimentação, galerias estouradas e abertas, falta de assistência à saúde e de acessibilidade entre ruas, entre outras.
Para o ex-prefeito, “problemas que se repetem pelos bairros por onde tem passado e que demonstra todo o descaso e abandono da atual administração com a população de Arcoverde, principalmente as que vivem nos bairros mais afastados”.
Já na quarta-feira (22), Zeca concedeu entrevista à TV online GZNet, quando abordou vários temas, como projetos, avaliação do governo municipal, as caminhadas pela cidade e o porquê ser novamente candidato a prefeito.
Para Zeca, “esse projeto que sonho, que as pessoas o procuram e querem ver de volta à Arcoverde, é ver a cidade voltar a sorrir; é muito maior do que ele, é um projeto de todo um povo que ama sua terra, acredita em seu potencial e quer ver Arcoverde no lugar que merece, com trabalho, respeito e oportunidades para todos”.
Na entrevista, ele também abordou os problemas da saúde em Arcoverde com policlínica sem atender 24h e disse que ia tirar as portas da policlínica e da UPA para que funcionem dia e noite, sem interrupção, para que o povo possa ser atendido a qualquer momento que precisar “porque doença não tem hora”.
Lamentou a falta de apoio a população rural e disse que seu sonho e projeto “é ver a patrulha mecanizada que existe hoje na prefeitura, escondida, atendendo somente a aliados da prefeita, cuidando das estradas, barreiros e barragens de todos os arcoverdenses que moram na zona rural, sem distinção”.
O ex-prefeito também foi questionado de temas como a questão da votação da reforma trabalhista, quando comprovou que nunca esteve presente a votação e nem votou a favor da reforma, pois encontrava-se em viagem programada a mais de um ano para comemorar os 80 anos de sua mãe, e que, se estivesse, votaria contra e a favor dos trabalhadores. Fato que pode ser comprovado nos anais da Câmara e na imprensa de todo o Estado.
“Estamos tranquilos quanto a isso, porque os trabalhadores, e particularmente os servidores municipais de Arcoverde, sabem o respeito e valor que temos e demos a eles quando prefeito ao pagarmos em dia os salários, pagarmos dentro do próprio mês, coisa que não acontece hoje; implantarmos o PCC dos professores, efetivarmos os agentes de saúde, entre outras ações que beneficiaram todos os trabalhadores e trabalhadoras municipais”, afirmou Zeca Cavalcanti.
A presidenta Dilma Rousseff se reuniu na noite desta terça no Palácio da Alvorada, com os líderes dos partidos da base do Governo Federal no Congresso Nacional para tratar de temas da pauta do Executivo e do Legislativo. Dentre os temas, a presidenta antecipou a posição do Governo a respeito da proposta aprovada no Congresso que […]
Arquivo: Presidenta Dilma Rousseff recebe os líderes
A presidenta Dilma Rousseff se reuniu na noite desta terça no Palácio da Alvorada, com os líderes dos partidos da base do Governo Federal no Congresso Nacional para tratar de temas da pauta do Executivo e do Legislativo. Dentre os temas, a presidenta antecipou a posição do Governo a respeito da proposta aprovada no Congresso que flexibiliza o fator previdenciário.
A matéria aprovada pelos parlamentares estabelece a regra 85/95 para aposentadorias. Ela permite que a mulher se aposente quando a soma de sua idade aos 30 anos de contribuição for de 85 e, no caso do homem, quando a soma da idade a 35 anos de contribuição chegar a 95.
Para Humberto, essas reuniões de coordenação política, encabeçadas diretamente pela presidenta, são fundamentais para o partido e o Governo traçarem estratégias e fecharem posições sobre projetos de relevância para os brasileiros que tramitam na Câmara e no Senado.
As duas Casas terão importantes votações nesta semana. A pauta inclui a conclusão da análise da proposta da reforma política, que traz tópicos como fidelidade partidária e cotas para mulheres nas eleições; do reajuste escalonado do imposto de renda que varia entre 4,5% e 6,5%; e do aumento das alíquotas incidentes sobre a receita bruta de empresas de 56 setores da economia com desoneração da folha de pagamentos.
O presidente em exercício, Hamilton Mourão, criticou neste sábado (31) “lideranças” que, “com o silêncio”, deixaram crescer um clima de desagregação no país e levaram para as Forças Armadas a conta por “inação” ou por um “pretenso golpe. Mourão não citou nomes em sua fala de pouco mais de 8 minutos, mas esse trecho é […]
O presidente em exercício, Hamilton Mourão, criticou neste sábado (31) “lideranças” que, “com o silêncio”, deixaram crescer um clima de desagregação no país e levaram para as Forças Armadas a conta por “inação” ou por um “pretenso golpe.
Mourão não citou nomes em sua fala de pouco mais de 8 minutos, mas esse trecho é tido como recado a Bolsonaro. Ele também fez referência aos pedidos de parte do eleitorado de Bolsonaro para que as Forças Armadas atuassem para reverter o resultado da eleição.
Sem falar diretamente dos acampamentos, Mourão disse que é “equivocada” a “canalização de aspirações e expectativas para outros atores públicos que, no regime vigente, carecem de lastro legal para o saneamento do desequilíbrio institucional em curso”.
Mourão afirmou também que a “alternância de poder em uma democracia é saudável e deve ser preservada”.
“A alternância do poder em uma democracia é saudável e deve ser preservada. Aos eleitos, cumpre o dever de dar continuidade aos projetos iniciados e direcionar seus esforços para que, à luz de suas propostas, o País tenha assegurada uma democracia pujante e plural, em um ambiente seguro e socialmente justo.”
“Tranquilizemo-nos! Retornemos à normalidade da vida, aos nossos afazeres e ao concerto de nossos lares”, completou.
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas julgou na última terça-feira (18) uma auditoria especial realizada na Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco para avaliar a forma como os recursos hídricos estão sendo gerenciados no Estado. O levantamento buscou identificar também os principais problemas que afetam o abastecimento de água no Agreste pernambucano. Como resultado, […]
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas julgou na última terça-feira (18) uma auditoria especial realizada na Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco para avaliar a forma como os recursos hídricos estão sendo gerenciados no Estado. O levantamento buscou identificar também os principais problemas que afetam o abastecimento de água no Agreste pernambucano. Como resultado, foram feitas algumas recomendações aos interessados do Processo TC nº 1605257-2, cujo relator é o conselheiro Dirceu Rodolfo.
O trabalho é parte das auditorias de natureza operacional que o TCE realiza desde 2001 em ações de governo para avaliar aspectos de eficiência, eficácia e economicidade da gestão pública, com objetivo de contribuir para que os investimentos gerem mais benefícios à sociedade.
O estudo realizado pela equipe da Gerência de Auditoria de Desempenho e Estatísticas Públicas (GEAP) do TCE apurou que os principais aspectos que levam à escassez de água são reflexo do aumento da demanda decorrente do crescimento populacional; do desperdício; do processo desordenado de urbanização, industrialização e expansão agrícola; além do desmatamento e de fatores climáticos. A poluição ambiental, por sua vez, tem grande participação no desabastecimento, já que afeta a qualidade da água para consumo.
De acordo com o trabalho, os principais problemas encontrados em Pernambuco vão desde a ausência de implementação de Instrumentos da Política Estadual de Recursos Hídricos; até a não constituição dos Comitês de Bacias Hidrográficas (COBH) na totalidade das bacias do Estado.
A isso somam-se a situação crítica de abastecimento de água encontrada no município de Belo Jardim e as grandes perdas observadas no sistema de distribuição de água. Entretanto, boas práticas também foram implementadas pela SDEC, como a implantação de Conselhos Gestores de Açudes (Consus) e o mapeamento de todo o território do Estado por meio do Programa Pernambuco Tridimensional.
Diagnóstico – Segundo dados apresentados pelo relatório da GEAP, apenas 2,5% de toda a água existente no planeta é doce, dos quais 69% são consumidos pela agricultura, podendo chegar a 80% nos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. A indústria chega a gastar 23%, enquanto apenas 8% é usado para abastecimento residencial.
Hoje, aproximadamente 1 bilhão de pessoas sofrem com a indisponibilidade de água para consumo e as expectativas para o futuro são ainda mais alarmantes. É que as previsões encontradas pelo diagnóstico apontam que nos próximos 25 anos cerca de 5,5 bilhões de seres humanos estarão concentrados em áreas com problemas de abastecimento de ordem moderada a séria.
Atualmente, no Brasil, 69% dos mananciais estão localizados na região Norte, enquanto que 15% e 13% encontram-se, respectivamente, no Centro-Oeste e Sul/Sudeste do país. O Nordeste concentra apenas 3% deles.
De acordo com a Agência Nacional de Águas, em 2014, foi decretada Situação de Emergência ou Estado de Calamidade Pública em 67,7% dos municípios pernambucanos por conta da estiagem, levando o Estado a ocupar a 5ª pior colocação em um ranking nacional.
Em 2016, este número chegou a 68% (70 cidades do Agreste e 56 do sertão), segundo levantamento da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. No mesmo ano, 62% dos 107 reservatórios monitorados do Estado entraram em colapso, quando o nível de acumulação de água esteve abaixo de 10% de sua capacidade total. No Agreste, 64% dos 32 monitorados estavam nesta mesma situação, conforme divulgou a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC). O período de estiagem já dura mais de cinco anos.
Recomendações – Segundo o voto do relator, a partir de agora, a Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado, substituta da SDEC na Gestão dos Recursos Hídricos do Estado, terá que realizar estudos e adequar recursos para recuperação e preservação da qualidade da água e estabelecer critérios para lançamento de efluentes nos rios.
Ela também deverá estimular, juntamente à APAC, a criação dos Comitês nas bacias restantes e intensificar a fiscalização dos reservatórios, principalmente nos períodos de estiagem, evitando retiradas irregulares ou além das vazões estabelecidas pela Agência. Caberá ainda à APAC reforçar as ações voltadas ao cadastramento e autorização para uso da água.
A Compesa, dentre outras coisas, terá que melhorar a prestação do serviço de abastecimento emergencial de água em Belo Jardim, atendendo a toda a população urbana do município; aumentar o investimento na manutenção da rede de abastecimento de água, minimizando vazamentos, sobretudo em tubulações da rede de distribuição; e intensificar o monitoramento de perdas físicas de água, ou por conta de ligações clandestinas na rede de distribuição. A autarquia deverá ainda avaliar a qualidade dos materiais usados nas tubulações, evitando consertos recorrentes; e manter um programa contínuo visando à qualidade da mão de obra para impedir serviços mal executados em tubulações.
Os órgãos terão 30 dias para remeter ao Tribunal o Plano de Ação com as medidas a serem adotadas, o cronograma e os responsáveis pela implementação das recomendações da auditoria. Eles deverão também enviar anualmente ao TCE o relatório de execução do Plano de Ação.
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