Domingo é dia de Arcoverde no “Recife Antigo do Coração”
Por Nill Júnior
Neste domingo, dia 26, Arcoverde vai participar da programação do Recife Antigo de Coração, um evento organizado pela Prefeitura do Recife e que ocorre no último domingo de cada mês. Um palco está sendo armado no Marco Zero onde a cidade, também conhecida como o Portal do Sertão, vai lançar a edição 2015 dos festejos juninos, que acontecem entre os dias 19 e 28 de junho.
Com o tema “O Reino do Baião na Capital do São João”, Arcoverde vai se transformar no reino de um dos mais importantes ritmos da trilogia musical nordestina do Forró: o xote, o xaxado e o baião.
A programação do Recife Antigo de Coração começa pela manhã com feirinha típica, exposição de imagens, artesanatos e degustação gastronômica. À tarde, a partir das 14h, as apresentações culturais começam com o Tricampeão do Carnaval do Recife, o Boi Maracatu, seguido dos forrozeiros arcoverdenses e homenageados do São João desse ano, Paulinho Leite, Mazinho, Wagner Carvalho e George Silva. A festa será encerrada com o Coco Raízes de Arcoverde.
O evento é uma realização da Prefeitura de Recife, com a participação especial de Arcoverde e o apoio da Associação das Secretarias de Turismo – Astur, idealizadora e incentivadora da inclusão dos municípios no programa da capital pernambucana.
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) descartou a possibilidade de lockdown, expressão americana que quer dizer fechamento mais rigoroso da cidade. Com o aumento no número de casos de Covid-19, a possibilidade chegou a ser ventilada nos bastidores. Somava-se a isso o grande número de pessoas desrespeitando as medidas de isolamento social. Mas […]
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) descartou a possibilidade de lockdown, expressão americana que quer dizer fechamento mais rigoroso da cidade.
Com o aumento no número de casos de Covid-19, a possibilidade chegou a ser ventilada nos bastidores. Somava-se a isso o grande número de pessoas desrespeitando as medidas de isolamento social.
Mas as medidas restritivas de circulação tomadas em dois decretos, como a proibição de estacionamento em áreas centrais, mais o medo provocado pela divulgação dos novos casos aumentou o índice de isolamento.
O prefeito Luciano avaliou que a população está respeitando os decretos e como a taxa de isolamento aumentou, está descartada essa possibilidade.
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados Governadores e vice-governadores de dez estados estiveram reunidos nesta terça-feira com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para tratar do assunto O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai colocar em votação, logo após o primeiro turno das eleições municipais, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 101/20, que permite a […]
Governadores e vice-governadores de dez estados estiveram reunidos nesta terça-feira com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para tratar do assunto
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai colocar em votação, logo após o primeiro turno das eleições municipais, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 101/20, que permite a oferta de crédito aos estados com lastro da União, condicionado a ajuste fiscal. A decisão foi anunciada pelo autor do projeto, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), que participou nesta terça-feira (3) de reunião de Rodrigo Maia com governadores e vice-governadores de dez estados, na residência oficial do presidente da Câmara.
A proposta permite que estados e municípios sem Capacidade de Pagamento (Capag nota A e B) tenham acesso a empréstimos com garantias da União desde que façam um ajuste fiscal para recuperar suas finanças. As novas regras devem beneficiar especialmente Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – estados com a pior situação fiscal, que poderão aderir a regime de recuperação por dez anos. “Esses estados estão com situação pré-falimentar”, lamentou Pedro Paulo.
O deputado observou que o projeto é particularmente importante depois da crise do coronavírus. “Se esse projeto já era necessário antes de eclodir a pandemia, imagine agora com as finanças mais fragilizadas, a economia mais debilitada, aumento do desemprego, fechamento de empresas e comércio nos estados”, declarou.
Pedro Paulo afirmou ainda que a situação só não está pior por causa das transferências diretas da União no pico da pandemia. “Na fase crítica não havia condições de ofertar crédito, então o mecanismo bem utilizado, no momento certo, foi a transferência direta da União, sem praticamente nenhuma contrapartida. Agora é a fase de ofertar crédito para que os estados possam retomar a atividade econômica e seguir no momento pós-pandemia.”
Saúde e educação
O credito será condicionado a ajustes. “Isso é importante dada a situação anterior à pandemia de contas públicas bastante debilitadas”, reconhece Pedro Paulo, destacando, no entanto, que os estados passarão a ter um teto de gastos “cumprível”. Segundo o projeto, as despesas de saúde e educação não serão vinculadas ao teto corrigido pela inflação. “Talvez esta seja a grande causa do estouro do teto”, afirmou.
Pedro Paulo ponderou que todos os 27 estados serão ajudados, incluindo os estados com boa situação fiscal, como São Paulo, Espírito Santo e Ceará. “Os estados que fizeram a lição de casa em suas contas terão um aumento do espaço fiscal e uma economia de exigências e burocracia para obter mais crédito em despesas de investimento para recuperação econômica após a pandemia.”
Segundo Pedro Paulo, o escopo maior do PLP 101/20 é uma das principais vantagens em relação ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PLP 149/19), do qual foi relator. O PLP 149/19 também é conhecido como Plano Mansueto por ter sido apresentado pelo então secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida.
Despesa de pessoal
Outras medidas importantes no PLP 101/20 são as correções para reforço e melhoria na Lei de Responsabilidade Fiscal. A proposta deve unificar a contabilidade das despesas dos estados, com um período de adaptação. “O projeto estabelece uma contabilização mais adequada para despesa de pessoal, que é um ponto muito sensível para os estados”, nota Pedro Paulo.
“Mais da metade dos estados estão com as despesas de pessoal estourada, muitas vezes por causa da contabilidade criativa no âmbito dos estados e dos tribunais de conta dos estados em relação ao que efetivamente se contabiliza como despesa de pessoal. Pode-se enganar a contabilidade pública, mas não o caixa.”
Em outra medida, a proposta deve restringir a utilização de restos a pagar para fonte de financiamento dos estados. “Não devemos deixar despesas em aberto sem a cobertura de caixa para pagamento”, apontou.
Vacina
A vacinação contra a Covid-19 foi outro tema da reunião na residência oficial, que contou com a participação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre; dos governadores do Acre, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e dos vice-governadores de São Paulo e do Distrito Federal.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, elogiou a atuação dos presidentes da Câmara e do Senado nas negociações com o governo federal para aquisição de vacinas. Eduardo Leite teme que, sem um programa nacional para compra de vacinas, poderá haver problemas na distribuição e aumento de custos.
“Se não houver aquisição nacional e os estados tiverem de disputar entre eles a aquisição de vacinas, todos saem perdendo”, alertou, lembrando os problemas ocorridos na compra de respiradores durante a pandemia. “É muito importante que haja coordenação nacional e que todos os estados sejam alcançados pela vacina.”
Legenda alega que medidas acabam desestimulando mães a fazerem denúncias de abusos cometidos pelos pais contra filhos para não correrem o risco de perder a guarda. O Partido Socialista Brasileiro (PSB) questiona no Supremo Tribunal Federal (STF) trechos da Lei de Alienação Parental por considerar que são frequentemente utilizados por homens para encobrir abusos e […]
Legenda alega que medidas acabam desestimulando mães a fazerem denúncias de abusos cometidos pelos pais contra filhos para não correrem o risco de perder a guarda.
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) questiona no Supremo Tribunal Federal (STF) trechos da Lei de Alienação Parental por considerar que são frequentemente utilizados por homens para encobrir abusos e violências domésticas, especialmente contra a mulher.
Segundo a Lei 12.318/2010, alienação parental é a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham sua guarda para que repudie o pai ou a mãe ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com um deles.
Um dos trechos contestados pela sigla (artigo 2º, parágrafo único, inciso VI) prevê que é exemplo de alienação parental apresentar falsa denúncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós, para dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente.
Desestímulo
De acordo com a legenda, a medida tem propiciado que denúncias de abusos sexual e doméstico sejam rotuladas como falsas pelo simples fato de envolverem disputa de guarda de menores. Assim, as mães deixam de denunciar a violência com o medo de serem vistas como alienadoras e de perderem a guarda do filho.
O PSB aponta que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero de 2021, reconheceu que alegações de alienação parental são frequentemente utilizadas por homens para encobrir abusos e violências domésticas especialmente contra a mulher.
Indícios
Outro dispositivo questionado pelo partido (artigo 4º) estabelece que declarado indício de ato de alienação parental, o juiz determinará, com urgência, as medidas provisórias necessárias para preservação da integridade psicológica do menor, inclusive para assegurar sua convivência com o genitor ou viabilizar a efetiva reaproximação entre ambos, se for o caso.
Na avaliação do PSB, a exigência de meros indícios pode justificar injustiças como a inversão da prioridade de proteção da criança e do adolescente. Isso porque, em vez de se afastar fisicamente o acusado, é geralmente a mãe denunciante que perde o convívio com a vítima que buscou proteger.
Relator
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7606 foi distribuída ao ministro Flávio Dino.
O empresário Paulo Manú chamou a atenção para a lentidão das obras da PE 304, a Estrada de Tabira, ligação entre o município e o estado da Paraíba. Em outubro, a governadora Raquel Lyra anunciou a inclusão da rodovia no programa PE na Estrada, de requalificação das estradas de Pernambuco. A empresa licitada foi a […]
Anúncio foi feito em Paulista, onde presidente recebeu a Comenda Padre João Ribeiro Montenegro Por André Luis Durante a sua passagem por Paulista, onde inaugurou o campus do Instituto Federal de Pernambuco, o presidente Lula informou que Olinda também receberá uma unidade do Instituto. A informação foi repassada pelo deputado federal Carlos Veras em suas redes […]
Anúncio foi feito em Paulista, onde presidente recebeu a Comenda Padre João Ribeiro Montenegro
Por André Luis
Durante a sua passagem por Paulista, onde inaugurou o campus do Instituto Federal de Pernambuco, o presidente Lula informou que Olinda também receberá uma unidade do Instituto.
A informação foi repassada pelo deputado federal Carlos Veras em suas redes sociais.
Segundo Veras ao lado do ministro da Educação Camilo Santana, Lula anunciou a construção do campus em Olinda. “O investimento será de R$ 25 milhões”, informou o parlamentar.
Carlos Veras e o prefeito de Paulista Yves Ribeiro, entregaram ao presidente Lula, a Comenda Padre João Ribeiro Montenegro, “a mais importante honraria do município de Paulista”, destacou Veras.
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