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Por Nill Júnior

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Outro lado: Bastidor.PE diz que justiça deve investigar origem dos cartazes, e não quem noticiou

SITE SEGUE NEGANDO ENVOLVIMENTO COM EPISÓDIO E DIZ SÓ TER NOTICIADO O portal Bastidor.PE se manifestou sobre a investigação envolvendo cartazes apócrifos contra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), encontrados no Recife Antigo no fim de agosto. O veículo afirmou que recebeu uma denúncia sobre a existência do material e enviou um […]

SITE SEGUE NEGANDO ENVOLVIMENTO COM EPISÓDIO E DIZ SÓ TER NOTICIADO

O portal Bastidor.PE se manifestou sobre a investigação envolvendo cartazes apócrifos contra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), encontrados no Recife Antigo no fim de agosto.

O veículo afirmou que recebeu uma denúncia sobre a existência do material e enviou um repórter ao local para verificar a informação. Segundo o portal, os cartazes foram encontrados em diferentes pontos da região e registrados pela equipe.

“O Bastidor.PE não colocou os cartazes nas ruas. O portal recebeu uma denúncia, foi ao local, encontrou os materiais, registrou o que estava acontecendo e publicou a informação”, afirmou.

O veículo também levantou questionamentos sobre o destino dos cartazes retirados das ruas pela Prefeitura do Recife. De acordo com a manifestação, a remoção teria ocorrido ainda em 30 de agosto, antes da estruturação da investigação criminal.

O Bastidor.PE pergunta se os materiais foram preservados, encaminhados às autoridades ou registrados por fotografias e relatórios durante a retirada.

A afirmação sobre a remoção e os questionamentos apresentados correspondem à versão divulgada pelo próprio portal.

Câmeras do Recife Antigo

Outro ponto levantado pelo veículo diz respeito às imagens de câmeras de segurança da região.

O Bastidor.PE questiona por que, segundo sua avaliação, ainda não foram divulgados registros que permitam identificar quem realizou as colagens, especialmente na Rua Bione, citada pelo portal como um dos locais onde as peças foram encontradas.

O veículo também compara o episódio com outro caso de cartazes contra João Campos e afirma que, naquele episódio, imagens das colagens foram apresentadas.

“Por que a Frente Popular de Pernambuco conseguiu apresentar imagens de um caso mais antigo e não apresenta, até o momento, imagens das colagens do caso mais recente?”, questionou.

Sigilo da fonte

Na manifestação, o portal também criticou o direcionamento das diligências para informações sobre a origem das imagens recebidas e reafirmou a defesa do sigilo da fonte.

Para o Bastidor.PE, a investigação deve se concentrar na identificação de quem produziu, financiou,

Justiça nega liminar a responsáveis pelo Bastidor.PE

BUSCA E APREENSÃO NÃO É PROIBIDA SE JUSTIÇA ENTENDER NECESSÁRIA O TRE-PE negou o pedido de Habeas Corpus de Rodrigo Ambrósio e Fillipe Vilar, do Bastidor.PE. Eles queriam evitar medidas mais duras, como prisão, mandado de busca e apreensão, ou novas medidas contra aparelhos eletrônicos. A petição, assinada pelo advogado Thomas Crisóstomo Greenhalgh, alega que […]

BUSCA E APREENSÃO NÃO É PROIBIDA SE JUSTIÇA ENTENDER NECESSÁRIA

O TRE-PE negou o pedido de Habeas Corpus de Rodrigo Ambrósio e Fillipe Vilar, do Bastidor.PE.

Eles queriam evitar medidas mais duras, como prisão, mandado de busca e apreensão, ou novas medidas contra aparelhos eletrônicos. A petição, assinada pelo advogado Thomas Crisóstomo Greenhalgh, alega que tais decisões poderiam produzir dano irreversível à proteção do sigilo das fontes e ao acesso a comunicações protegidas. .

Com a decisão, a investigação permanece em curso e não há proteção judicial prévia contra uma eventual busca e apreensão. O TRE ressaltou que ainda não existe mandado expedido, mas registrou a possibilidade de a Polícia Federal apresentar uma representação individualizada caso considere a medida necessária. Nesse cenário, eventual busca dependerá de autorização judicial específica.

A decisão também enfrentou o argumento do sigilo da fonte. Embora reconheça a proteção constitucional à atividade jornalística, o Tribunal afirmou que ela não torna automaticamente todos os arquivos e informações imunes à investigação. Para o magistrado, é necessário distinguir dados recebidos de fonte protegida de fatos presenciados diretamente, registros produzidos pela própria equipe e eventuais atos próprios. A decisão destaca ainda que a proteção ao jornalismo “não institui imunidade geral à investigação de condutas próprias eventualmente ilícitas”.

Ao indeferir a liminar, o desembargador Washington Amorim determinou que o juízo de origem preste informações em 24 horas e, em seguida, que a Procuradoria Regional Eleitoral se manifeste.

Quaest: Lula tem 36%, Flávio Bolsonaro 29% e Augusto Cury 8% no primeiro turno

Nova rodada divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Lula sete pontos à frente de Flávio; em eventual segundo turno, os dois aparecem empatados numericamente com 41%. Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição […]

Nova rodada divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Lula sete pontos à frente de Flávio; em eventual segundo turno, os dois aparecem empatados numericamente com 41%.

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, enquanto Augusto Cury (Avante) registra 8%. 

No cenário principal, sem Pablo Marçal, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 3% cada. Romeu Zema (Novo) tem 2% e Samara Martins (UP), 1%.

Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum somam 8%, enquanto 10% estão indecisos. 

Comparação com a rodada anterior

Na comparação com a pesquisa divulgada em 2 de setembro, Lula oscilou de 37% para 36%. Flávio Bolsonaro permaneceu com 29%, enquanto Augusto Cury passou de 10% para 8%.

Renan Santos manteve 3%. Ronaldo Caiado passou de 1% para 3%, e Romeu Zema oscilou de 1% para 2%. Todas essas variações devem ser observadas considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. 

A Quaest também realizou um cenário incluindo Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível. Nesse teste, Lula, Flávio e Cury mantiveram, respectivamente, 36%, 29% e 8%, enquanto Marçal apareceu com 1%. 

Lula e Flávio empatam no segundo turno

A disputa fica ainda mais apertada nas simulações de segundo turno. Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com exatamente 41% cada.

Na pesquisa anterior, Lula tinha 42% e Flávio, 41%, cenário que já configurava empate técnico dentro da margem de erro. 

Nos demais confrontos testados, os números são:

Lula 44% x 33% Romeu Zema

Lula 42% x 37% Renan Santos

Lula 41% x 38% Ronaldo Caiado

Lula 39% x 35% Augusto Cury

Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, Lula e Caiado estão tecnicamente empatados. O confronto entre Lula e Augusto Cury também está no limite da margem. Já contra Renan Santos e Romeu Zema, Lula aparece numericamente à frente por diferenças superiores a esse intervalo. 

Metodologia

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01720/2026. 

Fonte: Quaest / Grupo Globo

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Grito dos Excluídos tem atos por moradia, direitos sociais e contra a violência em mais de 50 cidades

32ª edição da mobilização ocorreu nesta segunda-feira (7) e também levou às ruas pautas como fim da escala 6×1, defesa do SUS e combate ao feminicídio. Movimentos sociais realizaram, nesta segunda-feira (7), a 32ª edição do Grito dos Excluídos, com marchas e manifestações em mais de 50 cidades de todas as regiões do país, segundo […]

32ª edição da mobilização ocorreu nesta segunda-feira (7) e também levou às ruas pautas como fim da escala 6×1, defesa do SUS e combate ao feminicídio.

Movimentos sociais realizaram, nesta segunda-feira (7), a 32ª edição do Grito dos Excluídos, com marchas e manifestações em mais de 50 cidades de todas as regiões do país, segundo os organizadores.

Neste ano, a mobilização teve como lema “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”.

Entre as reivindicações apresentadas pelos participantes estiveram moradia digna, reforma agrária, educação pública, fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), enfrentamento ao feminicídio e às diferentes formas de violência contra as mulheres, combate ao racismo e à LGBTfobia e o fim da escala de trabalho 6×1.

Em São Paulo, a manifestação percorreu ruas da região central e terminou com uma missa na Catedral da Sé dedicada à população em situação de rua. Antes da caminhada, foi realizado um café da manhã comunitário.

“A gente faz uso desse dia para dizer: olha, não temos liberdade ainda, temos que avançar muito para ser um país, uma sociedade em liberdade”, afirmou Miriam Hermogenes, da Central dos Movimentos Populares.

No Rio de Janeiro, os manifestantes percorreram a Avenida Presidente Vargas. O ato reuniu grupos que defenderam pautas relacionadas à soberania nacional, à democracia, à moradia e ao meio ambiente.

Uma das iniciativas levou apresentações teatrais para a manifestação, com encenações sobre participação política e democracia. Outra ala reuniu fotografias de vítimas da ditadura militar e defendeu a preservação das instituições democráticas.

O fim da escala 6×1 também esteve entre as pautas levadas às ruas. A proposta que altera a jornada de trabalho ainda depende de análise no Senado.

Em Brasília, participantes chamaram atenção para questões ambientais e para os efeitos sociais da crise climática. Integrantes do Núcleo de Ecologia Integral apresentaram uma carta com propostas sobre políticas agrícolas, fundiárias, urbanas, resíduos, justiça climática e proteção ambiental.

O Grito dos Excluídos é realizado tradicionalmente no 7 de Setembro e reúne movimentos e organizações sociais em torno de reivindicações relacionadas a direitos sociais, desigualdade e participação popular.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Paulo Pinto

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Flávio Bolsonaro chama 8 de Janeiro de “farsa” e volta a atacar Moraes em ato na Paulista

Candidato à Presidência reuniu apoiadores nesta segunda-feira (7), em São Paulo; levantamento estimou público de 28,5 mil pessoas no pico da manifestação. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou, nesta segunda-feira (7), de um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, marcado por críticas ao governo Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, […]

Candidato à Presidência reuniu apoiadores nesta segunda-feira (7), em São Paulo; levantamento estimou público de 28,5 mil pessoas no pico da manifestação.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou, nesta segunda-feira (7), de um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, marcado por críticas ao governo Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o discurso, Flávio classificou os atos de 8 de Janeiro como uma “farsa” e relacionou a condenação de Jair Bolsonaro às decisões tomadas pelo Supremo.

“Deram uma segunda facada em Bolsonaro. Essa farsa que foi 8 de janeiro. Essa farsa que condenaram um homem correto, um homem honesto, um homem que tem Deus no coração, por crimes que ele não cometeu”, afirmou.

A declaração representa a versão política apresentada pelo candidato. O STF já condenou réus por participação na organização e execução dos atos que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília e em investigações relacionadas à tentativa de ruptura institucional.

Flávio também voltou a direcionar críticas a Alexandre de Moraes em meio à crise recente no Supremo envolvendo os desdobramentos do caso Master.

“Nós temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, aquela laranja podre. O Supremo não é Alexandre de Moraes. A magistratura não é Alexandre de Moraes”, declarou.

Propostas apresentadas no ato

O candidato aproveitou o discurso para defender propostas nas áreas de segurança pública e saúde. Entre elas, citou o enquadramento de organizações como PCC e Comando Vermelho como terroristas, redução da maioridade penal, aumento de penas para determinados crimes e castração química para autores de violência sexual.

Flávio também afirmou que pretende ampliar o padrão de atendimento do Sistema Único de Saúde.

“A saúde pública vai ser padrão Einstein. O nosso SUS vai ser padrão Einstein”, disse.

Aliados participam da manifestação

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou do ato. Também estiveram presentes o prefeito Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Derrite (PP), André do Prado (PL), Sergio Moro (PL), Valdemar Costa Neto e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL).

Tarcísio defendeu durante o discurso que nenhuma autoridade esteja acima da Constituição.

“Ninguém está acima da lei”, afirmou, ao citar presidentes da República, governadores, senadores, magistrados e ministros.

Nikolas Ferreira também criticou Moraes e declarou apoio à candidatura de Flávio à Presidência.

Público estimado em 28,5 mil

O Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a organização More in Common estimaram que o ato atingiu um pico de 28,5 mil participantes às 16h32.

Considerando a margem de erro de 12% do levantamento, a estimativa varia entre 25,1 mil e 32 mil pessoas. A contagem utiliza fotografias aéreas analisadas com auxílio de software de inteligência artificial.

Segundo o levantamento, o público ficou abaixo do registrado no ato de 7 de Setembro de 2025 na Paulista, estimado em 42,2 mil pessoas.

Confusão entre grupos

Durante a manifestação, a Polícia Militar utilizou gás lacrimogêneo para dispersar um grupo de manifestantes de esquerda nas proximidades da Avenida Paulista.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, um grupo tentou acessar a área destinada aos apoiadores de Flávio Bolsonaro, e policiais militares e guardas civis intervieram para impedir um confronto.

A SSP informou que não houve registro de incidentes graves.

Fonte: G1
Foto: Reprodução

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