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Divulgado resultado do vestibular 2019.2 da FASP

Por Nill Júnior

A Faculdade do Sertão do Pajeú – FASP, situada em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, divulgou o resultado do vestibular 2019.2 dos cursos de Direito, História, Letras, Matemática e Pedagogia.

CURSO BACHARELADO EM DIREITO 2019.2

CURSO DE LICENCIATURA EM HISTORIA 2019.2

CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS

CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA 2019.2

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA 2019.2

Outras Notícias

Afogadense está entre as vítimas de acidente em Salgueiro

Uma mulher de Afogados da Ingazeira está entre as vítimas do acidente na BR 116, no município de Salgueiro.  Pelo menos mais duas pessoas morreram. Aldeane Antônia de Lima, 46 anos, era moradora do Bairro São Francisco. Segundo informações de familiares, o corpo dela será velado na casa dos pais, na Rua Cirene de Lima […]

Uma mulher de Afogados da Ingazeira está entre as vítimas do acidente na BR 116, no município de Salgueiro.  Pelo menos mais duas pessoas morreram.

Aldeane Antônia de Lima, 46 anos, era moradora do Bairro São Francisco. Segundo informações de familiares, o corpo dela será velado na casa dos pais, na Rua Cirene de Lima Alves, Bairro São Braz.

Ela havia saído de Afogados da Ingazeira na última quarta-feira (22) para encontrar com o namorado que conheceu nas redes sociais.

O acidente ocorreu nas primeiras horas da manhã nas proximidades da Serra do Boi Morto, na BR-116, em Salgueiro.

Segundo o blogueiro Alvinho Patriota, no local morreram três pessoas, entre as quais o salgueirense Francisco de Agenor, do Sítio Canoa.

Segundo informações, Francisco viajava para a feira de animais de Serra Talhada numa F-4000 quando colidiu com um caminhão baú, que foi atingido por um veículo de passeio que vinha logo atrás.

Antônia e o namorado, cujo nome não identificado, estavam no baú e também morreram.  Uma terceira pessoa foi socorrida. Idade, nome e estado de saúde não foram informados.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal e do Corpo de Bombeiros foram ao local e isolaram a área do acidente. As imagens do estado em que ficaram os veículo são impressionantes.

O salgueirense ficou preso às ferragens da caminhonete e foi retirado pelos bombeiros com o auxílio de equipamentos.

Memória do blog: 13 de agosto de 2014, o dia que não terminou 

Há exatamente um ano, brasileiros olhavam para os portais de internet e viam em meio a tantas notícias uma sub-manchete narrando a queda de um helicóptero em Santos. Até então, um fato que nos levava a pensar nas vítimas, mas relativamente comum diante de notícias similares no nosso cotidiano. Cerca de uma hora depois, começava […]

Há exatamente um ano, brasileiros olhavam para os portais de internet e viam em meio a tantas notícias uma sub-manchete narrando a queda de um helicóptero em Santos. Até então, um fato que nos levava a pensar nas vítimas, mas relativamente comum diante de notícias similares no nosso cotidiano.

Cerca de uma hora depois, começava o rebuliço nas redações de tevês, rádios, internet e jornais do país. Não era helicóptero e dentro da aeronave estava o presidenciável Eduardo Campos mais assessores de sua campanha, piloto e có-piloto.

Quis o destino que o episódio ocorresse horas depois da primeira grande aparição pública de Eduardo como candidato a Presidente, naquele JN que ficou marcado pela frase que estamparia camisas em sua homenagem: “não vamos desistir do Brasil”.

Lembro como hoje como recebi a notícia, verdadeiramente impactante quando todos lembram onde estavam quando ela chegou. No meu caso, me preparava para ir a Carnaíba, onde haveria uma transmissão esportiva, a serviço da Rádio Pajeú. Joselita Amador, da nossa equipe, informava que a Record dava a notícia de que Eduardo estava no avião.

Eram 12h35 e de imediato liguei para a Pajeú de casa mesmo para um plantão.  É isso que faz o meio rádio tão fantástico. Nenhuma outra plataforma prenderia o ouvinte improvisando dadas as circunstâncias.

Do telefone, transmitia as sonoras e narração que via nas redes de tv pagas e abertas. Com laptop acompanhava as atualizações do fato e ia intercalando a transmissão com meus comentários sobre o episódio.

Quinze minutos depois, a confirmação da morte de Eduardo e de todos os ocupantes da aeronave. Dissipava-se entretanto a notícia da presença da esposa Renata e do filho Miguel no vôo.

Não pensei duas vezes: voltei pro estúdio e a partir dali iniciamos uma cobertura diferente de tantas outras. Mesmo que de forma trágica, a história estava passando na frente dos nossos olhos. Descrevê-la, narrá-lá, era um misto de perplexidade e de exercício de sua missão em um momento em que ela deixou de ser apenas importante: era imprescindível para a sociedade.

Nesses fatos, você não vê o tempo passar. Outro desafio era em um episódio envolvendo alguém tão intenso e de fato diferenciado como Eduardo, ser profissional, não se deixar envolver pela comoção popular. Basta dizer que naquele dia, não havia divisão entre os que gostavam ou não do ex-governador: todos estavam de alguma forma chocados. Hoje, um ano depois, não sei responder se consegui. O que tenho como lembrança é que me permiti contagiar como jornalista pelo ser humano na crônica  sobre a relação de Eduardo e Arraes com Afogados e o Sertão. No mais, tentei descrever os fatos e deixar que a emoção ficassem para os relatos de quem era colocado no ar na Pajeú ou enviava notas de pesar à redação do blog.

Naqueles dias de agosto, cheguei a imaginar que a intensa cobertura da morte de Eduardo terminaria no domingo de seu sepultamento, quatro dias depois. Ingenuidade ou devaneio momentâneo, fruto do cansaço daquela jornada.

Hoje, faz um ano que eu era um dos profissionais a anunciar a morte de Eduardo Campos. Hoje, aquele 13 de agosto de 2014 ainda não acabou…

Relembre abaixo o plantão da Pajeú naquele 13 de agosto:

 

Clique aqui e veja arquivo de agosto de 2014 no blog, a partir do registro de imagens do sepultamento de Eduardo Campos:

Clique na imagem abaixo e veja a nota que anunciou a morte de Eduardo Campos

Morre Eduardo Campos

Em Serra Talhada, politicagem atrapalha sonho de Grupamento Aéreo

Sebastião Oliveira diz que prefeito e Deputado não podem cobrar Grupo Tático Aéreo por serem da oposição. Na disputa de padrinhos, perde a cidade Em Serra Talhada, uma demanda que poderia unir todos os setores da comunidade tem encontrado resistência justamente onde deveria haver mais unidade, com o desarmamento dos palanques: na política. Esta semana, […]

Sebastião, Augusto e Luciano: nem uma demanda tão importante une os três
Sebastião, Augusto e Luciano: nem uma demanda tão importante une os três

Sebastião Oliveira diz que prefeito e Deputado não podem cobrar Grupo Tático Aéreo por serem da oposição. Na disputa de padrinhos, perde a cidade

Em Serra Talhada, uma demanda que poderia unir todos os setores da comunidade tem encontrado resistência justamente onde deveria haver mais unidade, com o desarmamento dos palanques: na política. Esta semana, aumentou a esperança de que Serra Talhada passe a sediar uma unidade de Grupamento Tático Aéreo no Sertão (GTA). CDL, Sinduscom, vários setores da sociedade e até o Pajeú passaram a se irmanar na demanda. Serra reúne condições logísticas como a localização privilegiada. Mas tudo isso pode perder para a politicagem.

A questão menor aflorou depois que o prefeito Luciano Duque (PT) e o Deputado Augusto César (vice-presidente da Alepe) se reuniram com o Coronel Tibério Silva e membros do GTA (Grupo Tático Aéreo). Eles  solicitaram apoio logístico e a liberação de um terreno para implantação do Heliponto e hangar numa área próxima ao novo Fórum.

Depois do encontro, o Secretário Sebastião Oliveira declarou em uma entrevista que Duque e Augusto não teriam legitimidade para pleitear a ação porque são oposição. E que tratará do tema esta semana com PM,  Bombeiros e próprio  Grupamento Tático Aéreo. A fala de Sebastião provocou nota de Duque  afirmando que como gestor, ofereceu uma área para o equipamento e tem tratado do tema institucionalmente.

Um, Sebastião, é Secretário de Transportes, Deputado Federal e nome importante no xadrez político do Estado. O outro, Augusto César, Deputado Estadual e vice-presidente da Alepe. Luciano Duque,  prefeito do município, representante institucional da Capital do Xaxado. Os três poderiam estar juntos pela demanda. Mas não estão. Virou cabo de guerra político.

O gesto de buscar apadrinhar a ação e buscar dividir é um péssimo exemplo para o Pajeú. Petrolina, também no jogo pelo Grupamento e até Salgueiro, que dizem ter perdido força, agradecem a desunião em hora onde crucial era que todos estivessem remando pro mesmo lado. A picuinha vai ganhar da política…

Advogado da Fetape questiona decisões do Judiciário contra comunidade Carnaúba do Ajudante. “Vai ser uma longa batalha”, admite

Por supostas falhas no processo, cerca de 100 agricultores familiares assentados na comunidade, no município de Serra Talhada, podem perder suas terras. O advogado Antonio Filho, da Fetape, disse em entrevista a este blogueiro que a Federação não vai recuar de todos os meios jurídicos e de pressão para reverter a decisão que levou a […]

Por supostas falhas no processo, cerca de 100 agricultores familiares assentados na comunidade, no município de Serra Talhada, podem perder suas terras.

Comunidade vive da agricultura familiar e está ameaçada. Pessoas como Luciano e Dona Lourdes, que moram no assentamento
Comunidade vive da agricultura familiar e está ameaçada. Pessoas como Luciano e Dona Lourdes, que moram no assentamento

O advogado Antonio Filho, da Fetape, disse em entrevista a este blogueiro que a Federação não vai recuar de todos os meios jurídicos e de pressão para reverter a decisão que levou a leilão terras de agricultores familiares assentados na comunidade de Carnaúba do Ajudante, em área de  557 hectares, no município de Serra Talhada.

“Duas pessoas da Associação entraram com pedido judicial e a justiça estadual concedeu liberação dos recursos da comunidade para eles sem  conhecer membros da Associação. Foi aí que fizeram o desvio do dinheiro. O recurso estava bloqueado na conta e foi liberado a partir da autorização da justiça, que não avaliou a fraude que ocorreu em documentos para que tivessem acesso ao dinheiro”, relatou.

As terras foram a leilão  na 18ª Vara da Justiça Federal. Mas não houve lance. Novo leilão pode ocorrer dia 25
As terras foram a leilão na 18ª Vara da Justiça Federal. Mas não houve lance. Novo leilão pode ocorrer dia 25

Segundo o advogado, após ação do Banco, o que a Justiça fez foi obrigar o então presidente, tesoureiro e advogado para devolverem o dinheiro. “Na fase de execução não foram localizados bens de nenhum deles. Aí onde houve o erro de envolver a propriedade comprada pela associação”.

Os três teriam desviado R$ 129.000, dinheiro de  projeto produtivo para aquisição de animais e ações de infra estrutura junto ao Banco do Brasil. O banco acionou a justiça e hoje os valores corrigidos chegam a  mais de R$ 300 mil.

“Entramos com embargo pedindo suspensão da decisão de leilão, tirando a terra dos trabalhadores. Mas o juiz negou e ocorreu o primeiro leilão. Não apareceu ninguém pra comprar ainda porque a avaliação inicial foi de R$ 486 mil”, explicou.

O advogado informou ter entrado com Agravo de Instrumento para suspender o leilão do próximo dia 25 junto ao Tribunal Regional Federal.

“Vamos ter que discutir com o Estado e quem entrou com ação para tomar de quem pegou. Não dos agricultores que também são vítimas. Vai ser uma longa batalha”.

Outro problema é que legalmente a área nem é da comunidade ainda. Eles pagam parcelamento junto ao Banco do Nordeste e não terminaram. Ou seja, a área inda é legalmente do BNB.

Incluir UBS em programa de privatizações foi pedido da Saúde, diz Economia

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil A decisão de incluir UBS (Unidades Básicas de Saúde) no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi tomada após pedido do Ministério da Saúde, afirmou hoje o Ministério da Economia. Um decreto que inclui a política de atenção primária em saúde dentro do escopo de interesse do programa de concessões […]

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A decisão de incluir UBS (Unidades Básicas de Saúde) no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi tomada após pedido do Ministério da Saúde, afirmou hoje o Ministério da Economia. Um decreto que inclui a política de atenção primária em saúde dentro do escopo de interesse do programa de concessões e privatizações do governo foi publicado ontem (27) no Diário Oficial da União.

A pasta comandada pelo ministro Paulo Guedes disse, em nota divulgada à imprensa, que a avaliação conjunta aponta para a necessidade da participação da iniciativa privada no sistema para elevar a qualidade do serviço prestado ao cidadão, racionalizar custos, introduzir mecanismos de remuneração por desempenho, novos critérios de escala e redes integradas de atenção à saúde em um novo modelo de atendimento.

“De acordo com o Ministério da Saúde, a participação privada no setor é importante diante das restrições fiscais e das dificuldades de aperfeiçoar o modelo de governança por meio de contratações tradicionais”, informa a nota assinada pelo Ministério da Economia.

Segundo o governo federal, o Brasil tem mais de 4 mil UBS com obras inacabadas que já consumiram R$ 1,7 bilhão de recursos do SUS (Sistema Único de Saúde).

Ontem, o decreto 10.530, sobre parcerias entre UBS e setor privado, foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Desde então, vem sendo duramente criticado por deputados e ex-ministros da Saúde.

Com a repercussão negativa, a Secretaria-Geral da Presidência divulgou nota afirmando que “a medida não representa qualquer decisão prévia, pois os estudos técnicos podem oferecer opções variadas de tratamento da questão”.

A Secretaria ainda afirmou que o estudo “possibilita estabelecer indicadores e metas de qualidade para o atendimento prestado diretamente à população”, mas diz que os serviços seguirão sendo 100% gratuitos para a população.

Críticos veem “privatização do SUS”

Tidas como porta de entrada do SUS, as unidades básicas de saúde entraram na mira de um programa de concessões e privatizações do governo, o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). A medida gerou reação de especialistas e entidades em saúde, que temem uma “privatização” na área, hoje um dos pilares do atendimento no sistema público.

Na prática, o texto prevê que sejam feitos estudos “de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de unidades básicas de saúde”.

Em nota, o governo negou que o decreto já seja uma decisão prévia sobre o tema e destacou que as UBS “desempenham um papel central na garantia de acesso da população à saúde de qualidade” por estarem localizadas perto de onde a população mora, trabalha, estuda e vive.