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Direc inicia em Maceió primeira reunião do ano

Por André Luis

RioSaoFranciscoA Diretoria Colegiada (Direc) do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco começou, nesta quarta-feira (27 de janeiro), a primeira reunião ordinária de 2016, no escritório do colegiado, em Maceió (AL). As discussões serão concluídas nesta quinta (28). Questões como execução orçamentária de 2015; previsão orçamentária para este ano; procedimentos de contratação de produtos e serviços diversos; renovação do contrato de gestão entre o CBHSF e a agência delegatária, entre outras, fazem parte da pauta.

Além dos membros da diretoria, o encontro também contou com a presença dos representantes da agência delegatária do Comitê, a AGB Peixe Vivo. O presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, ressaltou que a reunião tem o objetivo de discutir e dar encaminhamento a todas as demandas atuais, de forma a não deixar pendências nessa reta final de gestão, uma vez que o mandato atual se encerra no próximo mês de agosto. Para marcar o período, será organizada uma publicação com todo o trabalho executado, desde 2013.

APLICAÇÃO DE RECURSOS – De acordo com os documentos apresentados, a AGB Peixe Vivo executou 87% do orçamento previsto do Comitê para 2015. “Avançamos bastante na aplicação de recursos e realização de projetos, em comparação com o ano de 2014”, pontuou a diretora-geral da AGB, Célia Fróes.

A Direc também analisou o resultado de pesquisa realizada com usuários do Comitê, que apontou o desconhecimento de boa parte desse público quanto ao trabalho desenvolvido pelo colegiado. “É importante que os pagantes pelo uso da água do São Francisco conheçam o que estão pagando e o porquê”, considerou o presidente  Anivaldo Miranda. Para ele, é essencial o envio de material específico com esse objetivo.

Houve, ainda, apresentação do folder de divulgação do I Simpósio de Pesquisadores da Bacia do São Francisco. O evento deverá acontecer no próximo mês de julho, em Juazeiro (BA), com a expectativa de reunir cerca de 600 participantes. “Avançamos na organização, a partir da definição de contratação da empresa que irá providenciar todos os detalhes do evento”, avaliou Melchior Carlos do Nascimento, um dos organizadores do simpósio.

A Diretoria Colegiada do CBHSF é composta pelo presidente, Anivaldo Miranda, o vice-presidente, Wagner Soares Costa, e os coordenadores das Câmaras Consultivas Regionais (CCRs) das quatro regiões fisiográficas da bacia, que são: Regina Célia Greco (Alto São Francisco/representante); Cláudio Pereira (Médio); Uilton Tuxá (Submédio); e Melchior Nascimento (Baixo).

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) é um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. A diversidade de representações e interesses torna o CBHSF uma das mais importantes experiências de gestão colegiada envolvendo Estado e sociedade no Brasil.

Outras Notícias

Lei aprovada na Alepe reduz multas e juros de impostos

A Assembleia Legislativa de Pernambuco votou, hoje, pela aprovação da lei que reduz multa e juros de quem deve ICMS, IPVA e ICD no Estado. Passou pela segunda votação em plenário e deve seguir para o governador Paulo Câmara sancionar. “Acredito que nesta quarta-feira a lei já estará publicada no Diário Oficial”, comemora o líder […]

A Assembleia Legislativa de Pernambuco votou, hoje, pela aprovação da lei que reduz multa e juros de quem deve ICMS, IPVA e ICD no Estado. Passou pela segunda votação em plenário e deve seguir para o governador Paulo Câmara sancionar. “Acredito que nesta quarta-feira a lei já estará publicada no Diário Oficial”, comemora o líder da bancada do governo na Alepe, o deputado Isaltino Nascimento.

A lei tem por objetivo a concessão de benefícios fiscais relacionados ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) e também ajudar quem tem dívida com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ICD). “Com essa lei o cidadão, seja pessoa física ou jurídica, tem como restabelecer o parcelamento de créditos tributários relacionados aos impostos”, explica Isaltino.

A proposta autoriza o restabelecimento de parcelamentos perdidos em razão de inadimplência ocorrida entre abril e julho de 2020, relativos não apenas ao ICMS, conforme autorizado em Convênio, como também ao IPVA e ao ICD.

“O Estado vive sob o impacto econômico e social ocasionado pela situação de emergência em saúde pública que atravessamos. A maioria dos setores produtivos, do comércio à indústria, bem como a população passam por dificuldades econômicas. Essa lei vem propiciar ao contribuinte melhores condições para regularização suas dívidas”, complementa Isaltino.

“Decisão do TCE foi apenas a perda de uma batalha”, diz Presidente da Câmara de Tuparetama

Por Anchieta Santos O Programa Cidade Alerta da Cidade FM ouviu ontem o presidente da Câmara de Tuparetama sobre a informação de que o Tribunal de Contas do Estado indeferiu a Medida Cautelar requerida pelo poder legislativo, contra a gestão de Sávio Torres. Danilo Augusto disse não ter sido uma derrota e apenas a perda […]

Por Anchieta Santos

O Programa Cidade Alerta da Cidade FM ouviu ontem o presidente da Câmara de Tuparetama sobre a informação de que o Tribunal de Contas do Estado indeferiu a Medida Cautelar requerida pelo poder legislativo, contra a gestão de Sávio Torres.

Danilo Augusto disse não ter sido uma derrota e apenas a perda de uma batalha, pois a guerra segue. Ele adiantou que a Conselheira Tereza Dueire entendeu que melhor será analisar a LDO/LOA e PPA juntamente com a Prestação de Contas.

Danilo disse que o risco é o Prefeito Sávio Torres utilizar um orçamento não aprovado, fazendo o que bem entender. Enquanto a Câmara votou por R$ 34 milhões, o Prefeito propôs mais 10% com o valor podendo atingir R$ 38 milhões.

Sobre o S. Pedro fora de época, Danilo criticou o fato do gestor reclamar das dificuldades financeiras do município e fazer a festa que fez, inclusive sem tornar público os custos do evento.

Provocado a falar sobre a divisão do grupo de oposição para a eleição no voto dos deputados, o Presidente da Câmara ressaltou que o bloco segue liderado pelo ex-prefeito Deva Pessoa e todos estão juntos no voto para Governador.

Afogados FC se recupera goleando o líder Petrolina

Fotos gentilmente cedidas por Cláudio Gomes Disputando o seu segundo jogo no Vianão e o quarto no Campeonato Pernambucano da Série A2, o Afogados FC desbancou o líder Petrolina vencendo por 3 a 0. Bebeto, com dois gols  e Caxito anotaram os gols do Afogados que com sete pontos subiu para o 3º lugar do grupo. […]

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Fotos gentilmente cedidas por Cláudio Gomes

Disputando o seu segundo jogo no Vianão e o quarto no Campeonato Pernambucano da Série A2, o Afogados FC desbancou o líder Petrolina vencendo por 3 a 0.

Bebeto, com dois gols  e Caxito anotaram os gols do Afogados que com sete pontos subiu para o 3º lugar do grupo.

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Em três tempos, o segundo gol, de Bebeto. Antes, Caíque fez grande jogada pela direita até tocar pra trás entregando o gol feito.

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Petrolina tem nove pontos e o líder é Belo Jardim com 12. Na próxima quinta (10), o Afogados FC jogará no estádio Pereirão diante do Serrano de Serra Talhada.

No intervalo da partida, houve homenagem ao desportiva Expedito Vieira, o Gangorrinha, pelo conjunto da obra a serviço do futebol amador na região. A homenagem, uma camisa oficial do Afogados FC e uma bola autografada pelos atletas foi feita pelo prefeito José Patriota e por Charles Cristhian, Diretor do clube.

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No outros jogos, o Flamengo de Arcoverde bateu o Serrano por 1×0 no estádio Áureo Bradley. E o Belo Jardim consolidou sua liderança ao vencer o Araripina por 2×0 no Estádio do Sesc.

Serra: Prefeitura faz 5ª convocatória dos aprovados no concurso público

A Prefeitura de Serra Talhada publicou a portaria da 5ª convocação de aprovados no Concurso Púbico do Município. Os convocados devem comparecer a Secretaria Municipal de Administração, na sede da Prefeitura, no prazo máximo de 15 dias, contados da data do recebimento da correspondência com Aviso de Recebimento (AR), sob pena de ser considerado desistente, […]

A Prefeitura de Serra Talhada publicou a portaria da 5ª convocação de aprovados no Concurso Púbico do Município. Os convocados devem comparecer a Secretaria Municipal de Administração, na sede da Prefeitura, no prazo máximo de 15 dias, contados da data do recebimento da correspondência com Aviso de Recebimento (AR), sob pena de ser considerado desistente, sendo automaticamente excluídodo concurso.

Confira abaixo os convocados:

Secretária Municipal de Saúde

– NUTRICIONISTA –

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 WANESSA LUANNA LEITE MARTINS 720540 57,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE BOM JESUS I E II

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 ANDERSON KLEBSON DE OLIVEIRA SOUZA 612225 77,50
2 LETÍCIA TAVARES DOS SANTOS 602543 72,50
3 MARIA APARECIDA SOARES DA SILVA COSTA 615304 72,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE COHAB/ TANCREDO NEVES

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 FERNANDO NUNES DA SILVA 603728 75,00
2 ISABELLA CRISTINA VALGUEIRO DE CARVALHO 615863 72,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE CAGEP

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 MARIA DALINE PATRICIA ALVES DA SILVA 607556 65,00
2 ALEXSANDRA MORENO DOS SANTOS 602352 62,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE MUTIRÃO

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 VINICIUS FERREIRA SATURNINO DO NASCIMENTO 610332 72,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE IPSEP I E II

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 JOSÉ EVANDRO GOMES DE OLIVEIRA FILHO 601753 80,00
2 ROSANGELA FERREIRA ALVES DA COSTA 606841 77,50
3 FRANCIMAR MARIA DA SILVA 604079 75,00
4 ERLAN WANDERLEY NOGUEIRA DE LIMA 610173 72,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE SÃO CRISTOVÃO / ALTO DA CONCEICÃO

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 ELIZETE VIANA DE CARVALHO 602756 80,00
2 EDILSON VIANA DE CARVALHO 602764 77,50
3 KALINE KELLI MARIA DA SILVA 611126 75,00

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE VARZINHA

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 JOSÉ JAILSON DE SOUZA SILVA 608236 72,50
2 KAMILLA MONIK DE LIMA 615819 72,50
3 AUZENI DA SILVA COSTA SOUZA 602414 72,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE CAXIXOLA

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 MARIA DAS DORES DA SILVA SOBRINHO 614721 65,00

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE –UNIDADE DE CENTRO I E II

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 ELAINE CRISTINA CAVALCANTE DE SA 604870 77,50
2 GUSTAVO ANTAS DINIZ 602618 75,00
3 ANCILON TORRES NOGUEIRA NETO 606931 70,00
4 LUCIANO MARTINS DE ALMEIDA 606189 67,50

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE VILA BELA

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 TATIANA APARECIDA SANTOS FEITOSA 606708 65,00
2 ADRIELE ROSENDO DOS SANTOS 613015 65,00 10º
3 EDCLECIO CLAUDINO LEITE 608999 65,00 11º

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE –UNIDADE DE Faz. Chocalho II, Faz. Escadinha, Faz. Malhadinha, Faz. Barra do Malício, Faz. Barroca, Faz. Tabuleiroe áreas circunvizinhas.

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota Classificação
1 JOSÉ QUINCAS DINIZ FERRAZ 608930 70,00

-AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – UNIDADE DE Faz. Amarrador, Faz. Poldrinho, Faz. Lagoa do Arroz, Faz. Veneza, Faz. Cachoeirinha, Faz. Velho e área circunvizinhas.

Ordem Candidato Nº de inscrição Nota

 

 

Proposta que altera Lei do Saneamento Básico é debatida na Alepe

O desafio para universalizar o acesso à água limpa e à coleta de esgoto e os impactos de possíveis mudanças na Lei do Saneamento Básico (nº 11.445/2007) foram temas de um seminário realizado nesta segunda (23), na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O debate, promovido conjuntamente pela Comissão de Agricultura e pela Comissão Especial que trata […]

Foto: Evane Manço

O desafio para universalizar o acesso à água limpa e à coleta de esgoto e os impactos de possíveis mudanças na Lei do Saneamento Básico (nº 11.445/2007) foram temas de um seminário realizado nesta segunda (23), na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O debate, promovido conjuntamente pela Comissão de Agricultura e pela Comissão Especial que trata do Projeto de Lei (PL) nº 3261/2019, na Câmara dos Deputados, reuniu trabalhadores, especialistas e gestores de empresas públicas.

O PL 3261, apresentado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), altera a Lei do Saneamento Básico e abre caminho para a exploração desses serviços pela iniciativa privada. Na reunião desta segunda, proposta pelo deputado federal Carlos Veras (PT-PE), os participantes discutiram a situação atual do País e destacaram pontos negativos e positivos da proposta. Um documento sobre a atividade será encaminhado ao relator do projeto de lei.

Durante o encontro, a presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Manuela Marinho, explicou, como necessário à universalização do serviço, o mecanismo do “subsídio cruzado”. Por meio dele, os municípios com mais recursos, como capitais e grandes centros urbanos, arcam, em parte, com as operações em cidades menores e mais isoladas.

Ela frisou, ainda, os programas que estão sendo implementados no Estado, como a Parceria Público-Privada (PPP) do Saneamento na Região Metropolitana, a Adutora do Agreste e o Programa de Saneamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Ipojuca. “Trabalhar com o setor privado é importante, ele tem grandes contribuições e fontes de investimento, mas o controle precisa ser do setor público. Só o Estado tem esse olhar cuidadoso, para levar água a todos os que precisam”, defendeu.

A vice-presidente da seção pernambucana da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), Simone Souza, também observou que o papel do Estado deve ir além da regulamentação, pois é necessário considerar as desigualdades territoriais e fatores ambientais. Presidente da mesma seção, Sérgio Santos enfatizou que o setor privado já atua por meio de PPPs, participação societária em companhias estaduais e como prestador de serviços.

Secretário-executivo do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (Ondas), Edson Aparecido considerou positivo que, conforme o projeto, a Agência Nacional de Águas (ANA) passe a estabelecer normas de referência para o setor. Ele pontuou, porém, que, após a regulamentação da Lei do Saneamento em 2010, a proporção de municípios no País com abastecimento de água subiu de 93,4% para 95,1%, em 2015; e com esgotamento sanitário passou de 78% para 81,2%.

“É um equívoco dizer que o problema da universalização seja a Lei nº 11.445. O Projeto de Lei 3261 não contribui em nada nesse processo. O setor privado já atua no saneamento, e ele vai colocar poucos recursos, pois captará do FGTS e do BNDES. É preciso facilitar o acesso das empresas públicas a essas verbas”, declarou. Aparecido sugeriu, entre outros pontos, a reativação do Conselho das Cidades e se opôs à extinção do instrumento do Contrato de Programa, por meio do qual os municípios fazem a concessão do serviço a empresas estaduais.

Secretário-executivo da Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais (Aebe), Ubiratan Pereira criticou a venda de estatais de excelência com o propósito de cobrir déficits fiscais. Ele fez propostas para estabelecer linhas de crédito atreladas a metas de eficiência e assegurar apoio técnico aos planos municipais.

Presidente da Comissão de Agricultura da Alepe, o deputado Doriel Barros (PT) argumentou que o papel das empresas estatais na ampliação do acesso ao saneamento deve ser reconhecido. “Além de trazer dignidade para a população, o saneamento básico é essencial ao desenvolvimento econômico, pois atrai indústrias e comércio”, apontou.

O deputado Carlos Veras defendeu que o setor privado continue podendo participar de obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário, por meio de Parcerias Público-Privadas, mas que a gestão dos contratos esteja sob o comando do Poder Público. “Um país que quer ser independente não pode entregar a gestão dos seus recursos naturais”, disse.