Desenvolve PE é apresentado em mesa temática no 6º Congresso da Amupe
Por André Luis
Durante o 6º Congresso Pernambucano de Municípios, o coordenador do Desenvolve PE, Edmilson Duarte, apresentou o convênio entre a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e o Sebrae em mesa temática, nesta terça-feira (29.08).
A parceria no Estado é o terceiro convênio do tipo realizado pela instituição no País, depois de Minas Gerais e Paraná.
“Estamos diante de um desafio. A Amupe e o Sebrae, com muita responsabilidade, construíram esse acordo. E nós enquanto Amupe queremos ajudar os municípios. Nosso papel é continuar nessa missão. E temos no Sebrae esse grande parceiro que oferece muitas oportunidades para as nossas cidades”, comentou o coordenador.
Os focos estratégicos do programa são potencializar políticas de desenvolvimento econômico nos municípios, aprofundar o conhecimento sobre as demandas deles e fortalecer a rede municipalista. Também participaram da mesa temática Fernando Clímaco, gerente de Políticas Públicas do Sebrae e Ângelo Roncalli, coordenador de programas de liderança e desenvolvimento regional da Associação Mineira de Municípios.
Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília. “No caso […]
Durante a análise de um dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux afirmou que não há provas de que os réus tinham um dever jurídico específico de impedir os danos provocados pela invasão às sedes dos Três Poderes em Brasília.
“No caso em questão, não há nenhuma prova de que algum dos réus tinha o dever específico de agir para impedir os danos causados pela multidão em 8 de janeiro de 2023”, disse o ministro, em voto no processo da chamada Trama Golpista.
Segundo Fux, a omissão penalmente relevante não se caracteriza apenas pela ausência de ação, mas exige a comprovação de um dever jurídico específico de evitar o resultado criminoso. “Isso deve ser um dever jurídico específico, não apenas uma obrigação moral genérica”, acrescentou.
O ministro destacou ainda que não há evidências de que os acusados tenham ordenado a destruição e posteriormente se omitido. “Pelo contrário, há evidências de que, assim que a destruição começou, um dos réus agiu para evitar que o edifício supremo fosse invadido pelos vândalos. O que eu atestei pela prova dos autos é que o réu Anderson Torres assim agiu”, afirmou.
Eleito pelo PTB onde permanece, o Secretário de Esportes de Serra Talhada e vereador licenciado Zé Raimundo vai trocar de partido. Falando a Anchieta Santos na Rádio Pajeú, quando acompanhou a partida entre Afogados e Petrolina, pela A2, Zé Raimundo disse que já tem a sigla definida, mas preferiu não revelar. Uma coisa está clara: […]
Eleito pelo PTB onde permanece, o Secretário de Esportes de Serra Talhada e vereador licenciado Zé Raimundo vai trocar de partido. Falando a Anchieta Santos na Rádio Pajeú, quando acompanhou a partida entre Afogados e Petrolina, pela A2, Zé Raimundo disse que já tem a sigla definida, mas preferiu não revelar.
Uma coisa está clara: mesmo com o PTB do deputado Augusto Cesar ingressando na base aliada do Prefeito Luciano Duque, o vereador deixará a legenda.
Zé Raimundo sonha dia e noite com o lugar de Tatiana Duarte na chapa ao lado de Duque para a eleição de 2016. O radialista chegou a brincar com o legislador: “esse aqui só não foi ainda padre nem prefeito”. Zé entrou no clima: “padre eu poderia ter sido porque tinha gente da família que queria. Já prefeito vamos ver mais pra frente”.
Família tentou registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia de Jaqueira, mas servidores se opuseram e pediram para que voltasse em outro horário. Ao retornar, a delegacia estava fechada. Na manhã desta terça-feira (08.01), a Comissão Pastoral da Terra (CPT) recebeu novos relatos de violência praticada por seguranças que seriam contratados pela empresa Negócio Imobiliária S/A […]
Família tentou registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia de Jaqueira, mas servidores se opuseram e pediram para que voltasse em outro horário. Ao retornar, a delegacia estava fechada.
Na manhã desta terça-feira (08.01), a Comissão Pastoral da Terra (CPT) recebeu novos relatos de violência praticada por seguranças que seriam contratados pela empresa Negócio Imobiliária S/A contra família camponesa moradora do Engenho Barro Branco, localizado no município de Jaqueira, Zona da Mata Sul de Pernambuco.
De acordo com a denúncia, por volta das 11h30 da manhã da terça, dez homens, portando armas, destruíram o cercado do pequeno sítio da família e disseram que da próxima vez voltariam para expulsá-los da casa. De acordo com a denúncia, os homens armados também disseram: “tomem cuidado com seus filhos”, configurando clara ameaça contra sua família.
Após o ocorrido, a família se dirigiu à delegacia do município de Jaqueira para prestar queixa. Segundo informado à CPT, os servidores presentes na delegacia perguntaram do que se tratava a queixa e informaram que não poderiam parar o que estavam fazendo para registrar o Boletim de Ocorrência, pedindo que retornassem às 14h. Ao retornar, a família encontrou a delegacia fechada.
Este é mais um episódio que compõe um extenso conflito fundiário na zona rural do município de Jaqueira e que já dura mais de dois anos. De um lado, a empresa Negócio Imobiliária S/A, arrendatária das terras da já desativada Usina Frei Caneca. Do outro, centenas de famílias camponesas posseiras que vivem no local já há vários anos.
Situações de violência, como a ocorrida, são frequentemente relatadas pelas famílias que afirmam muitas vezes não serem atendidas pela Delegacia, que apresenta resistência em registrar o Boletim de ocorrência, deixando os camponeses e camponesas a mercê da violência da empresa.
Entenda o conflito:
A empresa Negócio Imobiliária S/A é arrendatária das terras da já desativada Usina Frei Caneca há cerca de dois anos. A empresa, contudo, não trabalha no ramo da cana-de-açúcar. Atua na atividade pecuária. São cerca de 5.000 hectares localizados no município de Jaqueira que estão arrendados para que a empresa crie gado, o que representa cerca de 60% de todo o município de Jaqueira.
Na área arrendada pela empresa Negócio Imobiliária S/A, vivem aproximadamente cinco mil e trezentas pessoas distribuídas nas comunidades: Caixa D’água, Barro Branco, Laranjeira, Fervedouro e Várzea Velha, além de outras comunidades. Este número chega a ser quase a metade da população da cidade de Jaqueira, cujo número de habitantes, segundo o IBGE, é de 11.501.
Desde que chegou ao local, a Negócio Imobiliária S/A passou a ameaçar as famílias que vivem nessas comunidades. Os camponeses e camponesas relatam situações de intimidações, destruições e queimadas de lavouras, destruição e contaminação de fontes d’água, ameaças, perseguições e esbulho de suas posses.
O conflito na região já foi denunciado ao Ministério Público Estadual, ao Incra, ao Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (Iterpe), à Prefeitura Municipal de Jaqueira, à Câmara de Vereadores e Vereadoras do município, à Diocese de Palmares e a Deputados e Deputadas Estaduais. O poder judiciário também foi alertado acerca das atitudes truculentas e ilegais da empresa.
O deputado estadual Romário Dias (PSD) disse nesta quinta (05), em entrevista à Rádio Folha, que não descarta ser candidato à presidência da Assembleia Legislativa para um mandato tampão, após a morte de Guilherme Uchôa, que presidia a casa. Cotado para ocupar o posto, Dias, que é segundo vice-presidente e está interinamente como primeiro vice-presidente […]
O deputado estadual Romário Dias (PSD) disse nesta quinta (05), em entrevista à Rádio Folha, que não descarta ser candidato à presidência da Assembleia Legislativa para um mandato tampão, após a morte de Guilherme Uchôa, que presidia a casa.
Cotado para ocupar o posto, Dias, que é segundo vice-presidente e está interinamente como primeiro vice-presidente da Alepe, afirma que seu nome está à disposição, mas reforça a necessidade de se buscar o melhor para a instituição.
“Isso tem de ser bastante estudado dentro da Alepe. Não se pode chegar e pensar que vai ocupar um cargo por ocupar. Tem que saber que tem de ter responsabilidades. Todos os deputados têm condições (de ser presidente), mas é preciso saber como conduzir as coisas”.
Durante a entrevista, Dias lembrou ainda da sua experiência na presidência da Alepe, posto que ocupou por três vezes, e contou uma curiosidade: foi o último presidente da Casa do milênio, o último do século passado e o primeiro deste século. E é este know-how que o faz estar preparado e “no páreo”, deixa claro.
“Estou pronto para ocupar o cargo (de presidente) a qualquer momento em que eu for convocado, mas não vou estar chamando deputado (para falar de voto). Eu digo como jogador de futebol: estou no banco, mas estou sempre preparado para entrar no time principal a qualquer hora. Depende dos técnicos, que são os deputados”.
E seguiu: “Eu não tenho nenhum interesse em tumultuar a eleição. Se por acaso os parlamentares acharem que eu tenho as condições de gerir a Assembleia nesses seis meses, eu estarei pronto”, assegurou Dias.
Relatório atribui prática de crimes a Michel Temer, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Geddel, Eduardo Cunha e Henrique Alves G1 A Policia Federal concluiu nesta segunda-feira (11) o inquérito que apura se integrantes do PMDB da Câmara formaram uma organização criminosa para desviar recursos de órgãos públicos. O relatório com as conclusões do inquérito foi enviado […]
Relatório atribui prática de crimes a Michel Temer, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Geddel, Eduardo Cunha e Henrique Alves
G1
A Policia Federal concluiu nesta segunda-feira (11) o inquérito que apura se integrantes do PMDB da Câmara formaram uma organização criminosa para desviar recursos de órgãos públicos.
O relatório com as conclusões do inquérito foi enviado para o Supremo Tribunal Federal porque entre os apontados como responsáveis estão políticos com foro privilegiado no STF.
De acordo com o relatório da PF, os investigadores encontraram indícios de formação de organização criminosa que envolvem o presidente Michel Temer, os ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha, todos do PMDB.
O Supremo Tribunal Federal enviará o inquérito para a Procuradoria Geral da República, que, se concordar com os argumentos da PF, apresentará denúncia contra os envolvidos ao STF. Na última sexta-feira, a PGR apresentou denúncia ao Supremo contra integrantes do PMDB no Senado.
Em relação à inclu~são de Temer no relatório da PF, a Constituição diz que o presidente da República só pode responder por atos cometidos no exercício do mandato. Os investigadores argumentam que a suposta organização criminosa continuava em operação quando Temer assumiu a Presidência da República. Mas qualquer eventual denúncia apresentada pela PGR contra o presidente terá de ser autorizada pela Câmara.
Segundo a PF, “o grupo mantinha estrutura organizacional com o objetivo de obter direta e indiretamente vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta”.
A PF atribui ao grupo a prática de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitações e evasão de divisas, entre outros crimes.
A assessoria de Michel Temer enviou a seguinte nota: “O Presidente Michel Temer não participou e nem participa de nenhuma quadrilha, como foi publicado pela imprensa, deste 11 de setembro. O Presidente tampouco fez parte de qualquer “estrutura com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública”. O Presidente Temer lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela justiça.”
A assessoria de Eliseu Padilha divulgou a seguinte nota: “O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, informa que só irá se pronunciar quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta.”
O advogado de Eduardo Cunha, Délio Lins e Silva, afirmou: “A defesa nega as acusações e prestará os devidos esclarecimentos oportunamente, quando convocado pelas autoridades.”
A assessoria de Moreira Franco divulgou a seguinte nota: “Jamais participei de qualquer grupo para a prática do ilícito. Repudio a suspeita. Responderei de forma conclusiva quando tiver acesso ao relatório do inquérito. Lamento que tenha que falar sobre o que ainda não conheço. Isto não é democrático.”
O advogado de Henrique Alves, Marcelo Leal, enviou a seguinte nota: “Henrique Eduardo Alves faz parte do PMDB há mais de 40 anos e não de uma organização criminosa. A tentativa de criminalizar a atividade política enfraquece a democracia e a sua inocência será provada ao longo do processo.”
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