Deputado quer que BR entre Petrolina e Cabrobó se chame “Rodovia Eduardo Campos”
Por Nill Júnior
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) apresentou um Projeto de Lei denominando o trecho da Rodovia BR-428, entre as cidades de Petrolina e Cabrobó, “Rodovia Governador Eduardo Campos”.
A iniciativa do deputado teve como intenção homenagear o Ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (1965-2014), por dois mandatos. Ex-presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Que foi também Deputado Estadual, Deputado Federal e Secretário da Fazenda. Foi Ministro da Ciência e Tecnologia. Foi pré-candidato à Presidência da República, pelo PSB, para as eleições de outubro de 2014.
No Projeto, Patriota ressalta a competência administrativa e política de Eduardo Campos.
“A administração de Eduardo Campos foi reconhecida como uma das mais eficazes do país foi premiada pelo Movimento Brasil Competitivo. Foi considerado pela Revista Época, um dos 100 brasileiros mais influentes do ano. Em 2010, por duas vezes ocupou o primeiro lugar no Ranking de Governadores do Instituto Data folha de Pesquisas, chegando ao índice de 80% de aprovação entre os pernambucanos”, disse Gonzaga.
Eduardo Campos deixou o cargo de governador de Pernambuco no início de 2014 para se dedicar à campanha presidencial. Lançou sua chapa com Marina Silva, ex-ministra do meio ambiente.
Eduardo Campos faleceu no dia 13 de agosto de 2014, em acidente aéreo na cidade de Santos, São Paulo.
A Escola Municipal Antônio Piancó Sobrinho recebeu a doação de 10 novos computadores para o Centro de Inclusão Digital. A entrega, para educação digital dos alunos, é resultado de uma emenda do deputado Felipe Carreras. Durante a cerimônia de entrega, estiveram presentes o prefeito Adelmo Moura, a secretária de Educação Luciana Paulino, membros da equipe […]
A Escola Municipal Antônio Piancó Sobrinho recebeu a doação de 10 novos computadores para o Centro de Inclusão Digital.
A entrega, para educação digital dos alunos, é resultado de uma emenda do deputado Felipe Carreras.
Durante a cerimônia de entrega, estiveram presentes o prefeito Adelmo Moura, a secretária de Educação Luciana Paulino, membros da equipe da Escola Antônio Piancó Sobrinho e alguns integrantes da equipe da Secretaria de Educação.
Depois de um breve período de férias, estou de volta! Retornei hoje à Rádio Pajeú e ao comentário do Sertão Notícias na Cultura FM, nas as férias do Tony Alencar, com Ranilson Clébson e Sebastião Costa. No retorno, temos uma novidade: além do áudio que vai ao ar na Rádio Cultura, agora também estamos no […]
Depois de um breve período de férias, estou de volta! Retornei hoje à Rádio Pajeú e ao comentário do Sertão Notícias na Cultura FM, nas as férias do Tony Alencar, com Ranilson Clébson e Sebastião Costa.
No retorno, temos uma novidade: além do áudio que vai ao ar na Rádio Cultura, agora também estamos no Instagram, tanto na página da emissora quanto na nossa, com vídeos do programa. Essa nova plataforma possibilita ampliar o alcance e a interação com quem nos acompanha.
No primeiro episódio após minha pausa, analisei uma das notícias mais repercutidas do fim de semana, inclusive antecipada por este blog: a ida de Ronaldo de Dja, que chegou a ser cotado como possível candidato da oposição em 2024, para o palanque da prefeita Márcia Conrado.
Esse movimento vai muito além de apenas reforçar o bloco político já robusto da prefeita. Ele tem implicações estratégicas significativas, que explico detalhadamente no comentário. Para entender os impactos dessa articulação política e o que ela representa no cenário atual, assista:
Por Kátia Gonçalves Um fenômeno está chamando a atenção dos vizinhos do agricultor, Elias de Melo Lima,50 anos, morador da Rua Nova, número 92, comunidade Jatiúca, em Santa Cruz da Baixa Verde, Sertão Pernambucano. Uma bananeira produziu cinco cachos de bananas ao mesmo tempo. A maioria dos cultivares produz um único cacho por haste ou […]
Vá contando: bananeira com cinco cachos chamou atenção na comunidade de Santa Cruz da Baixa Verde. Para especialista, as condições climáticas, a maior fertilidade do solo ou a rusticidade da planta podem favorecer a produção de mais de um cacho.
Por Kátia Gonçalves
Um fenômeno está chamando a atenção dos vizinhos do agricultor, Elias de Melo Lima,50 anos, morador da Rua Nova, número 92, comunidade Jatiúca, em Santa Cruz da Baixa Verde, Sertão Pernambucano. Uma bananeira produziu cinco cachos de bananas ao mesmo tempo.
A maioria dos cultivares produz um único cacho por haste ou pé. Mais cinco causou espanto na comunidade. Motivo que está levando a imprensa, parentes, amigos e curiosos visitarem a bananeira. O senhor Cosme informou que o filho plantou o pé há dois anos, porém, a produção sempre foi “normal”. “Nem eu acredito no que vejo todos os dias no quintal da minha casa. Nunca tinha visto isso antes, caso raro! Ninguém sabe o que fez essa bananeira ser tão diferente”, questionou Elias.
Bananeira virou notícia. Na foto, a equipe da TV Asa Branca visita o local
Em entrevista à TV Asa Branca, afiliada da Rede Globo/Caruaru, a técnica em agroecologia do Centro de Educação Comunitária Rural (Cecor), Kelle Souza, explica que as condições climáticas, a maior fertilidade do solo ou a rusticidade da planta podem favorecer a produção de mais de um cacho. No caso da bananeira do senhor Elias, por estar ao lado de poucas bananeiras, houve um acúmulo de matéria orgânica e a fertilização por insetos de mais uma flor, o que deu origem aos cachos múltiplos.
“A bananeira é de origem Asiática de clima tropical, desenvolve-se melhor em locais com temperaturas médias de 20 a 24º C. Como a região de Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo tem esse clima mais ameno, em relação às demais cidades do Pajeú, talvez explique esse caso raro”, explicou Kelle.
Ainda de acordo com o agricultor, se as bananas terão um sabor gostoso, só daqui a um mês, tempo para o amadurecimento da fruta. Ele só sabe que os frutos poderão ser consumidos sem preocupação. “O gosto eu não sei, mas quando amadurecer todos podem comer porque são agroecológicos”, concluiu.
O jornalista Magno Martins, postou em seu blog nesta sexta-feira (21), o estado de saúde de seu pai, Gastão Cerquinha. Gastão foi vice-prefeito de Afogados da Ingazeira na gestão João Alves Filho e vereador por quatro mandatos. Leia a seguir o relato de Magno: Vim visitar meu pai Gastão Cerquinha. Não come tão bem como […]
O jornalista Magno Martins, postou em seu blog nesta sexta-feira (21), o estado de saúde de seu pai, Gastão Cerquinha.
Gastão foi vice-prefeito de Afogados da Ingazeira na gestão João Alves Filho e vereador por quatro mandatos. Leia a seguir o relato de Magno:
Vim visitar meu pai Gastão Cerquinha. Não come tão bem como antes. Está bem fragilizado pelo tempo da sua estação de vida – 100 anos e seis meses. Teve que ir para o soro, ontem, de tão debilitado. Difícil assimilar tamanha mutação. Meu pai viveu bem até os 95 anos.
Nesta idade, ainda dava expediente na sua lojinha, no chamado Beco de Zezé Rodrigues, aqui em Afogados da Ingazeira. Na festa dos seus 90 anos, ao lado da minha mãe Margarida, sua musa inspiradora, que Deus chamou no ano seguinte aos 86 anos, dançou, tomou uma taça de vinho e até discursou.
Estava ótimo. O tempo se encarregou de tirá-lo da sua lojinha, onde vendia plástico e copos, enquanto papeava com amigos e fregueses. Era sua grande terapia. Pela noite, adorava jogar dominó comigo e os demais filhos em visita.
Triste não poder mais conversar com ele, me aconselhar, pedir perdão pelos meus erros, rir e chorar juntos. Ontem, ele ainda me deu um beijo na mão quando pedi sua benção. Mas só. O resto do tempo é debruçado numa cama num silêncio que comove a todos. Aplausos para minha irmã Ana Regina. Largou tudo no Recife para cuidar dele aqui ao lado de três cuidadoras que se revezam.
Sorte minha ter um pai tão longevo. Continua sendo meu anjo da guarda, minha luz no horizonte, o homem mais sorridente que conheci, o homem que tem uma grande alegria de viver. Para mim, um pai que vale mais do que uma centena de mestres de escola.
Vivencio com ele a sublime sensação de ser amado verdadeiramente – e para sempre. Ele me enxerga com o coração e pureza. Gostaria de voltar no tempo para poder vê-lo feliz ao meu lado, contando suas prosas políticas e de bom comerciante. Confesso que não faria a menor questão de ouvir suas broncas com o sangue de raiva colorindo a sua face.
Papai é um ser especial. Tem dois corações. Entende que o mais importante deles bate também dentro do meu corpo.
No sexto dia da COP 30, neste sábado (15), o diretor de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente, Alexandre Pires, participou do painel “O papel dos bancos de desenvolvimento e do orçamento público no financiamento climático”, promovido pelo Instituto Escolhas. O debate contou também com representantes do BNDES, Banco do Nordeste (BNB), Inesc […]
No sexto dia da COP 30, neste sábado (15), o diretor de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente, Alexandre Pires, participou do painel “O papel dos bancos de desenvolvimento e do orçamento público no financiamento climático”, promovido pelo Instituto Escolhas. O debate contou também com representantes do BNDES, Banco do Nordeste (BNB), Inesc e com a presença do deputado federal Nilton Tatto.
Em sua intervenção, Pires concentrou a fala na necessidade de ampliar investimentos climáticos para o Semiárido, região que, segundo ele, permanece historicamente subfinanciada tanto por recursos públicos quanto por fundos internacionais.
“Estamos falando do território mais afetado pelo processo de desertificação, e justamente aquele que menos recebe financiamento da agenda climática”, afirmou.
Caatinga: bioma estratégico e subfinanciado
Pires destacou que a compreensão sobre o combate à desertificação precisa partir da ideia de que os biomas são interdependentes e exercem funções complementares no equilíbrio ambiental. Ele ressaltou que não existe bioma mais importante que outro, mas lembrou que a Caatinga possui características únicas e enfrenta pressões mais intensas.
Segundo o diretor, a Caatinga é o único bioma inteiramente situado em áreas suscetíveis à desertificação, abrangendo 860 mil km², reunindo 35% dos estabelecimentos da agricultura familiar do país, 42 etnias indígenas e quase metade das comunidades quilombolas do Brasil.
Ele também alertou para a perda de vegetação nativa:
“Quase 45% da Caatinga já foi desmatada. Recuperar essas áreas é fundamental para a biodiversidade e para o clima.”
Pires reforçou o potencial de mitigação da região, citando a capacidade de o bioma capturar cerca de 5 toneladas de carbono por hectare ao ano, um número expressivo quando comparado a outros biomas brasileiros.
Terras degradadas e urgência de restauração
O diretor chamou atenção para o cenário crítico do solo no Semiárido:
“São 10 milhões de hectares da Caatinga em situação de degradação severa. Investir na restauração dessas áreas significa fortalecer biodiversidade, promover segurança hídrica e aumentar a capacidade de sequestro de carbono.”
Investimentos anunciados na COP 30
Durante a conferência, BNB e BNDES anunciaram um investimento inicial de R$ 100 milhões, em recursos não reembolsáveis, destinados especificamente à Caatinga. A medida foi celebrada por Pires, que afirmou que o diálogo continuará nos próximos meses para a construção de editais públicos que ampliem e democratizem o acesso aos novos financiamentos.
“Esse é um passo importante. Agora precisamos garantir que esses recursos cheguem efetivamente às comunidades, às organizações e aos territórios que vivem os impactos da desertificação”, concluiu.
A fala de Alexandre Pires reforçou a posição do Ministério do Meio Ambiente de colocar o Semiárido e a Caatinga no centro das políticas climáticas, em um momento em que o Brasil busca fortalecer sua agenda de adaptação e mitigação diante dos desafios impostos pela crise climática.
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