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Depois de tensão da eleição, Valdemir Filho diz querer unir Câmara de Tabira

Por Nill Júnior

O vereador Valdemir Filho, Presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, disse ao Debate das Dez do Programa Manhã Total que, apesar das rusgas com o ex-presidente Djalma das Almofadas, quer esquecer o episódio e ser um presidente de todos oa pares.

Ele lamentou a condução na eleição da Casa, inclusive deixando claro não ter concordado com o representante da UVP, Cristiano  Teixeira, a ponto de desfiliar a casa da entidade.

“Não achei correto o edital. Queriam impedir um vereador de votar. Houve falta de decoro na segunda sessão, com vereador denegrindo a imagem do outro”, lamentou.

Entretanto, disse que Djalma ligou no outro dia para passar as primeiras informações. “Estamos arrumando a casa, buscando saber a situação, fazer balanço. cumprir promessas, como economizar parte dos recursos para devolver ao município para alguma ação importante”.

Sobre a promessa de pente fino sobre a passagem de Djalma, disse que a vontade dele permanecer no cargo “era estranha”, mas evitou falar em caça às bruxas. “Quem vai julgar é o, povo e o Tribunal de Contas”. Ele defendeu que fará um mandato equilibrado.

Perguntado se há mal vontade da imprensa com a gestão Nicinha, disse que ela avança, mas podia fazer mais se tivesse apoio do Estado. “Precisa de um governo do estado que também ajude Tabira. Ela fez muito. Antes iam pro hospital de Tabira pegar carona pro Regional. Agora tem dois médicos de plantão”, defendeu.

Ele ainda citou o Centro de Especialidades ao lado da prefeitura, o projeto da creche na Cohab, compra de nove ônibus zero para educação, o Campeonato Tabirense, a assistência social e a Casa da Providência, além de estradas rurais feitas.

“Cometeram erros no passado. O matadouro foi fechado na época de Sebastião Dias e depois compraram um prédio para a guarda e vem abater em Afogados”. Criticou Carlos Veras. “Gonzaga Patriota ajudou muito, com mais de R$ 2 milhões. Carlos Veras tirou 7 mil votos e diz que não manda porque a prefeita é contra, mas também não mandou com Sebastião”.

Sobre 2024, disse que o grupo vai esperar o futuro. “Que seja feito o melhor por Tabira. Marcos Crente fez críticas pessoais mas não brigou. Nicinha tem prioridade, mas o grupo tá unido seja ela, Marcos, Gilson Brito, Dinca, Nicinha, quem for”.

Outras Notícias

João Campos na Festa da Misericórdia: vale como ponto para a oposição?

O cenário político em Arcoverde ganha um novo capítulo com a vinda de João Campos para a Festa da Misericórdia no próximo domingo (12). Mas a pergunta que fica nos bastidores é: isso realmente conta como demonstração de força do grupo de Madalena Britto em Arcoverde? No Jornal da Manhã desta quinta-feira (09), trago uma […]

O cenário político em Arcoverde ganha um novo capítulo com a vinda de João Campos para a Festa da Misericórdia no próximo domingo (12).

Mas a pergunta que fica nos bastidores é: isso realmente conta como demonstração de força do grupo de Madalena Britto em Arcoverde?

No Jornal da Manhã desta quinta-feira (09), trago uma análise sobre o momento.

​A oposição em Arcoverde não manteve sua militância mobilizada, dado o silêncio político de sua principal liderança, Madalena Britto, que se recolheu muito após a derrota para Zeca Cavalcanti.

​Aliados de Madalena tentam “virar a chave” e tratam a presença do ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo do Estado como uma agenda política estratégica. Mas a análise é de que a oposição não tem poder de mobilização para um ato puxado por ela. Daí a “carona” de Campos em um evento religioso de repercussão estadual.

Resumindo, a oposição, que tem capital político importante, mas não têm se articulado, deixando de ocupar espaços estratégicos.

Governo e democracia participativa: caso Pernambuco

Por Heitor Scalambrini Costa* Os últimos 16 anos de governo do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em Pernambuco mostraram que o “modo socialista de governar” deixou (no passado, pois novos tempos virão) um legado que evita, dificulta, inibe a participação popular, e o exercício do controle social via os movimentos sociais organizados. Foi a Constituição de […]

Por Heitor Scalambrini Costa*

Os últimos 16 anos de governo do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em Pernambuco mostraram que o “modo socialista de governar” deixou (no passado, pois novos tempos virão) um legado que evita, dificulta, inibe a participação popular, e o exercício do controle social via os movimentos sociais organizados.

Foi a Constituição de 1988 que instituiu o arcabouço que permitiu a consolidação do regime democrático. Ficou estabelecido um conjunto de direitos que ampliou o envolvimento dos atores sociais nos processos de decisão e implementação das políticas sociais. A partir de então, os conselhos se institucionalizaram em praticamente todo o conjunto de políticas sociais no país, para assim expressar os interesses e demandas, com a participação democrática de novos atores junto ao Estado. Ao mesmo tempo, outros mecanismos de participação social proliferaram nestes espaços das políticas sociais, como conferências, comissões, fóruns, câmaras, ouvidorias.

A participação da sociedade implica a ideia da democracia participativa, da representação social junto às instâncias do Poder Executivo, e a ampliação dos espaços de decisão com a representação da pluralidade de atores sociais. Permite ainda, promover a transparência e a visibilidade das ações, o que democratiza o processo decisório. E que as demandas da sociedade tenham maior visibilidade e voz, e assim os movimentos organizados influenciem nas ações do Estado, garantindo não somente a manutenção e novas conquistas de direitos, mas acompanhar e controlar as ações do Estado.

A Constituição Cidadã de 1988 determinou a gestão democrática e participativa, que se institucionalizou na esfera federal com a criação de conselhos nacionais. Estes colegiados, criados ou reorganizados durante a década de 1990, foram levados aos Estados pelas constituições estaduais.

A Constituição do Estado de Pernambuco, promulgada no dia 5 de outubro de 1989 pela Assembleia Legislativa, assegurou a participação ativa das entidades civis não governamentais e grupos sociais organizados, na discussão, elaboração, execução e controle de planos, programas e projetos; e na solução dos problemas que lhe sejam concernentes.

Mesmo com o aval constitucional, o que se verifica na prática é o completo descaso e menosprezo dos governos do PSB com os espaços de participação da sociedade, o que viola o próprio princípio da democracia participativa, tão duramente conquistado.

Exemplos não faltam para verificar como os sucessivos governos do PSB em Pernambuco tem agido para minar a participação social. Como é característica dos últimos governos, o uso massivo da propaganda acaba predominando, iludindo o cidadão sobre a realidade dos acontecimentos.

Desde 11 de março de 2015, por iniciativa do próprio governador, vigora o decreto 41.535 que instituiu o Comitê Integrado de Convivência com a Estiagem nos Municípios de Pernambuco. Conforme o decreto, o Comitê será coordenado pela Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (Sara), e terá a participação de diversos órgãos estaduais e da sociedade civil organizada. Até março de 2022, passados 7 anos, os membros do Comitê não foram empossados.

Já no âmbito da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), nas mãos do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), suas ações mostram o caráter autoritário, desrespeitoso de seus gestores diante dos movimentos organizados não governamentais, sindicatos, associações, enfim da sociedade pernambucana.

Por ato do governador foi instituído o Fórum Pernambucano de Mudança do Clima, via decreto 48.661/2020, que dentre suas competências está a de “facilitar a interação entre a sociedade civil e o poder público, com o objetivo de promover a internalização do tema nas esferas de atuação das Secretarias de Estado, autarquias e fundações, estaduais e municipais, prefeituras, setores empresarial e acadêmico, sociedade civil organizada e meios de comunicação social”. A composição deste Fórum, cujo interesse é de toda sociedade, tem uma maioria avassaladora de membros do poder executivo, somado a representantes do setor produtivo, além de representação das universidades públicas e privadas. Sobrando a sociedade civil alguns poucos acentos. Como é de conhecimento geral, os interesses envolvidos nas ações para o enfrentamento das mudanças climáticas têm apresentado conflitos importantes. Devido a sua pouca representação a voz da sociedade fica “abafada” neste Fórum.

Outro exemplo foi o processo de discussão e construção do Plano de Descarbonização de PE (PDE), instituído pelo Decreto no 52.458 de 16 de março de 2022. No preâmbulo da apresentação do PDE é afirmado que “os resultados de cada etapa foram continuamente apresentados, discutidos e validados junto aos membros das Câmaras Técnicas do Fórum Pernambucano de Mudança no Clima”. Podem até ter sido apresentados e discutidos. Mas validados, é outra coisa. Houve várias questões pertinentes ligadas ao setor Energia&Industria, que mereceriam uma discussão mais aprofundada, e foram negligenciados. Assim, ficou interditada uma discussão sobre o panorama, incluindo os impactos socioambientais, do atual modelo de expansão e ampliação da eletricidade renovável.

O que pode parecer somente uma simples expressão, “energia limpa”, é usado para produzir falseamentos. As fontes renováveis como a solar e a eólica; ao serem consideradas limpas são automaticamente, enquadradas como fontes de energia com baixo impacto (https://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/576649-energia-eolica-nao-e-limpa) no processo de licenciamento ambiental. Tal conceito, que não condiz com a ciência, permite uma frouxidão na legislação ambiental pertinente. Não é necessário, para o empreendimento solar e eólica em larga escala (geração centralizada), a realização do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto do Meio Ambiente (RIMA). Somente é exigido o Relatório Ambiental Simplificado (RAS), documento que já é chamado de “simplificado”.

A questão dos impactos socioambientais relativos à instalação dos complexos eólicos e usinas fotovoltaicas de grande porte, é um tema que não afeta somente Pernambuco, e já vem sendo estudado e discutido por inúmeros centros acadêmicos, cientistas e organizações não governamentais. Mereceu junto ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA/PE), órgão colegiado, consultivo e deliberativo, formado por representantes de entidades governamentais e da sociedade civil organizada, diretamente vinculado ao Governador do Estado, a proposta feita pela representação da Federação dos Trabalhadores Rurais de Pernambuco (FETAPE) da criação de um Grupo de Trabalho (GT).

Aceita a proposta foi criado o GT, cujo objetivo é o de avaliar o cenário da geração eólica em Pernambuco, sob o aspecto da conservação ambiental de áreas protegidas, e a proteção das condições de vida dos trabalhadores rurais. Lamentavelmente, o que tem acontecido até o presente nas reuniões, é que a secretária executiva da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), coordenadora do GT, tem transformado estas reuniões em espaços de justificativa para tais empreendimentos somente sob a ótica econômica, como uma atividade redentora para a economia pernambucana. Sem ao menos levar em conta a proposta original que é de avaliar os impactos socioambientais dos complexos eólicos. Sobre esta condução do GT, carta assinada por várias entidades, membros deste Conselho, foi enviada ao Secretário Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, presidente do CONSEMA/PE, denunciando o desvirtuamento da discussão, e o boicote em relação aos temas que motivaram a criação do GT. Que fique claro que não existe nenhuma posição contrária às fontes de energia solar e eólica, e que sem dúvida são fundamentais para a transição energética necessária e urgente. Desde que os empreendedores acatem as boas práticas socioambientais, e o Estado fiscalize este cumprimento.

Ainda sobre o tema das eólicas, em setembro de 2020 foi sancionada pelo governador pernambucano a lei 17.041 que alterou a política florestal, dispensando os empreendimentos eólicos e solar de manterem áreas destinadas a conservação da vegetação nativa, em pelo menos 20% do total da área do imóvel.

São por estas e outras ações governamentais, que consideramos que os sucessivos governos do PSB e aliados, agem contrariamente à constituição federal e estadual, que propagam e defendem a democracia participativa. Além de existir um claro movimento do governo de Pernambuco em evitar a discussão com a sociedade de temas da maior importância para o bem-estar das presentes e futuras gerações, como é o caso das mudanças climáticas e do papel das energias renováveis no contexto da descarbonização.

*Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco. A opinião é de inteira responsabilidade do autor.

Feira de Negócios do Alto Pajeú começa dia 12 em São José do Egito

A cidade de São José do Egito consolida-se como referência econômica com a realização de mais uma edição da Feira de Negócios do Alto Pajeú – FENAP 2024 que acontecerá nos dias 12 a 14 de setembro. Promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Associação Comercial, Industrial e Agrícola (ACIAGRO) com apoio do SEBRAE, […]

A cidade de São José do Egito consolida-se como referência econômica com a realização de mais uma edição da Feira de Negócios do Alto Pajeú – FENAP 2024 que acontecerá nos dias 12 a 14 de setembro.

Promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Associação Comercial, Industrial e Agrícola (ACIAGRO) com apoio do SEBRAE, o evento vai trazer as novidades e tendências de diversos setores da economia.

Durante as três noites de evento, a expectativa da diretoria da CDL/ACIAGRO é receber um público de mais de 35 mil pessoas e cerca de R$ 3 milhões em movimentação econômica para as marcas expositoras. Além disto, serão gerados cerca de 600 empregos diretos e indiretos. No espaço do evento pátio Governador Miguel Arraes serão montados 130 stands de empresas, instituições e entidades além da área gastronômica e cultural.

A FENAP é o principal evento econômico da região que é composta por dez cidades (São José do Egito, Brejinho, Itapetim, Santa Terezinha, Tuparetama, Tabira, Solidão, Ingazeira, Afogados da Ingazeira e Carnaíba) que somadas, possuem cerca de 167 mil habitantes. O evento está consolidado no calendário regional do Alto Pajeú Pernambucano e que nasceu da necessidade de aglutinar diferentes ramos da economia, por meio da participação de empreendedores dos setores, Industrial, agrícola, comércio, serviços e produtores da economia criativa.

O presidente da CDL, Áureo Braz destaca a importância econômica da FENAP. “Pelo sétimo ano, estamos realizando a feira que tem como objetivo contribuir com os pequenos, médios e grandes empreendedores que virão à FENAP para oferecer seus serviços e bens de consumo a população, proporcionando oportunidade de geração de emprego e renda”.

O evento tem o patrocínio do Banco do Nordeste Brasileiro (BNB), Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (ADEPE), Sicoob Pernambuco, Arco Motos, Transbraz, Prevenção SJE Extintores, Led Pajeú, Pronto Mais Farma, DP2 Energia Solar, SESCOOP/PE, Perfil, PASC, Connecte e AutoUnidos.

SERVIÇO
II Feira de Negócios do Alto Pajeú – FENAP 2024
Dias 12 a 14 de setembro de 2024
18h às 23h
Pátio de Eventos Governador Miguel Arraes. São José do Egito – PE.
Entrada gratuita.

Polêmica dos shows: TCE vai fazer auditoria na Empetur e Fundarpe‏

O Tribunal de Contas vai realizar uma auditoria especial na Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe) e na Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) para apurar a eventual existência de cobrança de comissões ilícitas por parte de agentes públicos ou empresários intermediadores de shows e eventos, conforme denúncias feitas por artistas locais semana passada. […]

O Tribunal de Contas vai realizar uma auditoria especial na Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe) e na Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) para apurar a eventual existência de cobrança de comissões ilícitas por parte de agentes públicos ou empresários intermediadores de shows e eventos, conforme denúncias feitas por artistas locais semana passada.

A formalização do processo foi autorizada pela conselheira Teresa Duere, relatora das contas da Fundarpe e Empetur, após uma representação do Ministério Público de Contas. A auditoria especial foi um pedido do procurador geral do MPCO, Cristiano Pimentel, baseado nos áudios divulgados num grupo de whatsapp pelos cantores André Rio e Cezzinha, onde afirmam que os órgãos públicos estariam cobrando uma comissão para permitir a participação deles em shows promovidos pelo estado.

“Como somos um órgão de fiscalização temos que esclarecer a questão, sem fazer nenhum pré-julgamento”, disse o procurador do MPCO Cristiano Pimentel. “O Tribunal de Contas tem combatido irregularidades na Fundarpe e Empetur, revelando inclusive o que ficou conhecido como “escândalo dos shows fantasmas”, ocorridos entre 2007 e 2008″, prova de que está cumprindo seu papel constitucional nesse tema”, afirmou.

Caso as denúncias sejam comprovadas, haverá infração, em tese, aos princípios da moralidade, legalidade, probidade e eficiência nas inexigibilidades de licitação promovidas pelo órgão, com potencial desvio de recursos públicos e prejuízos ao erário.

Maria Arraes participou da Feira Literária do Sertão, em Arcoverde

Em giro neste fim de semana pelo interior do Estado, a deputada federal Maria Arraes (SD-PE) esteve na Feira Literária do Sertão (FELIS), em Arcoverde, onde percorreu estandes e conversou com escritores e artistas locais, como o Mestre Assis Calixto, artesão, um dos fundadores do Coco Raízes de Arcoverde e Patrimônio Vivo de Pernambuco. A […]

Em giro neste fim de semana pelo interior do Estado, a deputada federal Maria Arraes (SD-PE) esteve na Feira Literária do Sertão (FELIS), em Arcoverde, onde percorreu estandes e conversou com escritores e artistas locais, como o Mestre Assis Calixto, artesão, um dos fundadores do Coco Raízes de Arcoverde e Patrimônio Vivo de Pernambuco.

A deputada destacou a resistência do Coletivo Cultural de Arcoverde (COCAR) em manter o evento, já na sua quinta edição, mesmo diante da total falta de apoio do governo do Estado.

“A cultura, assim como muitas outras áreas, está abandonada em Pernambuco. Mas Arcoverde sempre foi e será território de tenacidade. Aqui, a palavra, a poesia, a arte e a literatura são poderosas armas de combate contra a negligência e a ignorância”, afirmou.

Recebida pelos representantes do COCAR Kleber Araújo e Draiton Moraes, a deputada ainda participou de uma roda improvisada de coco, com direito a declamação de versos do poeta Diosmam Avelino, a batida do Mestre Assis e canto de Kelly Rosa.

A FELIS ocorreu até este sábado, na Praça Winston Siqueira, área central da cidade. Com o tema Literatura no Sertão, a programação contemplou lançamento de livros, rodas de conversa, performances artísticas, cultura tradicional, teatro e música, fomentando o diálogo entre os diversos atores culturais da região.