"Depois de derrotado nas urnas e esquecido pelo povo, Dinca faz barulho na mídia para aparecer", acusa secretario
Por Nill Júnior
por Anchieta Santos
A polêmica em torno da prestação de contas do PSF do Brejinho rendeu mais um capítulo. Falando a Rádio Cidade FM, o Secretário de Administração acusado pelo ex-prefeito Dinca Brandino de ter violado pela terceira vez documentos a ele endereçado se defendeu e atacou.
Primeiro, Flávio Marques disse que Dinca nunca havia, durante o seu governo, admitido que o convênio com dinheiro para os PSF’s, tivesse sido conquistado pelo ex-prefeito Josete Amaral. “Agora, só para tirar a meia culpa, Brandino muda de comportamento”.
Flávio disse que se o documento vem com endereço da Prefeitura tem que abrir mesmo. E que pela acusação de Dinca está adotando providências para ingressar com uma ação na justiça contra ele.
Numa única questão, Flávio concordou como ex-prefeito: o convênio tratava mesmo de recursos para os PSF’S de Brejinho e Riacho do Gado.
O Secretário de Administração ressaltou que o pedido do Ministério da Saúde é mesmo endereçado ao ex-prefeito para prestar contas e que o barulho que ele faz é só para aparecer na mídia, “pois ainda não admite a derrota que sofreu nas urnas e o abandono do povo”.
Marques deixou claro que Dinca falta com a verdade ao acusar o município de ter perdido R$ 3,4 milhões de recursos em convênios e o que cabe a gestão Sebastião Dias está sendo feito para manter o município fora do CAUC.
Do Blog Sertão Central “Quando se quer, se dá um jeito” e “Quando não quer, toda desculpa serve”. Assim tem funcionado na Câmara de Vereadores de Salgueiro. Quando as pautas são de benefício da população, os vereadores usam as comissões, o regimento interno, leis estaduais e federais, agarrando-se a qualquer detalhe para negar as pautas […]
“Quando se quer, se dá um jeito” e “Quando não quer, toda desculpa serve”. Assim tem funcionado na Câmara de Vereadores de Salgueiro. Quando as pautas são de benefício da população, os vereadores usam as comissões, o regimento interno, leis estaduais e federais, agarrando-se a qualquer detalhe para negar as pautas enviadas pelo poder executivo. Mas quando é para benefício próprio, eles encontram a conhecida “brecha jurídica” para aprovar.
Recentemente, a população de Salgueiro foi pega de surpresa com a rara união dos vereadores de Salgueiro aprovando um aumento de 40% em seus próprios salários e criando 15 novos cargos comissionados para a Câmara de Vereadores, ao custo de R$ 4 mil reais cada, nas contas dos contribuintes.
Após a notícia se espalhar nas redes sociais, revoltando a população, o projeto chegou até o prefeito de Salgueiro, que decidiu vetar o aumento dos salários dos vereadores e a criação desses cargos. Em outros projetos que beneficiariam a população, os vereadores deixariam os projetos morrerem, mas, quando se trata da criação de cargos para alocar seus apadrinhados e aumentar seus salários, a mesa diretora da Casa Epitácio Alencar encontrou um jeito.
O presidente Sávio Pires rapidamente, recorreu a qualquer brecha jurídica, para apesar do veto do prefeito, conseguisse assegurar o gordo aumento salarial e a criação dos 15 cargos comissionados. Vitoria da presidência da Câmara, derrota do povo de Salgueiro.
O vereador Domênico Perazzo declarou apoio ao deputado federal Carlos Veras. A adesão soma-se à aliança já consolidada do parlamentar com movimentos sindicais e sociais de trabalhadores rurais, agentes de saúde e de endemias, além de educadores da região. Com o apoio oficializado ao conterrâneo do Pajeú, a expectativa é de que novos projetos sejam […]
O vereador Domênico Perazzo declarou apoio ao deputado federal Carlos Veras. A adesão soma-se à aliança já consolidada do parlamentar com movimentos sindicais e sociais de trabalhadores rurais, agentes de saúde e de endemias, além de educadores da região.
Com o apoio oficializado ao conterrâneo do Pajeú, a expectativa é de que novos projetos sejam destinados ao município, consolidando Tuparetama como um ponto focal nas articulações políticas do Sertão para os próximos anos.
“A presença de um deputado federal que vivencia de perto a realidade do Pajeú é um diferencial decisivo para a região, facilitando a abertura de portas e a destinação de recursos fundamentais para melhorar a vida de nossa gente”, afirma Perazzo.
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Triunfo, Sertânia e Arcoverde recebem o espetáculo em setembro Depois de passar pela Paraíba e por Portugal, além de receber, em 2016, nove prêmios no 22° Janeiro de Grandes Espetáculos, a montagem “Sebastiana e Severina” iniciou circulação pelo interior de Pernambuco em agosto e passa agora pelas cidades de Triunfo, Sertânia e Arcoverde. Contemplada pelo […]
Triunfo, Sertânia e Arcoverde recebem o espetáculo em setembro
Depois de passar pela Paraíba e por Portugal, além de receber, em 2016, nove prêmios no 22° Janeiro de Grandes Espetáculos, a montagem “Sebastiana e Severina” iniciou circulação pelo interior de Pernambuco em agosto e passa agora pelas cidades de Triunfo, Sertânia e Arcoverde.
Contemplada pelo Funcultura 2017, a peça é uma adaptação do livro homônimo do pernambucano André Neves, um dos mais renomados ilustradores de literatura infantil e juvenil da atualidade.
No início da temporada de circulação, o espetáculo passou por Tracunhaém, Limoeiro, Lagoa do Carro e Passira. Depois de Triunfo, Sertânia e Arcoverde Sebastiana e Severina passa ainda este ano por Bezerros e Caruaru; e finalizando a viagem, a montagem será encenada em São José do Egito, em janeiro, durante o Festival do Louro, onde o coletivo também apresenta o espetáculo Pajeú das Flores. “Essa história de Sebastiana e Severina fala sobre o povo do interior e vamos conseguir levar ela até lá. É uma viagem de volta. O espetáculo começou na capital, no Recife, e vai voltando agora para o sertão”, conta o diretor Cláudio Lira, natural de São José do Egito. As apresentações serão gratuitas e contam com tradução em libras.
Indicada para todas as idades, a peça tem música ao vivo e relata a história de duas rendeiras de Umbuzeiro (PB), que mesmo sem o frescor da juventude ainda sonham em encontrar um príncipe encantado. Com a chegada do forasteiro Chico à cidade, Sebastiana e Severina cantam, produzem a renda mais bonita, recorrem até ao feitiço do amor e acabam, através dele, descobrindo o valor da amizade. Com toda a poesia que cabe às rimas e prosas da gente do interior, e assim como no livro – carregado do repente, cordéis e loas contados e cantados pela tradição popular nordestina -, o espetáculo convida o público a conhecer e se encantar com os festejos ao padroeiro da cidade de Umbuzeiro.
Com direção de arte de Marcondes Lima, cenário e figurino são ricos em detalhes para manifestar ainda mais esse imaginário popular. O elenco formado por Célia Regina, Zuleika Ferreira, Luiz Manuel e Davison Wescley conta essa história através de um processo narrativo que se transforma ao longo da peça: os artistas ora interpretam as personagens e ora voltam a si, como também narram e manipulam bonecos.
SERVIÇO
Triunfo 08 de setembro, às 19h
Cine Teatro Guarany
(Praça Carolino Campos)
Sertânia 10 de setembro, às 15h30
Escola Estadual Olavo Bilac
(Rua Agamenon Magalhães, 703)
Arcoverde 12 de setembro, às 16h
Teatro Geraldo Barros
(Rua Capitão Arlindo Pacheco, 364)
A proposta de orçamento para o ano de 2017, encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo de Michel Temer na semana passada, prevê cortes bilionários de recursos para setores como habitação popular, desenvolvimento regional e reforma agrária. O G1 verificou os cortes ao comparar os números da proposta com os do projeto de lei orçamentária enviado […]
A proposta de orçamento para o ano de 2017, encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo de Michel Temer na semana passada, prevê cortes bilionários de recursos para setores como habitação popular, desenvolvimento regional e reforma agrária.
O G1 verificou os cortes ao comparar os números da proposta com os do projeto de lei orçamentária enviado pela ex-presidente Dilma Rousseff em agosto do ano passado, que serviram de base para o orçamento de 2016.
Além da habitação popular e do desenvolvimento regional, também perderam recursos os programas voltados para: pesca e aquicultura; redução do impacto social de álcool e outras drogas; reforma agrária; esporte, cidadania e desenvolvimento; recursos hídricos, promoção da igualdade racial; políticas para mulheres; e desenvolvimento e promoção do turismo, entre outros.
Ao mesmo tempo que corta recursos para alguns setores, a proposta do governo Temer prevê aumento de repasses no ano que vem para programas como o de fortalecimento do SUS e para a agropecuária sustentável.
Também houve incremento de gastos para os programas de gestão de riscos e desastres; fortalecimento da agricultura familiar; aviação civil; promoção e defesa de pessoas com deficiências; defesa nacional e política nuclear, entre outros.
A proposta de orçamento para 2017 foi construída pelo governo já considerando a aplicação do chamado teto para gastos públicos, embora o mecanismo ainda não tenha sido aprovado pelo Congresso. Se entrar em vigor, as despesas do governo em um ano não vão poder crescer acima do índice da inflação do ano ano anterior.
Assim, os gastos do governo em 2017 não poderiam crescer mais de 7,2%, que é a previsão para a inflação em todo o ano de 2016.
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