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Delegado Rossine utiliza vídeo antigo para atacar imagem de Pesqueira

Por Nill Júnior

O Delegado Rossine, pré-candidato à prefeitura de Pesqueira, está sendo questionado por uma bola fora.

Ele usou um vídeo de cerca de 7 anos atrás para tentar questionar o prefeito Bal de Mimoso.

O vídeo compartilhado nos Stories do Instagram, retrata vacas transitando próximas à agência do Banco Santander no centro da cidade, com a frase “Nossa querida Pesqueira está abandonada”, como se fosse algo atual.

Entretanto, o vídeo foi gravado em 2016, antes da mudança na comunicação visual do banco em 2018, como se pode ver na imagem abaixo, do espaço atualmente.

Nas imagens ao lado, você vê o print do questionamento (acima) e a imagem atual do banco, provando o vídeo descontextualizado.

A crítica é de que o post  do delegado gera uma imagem de abandono da cidade em pleno 2023, prejudicando a reputação do município, que tem um viés turístico. O departamento de Comunicação da Prefeitura ressaltou que o suplente de deputado tem utilizado um artifício condenável para atacar a imagem da atual gestão, sem se importar com as consequências que as redes sociais podem trazer, promovendo uma imagem negativa da cidade, interferindo até no turismo e colocando Pesqueira em uma posição desfavorável perante as cidades vizinhas.

O ataque baixo nas redes sociais também causou questionamentos entre alguns moradores. A gestão municipal diz que busca reforçar a importância de um debate pautado na verdade, respeito e transparência, visando o desenvolvimento e a valorização de Pesqueira.

Outras Notícias

Novo estouramento em Adutora interrompe fornecimento em várias cidades do Pajeú

Um estouramento na Adutora do Pajeu, entre as estações elevatórias de água 2 e 3, localizadas em Floresta, vai interromper o fornecimento de água para algumas localidades do Sertão do Estado. A Compesa vai realizar os reparos na tubulação no início na manhã desta segunda-feira. Com isso, ficam sem água durante os trabalhos a parte […]

Um estouramento na Adutora do Pajeu, entre as estações elevatórias de água 2 e 3, localizadas em Floresta, vai interromper o fornecimento de água para algumas localidades do Sertão do Estado.

A Compesa vai realizar os reparos na tubulação no início na manhã desta segunda-feira.

Com isso, ficam sem água durante os trabalhos a parte alta da Cohab e os bairros Mutirão, Cagep, São Cristóvão, Universitário, Propac, a Praça Manoel Pereira Lins e a Rua Ademar Xavier, todos em Serra Talhada.

Também ficam sem água as comunidades de Carqueja, Canaã, as cidades de Calumbi, Flores, Carnaíba, Quixaba, São José do Egito, Tuparetama, Ingazeira, Iguaracy e o distrito de Jabitaca.

Ainda vai ser reduzida a vazão para Afogados da Ingazeira e Tabira. A Compesa prevê o fim dos serviços para o início da noite desta segunda-feira.

Em evento para cobrar pressa em obras federais, Deputado diz que Estado também está devendo

O Deputado Estadual Júlio Cavalcanti também esteve nesta sexta (15) na Câmara de Vereadores de Arcoverde, onde aconteceu a Audiência Pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de PE. O encontro teve o objetivo de tratar sobre obras estruturadoras para as Regiões do Sertão do Moxotó e do Agreste Central – como a […]

julio-cavalcanteO Deputado Estadual Júlio Cavalcanti também esteve nesta sexta (15) na Câmara de Vereadores de Arcoverde, onde aconteceu a Audiência Pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa de PE.

O encontro teve o objetivo de tratar sobre obras estruturadoras para as Regiões do Sertão do Moxotó e do Agreste Central – como a Transposição do Rio São Francisco, a Adutora do Agreste e a Ferrovia Transnordestina. O evento cobrou celeridade nas obras.

Mas o deputado reclamou das obras de responsabilidade do Governo do Estado que estão paradas ou sendo lentamente executadas, como a sede dos Bombeiros, a UPE de Arcoverde,  a Escola  Técnica de Arcoverde, bem como as obras de saneamento prometidas ainda na gestão passada.

“Estamos atentos às obras estaduais que estão andando a passos lentos. O campus da UPE, que deveria ter sido inaugurado no ano passado e não foi, e os alunos de odontologia não tem onde fazer suas aulas práticas. A sede dos Bombeiros é a mesma coisa. O terreno foi doado pela prefeitura na gestão de Zeca Cavalcanti e até agora só teve a terraplanagem”, destacou. terra

Além dos deputados estaduais, representantes de órgãos governamentais, prefeitos e vereadores dos municípios impactados, participou da audiência o deputado federal Zeca Cavalcanti.

Semana Nacional do Trânsito: Fórum apresenta estatísticas e debate prevenção de acidentes em Serra Talhada

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, na manhã desta segunda-feira (23), na Câmara de Vereadores, o “Fórum de Prevenção de Acidentes em Transportes Terrestres”, em parceria com a Autarquia Municipal de Trânsito (STTRANS), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Operação Lei Seca, XI GERES, DETRAN e SEST/SENAT. Além do Fórum, […]

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, na manhã desta segunda-feira (23), na Câmara de Vereadores, o “Fórum de Prevenção de Acidentes em Transportes Terrestres”, em parceria com a Autarquia Municipal de Trânsito (STTRANS), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Operação Lei Seca, XI GERES, DETRAN e SEST/SENAT. Além do Fórum, a STTRANS promoveu blitz educativa e mantém um trabalho de orientação e educação até às 21h30, sobretudo nas imediações da Autarquia Educacional – AESET e Faculdade de Integração do Sertão – FIS. As ações fazem parte da Semana Nacional do Trânsito.

A mesa de abertura teve a participação de Márcia Conrado, secretária de Saúde; Célio Antunes, superintendente da STTRANS; Karla Milene, gerente da XI Geres; Jeremias Daniel, inspetor da Polícia Rodoviária Federal; Major PM Costa Brito, coordenador da Operação Lei Seca no Sertão; Major PM André Guimarães, representante do 14º BPM; Charles Jurubeba, Diretor do SEST/SENAT; e dos vereadores José Raimundo Filho e Ronaldo de Dja. Também estiveram presentes na plenária os vereadores Nailson Gomes e Agenor de Melo, trabalhadores da saúde, agentes de trânsito, motoristas, mototaxistas, motociclistas, policiais, bombeiros e sociedade civil.

Na ocasião, foram apresentadas as ações preventivas e educativas promovidas pela STTRANS para a promoção de um trânsito mais seguro no município, os dados estatísticos dos Acidentes de Transporte Terrestre – ATT registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no trecho da BR 232 que corta Serra Talhada e as notificações de vítimas de acidentes atendidas pelo Hospital Agamenon Magalhães (HOSPM), além de realização de palestra sobre a atuação da Operação Lei Seca, debate, e sorteio de capacete adquirido pela Secretaria Municipal de Saúde.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, foram contabilizados 65 acidentes de trânsito no período de janeiro a agosto de 2019 no trecho da BR 232 que corta o município, sendo 52 com vítimas e 04 com vítimas fatais, totalizando 72 pessoas feridas e 07 mortos. Os principais tipos de acidentes na rodovia federal no município foram: colisão transversal (14), colisão traseira (09), saída de leito carroçável (09), atropelamento de animal (05), atropelamento de pedestre (05), colisão frontal (04), tombamento (03), enquanto as principais causas são animais na pista, avarias ou desgaste no pneu, sono, defeito mecânico, desobediência às normas de trânsito, falta de atenção, ingestão de álcool ou substâncias psicoativas, sinalização insuficiente da via, ultrapassagem indevida, velocidade incompatível, pista escorregadia, mal súbito, objeto estático na via, não manter distância segura e pista escorregadia. Ainda segundo a PRF, 60% dos acidentes que ocorrem no município de Serra Talhada se dão no trecho urbano.

Segundo a XI Geres, o HOSPAM registrou 1944 notificações de vítimas de acidentes de trânsito no período de janeiro a agosto de 2018 e de janeiro a agosto de 2019. As principais causas foram: colisão/abalroamento, atropelamento, tombamento, capotamento, queda e choque com objeto fixo na via. Os fatores relacionados são excesso de velocidade, condutor sem habilitação, vítima sem segurança, vítima sem capacete e uso de bebida alcoólica pelo condutor. Os dados são do Sistema de Informação sobre acidentes de Transporte Terrestre – SINATT.

De acordo com a secretária de Saúde, Márcia Conrado, o fórum é fundamental para a sensibilizar e instrumentalizar o setor de saúde, as instituições e a sociedade civil organizada no sentido da promoção de mudanças de hábitos e atitudes para um trânsito mais seguro. “A parceria entre o governo, as instituições e a sociedade civil organizada é fundamental na prevenção de acidentes terrestres, reduzindo as estatísticas e evitando que vidas se percam no trânsito”, disse.

Décimo terceiro começa a ser pago hoje em Belmonte

O Governo Marcelo Pereira(PR) inicia hoje com a primeira parcela o pagamento do 13º salário dos servidores municipais de São Josée do Belmonte. Pereira, disse que a antecipação da metade do décimo terceiro salário, será uma forma de aquecer a economia local. A Educação já havia recebido. Hoje receberão os servidores das secretarias de Saúde, […]

Marcelo-PereiraO Governo Marcelo Pereira(PR) inicia hoje com a primeira parcela o pagamento do 13º salário dos servidores municipais de São Josée do Belmonte.

Pereira, disse que a antecipação da metade do décimo terceiro salário, será uma forma de aquecer a economia local.

A Educação já havia recebido. Hoje receberão os servidores das secretarias de Saúde, Agricultura, Turismo, Governo, Administração, Assistência Social, Transportes, Finanças, Obras, Mulher, Esporte e Lazer e Cidadania e Juventude.

O Blog e a História: o que determinou a queda do avião de Eduardo Campos

Em 19 de janeiro de 2016 – oficiais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Força Aérea Brasileira (FAB) divulgaram nesta terça-feira (18) o relatório final da investigação do acidente aéreo que vitimou sete pessoas, entre elas o ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência da República Eduardo Campos, em agosto […]

Em 19 de janeiro de 2016 – oficiais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da Força Aérea Brasileira (FAB) divulgaram nesta terça-feira (18) o relatório final da investigação do acidente aéreo que vitimou sete pessoas, entre elas o ex-governador de Pernambuco e candidato à presidência da República Eduardo Campos, em agosto de 2014.

Sem apontar um único motivo que causou a queda do avião, o Cenipa apontou quatro fatores que contribuíram para a queda do avião: a atitude dos pilotos, as condições meteorológicas adversas, a desorientação espacial e a indisciplina de voo. Também há fatores que podem ter contribuído, mas que não ficaram comprovados, como é o caso de uma eventual fadiga da tripulação – conforme aponta o relatório.

Os fatores do acidente segundo a FAB

Indisciplina de voo: o Cenipa aponta que, sem motivo conhecido, houve um desvio da aeronave no momento da descida.

Atitude dos pilotos: no momento de aproximação do solo, o fato de os pilotos terem feito um trajeto diferente do programado mostra que eles não aderiram aos procedimentos previstos, o que terminou gerando a necessidade de arremeter.

Condições meteorológicas adversas: segundo o Cenipa, as condições do tempo “estavam próximas dos mínimos de segurança”, mas isso, por si só, não implicava riscos à operação. De acordo com o órgão, os pilotos deveriam ter consultado o boletim meteorológico mais recente, pouco antes da decolagem.

Desorientação: de acordo com o Cenipa, estavam presentes no momento da colisão diversas condições que eram favoráveis a uma desorientação espacial, como redução da visibilidade em função das condições meteorológicas, estresse e aumento da carga de trabalho em função da realização da arremetida, falta de treinamento adequado e uma possível perda da consciência situacional, entre outros.

Outros possíveis fatores

Apesar de os quatro fatores que contribuíram para o acidente estarem ligados à atuação dos pilotos, o chefe da investigação, tenente-coronel Raul de Souza, disse que não é possível dizer que houve “100% de falha humana”. “Não conseguimos colocar o que é mais importante em relação a outro fator. Alguns contribuíram, mas outros ficaram como indeterminados”, disse.

Fatores que o Cenipa identificou, mas não confirmou influência no acidente:

Fadiga: análise dos parâmetros de voz do copiloto identificou “sinais compatíveis com fadiga e sonolência”. Na semana que antecedeu o acidente, a tripulação respeitou as horas de descanso previstas na legislação. O PSB informou, por meio da assessoria de imprensa, que não comentará nesta terça-feira o resultado da investigação divulgada pelo Cenipa.

Características da tarefa: a pressão em carregar um candidato à Presidência em uma agenda apertada pode ter influenciado os pilotos a operar com “segurança reduzida”.

Aplicação de comandos: a alta velocidade da aeronave e a curva acentuada que ela fez após a falha no pouso, segundo o Cenipa, poderiam ter sido causadas por manobras fortes demais. Isso pode ter acontecido, por exemplo, pela desorientação espacial dos pilotos.

Formação, capacitação e treinamento: como os pilotos não tinham treinado o procedimento de arremetida naquela aeronave, a falta de conhecimento específico pode ter prejudicado a tomada de decisões.

Processos organizacionais: a experiência prévia dos pilotos naquele tipo de aeronave não foi verificada pelos contratantes. A necessidade de um treinamento mais específico poderia ter evitado as dificuldades durante o voo.

Relatório não atribui culpa

Logo no início da apresentação do relatório, o chefe do Cenipa, brigadeiro Dilton José Schuck, afirmou que a função dos técnicos que investigaram o acidente era identificar os fatores que contribuíram ou que podem ter contribuído para a queda do avião, e não atribuir culpa a ninguém.

“Não é finalidade nossa identificar aqui culpa ou responsabilidades de quaisquer pessoas ou instituições. Nosso trabalho é voltado para prevenção”, esclareceu. A comissão de investigação foi composta por 18 especialistas das áreas operacional (pilotos, meteorologista e especialista em tráfego aéreo, por exemplo), humana (médico e psicólogo) e material (engenheiros aeronáutico, mecânico e de materiais).

Trajeto diferente

No ano passado, durante apresentação de um relatório preliminar, em Brasília, os oficiais já haviam afirmado que os pilotos realizaram um trajeto diferente do oficialmente previsto para realizar o pouso, não tendo seguido a carta oficial que determina o procedimento a ser adotado em cada aeroporto.

Tanto na descida inicial para a pista da Base Aérea de Santos, quanto na arremetida (quando o avião sobe de volta no momento em que não consegue aterrissar na primeira vez), os radares captaram um percurso diferente do recomendado no mapa. Durante esse trajeto, a tripulação também não informou precisamente os locais por onde passava nos momentos em que isso é exigido.

Nesta terça, o relatório divulgado lista o fato como um dos fatores que contribuiu para a queda do avião. “A realização da aproximação num perfil de aproximação diferente do previsto demonstra uma falta de aderência aos procedimentos, o que possibilitou o início da sequência de eventos que culminaram com uma aproximação perdida”, afirmam os técnicos.

Imagem mostra o trajeto feito pelo piloto antes da queda (linha vermelha) e a trajetória recomendada (linha preta) (Foto: Reprodução/Cenipa)

Imagem mostra o trajeto feito pelo piloto antes da queda (linha vermelha) e a trajetória recomendada (linha preta) (Foto: Reprodução/Cenipa)

Desorientação espacial

O tenente-coronel Raul de Souza, responsável pela investigação do acidente, informou que as condições meteorológicas ruins e a possível alteração das habilidades física e mental dos pilotos ao transportar uma pessoa pública podem ter colaborado para o que os técnicos chamam de desorientação espacial. Além disso, o excesso de estímulos no sistema fisiológico de orientação, como consequência da realização de uma curva “apertada”, e as variações de velocidade também colaboram para desorientar um ser humano.

Também colaboraram para a desorientação espacial da tripulação, segundo o Cenipa: a alternância do voo visual para o voo por instrumentos, que faz os pilotos terem de olhar para dentro do avião e para fora, de forma alternada; a falta de treinamento adequado e específico dos tripulantes na aeronave que estavam voando; além de “provável estresse, ansiedade e sobrecarga de trabalho”.

Informações do voo

A análise do Cenipa também indica que a tripulação do voo pode não ter acessado o último boletim meteorológico disponível, às 9h do dia do acidente, que indicava a baixa visibilidade no local – a pista operava por aparelhos. Entre 8h e 9h, a visibilidade caiu pela metade, de 8km para 4km. As informações não foram passadas pela rádio, nem cobradas por piloto e copiloto.

Durante a apresentação do relatório, o tenente-coronel exibiu vídeos e imagens de câmeras de segurança do momento da queda do avião, em diversos ângulos.

A queda

A perícia feita nos destroços apontou que o trem de pouso estava recolhido no momento da queda. Flaps, conchas dos reversores e speedbrakes, itens usados para reduzir a velocidade da aeronave no pouso, estavam todos fechados, diferentemente do que deveria acontecer durante uma aterrissagem.

Os sistemas hidráulico, pneumático, de pressurização, de combustível e de piloto automático foram analisados na perícia e, segundo o Cenipa, não indicavam “anormalidades pré-pouso”, ou seja, falha técnica que poderia ter causado a queda.

O relatório também aponta que a aeronave não se incendiou durante a queda, antes do impacto. “Todos aqueles relatos dos observadores, de que viram a aeronave pegando fogo em voo, foram descartados desde o início, e as imagens vieram para comprovar”, disse o chefe da investigação.

Além disso, de acordo com Souza, os danos do motor esquerdo e do motor direito foram similares, o que indica que ambos estavam funcionando de forma semelhante no momento da queda.

Habilitação

Os técnicos que elaboraram o relatório também afirmam que a falta de treinamento específico para operar o modelo utilizado pela campanha de Eduardo Campos (Cessna C560XLS+) pode ter contribuído para a queda, uma vez que isso pode ter dificultado a tomada de decisões e a operação da aeronave. Ambos tinham treinamento para operar apenas o modelo anterior do avião (Cessna C560 Encore ou C560 Encore+).