Delegado Rossine utiliza vídeo antigo para atacar imagem de Pesqueira
Por Nill Júnior
O Delegado Rossine, pré-candidato à prefeitura de Pesqueira, está sendo questionado por uma bola fora.
Ele usou um vídeo de cerca de 7 anos atrás para tentar questionar o prefeito Bal de Mimoso.
O vídeo compartilhado nos Stories do Instagram, retrata vacas transitando próximas à agência do Banco Santander no centro da cidade, com a frase “Nossa querida Pesqueira está abandonada”, como se fosse algo atual.
Entretanto, o vídeo foi gravado em 2016, antes da mudança na comunicação visual do banco em 2018, como se pode ver na imagem abaixo, do espaço atualmente.
Nas imagens ao lado, você vê o print do questionamento (acima) e a imagem atual do banco, provando o vídeo descontextualizado.
A crítica é de que o post do delegado gera uma imagem de abandono da cidade em pleno 2023, prejudicando a reputação do município, que tem um viés turístico. O departamento de Comunicação da Prefeitura ressaltou que o suplente de deputado tem utilizado um artifício condenável para atacar a imagem da atual gestão, sem se importar com as consequências que as redes sociais podem trazer, promovendo uma imagem negativa da cidade, interferindo até no turismo e colocando Pesqueira em uma posição desfavorável perante as cidades vizinhas.
O ataque baixo nas redes sociais também causou questionamentos entre alguns moradores. A gestão municipal diz que busca reforçar a importância de um debate pautado na verdade, respeito e transparência, visando o desenvolvimento e a valorização de Pesqueira.
O ex-prefeito João Mendonça foi condenado em Processo de Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura Municipal de Belo Jardim, relativo à análise dos 1º, 2º e 3º quadrimestres do exercício financeiro de 2016. Sua gestão ultrapassou o limite de despesas com pessoal desde o 3º quadrimestre de 2009, apresentando descontrole nos gastos durante todos os […]
O ex-prefeito João Mendonça foi condenado em Processo de Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura Municipal de Belo Jardim, relativo à análise dos 1º, 2º e 3º quadrimestres do exercício financeiro de 2016.
Sua gestão ultrapassou o limite de despesas com pessoal desde o 3º quadrimestre de 2009, apresentando descontrole nos gastos durante todos os exercícios subsequentes, até o 3º quadrimestre de 2016, quando chegou-se ao percentual de 65,53%. A auditoria indicou que tal situação evidenciaria a ausência de adoção de medidas necessárias e suficientes para o saneamento dos excessos identificados.
Com isso, foi julgado irregular pela Segunda Câmara a documentação sob análise, referente ao Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura Municipal de Belo Jardim, relativo à análise do exercício financeiro de 2016 e, aplicado multa ao ex-prefeito no valor de R$ 51.975,00, correspondente a 30% da soma dos subsídios anuais percebidos.
O debate da Globo ontem com as candidatas ao Governo de Pernambuco pode ser resumido em dois momentos, publicados nas redes sociais das próprias Marília Arraes (SD) e Raquel Lyra (PSDB). Raquel tentou associar Marília ao atual governador do estado, Paulo Câmara (PSB), que tem sofrido desgastes no cargo, não conseguindo inclusive levar o seu […]
O debate da Globo ontem com as candidatas ao Governo de Pernambuco pode ser resumido em dois momentos, publicados nas redes sociais das próprias Marília Arraes (SD) e Raquel Lyra (PSDB).
Raquel tentou associar Marília ao atual governador do estado, Paulo Câmara (PSB), que tem sofrido desgastes no cargo, não conseguindo inclusive levar o seu candidato à sucessão, Danilo Cabral (PSB), ao segundo turno.
“Ela fala que não é a candidata de Paulo Câmara, mas aí eu pergunto. Você acha que alguém que não faz parte de um mesmo grupo político tem tanta gente da família empregada lá? A mulher do pai dela era gerente do Palácio. A irmã dela, alto cargo com Geraldo Júlio na prefeitura do Recife. O irmão até hoje assessor da ilha de Fernando de Noronha”, disse. Também ironizou a relação dela com o primo João Campos.
Marília, que é apoiada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), líder nas intenções de voto no estado segundo os últimos levantamentos, questionou por diversas vezes a rival sobre sua visão em relação ao atual mandatário durante o encontro promovido pela TV Globo. A candidata do Solidariedade aposta em vincular a imagem de Raquel a Bolsonaro para desbancar a liderança que as pesquisas têm atribuído à candidata do PSDB.
“Eu queria só tirar uma dúvida, o que você acha da corrupção no governo Bolsonaro, existe ou não existe?” — questionou Marília.
A ex-prefeita de Caruaru, que decidiu não apoiar nenhum dos postulantes à Presidência, não respondeu e defendeu que toda corrupção seja apurada, gerando a cena mais curiosa do debate.
De olho na cadeira do Prefeito Sebastião Dias (PTB) já tem aliados e adversários em Tabira se mexendo, conforme nota de Anchieta Santos que foi ao ar no programa Rádio Vivo de hoje, na Rádio Pajeú. No bloco da oposição um nome começa a se destacar pelas articulações. Trata-se do ex-presidente da Câmara e liderança […]
De olho na cadeira do Prefeito Sebastião Dias (PTB) já tem aliados e adversários em Tabira se mexendo, conforme nota de Anchieta Santos que foi ao ar no programa Rádio Vivo de hoje, na Rádio Pajeú.
No bloco da oposição um nome começa a se destacar pelas articulações. Trata-se do ex-presidente da Câmara e liderança evangélica Irmão Betinho.
“Segurando na mão de Deus”, o irmão já estaria formando chapinha de vereadores e articulando o seu ingresso no PSB do Governador Paulo Câmara.
A última vez que ele foi notícia aconteceu em virtude da filha, Acssa Basta, 32 anos, vítima da tentativa de feminicídio por um ex-companheiro. Irmão Betinho ficou cara a cara com o algoz da filha, mas não esboçou reação física, apenas o confrontando verbalmente, em vídeo que viralizou nas redes sociais.
Também é cantor evangélico, tendo até lançado um CD, gravado a partir de sua vivência na Assembleia de Deus. O título, “Os Louvores que marcaram minha vida”.
O jornalista Magno Martins disse ao comentário que apresento no programa Sertão Notícias, da Cultura FM, que é grande a pressão dos partidos de oposição para que o Federal Sebastião Oliveira aceite o desafio de ser o candidato do grupo nas eleições desse ano. A investida vem de aliados de Cidadania, Avante, PDT, PSB, DEM, PSL […]
O jornalista Magno Martins disse ao comentário que apresento no programa Sertão Notícias, da Cultura FM, que é grande a pressão dos partidos de oposição para que o Federal Sebastião Oliveira aceite o desafio de ser o candidato do grupo nas eleições desse ano.
A investida vem de aliados de Cidadania, Avante, PDT, PSB, DEM, PSL e PL. Isso joga para os próximos dias o anúncio da chapa, que o próprio Sebá queria fazer essa semana. Segundo eles, Sebastião tem mais condições de unir a oposição que Victor Oliveira e Marcus Godoy, após inviabilizada a pré-candidatura de Evandro.
Assim, não é Sebá que tem se auto declarado candidato. São os partidos que tem feito pressão pra isso. A decisão pode sair nesta sexta, mas o anúncio a partir da próxima semana. Analistas dizem que esse anúncio pode dar nova cara às eleições na Capital do Xaxado.
As planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato na casa do presidente de um dos braços da Odebrecht indicam que o grupo pode ter usado distribuidoras de cerveja para mascarar doações eleitorais a políticos. Essas contribuições podem ter superado a cifra de R$ 30 milhões. Desde que as planilhas foram reveladas, anteontem, políticos citados nas listas […]
As planilhas apreendidas pela Operação Lava Jato na casa do presidente de um dos braços da Odebrecht indicam que o grupo pode ter usado distribuidoras de cerveja para mascarar doações eleitorais a políticos. Essas contribuições podem ter superado a cifra de R$ 30 milhões.
Desde que as planilhas foram reveladas, anteontem, políticos citados nas listas de beneficiários de recursos vêm negando ter recebido recursos de forma irregular. Ao justificar as doações da Odebrecht, alguns apresentaram recibos de doações oficiais em nome das empresas Leyroz de Caxias ou Praiamar. Agiram assim, por exemplo, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT). A Leyroz de Caxias e a Praiamar, porém, não são ligadas à Odebrecht e, sim, ao grupo Petrópolis, que fabrica as cervejas Itaipava e Cristal.
Nas planilhas da empreiteira, a palavra “Itaipava” está anotada à mão ao lado de uma doação que indica um repasse de R$ 500 mil para Luís Fernando Pezão (PMDB), atual governador do Rio de Janeiro. Essa mesma doação para Pezão está relacionada, no topo da coluna dos valores, a um certo “Parceito IT” (sic) – indício de “parceria” entre a Odebrecht e a Itaipava no financiamento eleitoral.
Em outros trechos das planilhas, há valores significativos associados ao “parceiro IT”. Em uma delas, que relaciona doações para a campanha eleitoral de 2012, o total chega a R$ 5,8 milhões. Em outro quadro, sem data definida, o “parceiro” aparece como responsável por doações de R$ 30 milhões a 13 partidos, entre eles PT, PMDB e PSDB.
Apesar de atuar em um setor cuja lucratividade não está associada a contratos com governos ou regulamentações votadas pelo Congresso, as empresas ligadas à cervejaria Itaipava apareceram entre as principais doadoras de campanhas em 2010, 2012 e 2014.
Anteontem, Aécio divulgou nota em que afirma que as doações citadas nas planilhas da Odebrecht foram legais e realizadas pela Leyroz de Caxias. Foram dois depósitos em 2010, que totalizaram quase R$ 1,1 milhão.
Outro citado nas planilhas da empreiteira, o ex-senador Demóstenes Torres também justificou supostas doações da Odebrecht com depósitos do “grupo Petrópolis”, no total de R$ 1,2 milhão. Mercadante divulgou nota relacionando diversas doações da Praiamar e da Leyroz de Caxias, no total de R$ 700 mil, às doações que aparecem nas planilhas da Odebrecht.
O deputado Roberto Freire (PPS-SP), cujo nome também está nos documentos apreendidos pela Polícia Federal, informou que “o valor de R$ 500.000,00 foi doado ao PPS pela construtora Odebrecht em 31/8/2012 (…) e devidamente declarado à Justiça Eleitoral”. O comprovante anexado à nota não mostra um depósito da Odebrecht, mas da Leyroz de Caxias.
Segundo a Receita Federal, tanto a Praiamar quanto a Leyroz de Caxias são controladas por Roberto Luís Ramos Fontes Lopes. Em 2013, Lopes foi processado por fraude tributária. Um trecho do processo informa que o Fisco de São Paulo suspeitava da ação de Fontes Lopes como “testa de ferro” de Walter Faria, controlador do grupo Petrópolis.
O Ministério Público Federal já encontrou elos entre Faria e os crimes investigados pela Operação Lava Jato. Uma conta ligada ao empresário na Suíça recebeu US$ 3 milhões do lobista Julio Camargo. A conta, segundo reportagem publicada no ano passado pela Folha de S. Paulo, teria sido indicada por Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB no esquema de desvios de recursos da Petrobrás. Na época, todos negaram irregularidades.
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