Notícias

Delegado Israel sobre LW: “tenho muito a revelar. Quero vê-lo me processar”

Por Nill Júnior

Prezado amigo Nill Júnior,

Ontem, o prefeito de Arcoverde gravou um vídeo, e o levou às redes sociais, vitimizando-se, dizendo que estava sendo alvo de ataques, e que a partir de agora nada iria ficar sem resposta.  Que se fosse preciso iria à Justiça para corrigir as pessoas que estão criticando a gestão dele.

Estive bem atento à sessão da Câmara de Arcoverde, quando a vereadora Célia Galindo descascou o prefeito, com seu discurso, usando a Tribuna da Casa Legislativa. Célia acusou Wellington da LW de estar devendo dinheiro ao filho da ex-prefeita Madalena Britto.

Em determinado ponto, Célia falou que o prefeito não tinha coragem de falar mal de mim, pois teria contas a pagar. Ela não errou. O processo da Justiça Eleitoral da nossa cassação, no TRE/PE, depois revisto pelo TSE, resultou-me na aplicação de uma multa de quase R$ 100 mil, que foi dividida em 60 meses, em prestações de quase R$ 1.700.

O Prefeito Wellington da LW me prometeu que iria me ajudar a pagar essa multa, pois sabia que tinha sido uma penalidade injusta para mim, já que meu nome só aparecia no processo no pólo da parte ré. Não existia uma linha que relatasse uma irregularidade cometida por mim, e ele sabe disso. Tanto é que me fez essa promessa, um dia que estávamos no apartamento dele, em Boa Viagem, na capital do Estado, antes de uma das viagens que fizemos à Brasília, para tratar sobre o processo com os advogados. E reiterou depois do trânsito em julgado. Promessa esta nunca cumprida, assim como outras também feitas a mim.

Atualmente, preciso tirar do meu orçamento familiar mensal os R$ 1.700 para pagar as parcelas da multa, sem ter praticado nenhuma irregularidade, e para Wellington da LW ser prefeito. Não apenas eu, mas Madalena Britto também. Como vice-prefeito, eu estava pagando para desempenhar o mandato. O que Célia Galindo diz na Tribuna, tem muito de verdade, e na hora certa vamos falar com nossa própria boca. Pelo menos eu o direi, quando for o momento.

Fico indignado em ver o prefeito dar uma vítima, de valentão, querendo intimidar com processo. Não fez medo nem à minha filha de 15 anos, quanto mais a mim. Eu tenho muita coisa a revelar. Eu quero ver se ele vai me processar. Quanto mais ele der uma de vítima, mas fatos eu vou relatando. Remédio de um doido é outro batendo na porta.

Delegado Israel

Ex vice-prefeito de Arcoverde

Outras Notícias

Mais um acidente com vítima fatal é registrado na PE 292

Imagem ilustrativa Um grave acidente foi registrado na noite de ontem na PE 292, na área da Gangorra. Rodrigo Faustino Barbosa, agricultor, 23 anos, bateu com sua moto na traseira de um veículo F4000. A vítima era da comunidade da Cachoeira da Onça. Rodrigo trabalhava no sitio e morava com a avó. A mãe, Odélia Silva, […]

Imagem ilustrativa

Um grave acidente foi registrado na noite de ontem na PE 292, na área da Gangorra. Rodrigo Faustino Barbosa, agricultor, 23 anos, bateu com sua moto na traseira de um veículo F4000.

A vítima era da comunidade da Cachoeira da Onça. Rodrigo trabalhava no sitio e morava com a avó. A mãe, Odélia Silva, era muito conhecida na comunidade. Por ter passado um período em São Paulo a trabalho é que Rodrigo foi criado pela avó.

Com o choque ele morreu na hora. Equipes do SAMU e Bombeiros estiveram no local, mas não puderam fazer nada. Havia menor visibilidade e pista molhada em virtude de uma chuva fina. Não se sabe se isso contribuiu para o acidente. Há uma informação não confirmada de que ele vinha do serviço e teria antes passado em um bar. Na volta pra casa houve o acidente.

O pai dele veio de Rio de Janeiro passar uns dias na cidade. Estava na festa quando soube da morte e ficou transtornado.

O trecho é o mesmo onde em 20 de maio um grave acidente envolveu o sobrinho do vereador Chico Torres, dos prefeitos de Iguaracy,  Zeinha Torres e Ingazeira,  Luciano Torres, Arthur Torres Martins, 22 anos, morador de Jabitacá. A área fica próxima à entrada da Chácara Vitória e um motel na saída sentido Iguaracy na área do Sítio Gangorra.

A rodovia foi marcada a poucos dias por um acidente com três vítimas, próximo a Iguaracy. No choque de dois veículos, faleceram o pastor evangélico Antonio Gomes da Silva e a esposa, Maria Eliete Santos, mais a comerciante Elenita Resende.

Na Alepe, Raquel Lyra diz que Pernambuco está acima de qualquer disputa 

A governadora Raquel Lyra participou, na tarde desta segunda-feira (2), da retomada dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Na ocasião, ela realizou um balanço dos primeiros três anos da sua gestão à frente do Governo do Estado, destacou a importância do papel dos demais Poderes e ressaltou que 2026 deve ser um ano […]

A governadora Raquel Lyra participou, na tarde desta segunda-feira (2), da retomada dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Na ocasião, ela realizou um balanço dos primeiros três anos da sua gestão à frente do Governo do Estado, destacou a importância do papel dos demais Poderes e ressaltou que 2026 deve ser um ano de “ainda mais responsabilidade política”, em que as necessidades dos pernambucanos devem estar acima de qualquer disputa, afinal o futuro se constrói com trabalho e união.

Entre os avanços mencionados, a gestora ressaltou que Pernambuco alcançou em 2025 a menor taxa de mortes violentas da sua série histórica. Também citou ações importantes que saíram do papel, como o Arco Metropolitano e a concessão parcial da Compesa. No campo social, falou do combate à pobreza por meio do Programa Mães de Pernambuco e as cozinhas comunitárias espalhadas por todas as regiões do Estado.

“O futuro se constrói com trabalho. O futuro se constrói com união. União de propósito. União em torno do que realmente importa: melhorar a vida das pessoas. Vamos seguir avançando sem deixar ninguém para trás”, declarou Raquel Lyra, que estava acompanhada pela vice-governadora Priscila Krause e secretários estaduais.

No fim da sua fala, a gestora reafirmou seu compromisso de “governar com seriedade. Decidir com coragem. Trabalhar incansavelmente. Escutar o povo. Respeitar as instituições. E seguir olhando para frente”. E continuou fazendo um chamado à Assembleia para “manter Pernambuco acima de qualquer disputa. Que possamos discordar, debater, fiscalizar, mas sempre com a consciência de que o Estado é maior do que qualquer projeto individual”.

Líder do governo na Alepe, a deputada estadual Socorro Pimentel também discursou na sessão de retomada dos trabalhos legislativos. “O povo de Pernambuco sabe separar o discurso vazio da entrega real. E as entregas estão aí. O Programa Juntos Pela Segurança levou Pernambuco, em 2025, a alcançar o menor índice de roubos dos últimos 15 anos. Na área social, o Pernambuco Sem Fome tirou 146 mil pessoas da fome extrema. O Mães de Pernambuco já beneficiou mais de 135 mil mulheres com mais renda, autonomia e dignidade”, disse.

“Que possamos ter um ano de muito diálogo, maturidade política e respeito recíproco, para que as diferenças sejam tratadas com civilidade e as decisões tomadas com responsabilidade. Os pernambucanos e pernambucanas esperam de nós compromisso, trabalho e resultados, e é isso o que devemos entregar”, finalizou a parlamentar.

Anísio Brasileiro disputa reeleição na UFPE. Votação vai até 21h

Estudantes, professores e técnicos administrativos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) elegem hoje o reitor que vai comandar a instituição nos próximos quatro anos. Mais de 43 mil membros da comunidade acadêmica estão aptos a votar em uma das cinco chapas inscritas no pleito. Os votos serão computados em urnas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), […]

Anísio-Brasileiro
Anísio enfrenta quatro chapas, mas mostra confiança

Estudantes, professores e técnicos administrativos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) elegem hoje o reitor que vai comandar a instituição nos próximos quatro anos. Mais de 43 mil membros da comunidade acadêmica estão aptos a votar em uma das cinco chapas inscritas no pleito.

Os votos serão computados em urnas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), das 9h às 21h, nos três campi da UFPE – Recife, Caruaru e Vitória de Santo Antão.

Serão 86 urnas distribuídas nos 13 centros da instituição, além da Biblioteca Central, do Hospital das Clínicas e da reitoria do campus Recife. O Núcleo de Televisão e Rádios Universitárias, localizado no bairro de Santo Amaro, na área central da capital pernambucana, também será ponto de votação. Segundo a universidade, haverá urnas específicas para estudantes, docentes e técnicos, mas professores substitutos, servidores à disposição da universidade e terceirizados não fazem parte do colégio eleitoral.

Atual Reitor,  Anísio Brasileiro concorre à reeleição com a chapa 56.  Brasileiro exalta feitos da sua gestão como a requalificação dos espaços públicos, a interiorização e a consolidação da universidade entre as melhores do país.

Mas admite que é preciso “inovar mais” na qualificação e integração da instituição com a sociedade. Para isso, defende a criação de uma agenda de diálogo entre a gestão e a comunidade acadêmica; a ampliação da participação social na programação da TV e da rádio universitária; e o fortalecimento dos campi do interior.

Anísio Brasileiro e Florisbela Campos (candidata a vive) também prometem modernizar o ensino, apoiar as empresas juniores e melhorar a infraestrutura dos campi com a revitalização de calçadas, ampliação das ciclovias e implantação de serviços como bancos e farmácias, além de restaurantes universitários nas unidades do interior.

Sobre o Hospital das Clínicas, o programa de gestão afirma que é preciso fortalecer o projeto estratégico de gestão integrado aos departamentos da universidade, sem deixar de fortalecer o caráter público do hospital.

Ele enfrenta quatro chapas:  Universidade Pública em Movimento (Daniel Álvares Rodrigues e  Bianca Arruda Manchester de Queiroga), A UFPE que Queremos (Diogo Ardailon Simões e Zélia Granja Porto),  Pensar a UFPE com Maria José (Maria José de Matos Luna e Marcos José Vieira de Melo) e Somos Todos UFPE (Edilson Fernandes de Souza e  Luciana Cramer).

Coluna do Domingão

Vamos morrer até quando? É impossível não dedicar o texto da Coluna a um dado tão triste, macabro, revoltante,  que deveria enlutar a todos, mas ainda reserva ceticismo, negacionismo e idiotices nas redes. São 500 mil mortes, milhões de enlutados.  Mais que a população de toda a região do Pajeú,  mais que toda a população […]

Vamos morrer até quando?

É impossível não dedicar o texto da Coluna a um dado tão triste, macabro, revoltante,  que deveria enlutar a todos, mas ainda reserva ceticismo, negacionismo e idiotices nas redes.

São 500 mil mortes, milhões de enlutados.  Mais que a população de toda a região do Pajeú,  mais que toda a população de Petrolina ou Caruaru, ou de países como Malta, Bahamas ou Islândia. Mais que boa parte das principais tragédias da história da humanidade.

Hoje por aqui deveríamos estar fazendo a contagem para a maior festa popular do Nordeste, o São João. As mortes, a pandemia, a dor apagaram a chama em muitos de nós.  O sincronismo da quadrilha junina foi substituído por cortejos fúnebres.  Falta um pedaço em nós que não será preenchido em gerações.

O pior é ainda ver, mesmo que em menor número,  quem minimize as mortes, reclame desse tipo de informação,  tente politizar o debate para justificar o injustificável. Negar a falta de liderança nacional no combate à pandemia,  a ação deliberada do presidente Bolsonaro, que há pouco mais de um ano, depois de dar não às nossas chances de imunização ampla, rápida e irrestrita, afirmou que a pandemia não mataria 800 pessoas no Brasil.

O presidente, que desde o início da pandemia tenta minimizar a gravidade da infecção e já desdenhou das mortes, tem seguido um mesmo padrão ao reagir aos números negativos no pior momento da doença.

Ataques ao isolamento social, culpabilização da imprensa por gerar “pânico”, supostamente motivada por cortes de publicidade, defesa de um falso tratamento precoce e da liberdade do médico de receitar remédios que já se mostraram ineficazes, distorção de dados sobre vacinação e mais recentemente divulgação de acordos para a compra de vacinas, sem citar a recusa de ofertas em 2020 e críticas passadas à vacinação.

Quem tem responsabilidade com a verdade, portanto,  não pode esquecer.  É em nome de 500 mil almas que devemos lembrar para essa e futuras gerações que na maior pandemia da história,  uma política de estado ajudou a colocar o país como aquele que mais matou,  considerando que estimativas indicam que logo passaremos os Estados Unidos,  que vacinaram mais e tem 600 mil mortes.

Como explicar que o Brasil tem 2,7% da população do planeta e atualmente concentra 30% das mortes pela doença no mundo inteiro? Que nome se dá a isso?

Importante lembrar, o presidente não está só.  Osmar Terra, Nize Yamagushi, Mayra Pinheiro, Edir Macedo,  Silas Malafaia, Paolo Zanotto, Arthur Weintraub, os irmãos Bolsonaro,  Eduardo Pazuello,  são apenas alguns nomes que a história não deve apagar.

500 mil mortes: não vamos esquecer.

Licença

O comunicador Anchieta Santos está em Recife para um check-up médico,  após realização de alguns exames clínicos semana passada.  Fica ausente alguns dias do Rádio Vivo, da Rádio Pajeú e Cidade Alerta, da Cidade FM.

Fusuê sem fim

O presidente da Câmara de São José do Egito,  João de Maria, usou o direito de resposta para não responder na Gazeta FM. Provocado por Evandro Valadares por não colocar o projeto de lei da previdência na pauta,  acusado de condicionar a votação à sua reeleição na Câmara,  usou o tempo para prestar contas de seu mandato.

Mantra errado 

João teria outras possibilidades para o cabo de guerra com o prefeito, mas escolheu o projeto pra cavalo de batalha.  Apesar de praticamente seis meses sem colocar em votação,  diz ainda precisar debater.  Teve tempo de sobra pra discutir, rediscutir, emendar. A prefeitura alega prejuízo de R$ 1,5 milhão.

Investigação

O Delegado de Serra Talhada,  Alexandre Barros, deixou evidente o que já se especulava sobre a morte do motorista do vereador Zé Dida Gaia (PP), Josivan de Oliveira, dia 6. O alvo do atentado era o vereador,  que ainda será ouvido.

Sinais

O Secretário de Saúde de Afogados,  Arthur Amorim passou a ser criticado por não admitir ter a condução da pasta criticada.  Tem reagido sem assimilar quando é cobrado. Até um grupo de WhattsApp com Vigilância, ACSs e MP que expõe falhas no trabalho,  quis acabar. Pode ser exaustão.

Extremamente fácil 

O prefeito de Serra Talhada Luciano Duque tem uma luta difícil,  para reverter o parecer prévio do TCE que recomenda a rejeição de suas contas referentes a 2016 e uma muito fácil,  de reverter caso mantida,  a decisão na Câmara de Vereadores,  onde tem ampla maioria.

Deslize do vice 

O vice-prefeito Daniel Valadares foi criticado por sua postura em relação ao blogueiro Júnior Finfa,  que revelou a tentativa de emplacar o irmão,  Toninho Valadares na gestão.  “Acerto com 15 dias de atraso kkkkk. Calma amigo,  queres passar uma falsa realidade dos fatos”, disse.

Quem conta?

Segundo o experiente Ruy Sarinho, ouvinte da Pajeú,  o fato objetivo,  a contratação de Toninho, era notícia sim, pela consanguinidade com o vice. “Isto é notícia, sim, e Júnior Finfa tá certo em questionar”. A dúvida era quando saberíamos se o blogueiro não informasse.

39, 38…

A disputa da vez é entre quem vacina primeiro entre São José do Egito e Flores, no Pajeú.  Até semana passada,  São José liderava o ranking.  Neste sábado começou a vacinar o público 39+. Flores deu o troco e começou a vacinar os a partir de 38. Nessa disputa ganham os dois. Quem quiser seguí-los, a vontade…

Decreto e debate 

O prefeito Sandrinho Palmeira garantiu à Radio Pajeú que, mesmo que o estado recuasse,  manteria a suspensão das aulas presenciais na rede estadual.  Também que vai puxar via Cimpajeú a análise de medidas mais lineares para a região.

Frase da semana marcadas por 500 mil mortes: 

“Parece que está começando a ir embora essa questão do vírus”. 

Do presidente Jair Bolsonaro em 24 de abril de 2020.

Medalha Dom Francisco homenageia personalidades e instituições em Afogados

Fotos: Wellington Júnior A entrega da Medalha Dom Francisco acontece esta manhã, como parte das comemorações dos 109 anos de Afogados da Ingazeira.  A solenidade entrega a medalha de honra a personalidades e instituições que se destacaram ao longo dos anos, dentro da programação de emancipação política do município. A entrega foi feita pelo prefeito José […]

Fotos: Wellington Júnior

A entrega da Medalha Dom Francisco acontece esta manhã, como parte das comemorações dos 109 anos de Afogados da Ingazeira.  A solenidade entrega a medalha de honra a personalidades e instituições que se destacaram ao longo dos anos, dentro da programação de emancipação política do município. A entrega foi feita pelo prefeito José Patriota, e respeitou os critérios estabelecidos por uma comissão local.

A comenda, entregue pela segunda vez, considerou a relação histórica dos homenageados com a figura de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, conhecido por sua linha aguerrida em defesa da sociedade sertaneja, bem como pela defesa dos princípios que nortearam sua história.

Dentre os homenageados de forma póstuma os ex-prefeitos Giza e Orisvaldo Inácio, João Alves Filho e José Rodrigues de Brito. Ainda houve medalhas para a Diocese de Afogados, representada pelo Bispo Dom Egídio Bisol, a FASP, representada pela professora Socorro Dias, a artista Paula Pires e o governador Paulo Câmara.

Cine São José –  o governador Paulo Câmara ainda assinou  convênio para a aquisição de equipamentos e modernização do Cineteatro São José.

A ação, realizada através do Programa Cine na Rua, da Secretaria Estadual de Cultura (Secult) de Pernambuco, estimulará o desenvolvimento de produções com vídeos locais, nacionais e regionais, investindo no fortalecimento e na reestruturação de integração do espaço físico e suas adequações técnicas.

Ao todo, serão investidos R$ 100 mil, oriundos da Emenda Parlamentar nº 160/2017, de autoria do Deputado Estadual Waldemar Borges.