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Defesa amplia atuação de militares no combate ao mosquito Aedes Aegypti

Por André Luis

aldorebelo1O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, anunciou nesta quarta-feira (27) que vai ampliar, em todo o País, a atuação de militares de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, chinkungunya e zika vírus, e reforçou que a tarefa envolve a participação de todos. “É preciso sensibilizar e reunir esforços do Estado e da sociedade. Este é o caminho que pode permitir que nós tenhamos êxito neste enfrentamento, e essa é a disposição do Ministério da Defesa e das Forças Armadas para apoiar na esfera da União e nos Estados e municípios”, disse.

O trabalho das Forças Armadas vai ocorrer em quatro fases: mutirão em organizações militares, mobilização da população, atuação direta no combate ao mosquito e trabalho de conscientização em unidades de ensino. A primeira fase começa nesta sexta-feira (29). Os efetivos das três forças vão realizar um mutirão de limpeza nas 1.200 organizações militares espalhadas por todo o Brasil. O objetivo da ação é chamar a atenção para os cuidados necessários contra o mosquito, além de eliminar possíveis focos de proliferação do Aedes nestes locais. Essa fase ocorrerá até o dia 4 de fevereiro.

A segunda etapa, prevista para ocorrer no dia 13 de fevereiro, prevê a mobilização de 220 mil homens e mulheres das Forças Armadas (160 mil do Exército, 30 mil da Marinha e 30 mil da Força Aérea). Esse contingente atuará em 356 municípios, incluindo todas as capitais e as 115 cidades consideradas endêmicas pelo Ministério da Saúde.

Os militares farão a distribuição de material impresso com orientações para que a população se informe e se engaje no combate ao Aedes. No panfleto, que deverá ser entregue em aproximadamente três milhões de residências, também vai constar um número de telefone local para envio de denúncias sobre onde haja proliferação do mosquito.

Entre os dias 15 e 18 de fevereiro ocorre a terceira etapa, quando 50 mil militares estarão diretamente envolvidos no combate ao mosquito. Essa fase do trabalho será realizada em uma ação coordenada com o Ministério da Saúde e as autoridades locais e terá visitas domiciliares dos efetivos das Forças Armadas, acompanhados de agentes de saúde, para inspecionar possíveis focos de proliferação, orientando moradores e, se for o caso, fazendo aplicação de larvicida em criadouros. A capacitação dos militares que vão atuar no combate ao mosquito está prevista para a próxima semana.

A última etapa, ainda em fase de discussão com o Ministério da Educação (MEC), prevê a utilização de efetivos militares em visitas a escolas. A meta é reforçar o trabalho de conscientização das crianças e adolescentes sobre como evitar a proliferação do mosquito transmissor.

O Ministério da Defesa, por determinação do governo federal, foi incorporado ao esforço do no combate ao mosquito Aedes aegypti. O ministro acrescentou, em entrevista, que a participação dos militares é subsidiária e que a responsabilidade pela condução da campanha é do Ministério da Saúde. “É o órgão que dispõe dos meios, do conhecimento e da capacidade para fazer a campanha. Nós somos, nesse caso, uma força subsidiária”, afirmou.

O ministro ressaltou ser necessária a união de esforços e a mobilização de todos: poderes públicos, igrejas, sindicatos, entidades e toda a população. Aldo citou como bom exemplo de atuação o Acre, que conseguiu reduzir os casos de dengue, de 30 mil ocorrências, em 2010, para 350, em 2015. Não há, até o momento, nenhum caso do vírus Zika no Estado. “O governador mobilizou os prefeitos, os efetivos das Forças Armadas, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, o Ministério Público, os sindicatos, ou seja, toda a sociedade”, destacou o ministro.

Sala de Controle – O Ministério da Defesa é um dos órgãos que integram a Sala Nacional de Coordenação e Controle ao Aedes aegypti, criada pelo governo federal com o objetivo de gerenciar e monitorar as ações de mobilização e combate ao mosquito. A sala conta com representantes dos ministérios da Integração Nacional, do Desenvolvimento Social e da Educação, além da Casa Civil e da Secretaria de Governo da Presidência da República. O Ministério da Saúde é o responsável pela coordenação do grupo.

Forças Armadas – A atuação da Marinha, do Exército e da Aeronáutica no combate ao Aedes já vem ocorrendo desde novembro em algumas unidades da federação. Atualmente, cerca de três mil militares estão capacitados para atuar no combate ao transmissor da dengue, da chinkungunya e do Zika vírus. O uso de efetivo das Forças Armadas no enfrentamento ao mosquito é articulado a partir do pedido de apoio de Estados e municípios e vai ser estendido enquanto perdurar o Estado de Emergência de Saúde Pública de Interesse Nacional, decretado pelo Ministério da Saúde.

Outras Notícias

Posto do Bradesco em Calumbi é alvo de tentativa de assalto

O caixa eletrônico do posto de atendimento do Bradesco em Calumbi aqui no Pajeú, sofreu uma tentativa de assalto, na madrugada desta quarta-feira (09). A informação foi confirmada pela polícia. De acordo com 14º Batalhão da Polícia Militar, os suspeitos utilizaram explosivos para tentar arrombar o caixa eletrônico. A ação aconteceu por volta das 2h. […]

O caixa eletrônico do posto de atendimento do Bradesco em Calumbi aqui no Pajeú, sofreu uma tentativa de assalto, na madrugada desta quarta-feira (09). A informação foi confirmada pela polícia.

De acordo com 14º Batalhão da Polícia Militar, os suspeitos utilizaram explosivos para tentar arrombar o caixa eletrônico. A ação aconteceu por volta das 2h.

Os suspeitos fugiram do local após não conseguirem explodir o caixa. A PM não soube informar o número de pessoas que participaram da tentativa de assalto, pois os policiais chegaram ao local após a fuga dos suspeitos.

Após ação da PF, Cunha almoçará com líderes em sua residência oficial

Cunha acusou segundo aliados, ação de política Após ser alvo de mandados de busca e apreensão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou nesta terça-feira (15) líderes partidários da Casa para um almoço em sua residência oficial, um dos locais em que a Polícia Federal (PF) recolheu documentos e equipamentos do peemedebista. O peemedebista […]

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Cunha acusou segundo aliados, ação de política

Após ser alvo de mandados de busca e apreensão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou nesta terça-feira (15) líderes partidários da Casa para um almoço em sua residência oficial, um dos locais em que a Polícia Federal (PF) recolheu documentos e equipamentos do peemedebista. O peemedebista pretende dar sua versão sobre a operação policial.

O almoço já estava marcado, mas os deputados convidados chegaram a achar que seria cancelado em razão dos acontecimentos desta terça-feira. No entanto, às 11h30, os líderes receberam pelo celular uma mensagem do gabinete da presidência da Câmara confirmando que o compromisso estava mantido.

Segundo aliados de Cunha ouvidos pelo G1, o peemedebista acusa a PF de fazer uma “ação política”, com o objetivo de enfraquecê-lo. No almoço, o presidente da Câmara deve se defender e buscar apoio dos parlamentares de partidos como PTB, PP, PR e PSD.

O líder do PTB, Jovair Arantes (PTB-GO), disse vai comparecer ao encontro na residência oficial. “Qual o problema de manter o almoço? É vida que segue. Estou indo pelo bem da rotina. Temos que dar sequência aos trabalhos da Câmara e votar as coisas. Com relação a essa ação da PF, eu ainda não fiz um juízo de valor. É muita confusão. Temos que entender que a Justiça tem que fazer o seu trabalho. Às vezes acerta e às vezes erra”, afirmou ao G1.

Tabira: vice-prefeito confirma rompimento com gestão Nicinha e Dinca

Falando ao comunicador Fabrício Ferreira durante o programa Cidade Alerta, na Rádio Cidade FM, o vice-prefeito de Tabira, Marcos Crente, confirmou os motivos que o fizeram romper com a gestão Nicinha e Dinca Brandino em Tabira. Ele disse não se conformar de maneira alguma o que chamou de falta de humanidade por parte da gestora […]

Falando ao comunicador Fabrício Ferreira durante o programa Cidade Alerta, na Rádio Cidade FM, o vice-prefeito de Tabira, Marcos Crente, confirmou os motivos que o fizeram romper com a gestão Nicinha e Dinca Brandino em Tabira.

Ele disse não se conformar de maneira alguma o que chamou de falta de humanidade por parte da gestora Nicinha Melo para com aqueles que necessitam de um transporte para se tratarem em outros centros, distantes do município.

Marcos teve negado o uso de uma emenda de Tadeu Alencar negada para compra de um novo ônibus para o TFD. E acusa a gestão de comprar um de baixa qualidade.

“Nunca fui ouvido, nunca me perguntaram nada, não aceitam opiniões. Trata-se de uma gestora e seu esposo que evitam todo ou qualquer tipo de diálogo. E sendo assim, eu prefiro nem participar mesmo”, disse o vice-prefeito.

“É desumano ver essas pessoas numa fila, atrás de uma passagem para poder ir se tratarem na capital. E o pior, um transporte desconfortável, sem banheiro, quem já viu isso? Está mais para um pau de arara”, disparou Marcos.

O comunicador perguntou ao vice-prefeito se o mesmo ainda estaria no grupo que apoia Nicinha Melo e como resposta Marcos Crente foi taxativo: “se ela tiver 99% de chance para se reeleger em Tabira, tenham a certeza, não será com meu voto e nem tampouco com o meu apoio.

Marcos Crente agradeceu à votação que tiveram seus candidatos no último dia 02, Tadeu Alencar (federal), com 779 votos, Waldemar Borges (estadual), com 617 votos. Por fim, aproveitou pra dizer que Tabira deve se orgulhar em ter um filho de casa como deputado federal Carlos Veras, reeleito com 127.482 votos.

CNBB cita totalitarismo e pede respeito aos Poderes

Estadão Em vídeo sobre o 7 de Setembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orientou os brasileiros a não se deixarem convencer por “quem agride os poderes Legislativo e Judiciário”, num recado ao presidente Jair Bolsonaro.  “A existência de três Poderes impede totalitarismos, fortalecendo a liberdade de cada pessoa”, disse o presidente da […]

Estadão

Em vídeo sobre o 7 de Setembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orientou os brasileiros a não se deixarem convencer por “quem agride os poderes Legislativo e Judiciário”, num recado ao presidente Jair Bolsonaro. 

“A existência de três Poderes impede totalitarismos, fortalecendo a liberdade de cada pessoa”, disse o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo. “Independentemente de suas convicções político-partidárias, não aceite agressões às instituições que sustentam a democracia.”

Dom Walmor afirmou na mensagem que o País “está sendo contaminado por sentimento de raiva e de intolerância” e se opôs a uma série de bandeiras e políticas de Bolsonaro, entre elas o incentivo e a facilitação da compra de armas de fogo por civis.

“Muitos em nome de ideologias dedicam-se a agressões e ofensas, chegando ao absurdo de defender o armamento da população. Quem se diz cristã ou cristão deve ser agente da paz, e a paz não se constrói com armas”, disse o clérigo.

Pastores de igrejas evangélicas pentecostais e neopentecostais engrossaram as convocações do movimento bolsonarista, alegando a defesa da liberdade de expressão e de culto, e prometeram uma mobilização sem precedentes.

Por meio de seu presidente, a cúpula da principal entidade da Igreja Católica no País demonstrou preocupação com atos violentos e pediu respeito à vida durante as manifestações de rua no Dia da Independência, diante do agendamento de protestos contra e a favor do governo federal. O mote da campanha da CNBB é “somos todos irmãos”.

“Respeite a vida e a liberdade de seu semelhante. Aquele com quem você não concorda é também amado e tem uma família que aguarda o seu retorno com segurança”, apelou dom Walmor. “As desavenças não podem justificar a violência, a intolerância nos distancia da Justiça e da paz, afasta-nos de Deus.”

O vídeo com a mensagem de dom Walmor e uma oração tem pouco mais de sete minutos de duração e foi divulgado nesta sexta-feira, 3.

Na gravação, o presidente da CNBB também defendeu uma série de posições contrárias ao governo Bolsonaro. Ele lembrou da alta da inflação e do desemprego, da fome e da miséria, pautas que o governo evita comentar, e cobrou a defesa de povos indígenas.

“Não podemos ficar indiferentes a essa realidade que mistura o desemprego e a alta inflação, acentuando gravemente exclusões sociais. São urgentes políticas públicas para a retomada da economia, e a inclusão dos mais pobres no mercado de trabalho”, disse o religioso católico.

Também arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor sugeriu aos católicos que olhem pelos que estão sofrendo e defendam a proteção ambiental por causa de mudanças climáticas e os indígenas, por causa da votação do marco temporal para demarcação de terras. Ele afirmou que os indígenas “enfrentam grave ameaça” do poder econômico, além de terem sido historicamente perseguidos e dizimados.

“Nossa pátria não começa com a colonização europeia”, disse o bispo católico, segundo quem o poder empresarial tenta “manipular instâncias de decisão e alterar marcos legais para avançar sobre terras indígenas, dizimando a natureza, os povos originais e a sua cultura”.

O líder dos bispos católicos afirmou que a pandemia da covid-19 “é mal que ainda nos ameaça”, sugeriu respeito às medidas de distanciamento social e definiu a vacinação como uma “tarefa cristã”.

Bombeiros negam ajuda a acidentado que tombou a poucos metros de unidade

Um acidente com necessidade de socorro à vítima praticamente na frente da unidade dos Bombeiros localizada em Afogados da Ingazeira expôs mais uma vez a fragilidade de equipamentos, viaturas e até de atitude dos homens do Corpo de Bombeiros na cidade, vinculado à unidade de Serra Talhada. O relato foi feito pelo ouvinte Severino Silva, […]

Um acidente com necessidade de socorro à vítima praticamente na frente da unidade dos Bombeiros localizada em Afogados da Ingazeira expôs mais uma vez a fragilidade de equipamentos, viaturas e até de atitude dos homens do Corpo de Bombeiros na cidade, vinculado à unidade de Serra Talhada.

O relato foi feito pelo ouvinte Severino Silva, residente à Rua Pedro Batista Tavares, Afogados da Ingazeira ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Ele diz que seguia pela PE 320, sentido Tabira-Afogados, quando viu um homem cair de uma moto no trevo que dá acesso á entrada de Afogados, conhecido como “Trevo da Barra”.

“O homem estava consciente, mas tive medo de ter alguma fratura e como estava praticamente a poucos metros, fui chamar os bombeiros, pois ele estava na beira da pista”. Para a surpresa do cidadão, o bombeiro que o recebeu negou atendimento.

“Ele disse que não tinha carro para levar o homem até o Regional Emília Câmara”. A unidade também fica próxima do local. Além de afirmar não ter a unidade adequada para o transporte, o bombeiro não se esforçou sequer em acionar a PM, por exemplo. “Eu que acabei levando o homem porque não ia deixar ele na beira da pista”, disse revoltado.

Não é a primeira vez que denúncias dessa natureza surgem contra a falta de equipamentos e suporte da unidade de Afogados da Ingazeira. A denúncia revoltou ouvintes que disseram que por isso não concordam com a cobrança da taxa de Bombeiros.