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Datafolha: 60% não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro

Por André Luis

Segundo pesquisa, Lula tem 48% no 1º turno, seguido de Bolsonaro (22%), Moro (9%) e Ciro (7%)

Folha de S. Paulo

O presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta na rejeição do eleitorado um dos seus maiores problemas na tentativa de ficar na cadeira a partir de janeiro de 2023. Nada menos que 60% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum nele em 2022.

É o que revela levantamento feito com 3.666 pessoas acima de 16 anos pelo Datafolha de 13 a 16 de dezembro. A pesquisa, encomendada pela Folha, tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos.

No levantamento anterior, feito nos dias 13 a 15 de setembro, a situação de Bolsonaro era semelhante, com 59% de rejeição. No período, ele colecionou mais más notícias na área econômica, como a inflação em alta e a subida dos juros prometendo um período recessivo mais longo.

O presidente conta com o impacto do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda, para tentar melhorar sua posição no quesito.

Na política, ele também sacramentou seu casamento com o centrão ao filiar-se ao PL, rompendo uma de suas últimas promessas de campanha em 2018 —a de não associar-se justamente ao grupo.

Já o líder na pesquisa, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), viu sua rejeição cair quatro pontos, de 38% para 34%. Em movimento descendente, dentro da margem de erro, o governador João Doria (PSDB-SP) foi de 37% para 34% também.

Recém-chegado à disputa pelo Podemos, o ex-juiz símbolo da Operação Lava Jato e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro Sergio Moro marcou 30% de rejeição, patamar de político conhecido.

Por sua vez, o ex-governador Ciro Gomes (PDT) viu o índice daqueles que não votariam nele cair de 30% para 26%, apesar de ele ter protagonizado episódio negativo nos dois últimos dias do campo desta pesquisa.

Ele e seu irmão Cid são investigados em um suposto esquema de desvios de verbas que Ciro acusa ser perseguição política da Polícia Federal sob Bolsonaro.

Os outros candidatos a nome da chamada terceira via se beneficiam do baixo conhecimento do público para marcar uma rejeição bastante baixa.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem 17% de eleitores que nunca votariam nele. Já o ex-ministro Aldo Rebelo (sem partido) registra 16%, enquanto o cientista político Felipe d’Ávila (Novo) e os senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) têm 15%.

Não votariam em ninguém 3%, enquanto 1% não rejeitariam nenhum nome e 1%, não sabem dizer.

Os números, é claro, exprimem o momento atual da campanha. O time de Bolsonaro considera que a rejeição ao chefe já está precificada e pode ser reduzida com o poder de sua caneta, enquanto Lula sabe que nem começou a receber a artilharia dos adversários, por exemplo.

O grau de conhecimento é um dos elementos avaliados pelas campanhas para estipular o potencial de voto de um candidato. Quanto menos conhecido, teoricamente menos rejeitado e, se bem trabalhado, o nome pode crescer.

Quem já governou ou governa, por óbvio, não tem essa vantagem comparativa. Segundo o Datafolha, 99% dos ouvidos conhecem Lula, que governou o Brasil de 2003 a 2010. Destes, 65% dizem o conhecer muito bem.

Na mesma linha, 97% dizem conhecer o presidente atual, Bolsonaro. Entre esses, 50% afirmam que o fazem muito bem.

Outro chefe de Executivo exposto às intempéries do noticiário, Doria, é um pouco menos conhecido: 77% sabem quem ele é, e só 23% dizem que o conhecem muito bem.

Ele é menos conhecido do que figuras sem mandato, mas que já tiveram destaque na política. O estreante nessa edição das pesquisas do Datafolha como pré-candidato para 2022, Moro, é conhecido por 88% —fruto dos seus anos de Lava Jato e no governo. Mas apenas 27% dos ouvidos dizem o conhecer muito bem.

O ex-governador e ex-ministro Ciro, por sua vez, marca 86% de conhecimento, mas também com apenas 26% do grau “muito bem” dos eleitores.

No grupamento dos candidatos a candidato da terceira via, que por óbvio têm baixa rejeição, o desconhecimento impera: 64% nunca ouviram falar de Pacheco, 69% de Aldo, 79% de Tebet, 78% de d’Ávila e 85%, de Vieira.

No caso de Tebet e Vieira, a curiosidade fica no fato de que o lançamento de seus nomes na praça decorreu da crença na exposição de ambos na CPI da Covid, na qual tiveram trabalho destacado e horas de cobertura televisiva nos canais fechados.

Outras Notícias

Serra Talhada recebe prêmio nacional por boas práticas de gestão pública

O município de Serra Talhada recebeu, na tarde desta quinta-feira (28), o prêmio IGM-CFA de Governança Municipal, do Conselho Federal de Administração (CFA), em parceria com o Conselho Regional de Administração de Pernambuco (CRA-PE). A cerimônia aconteceu na sede da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e reuniu representantes de diversas cidades reconhecidas pelo desempenho em […]

O município de Serra Talhada recebeu, na tarde desta quinta-feira (28), o prêmio IGM-CFA de Governança Municipal, do Conselho Federal de Administração (CFA), em parceria com o Conselho Regional de Administração de Pernambuco (CRA-PE). A cerimônia aconteceu na sede da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e reuniu representantes de diversas cidades reconhecidas pelo desempenho em governança municipal.

“A cada reconhecimento que Serra Talhada recebe, reafirmamos o compromisso da nossa gestão em cuidar do dinheiro público e em aplicar políticas que transformam a vida da nossa população. Este prêmio é resultado de um trabalho coletivo, que une planejamento, transparência e compromisso com o futuro da nossa cidade”, destacou a prefeita Márcia Conrado.

O IGM-CFA é a mais completa ferramenta de avaliação da gestão municipal no Brasil. Criado pelo Conselho Federal de Administração, o índice reúne e analisa mais de 2,4 milhões de dados por ano para avaliar todos os municípios do país. A iniciativa tem como objetivo reconhecer boas práticas de gestão, incentivar o uso de indicadores para a tomada de decisão e valorizar administrações que prezam pela eficiência e pela transparência.

Para o secretário de Administração, Renan Pereira, que representou a prefeita na premiação, a conquista reforça a seriedade do trabalho desenvolvido em Serra Talhada. “Este prêmio mostra que a gestão municipal tem responsabilidade com os recursos públicos e se dedica a implementar políticas públicas eficazes, que contribuem para melhorar a qualidade de vida da população da nossa cidade”, afirmou.

Faculdade Vale do Pajeú firma convênio para bolsas de estudo em parceria com Ingazeira

A Faculdade Vale do Pajeú formalizou ao Desembargador Bartolomeu Bueno e ao ex-desembargador e advogado Roberto Morais a disposição em realizar convênio com a Prefeitura de Ingazeira. “É gratificante verificar tanto amor e dedicação de pessoas em não medir esforços para seus conterrâneos da querida Ingazeira e persistir em proporcionar uma educação de qualidade. É […]

A Faculdade Vale do Pajeú formalizou ao Desembargador Bartolomeu Bueno e ao ex-desembargador e advogado Roberto Morais a disposição em realizar convênio com a Prefeitura de Ingazeira.

“É gratificante verificar tanto amor e dedicação de pessoas em não medir esforços para seus conterrâneos da querida Ingazeira e persistir em proporcionar uma educação de qualidade. É com grande satisfação que a Faculdade Vale do Pajeú acolheu o pedido desses ilustres ingazeirenses para que a Faculdade em conjunto com o município de Ingazeira, representado pelo Prefeito Luciano Torres, viabilize  bolsas de estudo para seus conterrâneos”.

A FVP é a única Faculdade Particular no Brasil com Certificação Internacional TOEFL/ITP gratuita para todos os alunos. “Esta certificação permitirá que nossos alunos tenham um enorme diferencial no mercado de trabalho”.

Com a parceria, a partir do semestre de 2023.2, com vestibular programado para iniciar em maio, ficarão disponibilizadas bolsas de estudo 60% (sessenta por cento) nas mensalidades dos cursos de Odontologia, Medicina Veterinária, Direito, Enfermagem, Psicologia, Ciências Contábeis, Administração e Pedagogia. Clique aqui e veja o documento encaminado aos desembargadores.

Surpresa em primeiro turno: Eduardo Cunha é eleito presidente da Câmara dos Deputados

Desafeto do Palácio do Planalto, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados na tarde deste domingo (1). Ele teve o voto de 267 dos 513 deputados e derrotou os outros três concorrentes: o candidato do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que teve 136 votos, Júlio Delgado (PSB-MG), que teve 100 […]

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Desafeto do Palácio do Planalto, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi eleito presidente da Câmara dos Deputados na tarde deste domingo (1). Ele teve o voto de 267 dos 513 deputados e derrotou os outros três concorrentes: o candidato do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que teve 136 votos, Júlio Delgado (PSB-MG), que teve 100 votos, e Chico Alencar (PSOL-RJ), que teve 8. Foram registrados dois votos em branco. Conhecido por suas críticas ao governo, a vitória de Cunha era temida por integrantes do Planalto.

Logo após tomar posse como presidente da Câmara, Cunha fez um discurso em tom de conciliação. Ele voltou a afirmar que a Câmara não será submissa aos interesses do governo, mas afirmou que, embora o Planalto tenha interferido na disputa pelo comando da Casa, não haverá retaliação.

“Não seremos submissos (…) Não há de nossa parte nenhum julgo de retaliação ou qualquer coisa dessa natureza (…) Passada a disputa, isso é um episódio virado. Não temos que fazer disso nenhum tipo de batalha nem qualquer tipo de sequela por esse tipo de atitude”, afirmou.

O presidente da Câmara disse ainda que não dará encaminhamento a possíveis pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) baseados em acusações de corrupção relacionadas à operação Lava Jato. Segundo ele, fatos ocorridos em mandatos anteriores não devem ser discutidos no mandato atual.

“Não há o que se discutir fatos de mandato anterior dentro do mandato atual. Então, de minha parte, nós não temos a menor intenção (de encaminhar pedidos de impeachment). Esse não é o momento”, afirmou.

A candidatura de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados foi uma das mais conturbadas entre as quatro concorrentes ao cargo. Apesar de pertencer à base que ajudou a eleger a presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014, Eduardo Cunha não poupou críticas ao governo e à forma como o Planalto se relaciona com a Câmara dos Deputados.

Entre as declarações polêmicas de Cunha ao longo da disputa, uma das primeiras foi sua análise sobre o comportamento da bancada do PMDB em relação ao governo. Segundo ele, a bancada do PMDB não seria uma aliada automática do Palácio do Planalto.

Depois de oficializar sua candidatura, ele partiu para o ataque e criticou duramente a gestão do seu principal adversário, o petista Arlindo Chinaglia. Segundo Cunha, a gestão de Chinaglia como presidente da Câmara, entre 2007 e 2009, foi “medíocre”.

Cunha também mirou no governo e nas supostas interferências que o Palácio do Planalto fez a favor de Chinaglia. Em tom de ameaça, Cunha chegou a dizer que se o governo interferisse contra a candidatura do PMDB, as “sequelas seriam graves”.

Nasce décimo terceiro neto de Edson e Márcia Moura

Filho do pediatra Caio Moura nasceu neste sábado. Nasceu, neste sábado (20), na Casa de Saúde Dr. José Evoide de Moura, Luca Moura, filho do casal Caio Moura e Dani. Luca nasceu de parto normal realizado pela tia, a ginecologista e obstetra Michelle Moura. A anestesista foi a Dra. Thais Almeida de Menezes. Luca é […]

Filho do pediatra Caio Moura nasceu neste sábado.

Nasceu, neste sábado (20), na Casa de Saúde Dr. José Evoide de Moura, Luca Moura, filho do casal Caio Moura e Dani.

Luca nasceu de parto normal realizado pela tia, a ginecologista e obstetra Michelle Moura. A anestesista foi a Dra. Thais Almeida de Menezes.

Luca é o décimo terceiro neto do médico Edson Moura e da advogada e diretora administrativa da Casa de Saúde, Márcia Moura. 

Filho de Edson e Márcia Moura, Caio Moura, se especializou em pediatria, com residência no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – IMIP,  e passou a atender na Casa de Saúde Dr. José Evóide de Moura, em Afogados da Ingazeira, em maio de 2019.

Em Afogados da Ingazeira, prefeitura inaugura nova pavimentação e anuncia ponte entre os bairros Brotas e Borges

Obra no bairro Brotas recebeu investimento de R$ 279 mil. Durante a entrega, Sandrinho Palmeira também anunciou uma ligação entre Brotas e Borges. A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou, nessa quarta-feira (16), a pavimentação da Rua Alzira Rosa, no bairro Brotas. A intervenção integra o programa “Minha Rua é 10”. Segundo a gestão municipal, […]

Obra no bairro Brotas recebeu investimento de R$ 279 mil. Durante a entrega, Sandrinho Palmeira também anunciou uma ligação entre Brotas e Borges.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou, nessa quarta-feira (16), a pavimentação da Rua Alzira Rosa, no bairro Brotas. A intervenção integra o programa “Minha Rua é 10”.

Segundo a gestão municipal, foram investidos R$ 279 mil na pavimentação em paralelepípedos de mais de 2 mil metros quadrados. A via tem 376 metros de extensão.

Durante a inauguração, moradores relataram dificuldades enfrentadas antes da obra. Representante do conselho do bairro, Sônia Ângelo afirmou que a pavimentação era reivindicada desde 2013.

“Passamos por momentos difíceis e agora chegou finalmente o calçamento”, disse.

A professora e moradora Maria Carlonaine Ferreira também falou sobre os impactos da poeira no cotidiano da família.

“Sou mãe de três crianças com asma. A poeira constante agravava bastante o quadro delas. E agora, sem a poeira, não tem nada melhor do que ver a rua calçada”, afirmou.

Durante o ato, o prefeito Sandrinho Palmeira anunciou a construção de uma ponte sobre o Riacho do Borges, com ligação entre os bairros Brotas e Borges. Segundo ele, a previsão é concluir a intervenção até o fim da atual gestão.

Sandrinho também informou que a próxima entrega prevista pelo município será a pavimentação da Rua José Moraes Veras, no bairro Manoela Valadares, conhecida como Rua do Tiro de Guerra. A via faz a ligação entre as ruas Padre Luís de Góes e Diomedes Gomes e deverá ser inaugurada na próxima semana.

A cerimônia reuniu moradores, representantes da associação do bairro, o vice-prefeito Daniel Valadares e vereadores.

Foto: Reprodução

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