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Danilo diz não ver mudança de postura na gestão Sandrinho 2.0. “Nenhuma oxigenação e mesmos erros”

Por Nill Júnior

Danilo Simões, presidente da Comissão Provisória do PSD disse ao Debate das Dez da Rádio Pajeú que não percebeu nenhuma mudança de postura na versão 2.0 da gestão Sandrinho Palmeira.

“O que a gente esperava é que houvesse um novo governo de fato. Mas as pessoas ao seu redor não oxigenaram as secretarias. O prefeito não teve a autonomia para fazer as mudanças que boa parte da população pleiteava”.

Danilo disse que ao contrário de outras cidades, onde muitos prefeitos reeleitos mudaram equipes, em Afogados isso não se materializou. “Por exemplo, sem criticar a pessoa, eu tenho um secretário que cuida do trânsito de Afogados. Durante quatro anos a gente viu muito pouco acontecer em uma das principais reclamações que a população faz. No minimo se esperava uma mudança nesse sentido, para resolver nesses quatro anos”.

Danilo disse que em linhas gerais,. é mais do mesmo. “São as mesmas pessoas, poucas mexidas, um jogo de cadeiras. Não creio que com esse quadro vai ser diferente do primeiro goveno”.

Disse ainda que as promessas foram na verdade todas renovadas, recicladas, por descumprimento no primeiro ciclo. “A transferência do pátio da feira não foi feita por quatro anos, mais de oito se juntar governo anterior, municipalização do trânsito é uma conversa que existe há mais de dez anos. Eu esperava que já que não aconteceu, viesse gente nova e ideias novas com vontade de executar”.

Danilo disse que respeita o tempo, pois ainda é muito cedo ” Espero e torço que faça. Não sou contra Afogados da Ingazeira. Mas pela primeira percepção nas entrevistas e secretariado é um pouco mais do mesmo e os problemas sérios não foram enfrentados”. Disse ainda que os R$ 6 milhões investidos em asfalto mostraram fragilidade nas primeiras chuvas, além de esgoto estourado, e falta de drenagem.

“Outra coisa é que se gastou R$ 3 millhões de uma usina solar, se pagou a empresa antes de entregar o serviço e tá lá um elefante branco que não gera R$ 1 pro município, e já se pagou R$ 2,5 milhões à Celpe, isso pagando juros à Caixa”. Também citou os R$ 4,5 milhões que acusa de desvio de finalidade do Fundeb. “Ainda contrataram prestadores de serviço para desligar depois da eleição”.

Outras Notícias

‘Estão se vitimizando’, diz Bolsonaro sobre decisão de veículos em não cobrir Alvorada

O presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta terça-feira (26) que os veículos de comunicação que deixaram de fazer a cobertura no Palácio do Alvorada por questões de segurança estão se vitimizando. Desde esta terça, o jornal Folha de S.Paulo e os veículos do Grupo Globo deixaram a cobertura no local, após uma série de […]

O presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta terça-feira (26) que os veículos de comunicação que deixaram de fazer a cobertura no Palácio do Alvorada por questões de segurança estão se vitimizando.

Desde esta terça, o jornal Folha de S.Paulo e os veículos do Grupo Globo deixaram a cobertura no local, após uma série de incidentes envolvendo os apoiadores do presidente, que ficam a poucos metros do espaço destinado para a imprensa. Ameaças e agressões verbais viraram uma constante.

A Folha de S.Paulo decidiu suspender a cobertura jornalística temporariamente até que o governo federal ofereça segurança aos profissionais de imprensa. A mesma decisão foi tomada pelo Grupo Globo, abrangendo os jornalistas de suas emissoras de televisão, os jornais O Globo e Valor Econômico e o portal G1.

Ao terminar sua entrevista, o presidente provocou os jornalistas, perguntando se não havia nenhum repórter dos veículos que haviam decidido não participar dessa cobertura.

“A Folha não está mais aqui, não? O Globo não está? Estadão também não”, questionou o presidente, arrancando risos de seus militantes.

Em seguida, ao ouvir explicação de um jornalista sobre a decisão de alguns veículos de não estar ali por questão de segurança, Bolsonaro atacou esses grupos de mídia.

“Estão se vitimizando. Quando eu levei a facada, eles não falaram nada. Não vi a Folha falando quem matou o Bolsonaro”, disse o presidente.

Ao contrário do informado pelo chefe do Executivo, a Folha de S.Paulo se manifestou editorialmente de maneira imediata, condenando o ato de violência contra o então candidato.

No editorial intitulado “Repúdio Geral”, o jornal afirmou, em 7 de setembro de 2018, que o “atentado contra Bolsonaro não tem acolhida num país que está comprometido com a democracia”.

Bolsonaro em seguida argumentou que nunca promoveu nenhum ato contra a mídia e que defende uma imprensa livre. “Nunca persegui ninguém, mas o ditador sou eu”, disse.

Nesta manhã, o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) informou em nota que continuará aperfeiçoando a segurança do local.

“Continuaremos aperfeiçoando esse dispositivo, para que o local permaneça em condições de atender às expectativas de trabalho e de livre manifestação dos públicos distintos que, diariamente, comparecem ao Palácio do Alvorada”, afirma o texto.

Na nota, o GSI afirmou avaliar “ininterruptamente as condições de segurança dos locais onde o presidente esteja ou possa vir a estar”. “Em decorrência desta avaliação, implementa as medidas necessárias e suficientes para garantir a segurança adequada.”

O órgão também lista algumas medidas que foram adotadas na área em frente à residência oficial, onde tanto apoiadores quanto repórteres comparecem diariamente para acompanhar a saída e a entrada de Bolsonaro.

Entre as ações, há a separação física, por meio de gradis, dos locais destinados para os visitantes e repórteres; registro e inspeção dos presentes, inclusive com detector de metal; orientação quanto ao uso de equipamentos de proteção individual contra a disseminação do novo coronavírus; e presença de agentes de segurança.

Com a escalada de hostilidades, o GSI havia instalado duas grades, com espaço de uma pessoa em pé entre elas, para separar os dois grupos. O reforço da proteção, no entanto, foi removido e, nos últimos dias, há apenas uma grade e uma fita de contenção, ignorada pela claque.

Reunião termina sem acordo e bancários decidem manter a greve

Os bancários decidiram nesta terça-feira (13) manter a greve iniciada na semana passada, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A decisão foi anunciada após reunião com a  Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em São Paulo. Segundo a Contraf, a Fenaban não apresentou nova proposta, e uma nova rodada de negociação foi […]

actv_bancos_1Os bancários decidiram nesta terça-feira (13) manter a greve iniciada na semana passada, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A decisão foi anunciada após reunião com a  Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em São Paulo. Segundo a Contraf, a Fenaban não apresentou nova proposta, e uma nova rodada de negociação foi marcada para quinta-feira (15), em São Paulo.

De acordo com o último balanço divulgado pelo comando dos grevistas, 11.531 agências e 48 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas nesta segunda-feira (12). Segundo o Banco Central, o país tem 22.676 agências bancárias instaladas.

A greve teve início na terça-feira passada (6). Na sexta-feira (9), os bancários decidiram manter a greve iniciada no dia 6, rejeitando a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste de 7%.

A Fenaban não tem divulgado balanços diários de agências fechadas, mas informa que a população tem à sua disposição uma série de canais alternativos para realizar transações financeiras.

Itapetim: Unidade Mista Maria Silva vai passar por reforma

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, anunciou que a Unidade Mista Maria Silva vai passar por uma reforma setorial.  Entre os serviços que serão executados está a colocação de cerâmica no piso de entrada da emergência, na sala de medicamentos especiais, curativos, triagem, consultório médico, circulação e recepção. Também será colocada a iluminação toda em […]

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, anunciou que a Unidade Mista Maria Silva vai passar por uma reforma setorial. 

Entre os serviços que serão executados está a colocação de cerâmica no piso de entrada da emergência, na sala de medicamentos especiais, curativos, triagem, consultório médico, circulação e recepção.

Também será colocada a iluminação toda em led e um novo sistema hidrossanitário nesses setores. O hospital ainda vai ganhar a troca de portões e um pátio de estacionamento.

Toda a reforma será feita com recursos próprios do município.

“Muito feliz em realizar esta conquista que vai beneficiar toda a população itapetinense”, afirmou Adelmo.

Dono da Rodrimar relata fala de Temer sobre contrato em Santos: ‘Vou ver o que posso fazer’

G1 No depoimento que prestou nesta quinta-feira (29) em São Paulo à Polícia Federal depois de ter sido preso, o dono da empresa Rodrimar, Antônio Celso Grecco, relatou uma frase que teria ouvido do então vice-presidente Michel Temer sobre a concessão de áreas no porto de Santos: “Vou ver o que posso fazer”. Em depoimento […]

G1

No depoimento que prestou nesta quinta-feira (29) em São Paulo à Polícia Federal depois de ter sido preso, o dono da empresa Rodrimar, Antônio Celso Grecco, relatou uma frase que teria ouvido do então vice-presidente Michel Temer sobre a concessão de áreas no porto de Santos: “Vou ver o que posso fazer”.

Em depoimento anterior à PF, em dezembro do ano passado, Grecco afirmou que não havia discutido questões do setor portuário com Michel Temer. Em janeiro, ao responder questionário formulado pela Polícia Federal, Temer negou que tenha tratado do assunto com Grecco.

A TV Globo consultou a assessoria da Presidência sobre o relato feito por Grecco no depoimento desta quinta-feira e aguardava resposta até a publicação desta reportagem.

Grecco foi preso nesta quinta, durante a Operação Skala, deflagrada pela Polícia Federal após autorização do ministro Luís Roberto Barroso, que atendeu a pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. O objetivo da operação foi coletar provas para o inquérito que investiga se o presidente Michel Temer editou um decreto a fim de favorecer empresas portuárias, em especial a Rodrimar, em troca de propina. Temer nega. A empresa diz que nunca pagou propina a nenhum agente público. Na operação, foram alvos de prisão temporária dois amigos do presidente, um ex-ministro e empresários.

De acordo com o relatório do depoimento prestado por Grecco nesta quinta à Polícia Federal, o empresário afirmou que tinha interesse no “adensamento” de uma área da Rodrimar no porto de Santos.

O “adensamento” pretendido por Grecco era parte da negociação feita pela Rodrimar com a Eldorado Celulose, do grupo J&F, do empresário Joesley Batista, para a venda de uma área no porto de Santos, mas havia sido negado pelo governo – o que poderia levar à rescisão do contrato. Joesley e o executivo Ricardo Saud, do grupo J&F, disseram em depoimentos à PF que Grecco se dispôs a atuar no governo federal para conseguir a aprovação do negócio.

“O declarante [Grecco] tinha como projeto realizar o processo de adensamento com a área vendida para a JBS (RISHIS) junto aos órgãos públicos, mas jamais disse para Joesley ou Saud que iria conseguir isso com o presidente Temer; que a resposta do presidente foi simplesmente “vou ver o que posso fazer”, mas até a presente data nada foi feito em relação ao adensamento.”

Em depoimento anterior, em dezembro do ano passado, Grecco disse à Polícia Federal que só tinha se reunido com Temer três vezes, e que em nenhuma havia tratado de questões envolvendo as concessões portuárias da empresa.

Segundo afirmou na ocasião, uma das oportunidades em que encontrou Temer foi na Vice-Presidência, em uma reunião originalmente marcada para tratar do assunto. Ele disse ter sido apresentado a Temer pelo ex-deputado e ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures, o chamado “homem da mala”, atualmente em prisão domiciliar.

“Foi apresentado por Rocha Loures para o Senhor Michel Temer e, entretanto, não conversaram sobre as questões do setor, tendo tratado apenas de amenidades naquela oportunidade.”

Serra Talhada: mais de 3 mil agricultores serão beneficiados com distribuição de sementes

O município de Serra Talhada recebeu nesta segunda-feira (22), em solenidade na sede do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA),  27 toneladas de sementes de milho e sorgo para plantio que irão beneficiar 3.375 agricultores e agricultoras familiares.   As sementes fazem parte do Programa Campo Novo, do Governo de Pernambuco, e são distribuídas aos municípios sob […]

O município de Serra Talhada recebeu nesta segunda-feira (22), em solenidade na sede do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA),  27 toneladas de sementes de milho e sorgo para plantio que irão beneficiar 3.375 agricultores e agricultoras familiares.  

As sementes fazem parte do Programa Campo Novo, do Governo de Pernambuco, e são distribuídas aos municípios sob a coordenação do IPA, órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA). 

A prefeita Márcia Conrado esteve na solenidade acompanhada do vice-prefeito e secretário de Agricultura e Recursos Hídricos, Márcio Oliveira. Ela comemorou a chegada das sementes para os agricultores serra-talhadenses. 

“É com muita alegria que estamos recebendo 27 toneladas de sementes, entre milho e sorgo, que vão beneficiar mais de três mil agricultores. Agradecemos ao governador Paulo Câmara pela parceria e agora vamos distribuir as sementes aos agricultores para que eles aproveitem esse momento em que estamos tendo pancadas de chuva”, afirmou.

O secretário de Agricultura e Recursos Hídricos, Márcio Oliveira, explica que a distribuição das sementes é feita diretamente pelo IPA. 

“Nós recebemos dezenove toneladas de milho e oito de sorgo para plantio na nossa zona rural. Quanto à distribuição das sementes será feita através do IPA, onde os presidentes de associações devem ir até a unidade, pegar os formulários e repassar para os agricultores interessados, depois devem entregar os formulários ao IPA para a liberação das sementes”, informou.

Estiveram presentes no evento o secretário de Desenvolvimento Agrário, Claudiano Martins; o deputado federal, Fernando Monteiro; o secretário estadual de Turismo, Rodrigo Novaes; o deputado estadual, Fabrício Ferraz; o presidente do IPA, Kaio Maniçoba; o gerente regional do IPA, Fernando Nogueira; o vice-prefeito e secretário de Agricultura, Márcio Oliveira; secretários municipais, agricultores e presidentes de diversas entidades.