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Daniel Valadares prestigia posse de novo superintendente regional da Codevasf

Por André Luis

Por André Luis

Na última quinta-feira (24), o vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, marcou presença na cerimônia de posse do novo superintendente da 3ª Superintendência Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Petrolina, Edilazio Wanderley. 

O evento, realizado no auditório da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), reuniu diversas autoridades políticas e representantes da região para celebrar esse momento de integração e desenvolvimento regional.

A posse de Edilazio Wanderley como superintendente regional da Codevasf representa um passo importante para o fortalecimento e o progresso da região. Essa instituição desempenha um papel fundamental na promoção do desenvolvimento sustentável por meio de ações que beneficiam não apenas a economia, mas também a qualidade de vida das comunidades locais.

Daniel Valadares compartilhou que sua presença na cerimônia se deu a convite do deputado federal Carlos Veras (PT), e demonstrou o interesse e a atenção da administração municipal de Afogados da Ingazeira para com temas ligados ao desenvolvimento regional. A colaboração entre os representantes políticos é essencial para impulsionar projetos que tragam benefícios concretos para a população. “Vem coisa boa por aí!”, afirmou Daniel.

A cerimônia de posse contou com a participação de figuras importantes no cenário político e administrativo. Entre os presentes estavam o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, o presidente da Codevasf, Marcelo Moreira, o senador Humberto Costa, o deputado federal, Carlos Veras, o presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, além de representantes da bancada federal e estadual, prefeitos da região sertaneja e diversas lideranças pernambucanas.

Essa congregação de lideranças políticas e institucionais reforça a importância do compromisso conjunto com o desenvolvimento da região. A atuação da Codevasf é um pilar fundamental nesse processo, contribuindo para impulsionar projetos, fomentar a economia local, fortalecer a infraestrutura e, em última instância, elevar a qualidade de vida das comunidades.

Outras Notícias

Por pressão no sistema de leitos de UTI, Cimpajeú apoia restrições anunciadas pelo Estado

Em nota assinada pelo presidente Luciano Torres,  o CIMPAJEÚ declarou apoio às medidas restritivas anunciadas pelo Estado na região. “Diante da dificuldade atual em encontrar leitos de UTI disponível para o atendimento de cidadãos que foram infectados e que encontram-se buscando recuperação para o COVID-19, a entidade presta apoio às medidas restritivas impostas, para o […]

Em nota assinada pelo presidente Luciano Torres,  o CIMPAJEÚ declarou apoio às medidas restritivas anunciadas pelo Estado na região.

“Diante da dificuldade atual em encontrar leitos de UTI disponível para o atendimento de cidadãos que foram infectados e que encontram-se buscando recuperação para o COVID-19, a entidade presta apoio às medidas restritivas impostas, para o período de 14 a 20 de junho, aos Municípios das Geres VI, X e XI, através do Decreto 50.846/2021”.

Segue: “É salutar referir que, entendemos as dificuldades daqueles que estarão impedidos em atender seus clientes, dos prejuízos que o comércio e demais estabelecimentos sofrerão:.

Ainda que gostaria que todos funcionassem normalmente, visto que, além da importância para a economia local, o Estado e os Municípios também sofrem uma redução em suas receitas, pois retração do consumo de bens e serviços refletirá negativamente na arrecadação dos tributos.

E conclui: “Esperamos que o avanço da vacinação nos permita evitar que outra medida extrema como essa possa vir a ser adotada, mas no momento ela é necessária para que os irmãos sertanejos não fiquem sem receber o atendimento necessário, uma vez que a nossa maior prioridade é a proteção a vida”.

“E tememos que fiquem à mingua ao necessitarem de internação de UTI. Nesse momento temos que privilegiar a saúde para, a seguir, buscar a recuperação da economia”.

Bolsonarismo volta a atacar quem fez jornalismo no caso Trump

A estratégia do Bolsonarismo em tentar desacreditar a imprensa brasileira teve mais um capítulo na noite passada,  na cobertura do atentado sofrido pelo ex-presidente e candidato republicano Donald Trump. Durante as horas que sucederam o evento, passaram a atacar a imprensa brasileira por conta da divulgação das primeiras informações sobre o caso, printando e congelando […]

A estratégia do Bolsonarismo em tentar desacreditar a imprensa brasileira teve mais um capítulo na noite passada,  na cobertura do atentado sofrido pelo ex-presidente e candidato republicano Donald Trump.

Durante as horas que sucederam o evento, passaram a atacar a imprensa brasileira por conta da divulgação das primeiras informações sobre o caso, printando e congelando o momento em que as informações eram mínimas e desencontradas.

A primeira notícia divulgada não trazia evidências ou atestavam o que de fato ocorrera,  pois sequer a investigação americana ainda tinha respostas. Daí as informações sobre “sons de disparos”, “parece ter se ferido”, “provavelmente ferido na orelha”. À medida que as informações chegavam, como num quebra cabeças ou na montagem de uma colcha de retalhos chamada notícia,  os fatos foram sendo atualizados,  até a confirmação de que tratava-se de um atentado, com o presidente ferido na orelha, um espectador e o atirador de 20 anos, morto.

A própria imprensa americana trouxe informações desencontradas até a primeira hora do ocorrido.  O primeiro a noticiar que teria sido um ato de um “lobo solitário” foi o Washington Post.  Nem New York Times,  CNN ou outro veículo americano havia, assim como aqui, noticiado os detalhes. Os dados iniciais do atirador,  Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, só começaram a ser revelados seis horas depois do incidente.

Para descredibilizar o jornalismo profissional,  que tem métodos, regras e uma liturgia temporal na apuração dos fatos,  bolsonaristas e extremistas da direita queriam que minutos depois, a imprensa assumisse sem elementos oficiais ou de apuração que Trump foi vítima da esquerda, que o episódio é um complô mundial para eliminar direitistas, que eles sempre tiveram razão. E não adianta argumentar em contrário.  Esse tipo de discurso,  aí sim,  tem método, estratégia,  origem e destinatário: o fanatismo político em que se tornou parte do bolsonarismo nesse país.

Da mesma forma,  é certo afirmar que não tem amparo na realidade a tentativa de setores da extrema esquerda de comparar o episódio de Trump ao da facada de Adélio em Bolsonaro, inclusive querendo descredenciar as duas situações.  Bolsonaro foi sim esfaqueado,  como Trump, alvo de uma fracassada tentativa de homicídio.  O resto é do mesmo fanatismo que permeia o outro lado do debate.

Em meio a tudo isso,  a constatação da importância do jornalismo profissional,  de sua correta atuação e definição para retratar a história,  inclusive com o direito a opinar sobre os fatos, dando à sociedade o livre arbítrio para formar sua opinião.  É isso que incomoda alguns setores: o jornalismo já salvou o país algumas vezes em seus maiores dilemas e encruzilhadas.  É um poder moderador que também empodera. E isso, incomoda muita gente.

Vila Bela recebe comício de encerramento de Luciano

O “Movimento 13”, de Luciano Duque e Márcio Oliveira  realizou nesta quinta-feira (29), no Bairro Vila o último comício da campanha de eleitoral de 2016. O ato foi marcado por uma carreata na Avenida principal do Conjunto Residencial. Já no palco do ‘caminhão 13’, Luciano iniciou sua fala  frisando que o Vila Bela está no seu […]

dsc5267-1024x680O “Movimento 13”, de Luciano Duque e Márcio Oliveira  realizou nesta quinta-feira (29), no Bairro Vila o último comício da campanha de eleitoral de 2016. O ato foi marcado por uma carreata na Avenida principal do Conjunto Residencial.

Já no palco do ‘caminhão 13’, Luciano iniciou sua fala  frisando que o Vila Bela está no seu coração. “Pra mim é como se fosse um filho que eu vi nascer, é um lugar que me sinto em casa”.

Luciano ainda destacou a participação do Partido dos Trabalhadores, nos governos de Lula e Dilma, com entrega de creche e Unidade Básica de Saúde, destacando a construção do SEST/SENAT e anunciando reformas de praça e instalação de três novas empresas, entre o Vila Bela e Vanete Almeida.

“Vamos continuar trabalhando e vamos continuar fazendo por esse Bairro, trazendo mais investimentos. Vamos trazer mais equipamentos, vamos melhorar as praças para que vocês possam ter lazer. Vamos trazer mais equipamentos esportivos pra essa comunidade: ginásio coberto e praça moderna” garantiu Luciano e continuou.

E seguiu : “daqui uns dias, nós estaremos vendo surgir uma fábrica de móveis, onde estarão gerando 200 empregos para esta comunidade. Aqui do lado do Vanete Almeida fizemos um acordo a semana passada, com os empresário do Rio Grande do Sul, onde estarão trazendo para Serra Talhada três indústrias e gerando mais 700 empregos” comemorou, segundo nota ao blog.

Boca de urna mostra eleição indefinida em Pernambuco

Paulo Câmara tem 50% dos votos e pode vencer no 1º turno já que a margem de erro é de três pontos percentuais  A pesquisa de boca de urna do Ibope deixou em aberto a definição da eleição para o governo de Pernambuco. Paulo Câmara (PSB) alcançou 50% dos votos válidos contra 34% de Armando Monteiro […]

Paulo Câmara tem 50% dos votos e pode vencer no 1º turno já que a margem de erro é de três pontos percentuais 

A pesquisa de boca de urna do Ibope deixou em aberto a definição da eleição para o governo de Pernambuco. Paulo Câmara (PSB) alcançou 50% dos votos válidos contra 34% de Armando Monteiro (PTB). Como a margem de erro é de 3 pontos percentuais, o cenário fica indefinido. Neste momento, a apuração dos votos já foi iniciada.

Boca de Urna (Ibope): 

Paulo Câmara – 50,63% 

Armando Monteiro – 34,43% 

Dani Portela – 3,22%% 

Júlio Lossio – 1,90% 

Maurício Rands – 1,71% 

Simone Fontana – 0,12%

Comissão especial vota hoje o parecer à PEC Kamikaze

A proposta tramita junto com a PEC que cria estímulos tributários para os biocombustíveis A comissão especial que analisa a PEC do Estado de Emergência reúne-se nesta quinta (7) para votar o parecer do relator, deputado Danilo Forte (União-CE). A PEC do Estado de Emergência (PEC 1/22), tramita em conjunto com a proposta de emenda […]

A proposta tramita junto com a PEC que cria estímulos tributários para os biocombustíveis

A comissão especial que analisa a PEC do Estado de Emergência reúne-se nesta quinta (7) para votar o parecer do relator, deputado Danilo Forte (União-CE).

A PEC do Estado de Emergência (PEC 1/22), tramita em conjunto com a proposta de emenda à Constituição que trata de estímulos tributários aos biocombustíveis (PEC 15/22).

O texto do relator consolida as redações das duas PECs sem alterar o mérito já aprovado no Senado. Está previsto o estado de emergência no País até 31 de dezembro, justificado pela elevação “extraordinária e imprevisível” dos preços do petróleo, combustíveis e seus impactos sociais.

Na prática, a medida permite ao governo ampliar benefícios sociais que não seriam autorizados em ano eleitoral, como o Auxílio Brasil de R$ 600 e auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros. A proposta também prevê recursos extras para o vale-gás de cozinha, o programa Alimenta Brasil, taxistas, o financiamento da gratuidade no transporte coletivo de idosos e para compensar estados que reduzirem a carga tributária dos biocombustíveis. O impacto total dessas medidas é de R$ 41,2 bilhões.

O texto ainda visa estabelecer, na Constituição, o regime fiscal diferenciado para os biocombustíveis, com vantagens em relação aos combustíveis fósseis. A intenção é minimizar o impacto de recentes leis complementares (LCs 192/22 e 194/22) que reduziram a competitividade dos biocombustíveis, como o etanol, diante da gasolina.

Danilo Forte afirmou que a intenção é conter “notório estado de pobreza pelo qual passa grande parte do País”. A oposição, no entanto, criticou as medidas. “É chamada de PEC do desespero e tem interesse meramente eleitoral porque tem um prazo de validade. Essa PEC cria o estado de emergência e encerra o estado de emergência. Ela não está vinculada à realidade”, reclamou o deputado Rubens Pereira Junior (PT-MA).

A votação na comissão especial está marcada para as 9 horas no plenário 6. Se aprovado no colegiado, o texto ainda precisa ser votado em dois turnos no Plenário da Câmara. Segundo o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), a votação no Plenário deve acontecer ainda nesta quinta. As informações são da Agência Câmara de Notícias.