Notícias

CPI: senadores apontam divulgação irresponsável de texto apresentado como relatório do TCU

Por André Luis

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Senadores que integram a CPI da Pandemia consideraram irresponsável a divulgação, como se fosse um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de documento privado elaborado por um auditor do órgão, Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques. O texto — “inconclusivo, superficial e bem embrionário”, nas palavras do auditor — questionava o número de mortes por covid-19 no Brasil e foi enviado ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que o divulgou.

Ouvido pela comissão de inquérito nesta terça-feira (17), Marques disse que, em 31 de maio, disponibilizou o documento privado na plataforma de trabalho Microsoft Teams, e não no sistema processual do TCU. Ele afirmou, no entanto, que comentou sobre seu trabalho com seu pai no dia 6 de junho, por meio do aplicativo de conversas WhatsApp. Este, por sua vez, o teria encaminhado para o chefe do Poder Executivo. No dia seguinte, 7 de junho, Bolsonaro mencionou o texto de Marques, que logo se espalhou pelas redes sociais, como sendo um relatório do TCU.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), disse que, além de conter informações erradas, o relatório de Alexandre Marques também teria sido falsificado na Presidência da República para divulgação na internet. 

O depoente disse ter ficado indignado com o discurso de Bolsonaro, considerando a declaração “totalmente irresponsável” ao atribuir ao TCU a responsabilidade por um documento que não era oficial. Alexandre disse que compartilhou o documento apenas na forma de uma conversa entre pai e filho falando sobre um tema trabalhado naquela semana. 

— Não era uma instrução processual, não era nada do Tribunal de Contas da União. Achei irresponsável vincular o nome do TCU a duas páginas não conclusivas — afirmou o depoente, que reconheceu ter sido indicado para uma diretoria do BNDES, não tendo sido, no entanto, cedido pelo tribunal — disse Marques.  

Para a senadora Simone Tebet (MDB-MS), o documento e sua divulgação configuram a “digital de vários crimes”. A senadora afirmou que Bolsonaro cometeu crime comum e crime de responsabilidade ao tornar público documento claramente manipulado, atribuindo-o ao Tribunal de Contas da União. O objetivo seria minimizar a pandemia. Ainda para a senadora, é preciso identificar quem, na equipe presidencial, teria inserido no texto de Marques o nome do TCU.

— Agora temos a digital, a materialidade dos crimes cometidos — disse Simone Tebet, observando ainda que o auditor não ouviu médicos nem o IBGE sobre os números da pandemia e tentou imputar sua própria tese à realidade. Ela também apontou que a tabela de Marques não continha nenhuma consistência técnica do ponto de vista dos dados estatísticos.

“Bajulação”

Presidente da CPI, o senador Omar Aziz (PSD-AM) questionou as intenções de Marques ao elaborar o estudo que, segundo o auditor do TCU, seria um compilado de informações públicas em formato word, com dados retirados do Portal da Transparência de Registro Civil, sem cabeçalho ou timbre do tribunal. 

Aziz considerou irresponsável que um documento, sem caráter de oficialidade, tenha sido enviado ao presidente da República e disse que as atitudes de Marques e do pai dele foram um desserviço à sociedade. 

— O nome disso é bajulação, querer prestar serviço sem confirmar se aquele documento é verdadeiro ou não. Teu pai bajulando o presidente. Eu queria ver essa conversa [entre o coronel e o presidente]. Devem ter aberto um champanhe. Até parece que a dor intransferível foi festejada. Há irresponsabilidade dos três. Você, por fazer um documento com números que parecem brincadeira, passando para seu pai que, imediatamente, de um dia para o outro, repassa ao presidente — criticou. 

O material elaborado por Alexandre Marques foi usado por Bolsonaro em discursos nas redes sociais, levando o TCU a desmentir as informações de imediato. Em seguida, o presidente da República admitiu que o documento que divulgara não era um relatório feito pelo tribunal. 

Apesar de negar que tenha qualquer relação com a família Bolsonaro, Alexandre Marques reconheceu que seu pai, Ricardo Marques, foi colega de Bolsonaro na Academia Militar das Agulhas Negras e que trabalharam juntos no Exército. 

Na opinião do vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), as informações prestadas por Alexandre Marques demonstram uma “obsessão macabra” do governo para minimizar e esconder o número de mortes pela pandemia de coronavírus no país. 

Segundo o parlamentar, campanhas da Secretaria de Comunicação da Presidência tinha objetivo de subestimar os dados sobre os óbitos. Randolfe exibiu vídeo no qual o próprio Bolsonaro, em transmissão pelas redes sociais em 1.º de julho, reconhece que editou a tabela do documento feito pelo auditor do TCU. 

— Uma busca insensata para obscurecer, esconder o número de brasileiros mortos, quando se, ao invés disso, o mais importante não fosse combater a pandemia. Chega a ser uma obsessão macabra e uma obsessão que vem de antes, conforme podemos ver. Presidente chegou ao ponto de incentivar as pessoas a invadir hospitais, ou seja, não bastasse os que estavam lá internados, incentivar outras pessoas a se submeterem ao risco de mais contaminação — declarou o senador.

Os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Fabiano Contarato (Rede-ES) defenderam a quebra de sigilo telefônico do pai do auditor, o coronel da reserva Ricardo Marques.

Alterações

O senador Marcos Rogério (DEM-RO) negou que o documento de Marques tenha sido adulterado pelo presidente da República. Ele obteve do depoente a confirmação de que as únicas alterações em seu documento em relação ao apresentado por Jair Bolsonaro foram os grifos no texto e o acréscimo de um cabeçalho com o nome do Tribunal de Contas da União. 

— Se erros aconteceram vamos apurar, na medida da culpa de cada um. Eu não estou aqui para dizer que o presidente acertou 100%. Não. Mas talvez a CPI erre mais, por fazer uma investigação seletiva — disse o senador, segundo o qual governadores, prefeitos e Poder Executivo erraram na condução da pandemia por serem “humanos e falíveis”, mas a comissão de inquérito tem sido omissa nas apurações sobre responsabilidades. Para ele, há suspeitas graves de corrupção e desvios de recursos nos estados que os senadores se recusariam a investigar. 

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, defendeu a conduta de Alexandre Marques e disse que o documento elaborado pelo auditor do TCU é “expediente comum nas Cortes de Contas”. 

O parlamentar afirmou que a Controladoria-Geral da União (CGU) está conduzindo uma auditoria formal a fim de investigar a possível “super estimativa” de mortes por coronavírus, “mesmo objeto de estudo do auditor ouvido pela CPI”. Ainda segundo Fernando Bezerra, lugares como o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, verificaram super notificação de óbitos por coronavírus em pelo menos 25%. Ele disse que outros estudos brasileiros, feitos por economistas e matemáticos em 2020, também contestam os números da covid-19 no país.

— Foram amplamente divulgados pela mídia, ao longo da pandemia, prováveis equívocos de notificação. E, finalmente, existe o Acordão 2.817 do Tribunal de Contas da União, que dispõe expressamente, no item 9.5.2: “utilizar a incidência de covid-19 como critério para transferência de recursos, com base em dados declarados pelas secretarias estaduais de Saúde, pode incentivar a supernotificação do número de casos da doença, devendo, na medida do possível, serem confirmados os dados apresentados pelos entes subnacionais” — afirmou Fernando Bezerra.

Ética

Já o senador Humberto Costa (PT-PE) observou que o Código de Ética do TCU prevê a obrigação de neutralidade dos servidores no exercício profissional em relação a influências político-partidárias. 

O parlamentar avaliou que a ação de Alexandre Marques poderia ter colocado prefeitos e governadores em conflito com o governo federal, bloqueando medidas que impedissem a disseminação da pandemia. 

E disse que o texto compartilhado pelo auditor, que responde a inquérito administrativo no âmbito do TCU, contribuiu para reforçar o discurso negacionista do presidente, “ainda que involuntariamente”. 

— No meu estado, onde essa extrema direita primária não tem tanta força, muita gente teve dificuldade. Prefeitos, governadores tiveram dificuldade de implementar medidas preventivas para evitar a disseminação da covid-19, porque o negacionismo atrapalhava. O discurso era esse: ‘Não morreu tanta gente, é mentira; estão dizendo que morreu tanta gente para receber mais dinheiro do governo federal; querem quebrar o país para prejudicar o presidente Bolsonaro’ — disse.  

Em resposta à senadora Leila Barros (Cidadania-DF), Alexandre Marques disse não acreditar que as responsabilidades sobre a gestão da pandemia sejam exclusivas de governadores e prefeitos. 

O auditor declarou que a intenção dele, ao preparar o arquivo, foi gerar um debate sobre possíveis inconsistências referentes aos repasses de recursos da União para os entes federados controlarem a crise. 

Marques afirmou que foi pego de surpresa com a divulgação do documento por Bolsonaro e que, em conversa com o pai, ressaltou ter sido um equívoco atrelá-lo a um posicionamento oficial do TCU.

— Ele não me falou que compartilharia o documento. Discordo [se tratar de conduta grave] porque os dados eram públicos e não eram uma linha de investigação que fazia parte do escopo do trabalho. Meu pai disse ter entendido que se tratava de algo oficial do tribunal e que já seria informação pública — declarou. As informações são da Agência Senado.

Outras Notícias

São José do Egito passa a ter Centro de Atendimento e Enfrentamento à Covid-19

  A prefeitura de São José do Egito entregou o Centro de Atendimento e Enfrentamento ao Covid-19, instalado no prédio onde vai funcionar o PSF Planalto 1. Participaram do ato o prefeito Evandro Valadares, o Secretário de Saúde Paulo Jucá, a Coordenadora da Atenção Básica Cecília Diniz, além de lideranças e da equipe que já está […]

 

A prefeitura de São José do Egito entregou o Centro de Atendimento e Enfrentamento ao Covid-19, instalado no prédio onde vai funcionar o PSF Planalto 1.

Participaram do ato o prefeito Evandro Valadares, o Secretário de Saúde Paulo Jucá, a Coordenadora da Atenção Básica Cecília Diniz, além de lideranças e da equipe que já está trabalhando.

Com horário de funcionamento de segunda a sexta das 14h as 22h, o Centro terá médico, enfermeiro e técnicos de enfermagem.

A equipe que vai fazer os testes rápidos e dar o primeiro suporte para os casos suspeitos. Onde houver necessidade, o paciente será encaminhando à Central de Tratamento e Isolamento na Ala Covid no Hospital Maria Rafael de Siqueira.

“Nossa luta incansável é contra a covid e assim continuaremos, firmes fazendo o que for possível para salvar vidas”, disse o prefeito Evandro Valadares.

Danilo retoma agenda

Após ter cancelado alguns compromissos por ter contraído Covid-19, esta semana tem agenda intensa para o pré-candidato a governador Danilo Cabral, da Frente Popular. Até o próximo domingo, o socialista vai percorrer dez cidades da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata. O roteiro começou já nesta segunda (9), com uma visita ao […]

Após ter cancelado alguns compromissos por ter contraído Covid-19, esta semana tem agenda intensa para o pré-candidato a governador Danilo Cabral, da Frente Popular. Até o próximo domingo, o socialista vai percorrer dez cidades da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata.

O roteiro começou já nesta segunda (9), com uma visita ao prefeito de Carpina, Manoel Botafogo. De lá, o pré-candidato reuniu-se com profissionais da Educação, no Recife. Também na capital, o socialista participou de um grande ato político promovido pelo deputado estadual Isaltino Nascimento, ao lado do prefeito João Campos e do deputado federal Felipe Carreras, além do vereador Luiz Eustáquio.

“Quem conhece nossa história, sabe que gostamos de fazer política conversando com as pessoas, olho no olho; para que a gente possa construir o caminho que precisamos fazer em Pernambuco a partir de janeiro de 2023. Esta semana a gente já tem uma agenda intensa na Mata Norte e na Região Metropolitana. E a nossa disposição é percorrer os 184 municípios para que a gente possa unir o povo de Pernambuco para dar sequência às mudanças que vêm sendo feitas pela Frente Popular”, pontuou Danilo.

Nesta terça-feira (10), o socialista participa de ato com prefeitos na Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Depois, segue para Brasília, onde tem compromissos como deputado federal até a quinta-feira (12). A partir da tarde da própria quinta até o domingo (15), já com Danilo de volta a Pernambuco, as agendas seguirão pelos dez municípios.

Agricultora é atacada por onça em Carnaubeira da Penha

Uma agricultora de 58 anos, identificada como Maria Inês Freire foi atacada por uma onça enquanto capinava mato perto de sua residência no Sítio Riacho do Mundé, no município de Carnaubeira da Penha, no final do sábado (13). O município faz divisa com Mirandiba, local onde o ano passado, uma onça foi morta por agricultores […]

Uma agricultora de 58 anos, identificada como Maria Inês Freire foi atacada por uma onça enquanto capinava mato perto de sua residência no Sítio Riacho do Mundé, no município de Carnaubeira da Penha, no final do sábado (13). O município faz divisa com Mirandiba, local onde o ano passado, uma onça foi morta por agricultores e teve grande repercussão nas redes sociais.

A mulher foi levada para o Hospital de Floresta, na mesma região, após receber os primeiros socorros, e seguiu para o Hospital Professor Agamenon Magalhães (Hospam), localizado na cidade de Serra Talhada, também no Sertão de Pernambuco.

Em nota, a diretoria do Hospam detalhou a chegada da paciente e como foi o procedimento.

‘’A paciente deu entrada no hospital apresentando arranhões e uma mordida na perna esquerda. A paciente recebeu os primeiros atendimentos, onde foram realizados curativos e administrado o soro antirrábico. Após a assistência médica, a paciente recebeu alta’’.

De acordo com George Freire, filho de Inês, após o atendimento no Hospam, a agricultora foi levada de volta ao Hospital de Floresta, para realizar curativos e receber medicação.

Ainda segundo George, a situação foi desesperadora e relata que nunca havia visto algo parecido antes.

‘’Fui pra uma outra roça. Ela ela foi cortar capim, na frente da casa. Lá, tem um poço e um plantio de capim, não deu 5 minutos eu tinha acabado de chegar na roça, e ela me gritou pedindo socorro que uma onça tinha mordido e eu não acreditei. Fiquei desesperado, não consigo relatar e imediato liguei para o hospital de Floresta, que fica a 12 km de nossa localidade. O pessoal veio rapidinho, fez os primeiros procedimentos para estancar o sangue e levaram pra Floresta’’.

Ele ainda ressalta que pediu providências e ressalta que sua mãe está muito abalada e nervosa.

‘’Ela reside a 58 anos aqui e nunca viu. Há 2 anos, que tenho visto comentários de onça no mato matando animais como bode, e aqui dentro de nossa propriedade nunca ocorreu isso’’, disse.

Ele ainda acrescenta que solicitou que o Ibama, polícia civil, governo do estado e o município tomem providências, para a segurança das pessoas. As informações são do Diario de Pernambuco.

Atendimento do Bradesco Afogados da Ingazeira é um dos piores do país

A Agência do Bradesco de Afogados da Ingazeira é uma das piores do país, a se levar em conta a qualidade do atendimento e as queixas dos que procuram a unidade. O tempo médio de espera na agência a depender do serviço prestado pode chegar, pasmem, a duas horas. Um desrespeito sem tamanho. “Fui cliente […]

11039806_10202582142275314_4565739835245911796_nA Agência do Bradesco de Afogados da Ingazeira é uma das piores do país, a se levar em conta a qualidade do atendimento e as queixas dos que procuram a unidade. O tempo médio de espera na agência a depender do serviço prestado pode chegar, pasmem, a duas horas. Um desrespeito sem tamanho.

“Fui cliente do Bradesco por muito tempo, mas quando voltei pra Afogados encerrei minha conta no banco porque o atendimento é caótica. Se você observar não existe fila determinada pra nada, é todo mundo misturado aguardando o atendimento. Não tem cadeiras pra sentar, um caos”, disse à Rádio Pajeú esta manhã a radialista Juliana Lima. Esta manhã, inúmeros clientes reclamaram da qualidade do atendimento e filas de espera na agência.

O advogado Airton Tavares esclarece que mesmo não havendo legislação federal, longos períodos de espera abrem espaço para ações judiciais. “Há leis municipais que regulamentam como razoável entre 15 e 30 minutos de fila. Mas as pessoas ficam muito tempo e não reclamam seus direitos”.  Para comprovação, basta a senha solicitada na entrada confrontada com o horário do atendimento.

Curioso o relato de mal atendimento personalizado na unidade. “Um dos funcionários, um jovem geralmente engravatado só aparece pra tratar mal ou desautorizar na maioria das vezes pessoas simples que buscam atendimento, sempre através dos outros funcionários que recebem suas ordens. Ele tem um modus operanti. Manda e depois se tranca em uma sala. Chega a ser patético”, relata um ouvinte.

NillTwitterClaro, registre-se que há bons funcionários, mas a impressão é de que faltam lideranças que coordenem um bom trabalho. Geralmente o atendimento frio e impessoal começa pela Gerência da unidade.

Também não há demonstração de interesse em melhorar. Ao contrário, queixas como as de hoje costumam ser criticadas pelos próprios funcionários em grupos privados.

“Há sim uma possibilidade de o cliente que passar tempo excessivo entrar com ação judicial. Já existem ações exitosas”, acrescenta o advogado.

Outro problema recente  teve relação com a não compensação de documentos. Houve relatos de quem pagou boletos ou outros documentos e depois recebeu cobrança de SPC ou Serasa por não compensação. Ações correm na justiça.

Resposta no Twitter: a conta do Bradesco no Microblog  tomou conhecimento da queixa através da conta do blog. Após se certificar de que a agência em questão era a de Afogados da Ingazeira, o Banco prometeu providências. “Vamos notificar a área responsável do ocorrido”. A conferir.

Prefeitura de Carnaíba conclui barragem da Itã sobre o leito do Pajeú

Com recursos próprios a Prefeitura de Carnaíba está construindo mais uma barragem sobre o leite do Rio Pajeú no sítio Itã. A obra está praticamente pronta e vai representar oportunidade de renda para famílias que residem nas proximidades com a realização de plantios e criação de peixes, segundo nota. Além da barragem da Itã, já […]

Com recursos próprios a Prefeitura de Carnaíba está construindo mais uma barragem sobre o leite do Rio Pajeú no sítio Itã.

A obra está praticamente pronta e vai representar oportunidade de renda para famílias que residem nas proximidades com a realização de plantios e criação de peixes, segundo nota.

Além da barragem da Itã, já foram construídas as barragens de Leitão no leito do Pajeú e ainda Tamboril e Mata Grande nos afluentes.

“No próximo ano teremos mais duas barragens destas sobre o leito do Pajeú, perenizando o rio e se transformando no primeiro município da região a fazer esta ação”, disse o Prefeito Anchieta Patriota.