CPI da Covid aprova relatório final e atribui nove crimes a Bolsonaro
Por Nill Júnior
A CPI da Covid aprovou nesta terça-feira (26), por 7 votos a 4, o relatório final elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Com a aprovação, a comissão de inquérito criada para investigar ações e omissões do governo durante a pandemia encerra os seis meses de trabalhos pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. Veja lista.
O relatório aprovado pelos senadores tem 1.289 mil páginas e responsabiliza o presidente Jair Bolsonaro por considerar que ele cometeu pelo menos nove crimes.
Há, também, pedidos de indiciamento de ministros, ex-ministros, três filhos do presidente, deputados federais, médicos, empresários e um governador – o do Amazonas, Wilson Lima.
Duas empresas que firmaram contrato com o Ministério da Saúde – a Precisa Medicamentos e a VTCLog – também foram responsabilizadas.
A manhã desta segunda-feira (17) foi marcada por uma revelação forte e dolorosa no caso da pequena Yasmin Pereira, abusada e assassinada no distrito de Ibitiranga em Carnaíba. Durante participação no Debate das 10, da Rádio Pajeú, a tia da criança, Claudenice Cordeiro, relatou o que teria motivado o crime cometido por Edson Antônio da Silva, […]
A manhã desta segunda-feira (17) foi marcada por uma revelação forte e dolorosa no caso da pequena Yasmin Pereira, abusada e assassinada no distrito de Ibitiranga em Carnaíba.
Durante participação no Debate das 10, da Rádio Pajeú, a tia da criança, Claudenice Cordeiro, relatou o que teria motivado o crime cometido por Edson Antônio da Silva, que confessou o assassinato.
Segundo Claudenice, o próprio criminoso afirmou que decidiu matar Yasmin porque ela o reconheceu no momento do encontro. A menina teria dito: “Eu conheço você. Vou dizer a meu pai”, disse.
Diante disso, segundo o depoimento revelado pela tia, Edson entrou em desespero e estrangulou a criança para tentar evitar que fosse denunciado. Ele está presod desde o dia dez de outubro.
De acordo com o advogado assistente de acusação da família da menina Yasmin, Cláudio Soares, durante as buscas que da criança na zona rural de Carnaíba, Tripa esteve presente junto com os moradores e também esteve presente no velório após o corpo ser encontrado.
Durante a fase inicial das investigações, quando foi preso, Tripa negou ter participação no assassinato, mas permaneceu no presídio por envolvimento em outros crimes, segundo o advogado.
O Debate das Dez ouviu além de Claudenice, o advogado Cláudio Soares, o blogueiro Ivan Vaqueiro e a diretora da Escola José Batista Neto, Aparecida Barbosa.
Ao g1 Caruaru, Cláudio Soares afirmou que a perícia realizada pelo Instituto Criminalística (IC) apontou que Yasmin Pereira foi vítima de crimes sexuais. Segundo a Polícia Civil, o inquérito policial está em fase de finalização e maiores detalhes serão divulgados posteriormente.
O presidente da empreiteira OAS, Leo Pinheiro, condenado a 16 anos de prisão sob acusação de envolvimento no esquema investigado na Lava Jato, aceitou emprestar um jato particular a pedido do presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), uma das principais figuras da oposição. O pedido foi feito em janeiro de 2014 por Agripino. […]
O presidente da empreiteira OAS, Leo Pinheiro, condenado a 16 anos de prisão sob acusação de envolvimento no esquema investigado na Lava Jato, aceitou emprestar um jato particular a pedido do presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), uma das principais figuras da oposição.
O pedido foi feito em janeiro de 2014 por Agripino. Ele solicitou a aeronave não para para uso próprio, mas para seu suplente na época, João Faustino, que precisava ir de Natal para São Paulo.Pinheiro aceitou o pedido e disponibilizou o avião, mas a viagem não aconteceu porque Faustino morreu pouco depois de leucemia.
A troca de mensagens com o pedido do senador foi encontrada em celular de Leo Pinheiro apreendido durante a Operação Lava Jato. Elas fazem parte do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga Agripino Maia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Apesar da viagem não ter se realizado, os investigadores avaliam que está explícita a relação de troca de favores e vantagem indevida entre o empreiteiro e o senador.
As mensagens analisadas pela Polícia Federal que fazem parte da investigação também trazem indícios, segundo os investigadores, de que o senador pode ter recebido propina por ter ajudado na liberação de recursos do BNDES para a construção do estádio Arena Dunas, em Natal, que foi feito pela OAS.
Segundo a Procuradoria, Agripino teria conseguido a liberação de dinheiro junto ao BNDES e, em contrapartida, a empreiteira doou R$ 500 mil ao diretório nacional do DEM nas eleições de 2014.
Como a Folha de São Paulo revelou, o Coaf, órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, também identificou operações suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador.
O Coaf detectou depósitos em dinheiro feitos a Agripino Maia de forma fragmentada e sem identificação dos depositantes. O montante total é de R$ 169,4 mil. Foram também feitos depósitos com identificação ao senador.
Entre eles está um de R$ 95 mil, em espécie, feito por um motorista do Senado. Outra servidora fez quatro depósitos fracionados de R$ 9.000, segundo as investigações.
O senador Agripino Maia (DEM-RN) confirmou que pediu emprestado um jato particular ao então presidente da empreiteira OAS Leo Pinheiro para o uso de João Faustino, seu suplente em 2014.
O candidato Zé Gomes, do Psol, votou por volta das 10h da manhã na Escola Vidal de Negreiros, zona 2, seção 31, no bairro de Afogados. Acompanhado do filho, o candidato fez questão de entrar na fila e esperar sua vez. Após votar, Zé Gomes mostrou-se solidário com os mesários. “Deu tudo certo. Os mesários […]
O candidato Zé Gomes, do Psol, votou por volta das 10h da manhã na Escola Vidal de Negreiros, zona 2, seção 31, no bairro de Afogados. Acompanhado do filho, o candidato fez questão de entrar na fila e esperar sua vez.
Após votar, Zé Gomes mostrou-se solidário com os mesários. “Deu tudo certo. Os mesários estão fazendo muito bem o trabalho. Tiveram uma dificuldade operacional, por ser a primeira vez que se usa a biometria. A gente tem que ter um pouco de paciência e também ser solidário”, disse.
O candidato segue agora para Olinda, onde acompanhará sua vice Viviane Cruz, do PMN irá votar. “Vou acompanhar minha vice votar e meus demais companheiro para depois esperar para acompanhar os resultados e comemorar”, finalizou.
Após avaliação semanal de dados pelo Centro de Operações Emergenciais Municipais de Arcoverde – Coema, a cidade retornou para a Faixa 01 no Plano de Adequação do Comércio, a partir do último dia 31 de julho. Como critério estabelecido para a referida faixa, se faz necessária a ocupação de até 30% da capacidade do Hospital […]
Após avaliação semanal de dados pelo Centro de Operações Emergenciais Municipais de Arcoverde – Coema, a cidade retornou para a Faixa 01 no Plano de Adequação do Comércio, a partir do último dia 31 de julho.
Como critério estabelecido para a referida faixa, se faz necessária a ocupação de até 30% da capacidade do Hospital de Campanha ou até 30% da UTI do Hospital Regional Ruy de Barros Correia (HRRBC), com pacientes de Arcoverde.
Entre as obrigações gerais dos estabelecimentos, está o cumprimento dos novos horários de funcionamento, de segunda a sexta, de acordo com as definições já divulgadas, seguindo todas as exigências sanitárias de combate ao Coronavírus (Covid-19).
O Cecora fica disponível ao público das 7h às 15h; o comércio, das 8h às 16h; laboratórios, das 7h às 15h; cabeleireiros, das 12h às 20h; consultórios e escritórios, das 8h às 16h. Farmácias, postos de gasolina e supermercados estão liberados de horário limite de funcionamento.
Bares, restaurantes e lanchonetes permanecem com atendimento por Delivery, sem ponto de entrega no local do estabelecimento. Outras informações sobre o Plano de Adequação do Comércio podem ser conferidas aqui.
G1 O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta terça-feira (16) ao ministro Alexandre de Moraes informações sobre a decisão que impôs censura aos sites de “O Antagonista” e da revista “Crusoé”. O procedimento de pedido de informações é praxe e está previsto em lei. Fachin fez o pedido em razão […]
O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu nesta terça-feira (16) ao ministro Alexandre de Moraes informações sobre a decisão que impôs censura aos sites de “O Antagonista” e da revista “Crusoé”.
O procedimento de pedido de informações é praxe e está previsto em lei. Fachin fez o pedido em razão da ação do partido Rede Sustentabilidade, que requereu a revogação da censura.
O partido já havia requerido a suspensão do inquérito que apura ofensas a integrantes do Supremo, no âmbito do qual Moraes determinou a censura aos sites.
Fachin estipulou prazo de cinco dias para a resposta de Moraes. Ele também reiterou o pedido para que a Procuradoria Geral da República (PGR) se manifeste em cinco dias – quando a Rede apresentou a ação, o ministro pediu informações ao presidente do STF, Dias Toffoli, à Advocacia Geral da União e à PGR, mas o órgão não se manifestou no prazo.
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em entrevista à TV Globo nesta terça-feira (16) que houve “censura” e retrocesso” na decisão do colega Alexandre de Moraes, que determinou a retirada de conteúdo dos sites da “Crusoé” e de “O Antagonista”.
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sergio Moro, se manifestaram nesta terça-feira (16) em favor da liberdade de expressão.
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