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CPI da Covid aprova relatório final e atribui nove crimes a Bolsonaro

Por Nill Júnior

A CPI da Covid aprovou nesta terça-feira (26), por 7 votos a 4, o relatório final elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Com a aprovação, a comissão de inquérito criada para investigar ações e omissões do governo durante a pandemia encerra os seis meses de trabalhos pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. Veja lista.

O relatório aprovado pelos senadores tem 1.289 mil páginas e responsabiliza o presidente Jair Bolsonaro por considerar que ele cometeu pelo menos nove crimes.

Há, também, pedidos de indiciamento de ministros, ex-ministros, três filhos do presidente, deputados federais, médicos, empresários e um governador – o do Amazonas, Wilson Lima.

Duas empresas que firmaram contrato com o Ministério da Saúde – a Precisa Medicamentos e a VTCLog – também foram responsabilizadas.

Outras Notícias

Vereador pede por famílias ilhadas pelas águas da Barragem de Ingazeira

O Presidente da Câmara de Tuparetama Danilo Augusto defendeu ontem durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM a intervenção dos prefeitos Sávio Torres de Tuparetama e Lino Morais de Ingazeira sobre a situação da Barragem da Ingazeira. Ele demonstrou preocupação com mais de 40 famílias residentes nas comunidades rurais de Bonsucesso, Cachoeirinha e […]

O Presidente da Câmara de Tuparetama Danilo Augusto defendeu ontem durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM a intervenção dos prefeitos Sávio Torres de Tuparetama e Lino Morais de Ingazeira sobre a situação da Barragem da Ingazeira.

Ele demonstrou preocupação com mais de 40 famílias residentes nas comunidades rurais de Bonsucesso, Cachoeirinha e Santana.

Com as chuvas, subiu muito o nível da água da Barragem, deixando as famílias ilhadas ao bloquear o acesso para as cidades.

As três comunidades pertencem aos dois municípios e Danilo apelou para o bom senso dos gestores neste momento de dificuldades.

Governadores não são obrigados a depor na CPI, decide STF

Foto: Pedro França/Agência Senado O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em votação na quinta-feira (24), decidiu que os governadores podem comparecer à CPI da Pandemia na condição de convidados, mas não como convocados. A maioria dos ministros acompanhou o entendimento da relatora, ministra Rosa Weber, para quem a convocação de governadores fere a Constituição […]

Foto: Pedro França/Agência Senado

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em votação na quinta-feira (24), decidiu que os governadores podem comparecer à CPI da Pandemia na condição de convidados, mas não como convocados. A maioria dos ministros acompanhou o entendimento da relatora, ministra Rosa Weber, para quem a convocação de governadores fere a Constituição em dispositivos como a separação de Poderes, caracterizando intervenção federal não prevista pela Carta Magna.

Por meio da da Advocacia do Senado, a CPI recorreu da decisão de Rosa Weber, que tornou facultativa a presença do governador do Amazonas, Wilson Lima, na CPI. O depoimento ocorreria em 10 de junho. A ministra concedeu habeas corpus preventivo a Lima. Ainda que fosse ao Senado, o governador teria direito a permanecer em silêncio, já que foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República e não deveria fazer prova contra si.

Lima é investigado na Operação Sangria, da Polícia Federal, que apura roubo de dinheiro no combate à pandemia, por meio de suposta organização criminosa no estado, envolvida principalmente na compra de respiradores.

No dia 10 de junho, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), lamentou a ausência do governador do Amazonas.

— Respeitamos a decisão da ministra, mas temos de recorrer. Acredito que o governador perde uma oportunidade ímpar de esclarecer ao Brasil, e principalmente ao povo amazonense, o que ocorreu no Estado. Não é uma coisa rotineira: falou oxigênio, pessoas perderam vidas — lamentou.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi outro que criticou a ausência do governador.

— Foi uma oportunidade que perdeu de esclarecer à opinião pública, explicar por que que tinha R$ 478 milhões depositados no fundo de saúde e mesmo assim faltou oxigênio, faltaram medicamentos e leitos. Tivemos várias situações, compra de ventiladores em lojas de vinho — disse Braga.

Assim como o gestor do Amazonas, outros governadores acionaram o STF para pedir a suspensão de “qualquer ato da CPI referente a convocação”, o que acabou sendo acatado pela maioria dos ministros da Corte na decisão da quinta-feira.

No twitter, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) criticou a posição do STF.

“É todo dia um 7×1 diferente: meu requerimento que deu origem à CPI previa investigar todas as esferas do Executivo. Foi desrespeitado pelo STF! Ao deixar governadores de fora, nossa Justiça torna-se cega não pela imparcialidade, mas por fechar os olhos para a corrupção”, criticou.

Rogério Carvalho (PT-SE) sugeriu à mesa da CPI transformar todos os requerimentos de convocação de governadores em convite.

Fonte: Agência Senado

Incêndio de grandes proporções atinge prédio comercial em Afogados

O fogo foi controlado agora pouco. Incêndio teria começado em barraca de morador de rua atrás do prédio. Polícia já teria um suspeito. Na tarde desta quarta-feira (14), um incêndio atingiu o prédio do Magazine Popular, especializado em artigos para o lar, em Afogados da Ingazeira (Veja vídeos aqui). Apesar da Quarta-feira de Cinzas, o […]

O fogo foi controlado agora pouco. Incêndio teria começado em barraca de morador de rua atrás do prédio. Polícia já teria um suspeito.

Na tarde desta quarta-feira (14), um incêndio atingiu o prédio do Magazine Popular, especializado em artigos para o lar, em Afogados da Ingazeira (Veja vídeos aqui).

Apesar da Quarta-feira de Cinzas, o comércio funcionava normalmente no momento do incidente. Funcionários relataram ter visto o início das chamas e correram com medo.

O material inflamável presente no local, como peças em plástico, armarinho e miudezas, intensificou o fogo. Imagens impressionantes da coluna de fumaça preta circulando a loja foram registradas por populares e compartilhadas nas redes sociais.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e, após um trabalho árduo, conseguiu controlar as chamas. A Neoenergia também está no local para verificar a rede elétrica, que foi danificada pelo incêndio.

Uma das hipóteses apuradas pela Polícia Militar é de que o fogo tenha começado em uma barraca de um morador de rua localizada atrás do prédio, em um corredor usado para carga e descarga por algumas lojas. O morador de rua seria pedinte e também trabalha com recicláveis.

Segundo informações de Ulisses Neto para a Rádio Pajeú, o fogo teria atingido os fundos da loja, onde há um depósito, e se alastrado rapidamente. A Polícia Militar investiga se o incêndio foi proposital e já teria um suspeito. Câmeras de segurança da área estão sendo analisadas para confirmar a identidade do responsável.

Felizmente, ninguém ficou ferido neste incidente. No entanto, o incêndio no Magazine Popular serve como um alerta para a importância da prevenção.

Radialista serra-talhadense acusa André Maio de agressão verbal. Vereador nega

O repórter Gilson Queiroz,  da Vilabella FM, acusou o vereador de Serra Talhada e Presidente do Serrano, André Maio. Ele cobria em Afogados da Ingazeira o jogo entre o Serrano e o Ibis, pelas oitavas de final do Pernambucano da Série A2, quando teria sido atacado verbalmente por André segundo seu próprio relato ao repórter […]

O repórter Gilson Queiroz, da Vilabella FM e o vereador André Maio

O repórter Gilson Queiroz,  da Vilabella FM, acusou o vereador de Serra Talhada e Presidente do Serrano, André Maio. Ele cobria em Afogados da Ingazeira o jogo entre o Serrano e o Ibis, pelas oitavas de final do Pernambucano da Série A2, quando teria sido atacado verbalmente por André segundo seu próprio relato ao repórter Marconi Pereira, da Rádio Pajeú.  O jogo terminou 1×1.

“Eu fazia meu trabalho com a equipe da Vilabella FM e buscava a escalação, já que a equipe do íbis educadamente me repassou o material. Fui informado de que a listagem estava com André Maio. Ele me disse que não passaria a escalação. Pedi para que estampasse em setor visível, como é a norma. Aí ele partiu pra cima de mim usando palavras de baixo calão, me ofendeu bastante e partiu pra cima como se quisesse me agredir”.

“Fui mal tratado e desmerecido pelo Presidente que inclusive é vereador na Bancada do Governo Luciano Duque. É triste, lamentável uma situação dessas”.

Gilson disse que ao ouvir palavras ofensivas não baixou a guarda e foi contido pela turma do deixa disso. “Não dá pra citar as palavras que ele usou. E é porque se diz evangélico. Aquilo me chocou e eu fui retirado por pessoas dele mesmo dizendo que eu tinha razão, mas que evitasse. Ele se armou de pulsos para me agredir. Jamais levei uma tapa na cara nem vou levar de homem nenhum”.

O repórter afirmou que  André vinha sendo criticado pela condução do Serrano, que estava eliminado e só participou das oitavas por uma punição ao 1º de Maio, proibiu a participação de toda a imprensa de Serra Talhada para cobrir a preparação de um jogo em Petrolina. “A Globo ele deixou entrar”, reclamou Gilson Queiroz.

André maio negou as acusações. “Entreguei a escalação ao Delegado da partida. Infelizmente uma parte da imprensa de Serra Talhada torce contra o Serrano. Assumimos o Serrano quebrado, endividado. Algumas pessoas por parte da imprensa, acho que por politica, vem perseguindo a gente”, reclamou.

Quanto ao episódio, disse que entregou a escalação e cópias ao delegado do jogo. “Alguns tratam o Serrano como adversário. Estamos tirando jovens das drogas, ajudando famílias carentes. Não tenho como dar dinheiro pra falar bem de ninguém. Depois que eu entreguei, passei pra lá passei pra cá, ninguém me pediu. “Depois ele me pediu a via. Já tinha entregue todas as vias ao Delegado da partida. Se passei e eles não falaram comigo não sei porque. Teria entregado sem nenhum problema”.

SJE: Prefeitura diz que Câmara não pagou INSS e bloqueou FPM

Em São José do Egito, a Prefeitura de São José do Egito diz que teve o FPM bloqueado. O motivo: a Câmara de Vereadores de São José do Egito, presidida por Antonio Andrade não teria pago o INSS devido. Segundo o setor financeiro da municipalidade, em contato com o blog, um documento enviado pelo INSS […]

Em São José do Egito, a Prefeitura de São José do Egito diz que teve o FPM bloqueado. O motivo: a Câmara de Vereadores de São José do Egito, presidida por Antonio Andrade não teria pago o INSS devido.

Segundo o setor financeiro da municipalidade, em contato com o blog, um documento enviado pelo INSS comprova a não quitação, que travou automaticamente o repasse. O Secretário da Câmara, Albérico Thiago, teria sido alertado da possibilidade.  “Ele falou que estava tudo pago e que mandaria os comprovantes. Até agora não recebemos”, disse Augusto Valadares.

O valor seria destinado para pagamento de folha e aposentados. Parte da categoria vai ficar sem receber enquanto não se resolve o imbróglio. É mais um capítulo da queda de braço entre  o bloco do governo Evandro Valadares e a oposição, tendo em Antonio uma das referências, como Presidente da Câmara.