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Covid-19: Anvisa aprova vacina da Pfizer para crianças entre 6 meses e 4 anos

Por André Luis

Tampa de cor vinho vai indicar frascos da vacina para esta faixa etária.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta sexta-feira (16), a ampliação de uso da vacina Comirnaty para imunização contra Covid-19 em crianças entre 6 meses e 4 anos. A aprovação permite o início do uso da vacina no Brasil para esta faixa etária. 

A autorização veio após uma análise técnica de dados e estudos clínicos conduzidos pelo laboratório. Segundo a equipe técnica da Agência, as informações avaliadas indicam que a vacina é segura e eficaz também para crianças entre 6 meses e 4 anos.

A avaliação da Agência teve início em 1º de agosto, e contou com avaliação criteriosa da área técnica com a celeridade requerida. Para vacina registradas, a decisão da ampliação de indicação de uso ou faixa etária é da área técnica.  Somente produtos em uso emergencial precisam de deliberação das diretorias.

Tampa de cor vinho e outros detalhes sobre a vacina : A vacina para crianças entre 6 meses e 4 anos de idade tem dosagem e composição diferentes daquelas utilizadas para as faixas etárias previamente aprovadas. 

A formulação da vacina autorizada hoje deverá ser aplicada em três doses de 0,2 mL (equivalente a 3 microgramas). As duas doses iniciais devem ser administradas com três semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose.

A tampa do frasco da vacina virá na cor vinho, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e, também, pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas. O uso de diferentes cores de tampa é uma estratégia para evitar erros de administração, já que o produto requer diferentes dosagens para diferentes faixas etárias.

A vacina tem 12 meses de validade, quando armazenada a temperatura entre -90 °C e -60 °C. Uma vez retirado do armazenamento de congelamento, o frasco fechado pode ser armazenado em geladeira entre 2 °C e 8 °C durante um período único de 10 semanas, não excedendo a data de validade original. 

Anvisa contou com especialistas externos: Para a avaliação da ampliação da faixa etária dessa vacina, a Agência contou com a consulta e o acompanhamento de um grupo de especialistas de sociedades médicas, que teve acesso aos dados dos estudos e resultados apresentados pelo laboratório.

O olhar de especialistas externos foi um cuidado adicional adotado pela Anvisa para que o uso da vacina por crianças fosse aprovado dentro dos mais rigorosos critérios, considerando, para isso, o conhecimento de profissionais médicos que atuam no dia a dia com crianças e imunização. 

Participaram da avaliação de ampliação de uso da vacina Comirnaty especialistas da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). 

A vacina da Pfizer está registrada no Brasil desde o dia 23 de fevereiro de 2021. Em 16 de dezembro de 2021, a Anvisa já havia autorizado a indicação da vacina para a faixa etária de 5 a 11 anos. 

Quando começa a vacinação : A aprovação da Anvisa permite que a vacina já seja usada no país. Compete ao Ministério da Saúde a decisão sobre a incorporação bem o estabelecimento do calendário para as faixas etárias específicas.

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Evaneyde Veras pode ser o nome da oposição em Ingazeira, diz Mário Viana

Nesta segunda-feira (22), o presidente do PSDB de Afogados da Ingazeira e Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho, revelou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que a sua esposa, Evaneyde Veras, pode ser o nome da oposição na disputa eleitoral deste ano. Mário que durante muito tempo foi […]

Nesta segunda-feira (22), o presidente do PSDB de Afogados da Ingazeira e Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho, revelou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que a sua esposa, Evaneyde Veras, pode ser o nome da oposição na disputa eleitoral deste ano.

Mário que durante muito tempo foi o líder do grupo de oposição, disse que já havia dado a sua contribuição política à cidade e deu a entender que não mais pretende concorrer a cargo eletivo em Ingazeira.

“Existe a possibilidade de minha esposa concorrer à Prefeitura de Ingazeira. Ela é de lá, temos um grupo muito bom na cidade. As duas eleições que disputamos lá enfrentamos Governo do Estado, Prefeitura e máquina pública. Eu costumo dizer que lá nós não temos eleitores, mas sim amigos. E aí também depende da governadora. Lá temos o PSDB também, mas quem decide os rumos é a governadora”, afirmou Mário.

Mário disputou a Prefeitura de Ingazeira duas vezes. Em 2008 perdeu por 114 votos para Luciano Torres. Depois em 2016 por 208 votos contra o candidato apoiado pelo atual prefeito Luciano Torres, Lino Morais.

Nordeste pode ser destino de brasileiros em quarentena por risco de Coronavirus

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta segunda-feira (3), em entrevista à Rádio Gaúcha, que o governo avalia montar a quarentena para brasileiros que voltarem de Wuhan (China) em Anápolis (GO), Florianópolis ou em uma cidade do Nordeste. Segundo Onyx, no momento, a tendência é que seja na cidade goiana. O governo decidiu no fim de […]

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta segunda-feira (3), em entrevista à Rádio Gaúcha, que o governo avalia montar a quarentena para brasileiros que voltarem de Wuhan (China) em Anápolis (GO), Florianópolis ou em uma cidade do Nordeste. Segundo Onyx, no momento, a tendência é que seja na cidade goiana.

O governo decidiu no fim de semana realizar uma operação para buscar os brasileiros que estão na cidade chinesa, origem do surto de coronavírus. De acordo com Onyx, deverão voltar ao país cerca de 30 a 40 pessoas. Ao chegarem ao Brasil, elas deverão ficar em quarentena, em um local que ainda vai ser definido pelo governo.

Onyx informou que Anápolis é uma opção viável por já ter tido uma experiência semelhante, na década de 1980, quando houve uma contaminação com o elemento químico Césio em Goiânia, cidade vizinha.

“Há uma sinalização muito forte para Anápolis, porque no período do Césio, lá atrás, foi uma área militar que trabalhou com essa coisa do isolamento, que é importante para não permitir eventualmente um escape de vírus. Eles já têm uma bagagem nessa área, mas não há nada definido”, disse o ministro.

“Uma das hipóteses é Florianópolis, que tem uma base que teria condição de fazer isolamento. Dentre outras alternativas, tem alternativas no Nordeste também. Isso ainda está em análise do Ministério da Defesa”, completou Onyx.

Segundo o ministro, o governo acertou com o governo de Israel para que sejam feitas no país, na ida e na volta, as paradas técnicas do avião que buscará os brasileiros na China. O ministro acredita que seja possível enviar o avião no máximo na terça-feira (5), com retorno no final da semana.

“A tendência é no máximo amanhã [terça] essa aeronave sair do Brasil para ir buscá-los e deve estar de volta até quinta-feira ou no máximo sexta pela manhã”, disse.

A situação dos brasileiros egressos de Wuhan é o tema de uma reunião entre ministros no Palácio do Planalto nesta segunda.

De acordo com Onyx, o país precisa de uma lei de quarentena para definir as regras de como deverão ser tratados os brasileiros que voltarem de Wuhan. Ele afirmou que o texto deve ser enviado ao Congresso ainda nesta segunda.

“Nós precisamos fazer uma coisa para cobrir uma lacuna que o Brasil tem: por incrível que pareça, o Brasil não tem uma lei de quarentena sanitária”, disse. Onyx informou que as regras devem ser estabelecidas por meio de uma medida provisória.

Na Pajeú, Mário Viana Filho não confirma pré-candidatura à Prefeitura de Ingazeira

Por André Luis O jornalista Mário Viana Filho, membro da oposição de Ingazeira, falou durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú desta sexta-feira (03.01) sobre as perspectivas de 2020 para a política de Ingazeira e para a sua atividade como maior referência da oposição no município. Antes o jornalista fez uma retrospectiva histórica da […]

Por André Luis

O jornalista Mário Viana Filho, membro da oposição de Ingazeira, falou durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú desta sexta-feira (03.01) sobre as perspectivas de 2020 para a política de Ingazeira e para a sua atividade como maior referência da oposição no município.

Antes o jornalista fez uma retrospectiva histórica da sua participação na vida política do município. Lembrou das disputas anteriores contra o grupo de situação do município e destacou algumas ações conquistadas para o município de Ingazeira através do grupo de oposição, como a conquista de um trator para comunidades rurais através de emenda do deputado Fernando Filho e duas ambulâncias, uma através de emenda do deputado Ricardo Teobaldo e outra do deputado estadual Zé Humberto que foi continuada pelo deputado Clodoaldo Magalhães visto que Humberto não conseguiu se reeleger.

Sobre 2020, Mário disse não ter certeza se vai tentar novamente alcançar o comando do executivo ingazeirense. “Vai depender de conversas com familiares, amigos e correligionários”, afirmou.

Para ele o prefeito Lino Morais, não deixa claro os rumos que deve tomar. “As falas recentes do gestor demonstram falta de entendimento dentro grupo. Uma hora vai pra reeleição, outra de vice, agora li que não vai mais ser vice e que não vai abrir mão do mandato para isso…”

Mário disse acreditar que Lino tem o direito de ir à reeleição. “Mesmo não fazendo um bom governo, mas esse bom governo que ele não fez, foi graças ao Luciano que deixou a Prefeitura quebrada em uma situação deplorável e sabemos que Lino teve muitas dificuldades pra colocar a casa em dia. Hoje a gente sabe que passados três anos, não é possível que ele não tenha consigo ainda organizar, porque dinheiro vem muito. ingazeira recebe em média mais de R$1 milhão por mês, agora recebeu o dinheiro do pré-sal, quase R$480 mil. Por ano em média pra Ingazeira vem mais de R$12/R$13 milhões, considerando a soma do FPM de todos os meses” afirmou.

O ex-candidato a prefeito de Ingazeira, disse ainda ver desentendimento no grupo do ex-prefeito Luciano Torres. “Um fala uma coisa outro fala outra” e completou: “Lino, no fundo, nós notamos que ele nutre aquela vontade de continuar, mesmo não tendo um governo bem avaliado”.

Questionado se já havia escutado conversas que circulam de que Luciano Torres sendo o candidato da situação tem dito que quer enfrentá-lo com a intenção de que através de uma vitória maiúscula conseguiria enterrá-lo politicamente, Mário disse que trata-se de uma “ganancia pelo poder e falta de vontade de fazer o bem ao povo, mas a de justamente querer humilhar as pessoas como já fez no passado”.

“Ele está engasgado comigo, porque com a estrutura que ele tinha do IPA em 2008, com o apoio do governo do estado e eu perdi pra ele por apenas 114 votos. Aí vem 2016, dizia a todo mundo em várias cidades que passava. ‘nós vamos dá uma surra nele de mais de 2.000 votos’ e a diferença foi de 228. Com o que eles gastaram, investiram com o grupo que eles tinham…”

O jornalista ainda alfinetou o adversário político: “ele deveria lembrar que tem uma prestação de contas no TCE de 2015 que foi rejeitada e que está esperando o julgamento, está no Pleno, inclusive com Tereza Duere, falta ainda 2016 [prestação de contas]”.

Condomínio em Itaipava, na região serrana do Rio, é a nova ‘prisão’ de Cerveró

Há três semanas em regime de prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró conseguiu reduzir sua pena total de 17 anos e três meses de prisão – em duas condenações na Lava Jato por corrupção, lavagem de dinheiro e crime financeiro – para 4 anos de […]

cervero
Do Uol

Há três semanas em regime de prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró conseguiu reduzir sua pena total de 17 anos e três meses de prisão – em duas condenações na Lava Jato por corrupção, lavagem de dinheiro e crime financeiro – para 4 anos de reclusão.

Cerveró ficou um ano e cinco meses, de 14 de janeiro de 2015 a 23 de junho deste ano, em cadeias do Paraná: amargou períodos na carceragem da Polícia Federal em Curitiba e no Complexo Médico-Penal em Pinhais, na região metropolitana. O cárcere agora é sua residência em Itaipava, distrito de Petrópolis, cidade na região serrana do Rio, a 90 km da capital fluminense.

Cerveró, que faz 65 anos em agosto, mora com a mulher e a filha. A casa, dentro de um condomínio, só pode ser visitada por parentes autorizados pela Justiça. Foi o único imóvel que lhe restou, de um patrimônio avaliado em cerca de R$ 100 milhões e bloqueado pela Justiça.

Na sexta-feira, 15, a reportagem esteve em Itaipava e falou brevemente com o ex-diretor pelo interfone instalado na fachada: “Eu não falo com a imprensa, de jeito nenhum. Nunca dei entrevista, nesses dois anos e meio que eu estou… Você está perdendo seu tempo”, limitou-se a dizer.

Segundo funcionários do condomínio, antes de ser envolvido na Lava Jato, Cerveró tinha o hábito de caminhar pela área de uso comum. Desde que foi preso, ele só voltou a ser visto em Itaipava no Natal e Ano Novo. Na ocasião, ganhou o benefício do Supremo Tribunal Federal (STF) de passar em casa a última semana de dezembro, após homologação de seu acordo de delação premiada.

Desde que voltou ao local, em 24 de junho, Cerveró manteve-se dentro dos limites da residência, conforme relatos. À exceção da quinta-feira passada, quando a reportagem esteve em Itaipava pela primeira vez. “Não sei se eles viajaram, só sei que não tem ninguém aqui”, disse um dos empregados.

Pelo acordo feito com o STF, Cerveró só pode deixar o domicílio para consultas médicas ou para prestar esclarecimentos à Justiça, sempre sob escolta.

Graças à delação, Cerveró tem pela frente um ano e meio em regime domiciliar fechado, um ano em domiciliar semiaberto, mas com direito de sair para trabalhar, e um ano em domiciliar aberto, sem tornozeleira, mas monitorado, além de prestação de serviços comunitários.

Morreu Zabé da Loca

A artista Zabé da Loca morreu na manhã deste sábado (5), na Comunidade Santa Catarina, na zona rural de Monteiro, no Cariri da Paraíba. As primeira informações repassadas pela família são de que Zabé estava com 93 anos de idade e morreu em casa de morte natural. Nos últimos anos, Zabé lutava contra a doença […]

A artista Zabé da Loca morreu na manhã deste sábado (5), na Comunidade Santa Catarina, na zona rural de Monteiro, no Cariri da Paraíba.

As primeira informações repassadas pela família são de que Zabé estava com 93 anos de idade e morreu em casa de morte natural. Nos últimos anos, Zabé lutava contra a doença de alzheimer.

Ainda segundo a família, o corpo da pifeira será velado em casa durante toda a manhã deste sábado. Já à tarde, o velório acontecerá no Memorial Zabé da Loca, no Sítio Tungão, Fazenda Santa Catarina, a partir das 13h.

Haverá velório também no domingo (6) no Centro Cultural de Monteiro, às 7h. O sepultamento será às 10h, no cemitério municipal de Monteiro.

A Prefeitura de Monteiro decretou luto oficial de três dias, deste sábado até a segunda-feira (7), de acordo com a assessoria de comunicação.

Isabel Marques da Silva, a Zabé da Loca, ficou bastante conhecida por morar durante 25 anos dentro de uma pequena gruta (loca), na Comunicade Santa Catarina, na zona rural de Monteiro. Inclusive, o apelido surgiu por esse motivo.

E foi por esse motivo que ela teve que deixar a gruta e ir morar na casa de uma das filhas. Em 2003, aos 79 anos, gravou o seu primeiro CD, Canto do Semi-Árido, com composições próprias e versões de Luiz Gonzaga e Humberto Texeira.

Nascida em Buíque, Pernambuco, ainda adolescente Zabé foi para o município de Monteiro, no Cariri da Paraíba, e depois de mais de duas décadas morando na gruta ganhou uma casa em um assentamento do do Incra no processo de reforma agrária.

Além do pífano, a vida passada na antiga loca define a figura de Zabé. O apelido acabou por virar seu nome artístico. Ela ainda morava na gruta quando foi descoberta, aos 79 anos, pelo pessoal do projeto Dom Helder Câmara, do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Saída da loca, Zabé foi ganhando reconhecimento. Aos 85 anos, recebeu o prêmio Revelação da Música Popular Brasileira em 2009. Ela colecionou diplomas importantes e muitas viagens de trabalho.