Contas da Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira são julgadas regulares com ressalvas
Por André Luis
Por André Luis
Primeira mão
O Conselheiro Substituto Luiz Arcoverde Filho, em processo de Prestação de Contas de Gestão da Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira, referente ao exercício financeiro de 2021, apresentou o julgamento do caso. Os interessados envolvidos no processo são Maria do Socorro Dias Marques Pessoa, Lucia de Fatima Gomes dos Santos Leite, Sidney Ueliton Rafael Quidute, Alberto Seabra Correia Nogueira Neto e José Josivaldo Rufino da Silva.
Nesta terça-feira (25), após análise minuciosa do processo, a Primeira Câmara deliberou de forma unânime, julgando regulares com ressalvas as contas da presidente da Autarquia, Socorro Dias, referentes ao exercício financeiro de 2021.
As contas da Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira foram submetidas a uma avaliação criteriosa, envolvendo os responsáveis e interessados mencionados. Com base nos documentos e informações apresentados, a Primeira Câmara chegou a um consenso ao considerar que as contas estão em conformidade, apesar de terem sido identificadas algumas ressalvas.
A ressalva apontada no julgamento pode se referir a aspectos específicos da gestão financeira, que, apesar de não comprometerem a regularidade das contas, merecem atenção para aprimoramento das práticas de governança.
O advogado Paulo Gabriel Domingues de Rezende (OAB: 26965-DPE) e o advogado Tomás Tavares de Alencar (OAB: 38475PE) atuaram na defesa dos interessados, contribuindo para o devido processo e garantindo o direito à ampla defesa e ao contraditório.
Depois de um atentado na noite de ontem na área da BR 232, quando duas pessoas ficaram feridas, o comerciante Eumo David Ferraz da Silva, o “Eumo Ferraz”, 45 anos, foi a sétima vítima fatal da violência na Capital do Xaxado. Eumo era dono de uma banca na feira livre da cidade. Ele foi assassinado às margens da […]
Depois de um atentado na noite de ontem na área da BR 232, quando duas pessoas ficaram feridas, o comerciante Eumo David Ferraz da Silva, o “Eumo Ferraz”, 45 anos, foi a sétima vítima fatal da violência na Capital do Xaxado.
Eumo era dono de uma banca na feira livre da cidade. Ele foi assassinado às margens da PE 365, próximo a localidade de “Fazenda Nova”.
A polícia não revela se o crime tem relação com a onda de violência na cidade, após a morte do vereador Cícero Fernandes, o Cição.
O Blog entregou esta tarde aos dirigentes Ênio Amorim (Presidente) e Márcio Araújo um kit de sportbags personalizadas do Afogados da Ingazeira Futebol Clube. O material será utilizado por atletas e Comissão Técnica durante toda a competição da série A2 do Pernambucano. O clube é um dos representantes do Pajeú na competição e tenta pelo […]
O Blog entregou esta tarde aos dirigentes Ênio Amorim (Presidente) e Márcio Araújo um kit de sportbags personalizadas do Afogados da Ingazeira Futebol Clube. O material será utilizado por atletas e Comissão Técnica durante toda a competição da série A2 do Pernambucano. O clube é um dos representantes do Pajeú na competição e tenta pelo segundo ano seguido o aceso à elite do Futebol no Estado.
Um dos trunfos da equipe é o estádio onde sedia os jogos: o Estádio Valdemar Viana de Araújo foi recentemente reformado e tem na opinião de dirigentes o melhor gramado da Série A2 e um dos melhores de Pernambuco. Com novos lances de arquibancadas, resta apenas a iluminação artificial. Por isso, os jogos no campo costumam começar às três da tarde, com sol de rachar.
Esta tarde, o material foi entregue. A repercussão é de que ficou muito bonito, com base nos relatos das redes sociais. A fabricação é da empresa Bonfim Brindes, representada no Pajeú pelo amigo Evanildo Mariano (87 9-9952-5554). Além das bolsas para padrão esportivo e chuteiras em alto padrão, a empresa fabrica bonés, chaveiros, canetas, calendários e outros brindes. Sucesso ao Afogados FC!
G1 PE O protesto contra o governo Bolsonaro (sem partido) reuniu diversas pessoas neste sábado (19), no Centro do Recife. O ato foi convocado por movimentos sociais e estudantis, partidos políticos e centrais sindicais, que pediram também vacinação contra a Covid-19 e políticas de erradicação da fome e da pobreza. Às 11h, a manifestação chegou até a Ponte Duarte Coelho, […]
O protesto contra o governo Bolsonaro (sem partido) reuniu diversas pessoas neste sábado (19), no Centro do Recife.
O ato foi convocado por movimentos sociais e estudantis, partidos políticos e centrais sindicais, que pediram também vacinação contra a Covid-19 e políticas de erradicação da fome e da pobreza.
Às 11h, a manifestação chegou até a Ponte Duarte Coelho, onde ocorreram os primeiros ataques da Polícia Militar aos manifestantes no dia 29 de maio. Foi nesse local que o adesivador de táxis Daniel Campelo foi atingido e perdeu a visão do olho machucado por uma bala de borracha atirada pela PM.
Os manifestantes fizeram um espécie de abraço simbólico, ocupando a Rua da Aurora, Rua do Sol e as pontes Duarte Coelho e Ponte Santa Isabel – foi nesta última que o arrumador de contêiners Jonas Correia de França foi atingido no olho quando voltava do trabalho. Assim como Daniel, Jonas perdeu a visão do olho depois do ocorrido.
Durante a caminhada, o grupo seguiu em fila indiana pela Avenida Conde da Boa Vista. Todas as pessoas utilizavam máscara, mesmo com chuva. O único ponto em que os manifestantes ficaram próximos uns dos outros foi a Praça do Derby, devido à chuva.
Policiais militares e agentes de trânsito fizeram o acompanhamento do protesto. Os participantes da manifestação levaram faixas com frases em descontentamento ao governo de Bolsonaro.
A volta pra casa após dois anos afastados no cenário que os projetou para o mundo, levou o Cordel do Fogo Encantado a realizar um show épico na véspera do “Melhor São João do Nordeste”. O grupo trouxe para Arcoverde o espetáculo ‘Água do Tempo’, celebrando os momentos mais marcantes da carreira, além de apresentar […]
A volta pra casa após dois anos afastados no cenário que os projetou para o mundo, levou o Cordel do Fogo Encantado a realizar um show épico na véspera do “Melhor São João do Nordeste”.
O grupo trouxe para Arcoverde o espetáculo ‘Água do Tempo’, celebrando os momentos mais marcantes da carreira, além de apresentar as músicas e poesias novas que agitaram os milhares de fãs que tomaram de conta da Praça da Bandeira. O grupo apresentou-se logo após o show de George Silva.
Além dos dois, o público presente ao Polo Multicultural pode cantar e se encantar com os grandes sucessos “Dona de Minha Cabeça”, “Bicho de Sete Cabeças”, “Dia Branco”, “Moça Bonita”, “Caravana”, entre outros, de Geraldo Azevedo, já na madrugada do dia de São João. Fechando a festa, o cantor Toca do Vale tocou fogo no público com sua música que agita as vaquejadas Nordeste a fora.
O grande destaque da noite foi mesmo os turistas e visitantes que tomaram de conta de todos os polos juninos de Arcoverde desde as primeiras horas da tarde, começando pelo Polo da Poesia, ao lado do Centro de Gastronomia e Artesanato.
Mas, a grande movimentação diurna foi mesmo no Polo do Samba de Coco Lula Calixto, que levou o público a se encantar com a arte e a cultura do samba de Coco Resgate da Alegria (Buíque), Uana, Coco Raízes de Arcoverde que agitou a galera e a banda Ave Sangria que revistou seus sucessos marcantes dos anos 70.
A efervescência cultural também se fez forte na Praça Winston Siqueira, principalmente no Polo das Artes Henry Pereira, aonde se apresentaram o Boi Maracatu, Maria Érika, Adriano Lima e Forrozão como Antigamente e o grande mestre popular Lula Moreira. No Pé de Serra os turistas fizeram a festa ao som do mais genuíno forró da banda Alegria do Forró e do forrozeiro Ciro Santos e Forró de Nóiz. Uma noite pra ficar na memória.
Ex-presidente afirma que volta ao governo não para brigar, mas para ajudar. Ato reuniu 380 mil segundo CUT e 80 mil de acordo com a PM. Do G1 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em discurso em ato em apoio ao governo federal, na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta sexta-feira (18), que […]
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante o ato convocado por centrais sindicais, partidos que apoiam o governo e movimentos sociais em defesa da democracia na Avenida Paulista, em São Paulo (Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo)
Ex-presidente afirma que volta ao governo não para brigar, mas para ajudar. Ato reuniu 380 mil segundo CUT e 80 mil de acordo com a PM.
Do G1
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em discurso em ato em apoio ao governo federal, na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta sexta-feira (18), que voltou ao governo não para brigar, mas para ajudar a presidente Dilma Rousseff a fazer o que tem que ser feito no Brasil. “Eu entrei pra ajudar a presidenta Dilma, porque precisamos restabeler a paz e a esperança e provar que esse país é maior que qualquer coisa no planeta terra”, disse Lula.
Ele afirmou ainda que “tem gente que prega a violência contra nós 24 horas por dia” e que “não existe espaço para ódio nesse país.”
O ato começou às 16h. Lula chegou por volta das 19h. Em seu discurso, ele também repetiu o bordão dos grupos que apoiam o governo federal e são contra o impeachmente da presidente Dilma: “Não vai ter golpe!”, afirmou Lula.
“Eu aceitei entrar no ministério porque faltam dois anos e seis meses pra Dilma acabar o mandato dela e é tempo suficiente pra gente mudar este país”, afirmou Lula. Ele disse que se não estiver ainda impedido por liminares da Justiça, vai começar as funções como ministro na terça-feira.
A CUT, organizadora do ato em defesa democracia, estimou o público em 380 mil pessoas na Paulista no início da noite. A PM afirmou que o protesto reuniu 80 mil pessoas. Além de se manifestarem em defesa da presidente Dilma e do ex-presidente Lula, os manifestantes gritaram palavras de ordem e exibiram cartazes contra a TV Globo.
No pico da manifestação, 11 dos 23 quarteirões da Paulista estavam ocupados. Pela manhã, a PM dispersou o ato contra o governo federal iniciado na quarta-feira, quando Lula foi nomeado Ministro da Casa Civil, e que fechou a Paulista por 39 horas.
Lula voltou a discursar na Avenida Paulista quase 14 anos depois do discurso que fez quando foi eleito presidente pela primeira vez, em 2002.
Ele chegou ao local por volta de 19h, subiu no carro de som e fez discurso inflamado. “Eu espero que seja uma lição para aqueles que não acreditam na capacidade do povo brasileiro. Eu espero que seja uma lição para aqueles que nos tratam como cidadão e cidadã de segunda classe”, afirmou Lula.
“Democracia não é um direito morto. O povo não quero que democracia seja apenas uma palavra escrita”, disse.
“Eu vim para cá pensando em falar como não ficar nervoso. Quando a companheira Dilma me chamou, relutei muito, desde agosto do ano passado, a voltar ao governo. Quando aceitei ir ao governo, voltei a ser Lulinha paz e amor. Não vou ao governo para brigar. Eu vou lá para ajudar a companheira Dilma a fazer as coisas que tem que fazer por esse país”, disse Lula.
“Em época de crise, a gente junta todo mundo e come o que tem, faz o que pode naquele momento que estão vivendo. Por isso, vou ajudar a companheira Dilma a fazer o que precisa fazer.
Lula falou sobre as manifestações de grupos contrários ao governo e pregou a convivência pacífica. “Precisa entender que democracia é a convivência da diversidade. Não quero que quem votou na Aécio goste de mim. Eu quero que a gente aprenda a conviver de forma civilizada com as nossas diferenças”, disse.
“Alguns setores ficaram dizendo que nós somos os violentos e tem gente que prega violência contra nós 24 horas por dia. Companheiros e companheiras, tem gente nesse país que falava em democracia da boca pra fora.”
Ao mesmo tempo, Lula afirmou que sempre respeitou os resultados nas urnas. “Eu perdi eleição em 1989, em 1994, em 1998. Já tinha perdido em 1982 para o governo de São Paulo. Em nenhum momento vocês viram eu ir para a rua protestar contra quem ganhou.”
“Eles acreditavam que ia ganhar. Eles não imaginavam que no segundo turno ia aparecer a juventude, os intelectuais apoiando a Dilma. Eles que se dizem pessoas estudadas não aceitaram o resultado e faz um ano e três meses que estão atrapalhando Dilma a governar esse país.”
“Eles vestem amarelo e verde pra dizer que são mais brasileiros do que nós”, afirmou. “Eles não são mais brasileiros que nós. Eles são o tipo de brasileiro que gostariam de ir pra Miami fazer compras todo dia. Nós somos o tipo de brasileiro que compra na 25 de março [rua de comércio popular em São Paulo]”.
Em certo momento, Lula olhou para o público e gritou: “Não vai ter golpe!”.
Antes de encerrar, Lula disse: “Essas pessoas que estão aqui não estão aqui porque tiveram metrô de graça, não estão aqui porque foram convocadas pelos meios de comunicação a semana inteira, estão aqui porque sabem o valor da democracia, estão aqui porque sabem o que é uma filha de uma empregada doméstica chegar a uma universidade, porque sabem o que é um jovem que não tinha esperança fazer um curso técnico, essas pessoas que estão aqui sabem o valor que é um coveiro de cemitério que estuda e vira um diplomata, um médico. É esse país que essa pessoas querem.”
“A nossa bandeira verde e amarela está dentro da nossa consciência e do nosso coração, está dentro do nosso ambiente de trabalho.”
Lula deu ainda recado aos militantes para não aceitar provocação de grupos contrários. “Vocês foram e são a melhor coisa que esse pais já produziu, a sua gente, é o nosso jeito alegre, e nosso jeito de lidar com a diversidade. Não aceite provocação na volta pra casa. Quem quiser ficar com raiva, que morda o próprio dedo.”
O ex-presidente deixou o local acompanhado de vários simpatizantes.
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