Paciente de 57 anos foi atendida no Hospital Regional Emília Câmara, Afogados da Ingazeira e foi a óbito sábado. É o terceiro caso no Pajeú.
Saiu na manhã dessa terça-feira o primeiro caso positivo pra Covid-19 no município de Tabira-PE.
A paciente, que foi a óbito no sábado, era uma mulher de 57 anos e estava no Hospital Regional de Afogados da Ingazeira onde foi feito o exame para comprovação.
Diante da suspeita existente, a secretária de Saúde, Zeza Almeida, disse que todos os protocolos foram cumpridos no sepultamento no cemitério de Tabira.
Nas próximas horas a secretaria de Saúde vai se pronunciar através de nota oficial, segundo a secretária. Mas o blog apurou que ela sofria de outras comorbidades e teria contraído a doença em Recife, onde realizava consultas e exames.
É o terceiro óbito no Pajeú. Até agora, além de Tabira, há um registro de óbito em Carnaíba, mais um óbito de um jovem de 32 anos da cidade de Itapetim foi registrado essa semana.
A câmara de vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu nesta terça-feira (24) para realizar a sua vigésima nona sessão ordinária. O tempo regimental foi marcado mais uma vez pelos discursos críticos a Compesa pelo péssimo serviço que vem prestando em Afogados da Ingazeira. O Presidente esclareceu: “Na próxima quinta-feira (26) os vereadores farão uma […]
A câmara de vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu nesta terça-feira (24) para realizar a sua vigésima nona sessão ordinária.
O tempo regimental foi marcado mais uma vez pelos discursos críticos a Compesa pelo péssimo serviço que vem prestando em Afogados da Ingazeira. O Presidente esclareceu: “Na próxima quinta-feira (26) os vereadores farão uma visita a Compesa, queremos tirar um data pra que seja realizada uma audiência pública, os representantes da empresa devem vir ao Poder Legislativo explicar as inúmeras reclamações que a população tem feito. É um problema generalizado, as demandas não estão mais setorizadas”, defendeu Igor.
Igor ainda reafirmou o compromisso do Legislativo com a causa, “Todas as sessões esse assunto tem sido levantado, os vereadores não estão parados e vamos continuar no pé, quando for marcada a audiência é importante que o povo venha a câmara e diga o que está acontecendo em cada localidade, essa audiência é para o povo expor os problemas e termos explicações formais da Compesa”, encerrou Mariano.
Por Magno Martins, jornalista Bob Marley dizia que o melhor da música é que quando ela bate não sente dor. Para mim, música é uma inspiração tão profunda quanto meu amor pela minha Nayla. Correndo, há pouco, na Jaqueira, procurei no Google as canções antigas de maior sucesso do rei Roberto Carlos e eis que […]
Bob Marley dizia que o melhor da música é que quando ela bate não sente dor. Para mim, música é uma inspiração tão profunda quanto meu amor pela minha Nayla.
Correndo, há pouco, na Jaqueira, procurei no Google as canções antigas de maior sucesso do rei Roberto Carlos e eis que o start se deu pela música que ele chora de saudade da sua terra, o seu Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo.
Como não associar seu saudosismo ao meu chão de vidas secas, minha Afogados da Ingazeira! Ele diz que passa a vida recordando de tudo quanto ali deixou.
Em tom de perdão, diz que foi para o Rio de Janeiro para voltar e não voltou. Eu também pensei em um dia voltar ao meu Pajeú, mas só volto em viagens “vapt-vupt”, que não matam a saudade, só ameniza.
“Mas te confesso na saudade/ As dores que arranjei pra mim/ Pois todo o pranto destas mágoas/ Ainda irei juntar nas águas/ Do teu Itapemirim”. Veja que pedido de perdão apaixonante!
Meu pequeno cachoeiro/ Vivo só pensando em ti/ Ai que saudade dessas terras/ Entre as serras/ Doce terra onde eu nasci!”
Também vivo a pensar o tempo todo em minha doce Afogados. Doce de recordações, da minha infância, dos meus pais, dos meus amigos que jogavam peão comigo na praça.
Na canção, Roberto recorda a casa onde morava, o muro alto, o laranjal. Seu flambuaiã na primavera, que bonito que ele era dando sombra no quintal. Minha casa em Afogados da Ingazeira era um casarão de nove quartos, onde funciona hoje o Banco do Brasil.
Era tão imensa que papai criava até umas vacas de leite no quintal. Havia muitas árvores, goiabas e mangas maravilhosas, um chiqueiro para as galinhas e até um espaço gigante para meu pai, comerciante, estocar mercadorias.
Quando o estoque zerava, o armazém, como a gente chamava, seus nove filhos, virava uma quadra de esportes. Os homens, cinco, jogavam futebol. As mulheres, quatro, vôlei e peteca. A minha escola, a minha rua, que Roberto também recorda em sua bela declaração de amor ao seu Cachoeiro, também estão fortemente encravadas em mim.
A escola era o Colégio Normal, o clube da Luluzinha: só estudavam mulheres. Eu, Josete, Flávio Torreão, César Henrique e Roberval Medeiros, cujo nome artístico virou Daniel Bueno, hoje cantor no Recife, fomos os primeiros alunos a quebrar a ditadura do monopólio do sexo feminino.
Já a minha rua não era rua, a casa ficava na praça Arruda Câmara. Cachoeiro também serviu para os primeiros madrigais (composições) do rei. Meus primeiros madrigais eram crônicas que escrevia para a Rádio Pajeú.
“Ai como o pensamento voa/ Ao lembrar a terra boa/ Coisas que não voltam mais!/ Meu pequeno cachoeiro/ Vivo só pensando em ti/ Ai que saudade dessas terras/ Entre as serras/ Doce terra onde eu nasci.”
Ao final da música, Roberto faz uma declaração: “Sabe, meu cachoeiro/ Eu trouxe muita coisa de você/ E todas essas coisas me fizeram saber crescer/ E hoje eu me lembro de você/ Me lembro e me sinto criança outra vez!/
Que coisa linda! Mário Quintana diz que a saudade é o que faz as coisas pararem no tempo. Além do meu torrão sertanejo, sinto saudade das coisas que deixei passar, de quem não tive, mas quis muito ter.
Sinto saudades de quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer. Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito.
Teve início, nesta quarta (14), a programação do Maio Amarelo – mês de sensibilização para um trânsito mais seguro – em Afogados da Ingazeira. Na Escola Municipal José Rodrigues, no bairro São Francisco, os alunos puderam participar de diversas atividades lúdicas e educativas voltadas para o aprendizado das normas de trânsito. Em um pista feita […]
Teve início, nesta quarta (14), a programação do Maio Amarelo – mês de sensibilização para um trânsito mais seguro – em Afogados da Ingazeira.
Na Escola Municipal José Rodrigues, no bairro São Francisco, os alunos puderam participar de diversas atividades lúdicas e educativas voltadas para o aprendizado das normas de trânsito. Em um pista feita de cartolina, simulando uma via pública, as crianças puderam “trafegar” com seus carrinhos de brinquedo respeitando as orientações das placas verticais de sinalização, além de seguirem as orientações semafóricas e observarem o respeito à faixa de pedestres.
“Essas ações educativas, trazendo esses conteúdos para as nossas crianças, são fundamentais para a sensibilização, desde cedo, da importância do respeito às normas de trânsito. A construção de um trânsito mais seguro em nossa cidade passa pela responsabilidade de todos nós,” afirmou a Secretária municipal de transportes e trânsito, Flaviana Rosa.
A Escola Municipal José Rodrigues possui 12 turmas de creche e pré-escola, com 257 alunos nos dois turnos. A programação educativa vai contemplar, até o final do mês, as demais escolas da rede municipal de ensino, em uma parceria com a secretaria municipal de educação.
Nesta quarta também foi realizada uma blitz educativa ao lado da catedral do senhor bom jesus dos remédios, com a participação da Guarda Civil Municipal e o apoio da PM. “Essas blitze educativas irão ocorrer até o final do mês, em locais variados, com o objetivo de conscientizar nossos condutores acerca do uso dos acessórios obrigatórios e do respeito à legislação de trânsito,” finalizou Flaviana. Além das blitze, palestras e ações educativas nas escolas, a programação do Maio Amarelo também inclui uma reunião com os comerciantes e empresários das principais ruas do comércio de Afogados, para apresentação dos projetos de engenharia de trânsito para tais vias, além de uma caminhada com as crianças da rede municipal de ensino no último dia da programação (30).
O ping pong e vai e vem da ESSE Engenharia na operação tapa buracos da PE 320 entre Afogados da Ingazeira e Tabira vem revoltando motoristas que reclamam problemas como prejuízos com pneus e peças, além do tempo estimado da viagem bem maior por conta da situação da via, com mais de cem buracos. Em […]
O ping pong e vai e vem da ESSE Engenharia na operação tapa buracos da PE 320 entre Afogados da Ingazeira e Tabira vem revoltando motoristas que reclamam problemas como prejuízos com pneus e peças, além do tempo estimado da viagem bem maior por conta da situação da via, com mais de cem buracos.
Em junho, a Secretária de Infraestrutura da gestão Paulo Câmara, Fernandha Batista, confirmou ao blog a operação de melhoria
A PE 320 é a espinha dorsal do Pajeú, entre São José do Egito e a ligação com a BR 232, em Serra Talhada. Foi entregue recapeada ainda na gestão Eduardo Campos e já sinalizava necessidade de melhorias.
A situação é trágica, com vários relatos de prejuízos por motoristas e risco de acidentes. Sem falar no mato tomando acostamento e pista. Novas rodovias são importantes, mas a conservação das que estão aí, fundamental.
PE 380: ouvintes da Rádio Pajeú também questionaram as obras de construção da PE 380, que liga Afogados a Novo Pernambuco. as queixas são de que a obra está praticamente parada, com máquinas paradas e risco de não cumprir o cronograma.
Blog de Jamildo O Governo de Pernambuco defendeu, em nota, que o fundo de capitalização proposto na reforma da Previdência estadual é diferente do modelo defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O projeto federal, que foi derrubado ainda na Câmara dos Deputados, foi criticado pelo governador Paulo Câmara (PSB). O projeto de lei complementar […]
O Governo de Pernambuco defendeu, em nota, que o fundo de capitalização proposto na reforma da Previdência estadual é diferente do modelo defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O projeto federal, que foi derrubado ainda na Câmara dos Deputados, foi criticado pelo governador Paulo Câmara (PSB).
O projeto de lei complementar encaminhado à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) prevê a criação do Funaprev, um sistema de capitalização para novos servidores.
Com ele, o valor máximo a ser pago de aposentadoria é o mesmo que o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para receber além disso, passaria a ser necessário se vincular a um fundo complementar de capitalização autônomo.
Na nota, o governo estadual enfatiza que o Funaprev é um fundo “solidário, gerido pelo Estado, em que as contribuições dos servidores e do Estado são aplicadas (capitalizadas) para pagamento do benefício previdenciário futuro”.
“Não se trata da capitalização em contas individualizadas, proposta pelo governo federal na versão inicial da reforma previdenciária, que consistiria num regime essencialmente privado, em que apenas o segurado contribuiria, não havendo definição do valor do benefício que, futuramente, seria recebido pelo segurado”, diz ainda. “Esse modelo de capitalização (privatização) defendido pelo governo gederal foi adotado, sem sucesso, pelo Chile”.
Reforma da Previdência
A nota do Governo de Pernambuco também frisa que propôs as mudanças no sistema estadual por determinação da reforma da Previdência promulgada no último dia 12.
Além da criação do fundo de capitalização, o projeto de lei prevê o aumento da alíquota de contribuição dos servidores estaduais de 13,5% para 14%.
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