Grupo vai visitar e fiscalizar entidades e equipamentos voltados ao gênero que atuam no Recife
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, presidida pela vereadora Aline Mariano, organizou uma agenda de trabalho itinerante que começa na próxima semana e deverá estar concluída em outubro. O grupo vai visitar e fiscalizar equipamentos e entidades que atendem mulheres em situação ou não de risco.
A ideia, segundo a presidente, é convidar membros de outras Comissões e entidades ligadas à causa feminina para juntas atuarem numa frente em favor da luta pela mulher. Também fazem parte do colegiado na Câmara do Recife as vereadoras Aimeé Carvalho (PSB), vice-presidente da Comissão; além das suplentes Goretti Queiroz (PSC) e Ana Lúcia (Republicanos).
A agenda começa na próxima terça-feira (dia 24), com uma visita e reunião conjunta na Comissão da Mulher na Assembleia Legislativa de Pernambuco, às 10h. O encontro acontecerá na sala da Comissão, no edifício administrativo, 4ª andar, onde acontece o primeiro debate da pauta: empreendedorismo.
“É importante alinharmos o trabalho com as deputadas estaduais e outras entidades que lutam diariamente a fim de dar maior visibilidade as pautas femininas. Precisamos conquistar mais espaços, garantir direitos, protagonismo e impulsionar ações que deem voz as mulheres”, justificou Aline Mariano.
Além da Comissão da Alepe, o colegiado tem programado encontros com entidades e serviços como Hospital da Mulher, Centro de Referência Clarice Lispector, Instituto Maria da Penha, Secretaria Especial da Mulher do Município e do Estado, entre outros.
De acordo com Aline Mariano, serão discutidos nesses encontros diversos temas voltados às recifenses, como saúde da mulher, direitos sexuais e reprodutivos, prevenção e enfrentamento à violência, educação inclusiva, não sexista, não racista, autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho. Ainda serão elaborados relatórios da situação dos serviços oferecidos na rede de atendimento.
Presidente da Câmara só quer empossá-lo em 120 dias. Everaldo diz ter direito a posse imediata O vereador Everaldo Patriota ingressou com pedido de liminar contra a Presidência da Câmara de Vereadores de Carnaíba, sob comando de Nêudo da Itã. O motivo, a alegação da Câmara de que Everaldo, suplente direto do vereador José Ivan […]
Everaldo fala observado por Nêudo, quando eram do mesmo grupo: briga por posse imediata. Foto de Cauê Rodrigues
Presidente da Câmara só quer empossá-lo em 120 dias. Everaldo diz ter direito a posse imediata
O vereador Everaldo Patriota ingressou com pedido de liminar contra a Presidência da Câmara de Vereadores de Carnaíba, sob comando de Nêudo da Itã.
O motivo, a alegação da Câmara de que Everaldo, suplente direto do vereador José Ivan Pereira, que pediu afastamento para assumir a Secretaria de Agricultura do Município, só poderia assumir após 120 dias da vacância, argumentando haver previsão no Regimento Interno da Casa, comunicando Everaldo no dia 11 de abril último.
José Ivan já havia assumido a vaga de Antonio Ferreira, que, convocado pelo prefeito Anchieta Patriota, assumira a Secretaria de Governo. Zé Ivan tomou posse em 31 de março e pediu afastamento em seguida para assumir função na mesma gestão. Mas Everaldo Patriota não assumiu, sendo informado da regra prevista no Regimento Interno dia 11, através do ofício 45/2017.
Segundo a defesa de Everaldo, a medida foi arbitrária, pois a Lei Orgânica Municipal prevê no artigo 23, que não se perde o mandato de vereador quando investido no cargo de Secretário Municipal, Secretário ou Ministro de Estado. “O suplente deve ser convocado em todos os casos de vaga ou licença”.
Usa também o regimento interno, no artigo 13º . “Durante a Legislatura, ocorrendo vaga em virtude de morte, renúncia, extinção do mandato ou investidura em cargo de secretário Municipal, o Presidente convocará por ofício o suplente”.
O advogado Advogado Italo Selton Lira, representante de Everaldo solicita a sua posse imediata diante do fato de a cadeira na Câmara estar vaga. A liminar deve ser apreciada na próxima semana.
O programa Palco Pajeú de hoje vai ser estendido. Ou, pra ficar de acordo com o tema, terá duas sessões. É que o tema do dia é Cinema no Pajeú. À tarde tem programa de rádio e à noite tem uma live com exibição de filmes regionais. A iniciativa é uma parceria da Fundação Cultural […]
O programa Palco Pajeú de hoje vai ser estendido. Ou, pra ficar de acordo com o tema, terá duas sessões. É que o tema do dia é Cinema no Pajeú. À tarde tem programa de rádio e à noite tem uma live com exibição de filmes regionais.
A iniciativa é uma parceria da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios com a Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira. Veja a programação:
16h – Programa Palco Pajeú (Rádio Pajeú FM 99,3)
Convidados: Bruna Tavares e William Tenório, realizadores de audiovisual e diretores da Pajeú Filmes.
20h – Live Cinema no Pajeú – Mediação: Claudio Gomes
Convidados: Veratânia Morais, Ana Maria Santos e Wellington Rocha
Filmes: A língua do P, A triste partida, Carta para o futuro, O eu e o outro e A bailarina e a moça
Para assistir basta acessar no youtube: Secretaria de Educação Afogados ou no facebook: Palco Pajeú.
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, esteve em Recife ao lado da presidente da Associação de Desenvolvimento Rural do Riachão 2, Márcia Maria, para receber um novo trator que beneficiará os agricultores locais. A entrega do equipamento contou com o apoio do superintendente do Ministério da Agricultura em Pernambuco, Flávio Sotero, e […]
O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, esteve em Recife ao lado da presidente da Associação de Desenvolvimento Rural do Riachão 2, Márcia Maria, para receber um novo trator que beneficiará os agricultores locais.
A entrega do equipamento contou com o apoio do superintendente do Ministério da Agricultura em Pernambuco, Flávio Sotero, e do superintendente da CODEVASF, Samuel Andrade. O trator vai fortalecer o programa de aração de terras para agricultores familiares.
“Nosso compromisso com os agricultores de São José do Egito é permanente. Esse trator representa mais um passo para garantir melhores condições de produção e fortalecer a agricultura familiar, que é a base da nossa economia rural”, disse Fredson.
“Esse trator chega em um momento crucial para os nossos agricultores. Com ele, poderemos ampliar o programa de aração de terras e atender mais famílias que dependem do campo para sobreviver. Agradecemos ao prefeito Fredson Brito por essa conquista e pelo compromisso com a zona rural”, disse Márcia Maria.
Sete pessoas foram presas suspeitas de receptação de carros roubados e formação de quadrilha, na terça-feira (21) no bairro Jardim Amazonas em Petrolina, no Sertão Pernambucano. A operação foi realizada pelo 2º Batalhão Integrado Especializado (Biesp) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Veículos eram adulterados em ferro velho no Jardim Amazonas. De acordo com a Polícia, […]
Sete pessoas foram presas suspeitas de receptação de carros roubados e formação de quadrilha, na terça-feira (21) no bairro Jardim Amazonas em Petrolina, no Sertão Pernambucano.
A operação foi realizada pelo 2º Batalhão Integrado Especializado (Biesp) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Veículos eram adulterados em ferro velho no Jardim Amazonas. De acordo com a Polícia, as investigações começaram há um mês, depois de denúncias anônimas que alertaram para o funcionamento noturno de um ferro velho.
Ao chegar no local, o Biesp constatou que haviam veículos novos e um deles estava sendo adulterado. A numeração dos motores não coincidiam com os registros no Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
Cosme Fernando Tavares Silva, Uilian Araújo Costa, Iris Junior de Oliveira Rios, Maicon Douglas dos Santos Silva, Alysson Barbosa dos Santos Cruz, Bruno de Souza Santos e Israel Bispo da Silva serão autuados por receptação e formação de quadrilha e serão encaminhados para a delegacia do Ouro Preto, em Petrolina-PE.
Ainda segundo o Biesp, três dos sete suspeitos têm passagem na Polícia pelo crime de roubo de carros, entre eles, o ex-vereador de Flores-PE, Israel Bispo da Silva.
Recurso questiona decisão do TRF1 que rejeitou denúncia contra ex-presidente e outras pessoas no inquérito dos portos, sem analisar provas O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que reconsidere a absolvição do ex-presidente da República Michel Temer em caso envolvendo corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Em recurso ao Superior Tribunal de […]
Recurso questiona decisão do TRF1 que rejeitou denúncia contra ex-presidente e outras pessoas no inquérito dos portos, sem analisar provas
O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que reconsidere a absolvição do ex-presidente da República Michel Temer em caso envolvendo corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Em recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o órgão defende a instauração de ação penal contra Temer e outras cinco pessoas, a partir da denúncia feita pelo MPF em 2018, após investigação que apurou irregularidades na edição do Decreto 9.427/2017.
O órgão aponta que o ato normativo beneficiou empresas do setor portuário, com destaque para o Grupo Rodrimar, que opera no Porto de Santos, em troca do pagamento de vantagens indevidas ao então presidente da República.
O recurso busca anular decisão da Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que rejeitou a denúncia e impediu a instauração de ação penal contra os acusados, sem considerar as provas apresentadas pelo MPF.
Segundo o procurador regional da República Guilherme Schelb, há diversos elementos colhidos no curso da investigação que apontam indícios da prática criminosa, sendo suficientes para justificar a instauração de ação penal. É o caso de movimentações financeiras para empresas e contratos de fachada; diálogos entre os acusados, interceptados mediante prévia autorização judicial; registros de pagamento de vantagens indevidas em planilhas que relatam com riqueza de detalhes o repasse de valores.
“O que se pretende aqui não é comprovar a autoria e materialidade dos crimes imputados aos réus, mas demonstrar que há justa causa para a instauração da ação penal proposta, obstada pela absolvição sumária indevidamente decretada no juízo sem a apreciação das provas apresentadas”, sustenta o procurador.
Segundo ele, a decisão do TRF1 afronta jurisprudência do STJ, visto que a absolvição sumária do acusado (sem análise das provas) não pode servir como impedimento para se buscar a verdade real sobre os ilícitos criminais. Diante disso, o MPF pede que, após o reconhecimento da existência das provas, a ação seja instaurada e o mérito julgado na 1ª instância.
Na denúncia apresentada à Justiça Federal, o MPF aponta que o Grupo Rodrimar era um dos responsáveis pelo pagamento de vantagens indevidas a Michel Temer, por meio de empresas de fachada, como a Argeplan, Eliland do Brasil, PDA Administração e Participação e PDA Projeto e Direção Arquitetônica.
Ao todo, foi apontada movimentação indevida de R$ 32,6 milhões. De acordo com provas colhidas na investigação, os registros do envolvimento do ex-presidente com negociações referentes ao setor portuário data de 1998. Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República também detalhou como se deram as negociações que levaram à edição do decreto que ampliou por até 70 anos a duração de dois contratos entre o poder público e empresas que exploram o setor portuário, em troca de vantagens indevidas.
Fatos e provas – No recurso, o procurador rebate os argumentos do TRF1 de que o MPF não teria indicado qual vantagem teria de fato sido prometida ou recebida pelos acusados, nem comprovado o vínculo espúrio entre os envolvidos. “A conexão entre o recebimento e a função pública exercida por Michel Temer é evidente e está suficientemente descrita na denúncia e comprovada por meio de provas robustas, especialmente os diálogos mantidos pelos réus e interceptados judicialmente”, afirma Guilherme Schelb.
Segundo o procurador, os elementos colhidos na investigação demonstram a conexão entre as quantias milionárias repassadas pelo grupo Rodrimar e a função pública privilegiada e estratégica ocupada por Michel Temer, que teria servido de ferramenta para favorecer os controladores da empresa portuária. O procurador também destaca que há provas incontestáveis – não analisadas, nem afastadas pelo TRF1 – sobre a prática de lavagem de dinheiro, por meio das empresas de fachada mantidas pelo ex-presidente para movimentar dinheiro ilícito.
“Com a exposição, a transcrição e a reprodução de diálogos e imagens, resta evidente a existência de justa causa a amparar a imputação dirigida aos recorridos e prosseguimento da ação penal”, sustenta. Segundo o MPF, o objetivo do recurso é anular a decisão que desconsiderou as provas apresentadas e não a reanálise desses elementos – o que deverá ser feito no curso da ação penal.
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