A Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Pernambuco, presidida pelo deputado estadual Waldemar Borges (PSB), realizará uma audiência pública na próxima terça-feira (1º), às 10h, no Auditório Enio Guerra, para debater questões urgentes da educação em Pernambuco. O secretário de Educação do Estado, Gilson José Monteiro Filho, foi convocado para prestar esclarecimentos sobre diversos problemas que afetam a rede estadual de ensino.
Entre os temas que serão discutidos, estão o atraso na entrega do kit escolar, a falta de merenda em algumas unidades devido à ausência de licitação e os atrasos no pagamento da folha da educação. Além disso, serão abordadas denúncias sobre possíveis desvios de servidores da Secretaria de Educação para outras funções na Secretaria de Administração, a deterioração do Programa Ganhe o Mundo e problemas no concurso para professores, incluindo erros no edital.
A audiência também tratará do pagamento do Programa Investe Escola, de como está sendo feita a compra do PE Produz Polo de Confecções e dos critérios para credenciamento. Outros pontos que serão debatidos incluem a distribuição de fardamento escolar, a climatização das escolas, a instalação de subestações de energia, o funcionamento do Programa Universidade para Todos (PROUPE) e a deterioração do Ginásio Pernambucano.
“O encontro será uma oportunidade para esclarecer a atual situação da educação no estado e saber as soluções que o Governo do Estado pretende dar para esses problemas”, destacou a assessoria de comunicação de presidente da comissão.
Evento discute caminhos para o fortalecimento da gestão pública de ensino A União dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco (Undime/PE) realiza entre os dias 27 e 28 de maio o seu Fórum Extraordinário. Nesta edição, que são esperados mais de 500 participantes, sendo 150 secretários municipais de educação, o evento tem como tema ‘Educação […]
Evento discute caminhos para o fortalecimento da gestão pública de ensino
A União dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco (Undime/PE) realiza entre os dias 27 e 28 de maio o seu Fórum Extraordinário. Nesta edição, que são esperados mais de 500 participantes, sendo 150 secretários municipais de educação, o evento tem como tema ‘Educação municipal pernambucana em tempos de desafios: caminhos para o fortalecimento da Gestão’.
A participação expressiva dos dirigentes municipais é um reflexo do papel de união e aparato técnico que a Undime/PE tem implementado ao longo dos anos. Para a presidente da entidade, a dirigente municipal de Igarassu, Andreika Asseker, o atual momento da educação pública pernambucana é primordial para a realização de um Fórum como a da segunda-feira.
“O Fórum Extraordinário representa uma oportunidade essencial para unirmos forças e buscarmos soluções inovadoras para os desafios que a educação municipal enfrenta hoje. A participação expressiva dos secretários municipais reflete nosso compromisso coletivo com a melhoria contínua da gestão pública de ensino em Pernambuco”, declarou Andreika Asseker, presidente da Undime/PE.
Com abertura oficial prevista para às 8h, no dia 27, o evento terá também palestra do professor da Universidade Federal da Bahia e referência em avaliação escolar, Professor Cipriano Carlos Luckesi, que vai falar sobre os possíveis caminhos para os municípios percorrerem.
A programação segue pela tarde com palestras e debates sobre Educação em Tempo Integral, com o presidente da Undime Nacional, Aléssio Costa Lima; e apresentação da nova plataforma de prestação de contas BB Gestão Ágil, com o gerente-geral do Banco do Brasil em Pernambuco, Bruno Vieira da Cunha.
Já no dia 28, a programação conta com 3 mesas de debate: Educação do Campo nos municípios: desafios e perspectivas do Programa Escola da Terra; Concepções de Alfabetização: prática docente e gestão; Orientações para o planejamento das peças orçamentária; As limitações do período eleitoral e as condutas vedadas; e nova lei de licitações. Além do painel ‘Alteração Estatutária para adequação ao Estatuto da Undime Nacional’, com participação da Profª Rosane Costa Secretária de Assuntos Jurídicos da Undime/PE, do Professor Fernando Melo, vice-presidente da Undime/PE e de Marxwell Albuquerque, assessor da Undime/PE.
Os moradores das cidades do Sertão pernambucano devem enfrentar nos próximos dias os problemas gerados pela baixa umidade do ar. A Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac) divulgou um alerta neste final de semana com os cuidados a serem tomados nesse período. O motivo para a queda na umidade do ar na região é […]
Os moradores das cidades do Sertão pernambucano devem enfrentar nos próximos dias os problemas gerados pela baixa umidade do ar. A Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac) divulgou um alerta neste final de semana com os cuidados a serem tomados nesse período.
O motivo para a queda na umidade do ar na região é a presença de uma massa de ar seco que se instalou sobre o Estado e está inibindo a formação de nuvens, propiciando temperaturas elevadas e valores muito baixos de umidade relativa do ar.
Os menores valores foram registrados nas cidades de Serra Talhada (15%) São José do Egito (23%) e Ouricuri (16%).Na cabeça do Pajeú a média será em torno de 26%
De acordo com a Apac, a umidade relativa do ar deve atingir valores abaixo de 20% no período da tarde em grande parte do Sertão nos próximos dias, com temperaturas acima de 34°C.
Esse cenário quente e seco propicia complicações alérgicas e respiratórias devido ao ressecamento de mucosas, além de sangramento pelo nariz, ressecamento da pele, irritação dos olhos, eletricidade estática nas pessoas e em equipamentos eletrônicos, e o aumento do potencial de incêndios em pastagens e florestas.
Ingazeira é uma das primeiras cidades do Pajeú a implantar a Lei de enfrentamento à pobreza menstrual. A Lei de autoria da vereadora Deorlanda Carvalho foi sancionada pelo prefeito Luciano Torres. Nesta quinta foram lançadas as ações no CAE, com a presença das secretarias envolvidas, da Primeira Dama do Município, Margarida Torres e dos alunos […]
Ingazeira é uma das primeiras cidades do Pajeú a implantar a Lei de enfrentamento à pobreza menstrual.
A Lei de autoria da vereadora Deorlanda Carvalho foi sancionada pelo prefeito Luciano Torres. Nesta quinta foram lançadas as ações no CAE, com a presença das secretarias envolvidas, da Primeira Dama do Município, Margarida Torres e dos alunos da rede municipal e estadual de ensino.
O prefeito Luciano Torres não esteve presente por estar em Brasília cumprindo agenda de compromissos à frente do CIMPAJEU.
Alunas da rede pública de ensino receberam kits com absorventes e ainda tiveram acesso á cartilha “Menstruação sem vergonha e sem tabu”. O enfrentamento ao problema é necessário. Uma em cada dez meninas no mundo deixam de ir à escola quando estão menstruadas.
No Brasil, estima-se que sejam uma em cada quatro. Falta de condição financeira para comprar absorventes e de estruturas sanitárias estão entre as causas do problema batizado de pobreza menstrual e reconhecido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, na sessão do dia 12 de maio de 2017, referendou decisão proferida pelo Ministro Luiz Fux, negando provimento ao agravo em recurso extraordinário apresentado pela União, que visava à reforma das decisões proferidas pela Justiça Federal de Pernambuco e Tribunal Regional Federal da 5.ª Região, que garantiram ao […]
O advogado Pedro Melchior de Mélo Barros, da banca Barros Advogados Associados
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, na sessão do dia 12 de maio de 2017, referendou decisão proferida pelo Ministro Luiz Fux, negando provimento ao agravo em recurso extraordinário apresentado pela União, que visava à reforma das decisões proferidas pela Justiça Federal de Pernambuco e Tribunal Regional Federal da 5.ª Região, que garantiram ao Município de Tacaimbó, no agreste de Pernambuco, o direito à regularidade previdenciária, afastando as exigências previstas na Lei 9.717/98.
De acordo com o advogado Pedro Melchior de Mélo Barros, da banca Barros Advogados Associados, localizada em Arcoverde, que patrocinou a ação em favor do Município no ano de 2013, a Suprema Corte agiu acertadamente ao manter as decisões preferidas pela justiça federal pernambucana.
Segundo o especialista em direito administrativo, “a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal ao reconhecer a inconstitucionalidade da exigência realizada pela União através da Lei n.º 9.717/98, na linha do voto do Ministro Fux, reforçou o entendimento de que não se concebe a realização de entraves em descompasso com a Constituição da República, para fins de impedir a transferências de recursos essenciais ao desenvolvimento dos municípios.”
Pedro Melchior ressalta ainda que o entendimento do Supremo representa importante precedente para os Municípios brasileiros, que necessitam da regularização do CAUC para obtenção de recursos da UNIÃO, em especial no momento de grave crise financeira que atravessam.
Por força da decisão definitiva do Supremo, o Município de Tacaimbó se manterá em situação de regularidade perante o CAUC – Serviço Auxiliar de Transferências Voluntárias da União Federal, em relação ao CRP – Certificado de Regularidade Previdenciária.
Que tristeza, 2023… O ano de 2023, no conjunto da obra, foi um dos piores da história, se não o pior, considerando o que entrega de desafios para 2024. Da minha geração, o pior, com certeza. Não dá pra entrar em 2024 sem pensar no sofrimento das famílias palestinas, arrasadas, dizimadas pelo poder opressor de […]
O ano de 2023, no conjunto da obra, foi um dos piores da história, se não o pior, considerando o que entrega de desafios para 2024. Da minha geração, o pior, com certeza.
Não dá pra entrar em 2024 sem pensar no sofrimento das famílias palestinas, arrasadas, dizimadas pelo poder opressor de Israel. Eu não consigo fechar os olhos sem pensar na imagem de crianças amontoadas nos hospitais que ainda restam.
Elas também são alvo pela ótica perversa de que no futuro, pela dor sofrem perdendo pais, mães, irmãozinhos, vão nutrir ódio por Israel. Benjamin Netanyahu age sobre a ótica de que, se um cacho de uvas está estragado, que se dizime toda videira. Matar inocentes não deveria ser resposta para os terroristas do Hamas, que resistirá mesmo após o genocídio.
E olha que esquecemos haver outras guerras com o mesmo potencial de auto destruição humana, como na Ucrânia, na Síria, no Iêmen, em parte da África. Não há nada que os faça parar.
Este foi o ano em que as mudanças climáticas transformaram o tempo. Tanto o tempo verbal quanto o meteorológico. Em 2023, elas deixaram de ser futuro e se tornaram presente.
Este foi um ano de eventos extremos, agravados por um El Niño intenso, que levou o clima do planeta ao que a Organização Meteorológica Mundial (OMM) chamou, em julho, de mergulho em “território desconhecido”.
Um território que se revelou repleto de ondas de calor, tempestades, inundações, incêndios, secas, nevascas, ciclones, furacões e tornados. O ano termina com as maiores anomalias e sucessão de extremos climáticos já testemunhadas pela Humanidade. E, segundo a OMM, é só o primeiro ano de uma nova era de extremos das mudanças climáticas.
A média da temperatura global deve ficar 1,4ºC acima da do período pré-industrial. É a maior elevação desde o início dos registros, em 1850. E 2023 veio na esteira de nove anos seguidos de tendência de elevação.
Aqui, mais da metade dos 5.568 municípios brasileiros foi afetada por fenômenos extremos em 2023. Cerca de 2.797 cidades decretaram estado de emergência ou calamidade por causa de desastres naturais. Vimos regiões do estado do Amazonas registrarem neste ano os menores índices de chuva, no período de julho a setembro, dos últimos 40 anos.
No Sul, alagamentos e mortes. Aqui no Nordeste, nem a nós nativos, havia sido imposto tamanho calor.
Pior é a nossa incapacidade de buscar reverter a curva do caos. Pelo contrário, líderes mundiais alimentam mais guerras, mais eventos climáticos adversos, mais dor.
No Brasil, a intolerância de parte da sociedade nos faz indagar o que de fato houve com os reais valores que deveriam nos regir no caminho da fraternidade e solidariedade. Um pedaço de nossa comunidade julgou e condenou vítimas sociais. Adoraram a Bolsonaro. Condenaram padre Júlio Lancelotti.
Se vale o registro, o Deus que acredito me estimula a não perder o direito de acreditar, esperançar, resistir. Depois da escuridão, a luz sempre renasce.
Feliz Ano Novo!
Dança dos números
Considerando só números do Opinião em Serra Talhada, da pesquisa realizada em maio com a divulgada ontem, os números se mantiveram estáveis. Em maio, Luciano Duque tinha 42%. Agora, foi a 44,1%. Márcia tinha 31%. Foi a 33,3%. Cresceram praticamente a mesma coisa.
Gestão Márcia
A avaliação da gestão Márcia também oscilou positivamente dentro da margem de erro. Sete meses atrás, era aprovada por 55,7% dos serra-talhadenses e reprovada por 35,8%. Agora, aprovada por 57,4% de aprovação contra 29,8% de reprovação. Quadro relativamente estável.
Registre-se 1
A estabilidade do cenário em uma recorte de sete meses favorece Luciano Duque. Até a eleição são 10 meses. Ou seja, trocando em miúdos, num português bem claro: se tudo continuar como antes, Duque é favorito.
Registre-se 2
Nesse aspecto, a pesquisa também foi boa pra Márcia, caso a utilize, assim como as internas que tem, pra fazer gestão e liderar. A Coluna avaliou inclusive com seus aliados: precisa de mais quadros competentes com alinhamento político, não bajuladores de rede social, mais de gente que vista a camisa administrativamente, menos de puxa-saquismo. Mais de sua liderança, menos de sua passividade.
Faca e queijo
Dos dois, só quem tem a caneta e condição de virar o jogo é Márcia. Registre-se, Ela já teve de 74% a 82% de aprovação. Ninguém perde 20 pontos de avaliação positiva porque pegou uma friagem. Não é de hoje que muitos se perguntam se ela vai morrer abraçada com seu guru da comunicação, João Kosta, e entorno. “Sabe onde tem que reagir, já foi alertada, e não mexe “, diz um vereador aliado à Coluna. Vem perdendo a narrativa da comunicação, não explora os avanços, além de ser engolida quando erra por falta de uma reação profissional e coordenada, como no recente caso do lixão.
Iludidos
Alguns aliados de Luciano que não querem vê-lo tentar voltar à prefeitura pela projeção e espaços na Alepe venderam a ilusão de que Ronaldo de Dja cresceu e surpreendeu. Nenhum demérito a Ronaldo, mas dentre os que optam por ele na simulação com Márcia, estão os que votam no candidato e aqueles que optaram por ele porque não votam em Márcia.
Desenhando
Márcia perdeu terreno até nesse cenário. Chega apenas a 45,4%, enquanto Ronaldo de Deja aparece com 31,5%. Em 2020, Márcia teve 60,54% contra 39,45% da oposição. Assim, Ronaldo, fosse a bala de prata, deveria ter pontuado mais. Resumindo, não passa disso e o único real competitivo é Duque. A não ser que queiram um “perdedor de luxo”.
Fato novo
Fatos são os fatos: a chegada de Danilo Simões no embate em Afogados da Ingazeira subiu o sarrafo da disputa e tende a melhorar a gestão Sandrinho Palmeira. Mesmo que ainda favorito, o atual gestor precisa otimizar a gestão, inclusive chamando à baila quem não entrega o que prometeu no governo. Endurecer, sem perder a ternura para uns. Para outros, só serve o “endurecer” mesmo. Isso porque o futuro, caso não se enfrente essa realidade, pode reservar surpresas.
Entendeu?
O ex-prefeito Dinca Brandino justificou em sua live porque Nicinha Melo não apareceu bem na pesquisa: “se for o bem eu vou tá lembrado. Se for o mal, aí é que eu vô tá lembrado”, iniciou. Disse ainda que misericórdia criticou ela porque está com eminésia. Que a prefeita não vai falar na rádio porque a Cidade FM “não executou nenhuma obra em Tabira” e ainda diz que a gestão Nicinha é “desastrosa e não aparece”. E que “quem não paga servidor é o Banco do Brasil”. Também que ouviu todos os números da pesquisa, menos de Nicinha. “Eu acho isso endiotice. Até porque dotô Anchieta disse que 2023 foi um ano desafiadô de desafio“.
Mais pesquisa
Pesquisa do Instituto Expressão divulgada neste sábado (30) coloca o advogado Flávio Marques (PT) à frente na corrida pela Prefeitura de Tabira no ano que vem. Ele tem 49,33% das intenções de voto, seguido pela atual prefeita, Nicinha de Dinca (MDB), com 25,67%. A terceira posição tem um empate técnico entre o vereador Djalma das almofadas (PT), com 4,67%, o vice-prefeito Marco Crente (UB), com 4%, e os vereadores Socorro Véras (PT), com 2,33% e Kleber Paulino (PSB), com 1%.
Definidos
Estão definidos no Pajeú os embates em Afogados da Ingazeira (Sandrinho x Danilo), Carnaíba (Berg X Ilma), Brejinho (Gilson X Túlio), Santa Cruz (Irlando x Zé Bezerra), Calumbi (Joelson x Cícero Simões) e Triunfo, entre João Batista e Eduardo Melo.
Meio definidos
Parcialmente fechadas as disputas em Serra Talhada (Márcia x ?), Ingazeira (Luciano Torres x ?), Quixaba (Zé Pretinho x ?), Solidão (Maycon da Farmácia x ?), Itapetim (Anderson Lopes x ?), Tabira (Nicinhha x ?), Santa Terezinha (Delson Lustosa x?). Totalmente indefinidos Flores, Iguaracy, Tuparetama, São José do Egito e Itapetim .
Pula pula
Se a debandada do palanque de Wellington Maciel seguir o atual ritmo, chega no ano que vem só com o vereador Luciano Pacheco. Há quem analise que não está descartado que ele libere a base para apoiar Madalena Britto e anuncie ficar fora da disputa. Assim, pagaria parte da dívida que aliados da ex-prefeita dizem que ele deixou aberta.
Há controvérsias
Por outro lado, há uma análise de que, no momento, LW ainda sonha em recuperar popularidade e disputar a reeleição. Por isso, estaria contando os cargos que pertencem a cada vereador vira casaca, pra realocá-los. João Taxista, que seria o próximo a pular para Madalena, estaria avisado…
Frase da semana:
“Hoje, como no tempo de Herodes, as conspirações do mal, que se opõem à luz divina, movem-se à sombra da hipocrisia e do escondimento”.
Do Papa Francisco, na mensagem Urbi et Orbi, criticando as guerras. “Quantos massacres armados acontecem num silêncio ensurdecedor, ignorados de tantos! O povo, que não quer armas mas pão, que tem dificuldade em acudir às despesas quotidianas, ignora quanto dinheiro público é destinado a armamentos”.
Você precisa fazer login para comentar.