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Com fim da contribuição obrigatória: ministro prevê extinção de mais de 3 mil sindicatos

Por Nill Júnior

Com o início da vigência da nova lei trabalhista neste sábado (11), a contribuição sindical obrigatória, que era cobrada no valor de um dia de salário de cada trabalhador, deixa de existir e, por conta disso, deverão desaparecer mais de três mil sindicatos. A avaliação foi feita pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em entrevista exclusiva ao G1.

Atualmente, segundo o ministro, há cerca de 16,8 mil sindicatos no Brasil, dos quais 5,1 mil são patronais. O restante, cerca de 11,3 mil, representa os trabalhadores.

“Eu acredito que deverá reduzir em 30% dos 11,3 mil sindicatos [dos trabalhadores]”, declarou o ministro. Segundo Nogueira, essa redução vai acontecer porque parte dos sindicatos vai se fundir a outros.

Segundo Ronaldo Nogueira, os sindicatos dos trabalhadores que tendem a desaparecer são aqueles que não realizaram, nos últimos três anos, acordos coletivos, considerados por ele como uma das “razões fundamentais da organização sindical”.

“A grande realidade é que o movimento sindical no Brasil vai ter de olhar para dentro e vai ter de se reconstituir no sentido de voltar a ter representação sindical por categoria. Para que os acordos coletivos de trabalho, que tenham força de lei, possam ser deliberados por um sindicato forte. E que realmente ofereça uma contraprestação ao trabalhador, que vai contribuir com alegria”, declarou.

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Quaest: Marília lidera corrida ao Senado com 16%; Humberto tem 13%

Marília Arraes aparece numericamente à frente na pesquisa estimulada, seguida por Humberto Costa. Como cada eleitor votará em dois candidatos ao Senado, o levantamento combina as menções às duas vagas. Indecisos representam 26% e brancos, nulos ou quem não pretende votar somam 24%. Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25), mostra o cenário da disputa pelas […]

Marília Arraes aparece numericamente à frente na pesquisa estimulada, seguida por Humberto Costa. Como cada eleitor votará em dois candidatos ao Senado, o levantamento combina as menções às duas vagas. Indecisos representam 26% e brancos, nulos ou quem não pretende votar somam 24%.

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25), mostra o cenário da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado. No levantamento estimulado, Marília Arraes (PDT) aparece com 16% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa (PT), com 13%.

Mendonça Filho (PL) registra 9% e Eduardo da Fonte (PP), 6%. Túlio Gadêlha (PSD) aparece com 3%. Pastor Gilvan Costa (Democrata), Carlos Sant’Anna (Novo) e Paulo Rubem Santiago (Rede) têm 1% cada.

Mariano Macedo (PSTU), Mailson Neto (PCO), Gorett Bitu (UP) e Samuel Timoteo (UP) aparecem com 0%.

Os indecisos representam 26%, enquanto 24% disseram que pretendem votar em branco, anular ou não votar.

Como serão eleitos dois senadores por estado em 2026, cada eleitor precisa escolher dois candidatos diferentes. A Quaest perguntou separadamente sobre a primeira e a segunda vagas e reuniu essas respostas no resultado combinado, mantendo o total em 100%.

Primeira vaga

Quando considerada apenas a primeira escolha dos entrevistados, Marília Arraes aparece com 21%, seguida por Humberto Costa, com 15%, e Mendonça Filho, com 12%.

Eduardo da Fonte tem 5%, Túlio Gadêlha, 3%, e Pastor Gilvan Costa e Mariano Macedo aparecem com 1% cada. Os indecisos são 22%, e brancos, nulos ou quem não pretende votar representam 20%.

Segunda vaga

Na escolha para a segunda vaga, Marília Arraes e Humberto Costa aparecem empatados numericamente, com 11% cada.

Mendonça Filho e Eduardo da Fonte registram 6% cada, enquanto Túlio Gadêlha tem 3%. Pastor Gilvan Costa e Carlos Sant’Anna aparecem com 2% cada, e Paulo Rubem Santiago, com 1%.

Nesse cenário, 30% estão indecisos e 28% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não votariam.

Espontânea tem 80% de indecisos

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, 80% dos entrevistados não souberam indicar um nome.

Humberto Costa aparece com 5%, Marília Arraes com 4%, Mendonça Filho com 2%, Eduardo da Fonte com 1% e Túlio Gadêlha com 1%. Outros nomes somam 0%, enquanto 7% afirmaram que votariam em branco, anulariam ou não votariam.

Rejeição

A Quaest também mediu o conhecimento e a rejeição dos candidatos. Marília Arraes apresenta o maior percentual de eleitores que afirmam conhecê-la e não votar nela: 40%. Ao mesmo tempo, outros 40% dizem que a conhecem e votariam na candidata, e 20% não a conhecem.

Mendonça Filho tem rejeição de 38%, seguido por Humberto Costa, com 36%, e Eduardo da Fonte, com 33%. Túlio Gadêlha registra 28%.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e ouviu 1.302 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número PE-07828/2026.

Fonte: G1 Pernambuco

Imagem: Reprodução

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Prefeitos do Pajeú puxam decretos de contenção de gastos em Pernambuco 

Da Coluna do Domingão Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação,  da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas. Dia 1 de setembro,  a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade.  A […]

Da Coluna do Domingão

Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação,  da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas.

Dia 1 de setembro,  a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade.  A alegação, “para enfrentar a redução nas receitas municipais e assegurar a continuidade dos serviços públicos. O documento determina a suspensão e a redução temporária de despesas em diferentes setores da administração”.

Entre as determinações, proibição do uso de veículos oficiais em fins de semana e feriados, exceto em situações de urgência, restrições na concessão de licenças, horas extras, diárias e capacitações, além de cortes no consumo de energia elétrica, combustíveis e materiais de expediente. Também ficam suspensos serviços de horas-máquina e manutenções de poços, e haverá redução nos salários de cargos comissionados, contratados e prestadores de serviço.

No dia seguinte,  o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou um corte linear de 20% nos salários do prefeito, vice-prefeito, secretários, cargos comissionados e contratados pelos próximos quatro meses. A medida, segundo o gestor, foi uma resposta à queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS, além de dificuldades adicionais provocadas por decisões judiciais ligadas ao Fundo de Previdência Municipal (FUNPREJ).

A Justiça determinou que o município aumente em cerca de R$ 300 mil mensais os repasses ao FUNPREJ, após reconhecer que a gestão anterior havia reduzido salários de professores aposentados.

No dia 4, o prefeito Luciano Torres, de Ingazeira,  anunciou por meio do Decreto nº 027/2025, um conjunto de medidas administrativas para reduzir despesas e equilibrar as contas públicas. “A decisão foi motivada pela queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e pela necessidade de assegurar o pagamento em dia da folha de servidores e fornecedores”, disse a municipalidade.

Entre as ações previstas estão a restrição no uso da frota de veículos, a suspensão de novas gratificações, o corte de 10% nos salários de cargos comissionados e contratados temporários (exceto para serviços essenciais) e a redução de 50% nas gratificações já concedidas. Também diminuição de despesas com energia, água, diárias e assessorias contratadas.

E por fim, neste sábado,  o prefeito de Afogados da Ingazeira,  Sandrinho Palmeira, emitiu um decreto buscando conter despesas. Diz que a medida é tomada tendo em vista “a crise provocada nos municípios brasileiros pela queda brutal nos repasses do FPM”. O município também reclama quedas no ICMS estadual.

O decreto vale até 31 de dezembro e prevê suspensão da permissão de novos afastamentos de servidores, novas gratificações para prestação de serviços extraordinários quando não expressamente autorizados, suspensão da cessão de veículos oficiais da frota própria ou decorrente de locações para associações, entidades ou afins, expediente de 8h às 14h, exceto os serviços essenciais, inaugurações sem pompa, redução de despesas com água, energia, combustível e manutenção de frota e suspensão do pagamento de diárias a servidores para participação em eventos externos.

As medidas geram algumas perguntas: Pernambuco terá mais gestores adotando medidas similares? As decisões de aperto do cinto tem justificativa exclusiva na queda dos repasses? Há outros fatores ligados à gestão dos recursos? A AMUPE vai engrossar e apoiar a demanda dos prefeitos?

Uma curiosidade,  dois dos gestores são aliados de Raquel Lyra, dois alinhados com João Campos. A questão quebra a possibilidade de alegar contaminação do ambiente pré-eleitoral.

Outra questão invocada será da legitimidade do movimento. Os prefeitos são eventualmente acusados de “perder a mão gerencialmente”. Faltaria mais controle fiscal dos gastos. Também há a possibilidade ventilada de uma saída para apertar os cintos que os atuais ou antecessores afrouxaram no ano eleitoral. Os decretos evitariam assim jogar ao ventilador o que fora feito de forma descontrolada no passado por antecessores ou pelo ano eleitoral, à exceção de quem quer expor o adversário,  como em São José do Egito.

Os prefeitos envolvidos no “G4 da contenção” negam e dizem que de fato, “agosto foi o mês do desgosto” e que tem como provar. Apertem os cintos: o piloto não sumiu. Mas, decretou: apertem os cintos.

Fama de não atender telefonemas continua irritando aliados de Sebastião Oliveira

Algumas coisas mudaram recentemente na trajetória política do Deputado Estadual e candidato a Federal Sebastião Oliveira (PR), que estará hoje em Betânia. Outras nem tanto… Com a bênção de Inocêncio Oliveira, Sebá é colocado como nomes que tem mandato praticamente garantido. Já tem paletó encomendado. O espólio eleitoral de Inocêncio deve lhe dar uma nova […]

irritado-com-celularAlgumas coisas mudaram recentemente na trajetória política do Deputado Estadual e candidato a Federal Sebastião Oliveira (PR), que estará hoje em Betânia. Outras nem tanto…

Com a bênção de Inocêncio Oliveira, Sebá é colocado como nomes que tem mandato praticamente garantido. Já tem paletó encomendado. O espólio eleitoral de Inocêncio deve lhe dar uma nova morada em 2015, na Capital Federal.

Mas nem tudo mudou. Uma das características mais identificadas no ex-secretário de Transportes manteve-se inalterada: a dificuldade de atender telefone de aliados das cidades onde tem apoio.

Segundo um nome ligado a Sebá em Serra Talhada, é impossível ter um contato com o parlamentar mesmo para tratar de temas ligados à sua campanha. “Imagine quando estiver em Brasília”, reclamou.

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Um político de uma cidadezinha sertaneja tentou falar com Oliveira e ouviu a gravação informando não ser possível atender e pedindo para gravar mensagem. “Atendeu uma moça mandando eu deixar mensagem. Mas eu queria falar com Sebastião”, reclamou sem entender que a Secretária era na verdade uma gravação da operadora.

– Num quis nem sabê. Discuiambei ela, desabafou…

Em São José do Egito, Deputado explica divisão do Fundef

O Deputado Federal Fernando Rodolfo esteve na tarde desse domingo na Câmara de Vereadores de São José do Egito. Falou  sobre os R$ 90 bilhões que foram depositados pelo Governo Federal no Fundef, como resultado de ação judicial das prefeituras. A União devia o montante referente ao período entre 1996 e 2007.  O relatório de […]

Informações e foto de Marcelo Patriota

O Deputado Federal Fernando Rodolfo esteve na tarde desse domingo na Câmara de Vereadores de São José do Egito. Falou  sobre os R$ 90 bilhões que foram depositados pelo Governo Federal no Fundef, como resultado de ação judicial das prefeituras.

A União devia o montante referente ao período entre 1996 e 2007.  O relatório de Rodolfo assegura a possibilidade de rateio com os professores de 60% dos precatórios do governo federal (valores devidos após condenação judicial definitiva) no Fundef.

O TCU havia sustado o repasse em junho de 2018, por liminar, quando muitas prefeituras já tinham efetuado a destinação, o que gerou, segundo Rodolfo, uma “divisão inaceitável” entre professores que receberam e aqueles que tiveram o benefício suspenso. O impasse continua , Em resposta a Mandado de Segurança impetrado pelo deputado, o ministro Luiz Fux (STF), deu prazo ao TCU explique ao Supremo porque se recusou a cumprir Proposta de Fiscalização Financeira (PFC) relatada por Rodolfo.

“Contra tudo e contra todos, vamos ganhar essa luta, que se arrasta há anos. Não tenho dúvida de que o STF, instância máxima do Judiciário, decidirá a nosso favor. Nosso parecer estabelece uma equiparação de direitos, porque não podemos permitir que uma parte dos professores tenha recebido o rateio e outra parte, não”, declarou o deputado.

Segundo o deputado pernambucano, o rateio é um reforço providencial em salários normalmente baixos e uma reivindicação justíssima dos professores. Estavam presentes além do deputado, o presidente da Câmara Rogaciano Jorge, os vereadores Aldo da Clipsi, Albérico Tiago, Ana Maria, Prof. Claudevam , Rona Leite e Beto de Marreco, Vereadores de cidades vizinhas , sindicatos e professores lotaram o auditório da Câmara.

Serra, Afogados e Arcoverde recebem projeto itinerante do MPPE

Ouvir as demandas do Ministério Público de Pernambuco in loco é uma das motivações do projeto Gabinete Itinerante, projeto que começa a funcionar no dia 17 de março. A ideia do procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, é percorrer o Estado, do Litoral ao Sertão, para identificar os problemas por que passam os promotores e […]

Ouvir as demandas do Ministério Público de Pernambuco in loco é uma das motivações do projeto Gabinete Itinerante, projeto que começa a funcionar no dia 17 de março.

A ideia do procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, é percorrer o Estado, do Litoral ao Sertão, para identificar os problemas por que passam os promotores e servidores de 16 municípios pernambucanos, incluindo a Capital.

O início do projeto ocorrerá em Petrolina, no Sertão do São Francisco, e a previsão é que seja encerrado em 13 de junho, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana.

“A itinerância é um dos três pilares do que estamos implantando no MPPE, junto com a virtualidade e a agilidade. Nós vamos até as Circunscrições para saber o que está ocorrendo e o que poderemos fazer para solucionar os problemas”, avalia Francisco Dirceu. “Vamos receber as demandas dos colegas, dando o imediato encaminhamento, além de termos a oportunidade de colher ideias e transmitir informações importantes para a região”, ressaltou o procurador-geral de Justiça.

Estão marcadas ainda para este mês visitas do Gabinete Itinerante a Serra Talhada, no Sertão do Pajeú (dia 22), e Salgueiro, no Sertão Central (dia 23), além de Petrolina, cuja convocação aos promotores foi publicada no Diário Oficial dessa terça-feira (14).

Já em abril, a programação inclui Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú (dia 11), e Arcoverde, no Sertão do Moxotó (dia 12).