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Coligação de Wellington da LW pede reforço policial em Arcoverde

Por Nill Júnior

A Coligação União por Arcoverde que tem Wellington da LW candidato à prefeito e Delegado Israel à vice, esteve na segunda-feira dia 09 de novembro em audiência com o governador do estado Paulo Câmara.

Na ocasião Wellington e a prefeita Madalena Britto solicitaram o reforço do policiamento no município. Alegam que há acirramento “provocado pela Coligação do candidato Zeca que estimula os seus militantes a atitudes beligerantes, tentando criar com factoides estado emocional nas pessoas e passando informações que não condizem com a verdade”.

“Não custa lembrar que na primeira eleição do candidato Zeca, seu cunhado e outras pessoas próximas foram detidas pela polícia militar com pacotes de dinheiro para distribuição com eleitores em escancarada compra de votos”, diz a nota.

“Dessa forma, a Coligação União por Arcoverde entende que a presença reforçada da Polícia Militar e da Polícia Federal a qual à época o candidato Zeca respondeu inquérito e posterior processo judicial, se faz oportuna para coibir tal prática”.

“A Coligação União por Arcoverde está atenta a possíveis medidas que na surdina estão sendo perpetradas e pronta para responder a altura, repondo a verdade dos fatos. Não vão ganhar no tapetão”, conclui.

Outras Notícias

Exposição, recital e pocket show com vida e obra de Manuca Almeida marcam o 14 de Março em Juazeiro, BA

Amigos, companheiros e admiradores do poeta e compositor, Manuca Almeida, poderão conferir a exposição ‘Poesia Viva – Vida e Obra’, que acontecerá de 12 a 16 deste mês, no espaço cultural Quintal do Poeta, na Rua Gilvan Alexandre de Sá, nº 60, no bairro Jardim Vitória, em Juazeiro, BA. O evento apresentará jornais, livros, troféus, […]

Amigos, companheiros e admiradores do poeta e compositor, Manuca Almeida, poderão conferir a exposição ‘Poesia Viva – Vida e Obra’, que acontecerá de 12 a 16 deste mês, no espaço cultural Quintal do Poeta, na Rua Gilvan Alexandre de Sá, nº 60, no bairro Jardim Vitória, em Juazeiro, BA. O evento apresentará jornais, livros, troféus, acessórios, indumentárias, vídeos e CDs do artista que tem mais de 200 músicas gravadas, algumas delas por nomes representativos, a exemplo de Gilberto Gil, Dominguinhos, Arnaldo Antunes, Família Caymmi e Ivete Sangalo.

Além da exposição, duas iniciativas farão parte da programação do evento. Durante os cinco dias, a Loja Poema 63, que funciona no mesmo espaço do Quintal do Poeta, deve comercializar produtos com poesias, como livros, CDs, canetas e camisas. A segunda atração fica por conta do recital e pocket show, que serão realizados no dia 14, às 19h. As apresentações artísticas serão lideradas pelas cantoras Andrezza Santos e Andréa Vitória e o poeta Veinho, mas outros artistas participarão do evento.

É a primeira vez que o Quintal do Poeta realiza um grande evento após o falecimento de Manuca (Emmanuel Gama de Sousa Almeida), em 11 de novembro de 2017. Organizada por Lu Almeida, viúva do artista, a mostra funcionará em horário comercial e será aberta a visitação de alunos e professores de escolas e universidades de Juazeiro e Petrolina (PE). A homenagem tem ainda o apoio da Agrovale, prefeitura do município, ArcelorMittal, Tratorfeira, ZDesign, Vidraçaria Amancio, Cuidare, Central de Adubos e do deputado Roberto Carlos.

Ao comentar as motivações que levaram a Agrovale a apoiar o evento, o diretor vice-presidente da empresa, Denisson Flores, ressaltou a importância do poeta que venceu o Grammy Latino de 2001 (melhor música brasileira) com a composição “Esperando na Janela”, em parceria com Targino Gondim e Raimundinho do Acordeon.

“Manuca é um artista completo, que contribuiu bastante para a cultura do Vale do São Francisco. E a Agrovale entende que faz parte de seu papel social e de compromisso com a cultura local, homenagear uma personalidade tão relevante, que ajudou a apresentar Juazeiro para o mundo”, concluiu.

Prefeitura de Afogados promove ato de combate à violência contra as mulheres

A Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres de Afogados da Ingazeira promoveu, com o apoio de diversas entidades parceiras, um ato público de conscientização para a importância do combate à violência contra as mulheres. O objetivo principal da campanha foi o de chamar a atenção da população para esse grave problema que tem afetado […]

A Coordenadoria Municipal de Políticas para as Mulheres de Afogados da Ingazeira promoveu, com o apoio de diversas entidades parceiras, um ato público de conscientização para a importância do combate à violência contra as mulheres.

O objetivo principal da campanha foi o de chamar a atenção da população para esse grave problema que tem afetado a vida de tantas mulheres no Brasil. “O enfrentamento à violência é uma das nossas ações. Qualquer tipo de violência que seja cometida contra a mulher é crime e precisa ser denunciado. As mulheres precisam saber que não estão sozinhas nessa luta e conhecer quais os mecanismos de denúncia e proteção,” destacou a Coordenadora Municipal da Mulher de Afogados, Risolene Lima.

Realizada em parceria com a Secretaria Estadual da mulher, a campanha “Basta de Violência Contra a Mulher” teve a culminância de suas atividades nesse final de semana, na Praça de Alimentação. O ato contou com as presenças da Secretária Municipal de Assistência Social, Joana Darc, e mulheres representando instituições como a FETAPE, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Diaconia, Fórum de mulheres do Pajeú e Secretaria da Mulher do Governo de Pernambuco.

Em Afogados da Ingazeira, a Coordenadoria da Mulher divulga a porta de entrada para as denúncias de violência e abusos. Mulheres que se encontrem nessa situação podem denunciar através do telefone da ouvidoria municipal: 0800 081 4040. “A ligação é gratuita. As atendentes estão orientadas a encaminhar rapidamente a denúncia para os órgãos responsáveis que integram a rede de proteção, que conta com o apoio da Secretaria de Assistência Social, com uma equipe multidisciplinar para acompanhamento da mulher em situação de violência, com assistente social, psicólogo além do apoio jurídico,” finalizou Risolene. O outro número da ouvidoria, que também funciona com whatsapp, é 99978.1666.

Outro telefone importante, também de ligação gratuita, é o número 180, canal nacional de denúncia de casos de violência contra a mulher. Maiores orientações, as mulheres podem procurar a equipe da coordenadoria da mulher, na sede da secretaria municipal de assistência social, na Rua Senador Paulo Guerra, prédio do antigo fórum.

Lucas Ramos participa de reunião do Comitê do São Francisco

A saúde do “Rio da Integração Nacional” será o centro das atenções nesta quarta-feira (11), durante reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco que será realizada no município baiano de Rodelas. Membros da Câmara Consultiva Submédio do São Francisco, organizações sociais, instituições públicas e a população em geral vão debater os programas […]

09-02-lucas-ramos-rs-1-de-2-300x200A saúde do “Rio da Integração Nacional” será o centro das atenções nesta quarta-feira (11), durante reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco que será realizada no município baiano de Rodelas. Membros da Câmara Consultiva Submédio do São Francisco, organizações sociais, instituições públicas e a população em geral vão debater os programas e estratégias para melhor uso dos recursos oferecidos pelo rio que é considerado uma dádiva para o sertão.

O deputado estadual Lucas Ramos (PSB), vice-líder da bancada governista na Assembleia Legislativa de Pernambuco, estará no encontro para debater temas como abastecimento de água e geração de energia. O parlamentar afirma que a recente decisão da CHESF pela redução da vazão da Barragem de Sobradinho (de 900 para 800m³ por segundo) foi a medida emergencial necessária tomada para não prejudicar o fornecimento de energia e manter o abastecimento de água de quase 100 mil famílias de Pernambuco e da Bahia.

“O Rio São Francisco nos dá sinais de que a geração de energia por meio de hidrelétrica está ultrapassada. O Governo de Pernambuco percebe isso e investe em alternativas mais limpas e sustentáveis, como a energia eólica e a solar, priorizando a água para consumo humano”, destaca Lucas Ramos.

A reunião do comitê também discutirá os planos municipais de recursos hídricos e o andamento dos projetos hidroambientais voltados para a região do Submédio do São Francisco. O evento será realizado no auditório da Secretaria de Ação Social (antigo fórum) de Rodelas.

População não para de chegar à fila do velório de Eduardo

Com pelo menos 1,5km de fila lenta pela frente, a ambulante Luciene Gomes Pereira, 49 anos, entrou na fila para ver o caixão onde estão os restos mortais do ex-governador Eduardo Campos. Eram quase 13h deste domigno (17/08), faziam 28 graus, mas ela afirmou que valia a pena. “Ele tratava todo mundo igual, rico ou […]

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Com pelo menos 1,5km de fila lenta pela frente, a ambulante Luciene Gomes Pereira, 49 anos, entrou na fila para ver o caixão onde estão os restos mortais do ex-governador Eduardo Campos. Eram quase 13h deste domigno (17/08), faziam 28 graus, mas ela afirmou que valia a pena.

“Ele tratava todo mundo igual, rico ou pobre”, afirma a mulher, que logo ganhou apoio dos companheiros da fila. “Ele era muito carismático”, comentou ainda a mulher, que saiu de casa pela manhã, em Jaboatão dos Guararapes (área sul da Região Metropolitana do Recife), foi deixar a mãe em Olinda (área norte da RMR) e seguiu para o centro. Sempre de ônibus.

Em menos de 10 minutos, tempo que durou a entrevista com a Luciene, mais de 20 pessoas entraram na fila, que se estende da Rua da Aurora, próximo à esquina com a Avenida Mário Melo, até o Palácio Campo das Princesas, onde está sendo feito o velório.

Fim da escala 6×1: veja como votaram os deputados de Pernambuco

Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC que põe fim à escala 6×1 foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra Do Diario de Pernambuco e Agência Câmara O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira (27), em […]

Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC que põe fim à escala 6×1 foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra

Do Diario de Pernambuco e Agência Câmara

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de quarta-feira (27), em primeiro e segundo turnos, a Proposta de Emenda à Constituição que põe fim à escala de trabalho 6×1.

Na primeira votação, o placar foi por 472 votos favoráveis e 22 contra. Já na segunda votação, a PEC foi aprovada com 461 votos a favor e 19 contra.

No primeiro turno, todos os deputados federais de Pernambuco a favor da proposta, que estabelece jornada de trabalho de 40 horas semanais em cinco dias com dois de descanso.

Mais tarde, na segunda votação, o deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE) estava ausente. Os demais integrantes da bancada pernambucana mantiveram votos favoráveis à PEC.

Confira a lista completa:

Primeiro turno

Votos favoráveis:

André Ferreira (PL-PE)

Augusto Coutinho (Republicanos-PE)

Carlos Veras (PT-PE)

Clarissa Tércio (PP-PE)

Clodoaldo Magalhães (PV-PE)

Coronel Meira (PL-PE)

Eduardo da Fonte (PP-PE)

Eriberto Medeiros (PSB-PE)

Felipe Carreras (PSB-PE)

Fernando Coelho (União-PE)

Fernando Monteiro (PSD-PE)

Fernando Rodolfo (PRD-PE)

Guilherme Uchoa (PSD-PE)

Iza Arruda (MDB-PE)

Lucas Ramos (PSB-PE)

Luciano Bivar (MDB-PE)

Lula da Fonte (PP-PE)

Maria Arraes (PSB-PE)

Mendonça Filho (PL-PE)

Pastor Eurico (PSDB-PE)

Pedro Campos (PSB-PE)

Renildo Calheiros (PCdoB-PE)

Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)

Túlio Gadêlha (PSD-PE)

Waldemar Oliveira (Avante-PE)

Segundo turno

Votos favoráveis:

André Ferreira (PL-PE)

Augusto Coutinho (Republicanos-PE)

Carlos Veras (PT-PE)

Clarissa Tércio (PP-PE)

Clodoaldo Magalhães (PV-PE)

Coronel Meira (PL-PE)

Eduardo da Fonte (PP-PE)

Felipe Carreras (PSB-PE)

Fernando Coelho (União-PE)

Fernando Monteiro (PSD-PE)

Fernando Rodolfo (PRD-PE)

Guilherme Uchoa (PSD-PE)

Iza Arruda (MDB-PE)

Lucas Ramos (PSB-PE)

Luciano Bivar (MDB-PE)

Lula da Fonte (PP-PE)

Maria Arraes (PSB-PE)

Mendonça Filho (PL-PE)

Pastor Eurico (PSDB-PE)

Pedro Campos (PSB-PE)

Renildo Calheiros (PCdoB-PE)

Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)

Túlio Gadêlha (PSD-PE)

Waldemar Oliveira (Avante-PE)

Ausência:

Eriberto Medeiros (PSB-PE)

O projeto

O texto que irá ao Senado é um substitutivo do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) para a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que previa jornada de 36 horas, e para a PEC 8/25, da deputada Érika Hilton (Psol-SP), de igual jornada em quatro dias.

Segundo o texto, a redução da carga horária semanal será sem redução de salários e haverá uma transição para chegar às 40 horas.

Depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional, já valerão os dois dias de descanso remunerado por semana, um dos quais preferencialmente aos domingos.

Também a partir desse prazo o trabalhador registrado na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) contará com carga horária semanal de 42 horas.

Em um ano depois do fim desses dois meses, portanto 14 meses depois da promulgação, a jornada será de 40 horas por semana.

Durante esse prazo de um ano, convenção ou acordo coletivo de trabalho poderão ampliar a duração diária do trabalho normal (além de 8 horas diárias) para viabilizar a transição de 42 horas, respeitado o repouso remunerado de dois dias.

Piso salarial

A PEC garante que as 8 horas diárias e 40 horas semanais com dois dias de descanso serão aplicadas aos contratos de trabalho em vigor sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie. A manutenção do salário será aplicada inclusive aos pisos salariais.

No entanto, há exceções previstas na própria PEC, como para portadores de diploma de curso superior que ganhem acima de 2,5 vezes o teto da Previdência (equivalente hoje a R$ 21.188,87) e para trabalhadores terceirizados em contratos de mão de obra com a administração pública.

Regimes diferenciados

Apesar de a PEC garantir parâmetros mínimos (40 horas e dois dias de descanso), ela permite que leis ordinárias estabeleçam condições e hipóteses de regimes diferenciados, respeitados esses limites e a possibilidade de turnos ininterruptos de revezamento de seis horas.

Para esses casos, como da escala 12×36 e atividades essenciais de saúde, segurança, transporte e limpeza urbana e outros, convenções ou acordos coletivos de trabalho poderão, excepcionalmente, prever um regime de compensação a fim de assegurar, na média, dois dias de repouso semanal remunerado dentro do mês-calendário.

Assim, os dias de folga semanal poderiam ser acumulados para serem tirados em outro período no mês, garantido que pelo menos um dos dias seja após uma semana de trabalho.

Menos horas

A mudança não implicará redução proporcional das jornadas de trabalho já fixadas em patamar igual ou inferior a 40 horas semanais, cujos trabalhadores contarão também com os dois dias de descanso remunerado semanal.

Outro ponto que começa a valer depois de dois meses da publicação da futura emenda constitucional é a perda de validade de cláusulas de convenções e acordos coletivos sobre duração do trabalho e repouso semanal remunerado incompatíveis com o novo patamar.

Microempreendedor

Fruto das negociações em torno do texto, o deputado Leo Prates incorporou dispositivo para remeter a uma lei complementar a definição de regras transitórias para diminuir o impacto da mudança em microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

Embora não esteja no texto, a ideia é que os MEIs possam contratar dois em vez de um empregado como é permitido hoje. O governo também aceitou reajustar os valores de enquadramento de MEIs, micro e pequenas empresas no Simples Nacional.

A PEC diz que essas medidas serão condicionadas à manutenção de níveis de emprego.

Sem limite

Sob o argumento de que irá desestimular a “pejotização” (contratação de trabalhador como pessoa jurídica), Prates propõe que as regras constitucionais de duração do trabalho (40h semanais e 8h diárias) e as de controle de jornada não sejam aplicadas ao empregado portador de diploma de nível superior que receba acima de 2,5 vezes o teto da Previdência, que daria hoje o equivalente a R$ 21.188,87 (R$ 8.475,55 de teto).

A exceção seria por liberalidade do empregador (se ele quiser) ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

O repouso remunerado de dois dias por semana deve ser cumprido e a nova norma não será aplicada a empregados públicos da administração direta e indireta de quaisquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. A Justiça do Trabalho deverá processar e julgar as ações relativas a essa regra.

Como essa regra entra em vigor imediatamente depois da publicação da emenda constitucional, os contratos em vigor deveriam ser adaptados, podendo implicar jornadas de trabalho superiores a 44 horas semanais se não existir acordo coletivo ou convenção para determinada carreira.

Terceirização

A fim de evitar impacto imediato nos contratos vigentes de trabalho terceirizado na administração direta e indireta dos entes federativos, o texto condiciona a mudança para 42 horas e depois para 40 horas, conforme a transição, ao aditamento do contrato entre a empresa fornecedora da mão de obra e a administração. Isso manteria o equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

O aditamento deve ocorrer em um ano após a publicação da futura emenda e envolve contratos regidos pela legislação de licitações e contratos administrativos (pessoal de segurança e limpeza, p. ex.), de concessões e permissões de serviços e obras públicas (administradoras de aeroportos ou concessionárias de rodovias, p. ex.), de parcerias público-privadas e de outros instrumentos de colaboração com a iniciativa privada (organizações sociais, p. ex.).

Para todos esses trabalhadores será assegurada igualmente a não redução de salários e, caso o aditamento do contrato não saia no prazo previsto, as reduções da jornada semanal para 42h e 40h valerão independentemente disso.

Se a mudança contratual for realizada no tempo determinado, a nova jornada valerá a partir da data de sua formalização.

Assim, os contratos que venham a ser reformulados nos dois meses iniciais de publicação da futura emenda deverão prever a redução para 42 horas prevista na transição e o repouso remunerado de dois dias semanais.