Notícias

Coligação de Nelly Sampaio diz que não pode se responsabilizar por atos de militância

Por Nill Júnior

Caro Nill Jr,

A respeito da nota veiculada no seu blog sobre a decisão judicial referente a representação eleitoral de número 0600146-58.2020.6.17.0050 e 0600142-21.2020.6.17.0050 – cumpre esclarecer que:

1. A coligação Por Uma Nova Tabira tem profundo respeito pela orientações judiciais e todo regramento que nos orienta – essa respeito não é apenas de discurso – é visível em nossas práticas, como por exemplo na realização de nossa convenção, no último 07 de Setembro, respeitando as regras eleitorais e sanitárias. A postura é de conformidade que escolhemos adotar na campanha, pois entendemos que a campanha é o grande reflexo do que será um eventual governo, e o nosso comportamento traduz esse sentimento. Só realizamos nossos atos comunicando a justiça eleitoral e respeitando os direcionamentos em nossas propagandas, etc.

2. Vamos cumprir qualquer decisão judicial, bem como recorrer do que acharmos no direito. Entretanto, as ações questionadas nas representações citadas são atos de militância – não tendo a coligação nem a coordenação de campanha NENHUMA RESPONSABILIDADE sobre. A nós, caberá sempre cumprir as decisões e orientar a nossa militância. As camisas usadas pela militância foram encomendadas sem a nossa ciência, uma manifestação espontânea e que sumariamente recebeu a nossa orientação contrária. Não compactuamos de nenhuma violação a legislação.

A coligação que acumula condenações e impugnações e a que representa a continuidade de um governo reprovado nas urnas e nos tribunais não é a nossa. Somos a alternativa FICHA LIMPA para fazer Tabira nova de verdade.

Nelly Sampaio
Maria Helena

Outras Notícias

Prefeitura de Ingazeira decreta luto oficial de três dias pela morte do advogado Roberto Morais

A Prefeitura de Ingazeira decretou luto oficial de três dias em todo o município em razão do falecimento do advogado ingazeirense Roberto de Freitas Morais. A medida foi formalizada por meio do Decreto nº 026/2026, assinado pelo prefeito municipal Luciano Torres. No documento, a gestão destaca a trajetória de vida do homem do direito, ressaltando […]

A Prefeitura de Ingazeira decretou luto oficial de três dias em todo o município em razão do falecimento do advogado ingazeirense Roberto de Freitas Morais.

A medida foi formalizada por meio do Decreto nº 026/2026, assinado pelo prefeito municipal Luciano Torres. No documento, a gestão destaca a trajetória de vida do homem do direito, ressaltando seu profissionalismo, retidão e o legado deixado ao povo ingazeirense.

Segundo o decreto, o luto oficial é uma forma de expressar o profundo pesar da administração municipal e da população pela perda do advogado, considerado uma referência no município.

O texto também enfatiza o carinho e a dedicação de Dr. Roberto de Freitas Morais ao longo de sua atuação, reconhecendo sua contribuição para a comunidade de Ingazeira.

Durante o período de luto oficial, as bandeiras deverão permanecer hasteadas a meio mastro nos prédios públicos municipais, conforme os protocolos adotados em situações de homenagem póstuma.

Após enfrentar complicações decorrentes de uma isquemia medular, ele acabou falecendo no Hospital da Unimed.

Ele estava com problemas na bexiga e no pulmão e não resistiu aos procedimentos médicos.

Roberto teve destacada atuação na área jurídica e chegou a integrar o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) como desembargador pelo quinto constitucional destinado à advocacia. Ele era irmão do desembargador Bartolomeu Morais.

Há um mês, foi homenageado no I Congresso do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, “reconhecimento à sua marcante trajetória no Direito Eleitoral pernambucano, como grande advogado eleitoralista, ex-Desembargador do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco e membro fundador do IDEPPE, instituição da qual é referência histórica e verdadeiro decano”.

Ao longo de décadas de atuação, Dr. Roberto Morais construiu uma história pautada pela integridade, pela firmeza de princípios, pela lealdade à advocacia e pelo compromisso com a democracia e com as instituições. Sertanejo de origem e de essência, sempre honrou suas raízes com simplicidade, grandeza humana e espírito público, tornando-se figura admirada e respeitada por toda a comunidade jurídica pernambucana.

Queiroga defende Copa América e diz que não é censor do presidente

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na CPI da Pandemia nesta terça-feira (8) que a Copa América não representa riscos adicionais à população e que, do ponto de vista epidemiológico, não há justificativa para o torneio não se realizado no Brasil, posicionamento que recebeu críticas de senadores. A competição começa […]

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na CPI da Pandemia nesta terça-feira (8) que a Copa América não representa riscos adicionais à população e que, do ponto de vista epidemiológico, não há justificativa para o torneio não se realizado no Brasil, posicionamento que recebeu críticas de senadores. A competição começa neste domingo (13).

— Eu não vejo do ponto de vista epidemiológico uma justificativa que fundamente a não ocorrência do evento — afirmou o ministro.

Queiroga reforçou que não cabe ao ministério decidir sobre a realização do evento, que é privado, e afirmou que os protocolos apresentados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) são seguros.

— Dar ou não aval à Copa América no Brasil não é função do Ministério da Saúde. Presidente me pediu que avaliasse os protocolos. Avaliamos os protocolos da CBF e da Conmebol. Eles estão de acordo. Autoridades dos estados aceitaram — disse em resposta ao relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

O ministro disse que outros eventos esportivos estão ocorrendo no Brasil e que é exigido de todos que entram no país teste RT-PCR. E apontou que a Copa América é um evento “pequeno”, diferente de uma “olimpíada”.

— A prática de esportes e jogos é liberada no Brasil. O Campeonato Brasileiro de futebol aconteceu com mais cem partidas em um ambiente controlado, sem público nos estádios. Não existe provas de que essa prática aumenta o nível de contaminação — apontou.

O senador Humberto Costa (PT-PE) disse que não é possível equiparar a Copa América a outras competições e que, além de atletas, virão milhares de funcionários das comissões técnicas e jornalistas. Ele classificou como um ” equívoco” dizer que o ministério não pode interferir por se tratar de um evento privado e afirmou que cabe à principal autoridade sanitária do país vetar ou aprovar o evento em um momento de pandemia.

— É correr risco sanitário desnecessário. Vem gente de fora que pode trazer outras cepas. O Ministério da Saúde não teve o poder de aprovar ou vetar — criticou.

Bolsonaro

Após o ministro afirmar que defende medidas não farmacológicas como distanciamento social e uso de máscaras para evitar a disseminação do novo coronavírus, senadores questionaram a postura de Queiroga ante o presidente Jair Bolsonaro, que critica essas medidas e promove aglomerações. Sobre os protocolos sanitários, o titular da Saúde defendeu o cumprimento por todos os brasileiros, mas afirmou que seguir as recomendações é uma decisão particular do chefe do Executivo.

— Eu sou um ministro da Saúde. Eu não sou censor do presidente da República. Faço parte de um governo. Presidente da República não é julgado pelo ministro da Saúde — disse.

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que é “constrangedor” o ministro orientar a população a ser cuidadosa e o presidente da República não seguir as recomendações do Ministério da Saúde.

— Como fazer política dentro do Ministério da Saúde se a principal personalidade do Brasil não lhe ouve ? — questionou Omar.

Em resposta, o ministro reforçou que tem feito a sua parte e defendido medidas não farmacológicas.

Lockdown

Ainda sobre medidas não farmacológicas, o ministro defendeu o fechamento de atividades em cidades a depender da situação da propagação do vírus, mas que sua principal preocupação é ampliar a vacinação e imunizar toda população com 18 anos ou mais até o final do ano. Também disse que o governo se prepara para uma campanha de vacinação contra covid-19 em 2022.

Questionado por Renan Calheiros sobre a ação apresentada pela Advocacia-Geral da União (AGU) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir que sejam declaradas inconstitucionais medidas de governadores e prefeitos por lockdown e toques de recolher em razão da pandemia da covid-19, Queiroga apontou que não foi consultado sobre a ADI. A medida é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Tratamento precoce”

Com relação ao chamado “tratamento precoce” com o uso de medicamentos contra covid-19 sem comprovação científica, Marcelo Queiroga reforçou que essas discussões “nada contribuem para pôr fim ao caráter pandêmico dessa doença”.

É a segunda vez que Queiroga compareceu à CPI para prestar depoimento. Ele retornou após a primeira oitiva, em 6 de maio, ter sido avaliada por senadores como “contraditória” e após o anúncio de que o Brasil seria a sede da Copa América.

Fonte: Agência Senado

“Não estamos aqui para esquentar cadeira para quem acha que é dono do poder”, dispara Raquel

Na noite desta segunda-feira (10), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, oficializou sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) durante evento no Recife Expo Center. Em discurso contundente, Raquel ressaltou sua trajetória política, os avanços conquistados em seu governo e reforçou o compromisso de transformar o estado com políticas públicas voltadas para os mais vulneráveis. […]

Na noite desta segunda-feira (10), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, oficializou sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) durante evento no Recife Expo Center.

Em discurso contundente, Raquel ressaltou sua trajetória política, os avanços conquistados em seu governo e reforçou o compromisso de transformar o estado com políticas públicas voltadas para os mais vulneráveis.

“A caminhada até aqui não foi fácil. Quem luta a luta do povo, quem busca combater desigualdades e superar a pobreza, sabe o quanto é desafiador. Mas também sabe o quanto é gratificante ver o resultado desse trabalho chegando na vida daqueles que mais precisam”, afirmou a governadora.

Avanços sociais e econômicos

Raquel Lyra destacou que Pernambuco deixou de ser campeão no desemprego e hoje é o segundo estado do Nordeste que mais gera empregos com carteira assinada. Além disso, o governo estadual alcançou a marca de mais de 10,5 milhões de refeições servidas nas cozinhas comunitárias e ampliou o auxílio para 100 mil mulheres em situação de vulnerabilidade.

“Estamos entregando habitação de qualidade, fazendo regularização fundiária e levando comida para a mesa dos pernambucanos. Já avançamos 10 posições no ranking de distribuição de renda e ainda estamos na metade do nosso governo. Alguém tem dúvida de que nosso trabalho está apenas começando?”, questionou Raquel.

Compromisso com a transparência

A governadora reafirmou seu compromisso com a transparência e o combate à corrupção. “Fazer o dinheiro público chegar a quem mais precisa, zelar pelos recursos do estado e não admitir corrupção no nosso governo. Essa é a nossa missão”, declarou.

Nova fase no PSD

A filiação de Raquel Lyra ao PSD reforça o protagonismo do partido em Pernambuco e amplia a aliança com lideranças nacionais e locais. A governadora agradeceu ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e ao ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, pela recepção calorosa.

“Chego ao PSD para somar, aprender e construir uma visão de superação da pobreza e desenvolvimento para o Nordeste e para o Brasil. Vamos construir pontes, unir Pernambuco e recolocar nosso estado na liderança do Nordeste brasileiro”, afirmou Raquel.

Convocação para o futuro

Encerrando seu discurso, Raquel Lyra fez uma convocação aos pernambucanos: “A mudança que chegou a Pernambuco é para valer. Não estamos aqui para esquentar cadeira para quem acha que é dono do poder. Estamos construindo um projeto verdadeiro de mudança. Quem confia no nosso trabalho, vem com a gente, vem para o futuro que está só começando!”

Em Israel, Bolsonaro publica foto com arma e critica leis de desarmamento

G1 Em viagem oficial a Israel, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta segunda-feira (1º) em uma rede social uma fotografia na qual está empunhando um fuzil. No post, ele defendeu a “liberdade” de os cidadãos se armarem e criticou leis de desarmamento. Capitão reformado do Exército, o presidente afirmou na internet que “o que torna […]

G1

Em viagem oficial a Israel, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta segunda-feira (1º) em uma rede social uma fotografia na qual está empunhando um fuzil. No post, ele defendeu a “liberdade” de os cidadãos se armarem e criticou leis de desarmamento.

Capitão reformado do Exército, o presidente afirmou na internet que “o que torna uma arma nociva depende 100% das intenções de quem a possui”.

Desde que era deputado federal, Bolsonaro é um crítico do Estatuto do Desarmamento, que, segundo ele, impõe regras muito rígidas para a posse de arma. Durante sua carreira parlamentar, ele defendeu reformular a legislação a fim de facilitar o uso de armas pelos cidadãos.

“Defendo a liberdade, com critérios, para cidadãos que querem se proteger e proteger suas famílias. Leis de desarmamento só funcionam contra aqueles que respeitam as leis; quem quer cometer crimes já não se preocupa com isso”, escreveu Bolsonaro na rede social.

O G1 questionou à assessoria da Presidência se a imagem em que Bolsonaro está fazendo mira com um fuzil foi feita nesta segunda-feira em Israel, mas a Secretaria de Comunicação disse que o Palácio do Planalto “não comenta”.

A roupa que o presidente está usando na fotografia em que está empunhando o armamento, terno azul escuro, camisa branca e gravata azul, é a mesma que ele vestiu nas agendas públicas desta segunda-feira em Jerusalém. Bolsonaro desembarcou neste domingo em Israel para uma visita de quatro dias ao país do Oriente Médio.

Nesta segunda-feira, o presidente condecorou militares israelenses que atuaram na operação de resgate das vítimas da tragédia de Brumadinho e visitou, na companhia do premiê israelense Benjamin Netanyahu o Muro das Lamentações, local sagrado para os judeus que é um ponto de peregrinação em Jerusalém.

Odebrecht pagou US$ 3,39 bi em caixa 2 entre 2006 e 2014, diz delator ao TSE

Estadão O ex-executivo da Odebrecht Hilberto Mascarenhas afirmou em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin que o Departamento de Obras Estruturadas da empreiteira, conhecido como “departamento da propina”, desembolsou cerca de U$ 3,39 bilhões em caixa 2 entre 2006 e 2014. O depoimento, prestado nesta segunda-feira, 6, na sede do TSE, ocorreu […]

Estadão

O ex-executivo da Odebrecht Hilberto Mascarenhas afirmou em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin que o Departamento de Obras Estruturadas da empreiteira, conhecido como “departamento da propina”, desembolsou cerca de U$ 3,39 bilhões em caixa 2 entre 2006 e 2014. O depoimento, prestado nesta segunda-feira, 6, na sede do TSE, ocorreu no âmbito da ação que investiga abuso de poder político e econômico na campanha presidencial de 2014 e pode gerar a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer.

O departamento da Odebrecht chamado por Mascarenhas de “trepa moloque”, uma referência ao fato de que, por ele, só passava recursos ilegais, era responsável não apenas por repasses de recursos ilícitos para campanhas eleitorais como pagamentos de resgates de funcionários da empreiteira sequestrados em países atingidos por conflitos armados ou grande violência urbana.

No depoimento, o ex-executivo detalhou os pagamentos com recursos ilegais da empresa. Na planilha apresentada, segundo relatos, constava as seguintes quantias: em 2006 – U$ 60 milhões; 2007 – U$ 80 milhões; 2008 – U$ 120 milhões; 2009 – U$ 260 milhões; 2010 – U$ 420 milhões; 2011 – U$ 520 milhões; 2012 – U$ 730 milhões; 2013 – U$ 750 milhões e 2014 – U$ 450 milhões.

Os pagamentos eram feitos em hotéis onde ficavam hospedados os intermediários.

Segundo Mascarenhas, com a avanço das investigações da Operação Lava Jato, o setor de propina teve que migrar para a República Dominicana. A cota em que era armazenado os recursos ficaria fora do País e quando era necessário fazer algum pagamento, sempre era em espécie. De acordo com ele, em razão de as regras serem mais rígidas nos Estados Unidos, as transações em solo norte-americano eram evitadas.

Ao falar sobre a operacionalização do setor, Mascarenhas detalhou as tratativas realizadas com o maqueteiro de campanha presidencial do PT em 2014, João Santana, e com sua mulher Mônica Moura. Segundo ele, Mônica só aparecia em períodos próximos às eleições. Ela estaria entre os cinco maiores recebedores de pagamentos do setor. Segundo ele, apenas em 2014 pagou U$ 16 milhões para Santana.

O ex-executivo não soube detalhar, contudo, as datas dos pagamentos ao casal, mas afirmou que tem um servidor na Suíça em que estão listados todos os repasses. Do total, 60% dos recursos teriam sidos passados no Brasil e o restante no exterior. Todos os pagamentos feitos eram em real, mas calculados com base no dólar, que era o valor acertado.

No depoimento, Mascarenhas disse ainda que sabia que o pagamento para Santana era feito em razão de ele estar fazendo a campanha “dela”. Questionado na audiência quem era “ela”, o ex-executivo respondeu que “com certeza era a presidente Dilma Rousseff” porque todo mundo sabia para quem Santana estava trabalhando.

Mascarenhas também lembrou que a relação com Santana não se restringiu à campanha no Brasil. Questionado pelo advogado da chapa de Dilma, respondeu que pagou ao marqueteiro e a Mônica pelas campanhas de El Salvador, Angola, Venezuela, Republica Dominicana e Panamá.

Planilhas. O ex-executivo também disse que a relação com integrantes do primeiro escalão do governo era feita por Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa que leva o seu nome. Ao dar mais detalhes sobre as planilhas de repasses de recursos para o PT, Mascarenhas afirmou que a que levava o nome ‘Italiano’ era uma referencia ao ex-ministro da Casa Civil Antônio Palocci e que o ‘Pós-Itália’, era uma menção ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Segundo ele, a conta-corrente “italiano” continham pagamentos realizados mesmo após a saída de Palocci das negociações e do governo. A alegação apresentada por Mascarenhas foi a de que uma vez que a conta foi criada pelo ex-ministro, ele poderia movimentar os valores até ele se esgotarem.

PMDB. No depoimento, Mascarenhas afirmou que na negociação em torno do PMDB não surgiu o nome do presidente Michel Temer, mas que sabia das tratativas de Marcelo Odebrecht em relação aos repasses de R$ 6 milhões, em caixa 2, para a campanha de Paulo Skaf (PMDB) para o governo de São Paulo, em 2014. A informação do desembolso ao peemedebista chegou a ele por meio do marqueteiro da campanha de Skaf, Duda Mendonça, que teria ligado para combinar o pagamento. Marcelo Odebrecht também teria falado sobre a doação com Hilberto.