Coligação de Nelly Sampaio diz que não pode se responsabilizar por atos de militância
Por Nill Júnior
Caro Nill Jr,
A respeito da nota veiculada no seu blog sobre a decisão judicial referente a representação eleitoral de número 0600146-58.2020.6.17.0050 e 0600142-21.2020.6.17.0050 – cumpre esclarecer que:
1. A coligação Por Uma Nova Tabira tem profundo respeito pela orientações judiciais e todo regramento que nos orienta – essa respeito não é apenas de discurso – é visível em nossas práticas, como por exemplo na realização de nossa convenção, no último 07 de Setembro, respeitando as regras eleitorais e sanitárias. A postura é de conformidade que escolhemos adotar na campanha, pois entendemos que a campanha é o grande reflexo do que será um eventual governo, e o nosso comportamento traduz esse sentimento. Só realizamos nossos atos comunicando a justiça eleitoral e respeitando os direcionamentos em nossas propagandas, etc.
2. Vamos cumprir qualquer decisão judicial, bem como recorrer do que acharmos no direito. Entretanto, as ações questionadas nas representações citadas são atos de militância – não tendo a coligação nem a coordenação de campanha NENHUMA RESPONSABILIDADE sobre. A nós, caberá sempre cumprir as decisões e orientar a nossa militância. As camisas usadas pela militância foram encomendadas sem a nossa ciência, uma manifestação espontânea e que sumariamente recebeu a nossa orientação contrária. Não compactuamos de nenhuma violação a legislação.
A coligação que acumula condenações e impugnações e a que representa a continuidade de um governo reprovado nas urnas e nos tribunais não é a nossa. Somos a alternativa FICHA LIMPA para fazer Tabira nova de verdade.
A pesquisa Datafolha divulgada esta semana trouxe a sinalização de relativa estabilidade na vantagem entre João Campos e Raquel Lyra, na casa dos 12 pontos percentuais. E mais uma vez, evidenciou os desafios da governadora e do ex-prefeito do Recife. Em uma polêmica recente, o presidente da Emlurb, Daniel Saboya, cometeu a idiotice de atacar […]
A pesquisa Datafolha divulgada esta semana trouxe a sinalização de relativa estabilidade na vantagem entre João Campos e Raquel Lyra, na casa dos 12 pontos percentuais.
E mais uma vez, evidenciou os desafios da governadora e do ex-prefeito do Recife.
Em uma polêmica recente, o presidente da Emlurb, Daniel Saboya, cometeu a idiotice de atacar o jornalista Igor Maciel por um comentário na Rádio Jornal em que criticava o vídeo de lançamento da campanha de João Campos, por invocar muito Arraes e Eduardo, e não sua gestão no Recife.
Ato infantil de Saboya à parte, respeitosamente estou entre os que discordam da posição de Igor, certamente balizada a partir de sua realidade metropolitana.
Minha leitura é a de que “invocar feitos no Recife” agora não tem impacto no principal objetivo de Campos: evitar que Raquel descole muito no interior, um de seus desafios. Daí o apelo emocional do “filho da esperança”, invocando a força histórica de Arraes e Eduardo nessas cidades. Basta ver a movimentação de João pelo interior e como ele é interpelado por eleitores do pai e do bisavô. Se já tem boa adesão no perfil jovem e lidera na Região Metropolitana, o foco é buscar o voto emocional, afetivo, onde precisa crescer.
Já a governadora Raquel Lyra busca o caminho inverso. Ela tem a maioria dos prefeitos, agregou os Bezerra Coelho, tem buscado intensificar a agenda de entregas e com isso, diminuir a diferença na Região Metropolitana, onde há maior densidade eleitoral e ela tem que, na pior das hipóteses, perder de pouco. Daí porque têm mirado ações na Região, como o Arco Metropolitano, a chegada dos “laranjinhas”, e uma versão do Pernambuco Meu País só para cidades da região, para dar alguns exemplos.
No interior, quer garantir e manter a vantagem sobre João.
Raquel ainda conta com a força da máquina e deve, segundo aliados, herdar os votos de Eduardo Moura. Eles projetam que esse fator já deve ser verificado na próxima pesquisa, podendo até reduzir a um dígito, na casa dos 8% a 9% a diferença. Para isso, o trabalho de convencimento é importante. O eleitor mais à direita de Moura precisa se sentir representado por Raquel para não ir aos brancos e nulos.
Há uma complexidade na geopolítica do Estado que tem virado o juizo do staff político, marqueteiros e aliados de um e da outra. Isso porque um erro estratégico pode determinar a eleição em primeiro turno, dada a polarização entre eles. Nenhum deslize será permitido.
Até tu Datafolha?
Foi uma confusão a divulgação de dados da pesquisa Datafolha esta semana. Primeiro, o dado de intenção no primeiro turno apresentou 49 a 38, sendo corrigido para 50 a 38. Depois a rejeição de João e Raquel, divulgada inicialmente em 39% e 29% e depois, corrigidos para 29% para Raquel e 25%, João Campos. O número daqueles que desaprovam a gestão Raquel, classificando-a como ruim e péssima, também foi divulgado com erro. De 23%, foi aprumado para 28%.
Luciano na fôrca
Em Arcoverde, o vereador Luciano Pacheco segue dizendo que não há motivação jurídica para sua cassação pelos pares, pela acusação de exercício da advocacia em meio à presidência. Seu staff jurídico tem defendido que, no máximo, se comprovado o exercício da advocacia no curso da presidência, ele pode sofrer sanções da OAB, e não dos pares. Também que, se efetivada, será a primeira cassação por essa motivação no país, gerando ação na justiça.
Vereadores dizem que processo tem base e será justo
Já Célia Galindo afirmou em nome dos pares que Luciano Pacheco é que poderá dizer se de fato advogou ou não. “Nós estamos aqui como pessoas que vão julgar. Não antecipo nada sem ver os fatos ou as provas, porque estou como vereadora”. E lembrou que a quinze anos atrás o mesmo Luciano Pacheco como presidente tinha a mesma situação. “Alguém denunciou que ele estava advogando no exercício da Presidência. O vice-presidente era Everaldo Lira. Não chegou a esse momento de hoje porque ele renunciou antes e a denúncia não prosseguiu”. E descartou perseguição política de Zeca contra Luciano, outra acusação do presidente.
Os desafios de Lula
Segundo o diretor do Instituto Quaest, Felipe Nunes, o crescimento de Flávio Bolsonaro e a queda de Lula nas pesquisas se dá por três segmentos: o voto das mulheres, migrando para Flávio, a baixa aceitação de Lula entre os jovens e a raiva da classe média que ganha acima de R$ 5 mil, que se sente discriminada por não conseguir isenção do IR, entender que paga a conta e que nunca se aproximará dos ricos.
Rompimento subliminar
Parece que azedou de vez o clima entre Pedro e o ex-prefeito Zeinha Torres. Na Câmara, Zeinha disse que aliados da gestão não podem nem tirar foto com ele. E Pedro soltou o card do Instagram com o pedido: “me deixem governar em paz”.
Vão-se os anéis, fica Allan
Em Serra Talhada, o anúncio de Allan Pereira de que não iria seguir Sebastião Oliveira e ficaria com Márcia Conrado não completou a saga separatista desejada por Sebastião Oliveira. Saíram Márcio Oliveira, Vera Gama e Macaúba. Allan era tido como o mais preparado entre eles. Já guardava mágoa por ter sido trocado por Faeca Melo na vice em 2024 e agora saiu dizendo que não vinha sendo ouvido.
Farofa
Em Afogados, vão ser votados pra Federal Danilo Simões (PSD), da União Pelo Povo, Pedro Campos (PSB), apoiado por Sandrinho Palmeira e parte dos vereadores, Miguel Duque, nome de Mário Viana Filho, Carlos Veras, apoiado por Daniel Valadares, Lucineide do Sindicato, Augusto Coutinho, apoiado por Mário Martins e uma penca de nomes com suporte de suplentes, igrejas e afins.
Escala 5×2: quem é a favor?
Nenhum Deputado do famigerado Centrão em Pernambuco declarou apoio ao fim da escala 6×1. E a tendência, a se considerar o lobby dos empresários mesmo em ano eleitoral, é que cedam aos interesses econômicos, para que trabalhadores sigam jornadas quase escravizantes, sem o direitode ter convívio com a família e merecido descanso dois dias por semana.
Frase da semana:
“Eu sou na minha né, sou tranquilo”.
De Manoel Gomes, o Caneta Azul, pré-candidato a deputado federal por SP no Avante, quando perguntado qual era sua posição política na polarização, sem entender o que danado é isso.
Uma ação da prefeitura de Arcoverde contra ambulantes gerou repercussão nessa quinta. A fiscalização coibiu a venda em áreas urbanas, mirando principalmente comerciantes de frutas e verduras. Uma vendedora de bananas foi obrigada a retirar a mercadoria da área central na cidade e na confusão, bananas ficaram espalhadas na via. “Não tô roubando não. Tô […]
Uma ação da prefeitura de Arcoverde contra ambulantes gerou repercussão nessa quinta.
A fiscalização coibiu a venda em áreas urbanas, mirando principalmente comerciantes de frutas e verduras.
Uma vendedora de bananas foi obrigada a retirar a mercadoria da área central na cidade e na confusão, bananas ficaram espalhadas na via.
“Não tô roubando não. Tô trabalhando pra manter minha família Isso aqui é bonito pra tú não é Wellington? Passei 45 anos no comércio. Hoje não tô com condições de trabalhar, não sou aposentada, não tenho emprego e vivo disso aqui”.
Em uma rede social, o PT de Arcoverde criticou a ação. “Ação desastrosa da prefeitura para coibir o trabalho de ambulantes em Arcoverde. O prefeito Wellington Maciel deveria sair mais às ruas da cidade para verificar a real situação das famílias arcoverdenses”.
O partido afirmou que a gestão Madalena Britto tentou fazer o mesmo. “Foi o mesmo desastre. Agora, o prefeito com viés bolsonarista faz igual sua antecessora”.
Um novo documentário produzido por Willian Tenório é a mais nova crítica à decisão da Câmara de Vereadores de aumentar o teto dos vencimentos dos vereadores para R$ 7.535,00. Agora, a crítica da peça coloca o cidadão afogadense na condição de palhaço, pela forma como o novo teto do subsídio foi aprovado. A realização foi […]
Um novo documentário produzido por Willian Tenório é a mais nova crítica à decisão da Câmara de Vereadores de aumentar o teto dos vencimentos dos vereadores para R$ 7.535,00.
Agora, a crítica da peça coloca o cidadão afogadense na condição de palhaço, pela forma como o novo teto do subsídio foi aprovado.
A realização foi de Bruna Tavares, Willian Tenório, Edierque Santana, Geraldinho, Gustavo Mendes, Richard Soares e Thiago Caldas.
O público que lotou as dependências do ginásio desportivo municipal pode assistir a um espetáculo emocionante. Com o apoio da Prefeitura de Afogados, o grupo teatral “Paixão de Cristo, Paixão de todos” inovou na encenação da mais bela e emocionante história da humanidade. Com dança e música os atores trouxeram para Afogados uma nova forma de contar […]
O público que lotou as dependências do ginásio desportivo municipal pode assistir a um espetáculo emocionante. Com o apoio da Prefeitura de Afogados, o grupo teatral “Paixão de Cristo, Paixão de todos” inovou na encenação da mais bela e emocionante história da humanidade.
Com dança e música os atores trouxeram para Afogados uma nova forma de contar a vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A sanfona do músico Lindomar Souza e os versos do poeta Alexandre Morais deram um toque todo especial à encenação “Paixão de Cristo, o Musical”.
A direção do espetáculo ficou por conta do jovem Edy Carlos Rodrigues, que também encenou o papel de Cristo. A duração foi de uma hora. “Foi desafiador e inovador o que aconteceu aqui hoje. Quando ouvi os aplausos do público no meio das cenas tive a certeza de que estava dando tudo certo. Saio daqui realizado nessa noite,” declarou Edy Carlos.
Falando em nome do Governo Municipal, o Secretário-Adjunto de Cultura, César Tenório, agradeceu a expressiva presença do público e enalteceu a garra do grupo responsável pela “Paixão de Cristo”. O espetáculo foi prestigiado pelo Prefeito José Patriota, a primeira-dama Madalena Leite, o Vice-prefeito, Alessandro Palmeira, o Secretário Edgar Santos e o vereador Luiz Besourão.
“Fico muito feliz em ter apostado na criatividade e na determinação desses jovens que puderam, com sua arte e o seu talento, emocionar tanto as pessoas que aqui estiveram. Parabéns a todos os envolvidos nesse sonho que foi poder ter trazido novamente a encenação da Paixão de Cristo para Afogados da Ingazeira,” destacou o Prefeito José Patriota.
Confira a beleza do espetáculo pelas lentes do excelente fotógrafo Cláudio Gomes.
Em conversa com o blog, o presidente do Sinduscom de Serra Talhada, Chico Morato disse também estar animado com a possibilidade da escolha de Serra Talhada para receber o Grupo Tático Aéreo, que a PMPE deverá ter no Sertão. “Essa postulação reúne vários setores. É nossa também. Começou com o Comando de Polícia do 14º […]
Em conversa com o blog, o presidente do Sinduscom de Serra Talhada, Chico Morato disse também estar animado com a possibilidade da escolha de Serra Talhada para receber o Grupo Tático Aéreo, que a PMPE deverá ter no Sertão.
“Essa postulação reúne vários setores. É nossa também. Começou com o Comando de Polícia do 14º BPM”. O que é claro é que existe uma disputa politica entre Serra e Petrolina.
Serra tem a maior vantagem logística: fica no centro da região sertaneja e facilitaria deslocamentos para qualquer parte da área. A Policia Militar tem interesse em que o equipamento fique no centro do Estado.
Já Petrolina te duas vantagens: uma, de estrutura. A cidade já conta com um aeroporto de porte e isso reduziria custos de implantação. Outro fator é político: tem a força do Senador Fernando Bezerra Coelho e o prefeito Miguel Coelho, ambos do PSB. Estariam com mais peso na balança política.
Mas não esqueçamos, Serra Talhada tem nomes como Inocêncio Oliveira e Sebastião Oliveira. Também os pedidos já formalizados de nomes como Kaio Maniçoba e Rogério Leão.
A infra estrutura necessária da unidade tem heliporto, alojamento e hangar. “Nossa luta está em reunir estas condições, além da articulação política”, diz Chico Morato. O Prefeito Luciano Duque até já ofereceu uma área para instalar o equipamento.
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