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Ciretran orienta como fazer denúncia formal contra Auto Escola

Por André Luis

O blog manteve contato com Vinicius Torres, coordenador da 24ª Ciretran de Afogados da Ingazeira sobre as várias denúncias contra a Auto Escola Pajeú. 

Ele esclareceu que as Ciretrans não tem responsabilidade sobre as aulas das autoescolas,  já que trata-se de um serviço terceirizado a empresa particular.

O coordenador confirma ter sido procurado por alguns alunos lesados.

O que cabe às CIRETRANS é aplicar as provas prática e teórica quando o aluno estiver apto. “Após cumprida as aulas a autoescola informa ao DETRAN e o sistema libera automaticamente para que sejam marcado os testes nas CIRETRANS.

Ele explicou que é muito importante em casos como esse fazer a denúncia formal através da ouvidoria do DETRAN pelos telefones (81) 3184-8321 ou 3184-8405 das 8h às 16:30 de segunda a sexta ou pelo e-mail [email protected] ou no formulário eletrônico no próprio site do Detran.

Assim, é aberto um procedimento para apuração. Pelo volume, a Auto Escola pode ser advertida,  punida e até descredenciada.

Outras Notícias

De novo: Nicinha Melo e Carlos Veras tem nova reunião na CODEVASF

Na manhã desta quinta-feira (16), a prefeita de Tabira, Nicinha Melo, promoveu uma reunião estratégica com o Deputado Federal Carlos Véras (PT) e a equipe da CODEVASF, liderada pelo Superintendente Edilázio Santos. Entre os temas abordados, a conclusão da obra de saneamento básico da cidade, obra de construção do Sistema de Abastecimento de água dos […]

Na manhã desta quinta-feira (16), a prefeita de Tabira, Nicinha Melo, promoveu uma reunião estratégica com o Deputado Federal Carlos Véras (PT) e a equipe da CODEVASF, liderada pelo Superintendente Edilázio Santos.

Entre os temas abordados, a conclusão da obra de saneamento básico da cidade, obra de construção do Sistema de Abastecimento de água dos povoados de Arara e Brejinho.

Além disso, foram discutidas iniciativas como a construção de quadras multiuso, o Pátio de Eventos e o Pátio da Feira.

O encontro contou com a presença marcante de vereadores tanto da situação quanto da oposição, secretários de governo e assessores na reunião demonstra o caráter colaborativo e unificador desse esforço conjunto em prol do bem-estar da comunidade.

A expectativa é de que essas iniciativas fortaleçam ainda mais a infraestrutura local e impulsionem o desenvolvimento sustentável da região.

Justiça suspende eleição da União de Vereadores de Pernambuco

O Blog Cenário divulgou, com exclusividade, que a Justiça em Pernambuco suspendeu a eleição da União de Vereadores de Pernambuco, por irregularidades, principalmente, no processo de convocação da disputa interna. No dia 17 de fevereiro: a sexta-feira anterior ao Sábado de Zé Pereira, a comissão eleitoral da UVP, que é comandado pelo presidente da Câmara […]

O Blog Cenário divulgou, com exclusividade, que a Justiça em Pernambuco suspendeu a eleição da União de Vereadores de Pernambuco, por irregularidades, principalmente, no processo de convocação da disputa interna.

No dia 17 de fevereiro: a sexta-feira anterior ao Sábado de Zé Pereira, a comissão eleitoral da UVP, que é comandado pelo presidente da Câmara de Gravatá, Léo do Ar (PSDB), publicou no Diário Oficial do Estado a convocação para as inscrições das chapas concorrentes, mas sem dar o prazo necessário.

Na liminar, a Justiça reconheceu as irregularidades e suspendeu a eleição prevista para a próxima segunda-feira (3). O prazo para a nova eleição deverá ser publicado com “ampla divulgação” e também precisa respeitar o prazo de 15 dias entre a divulgação e o início do período das inscrições.

“Ante o exposto, dou provimento ao pedido de tutela de urgência para suspender a Assembleia que se realizaria no dia 03 de abril do ano corrente, para a eleição da Diretoria e Conselho fiscal da União dos Vereadores de Pernambuco”, diz um treco da decisão.

A UVP e a comissão eleitoral têm 15 dias para se pronunciar e tentar recorrer. Acesse aqui a íntegra da decisão. As informações são do Blog Cenário.

Bolsonaro lançará uma frente ampla no Recife contra PSB e mira em Paulo Câmara

Bolsonaristas de alto coturno contam que até o final do mês as primeiras cartas do baralho das eleições de 2020 devem ser postas na mesa, no Recife e além. Os bolsonaristas trabalham para articular uma frente ampla no Recife, juntando não apenas a direita, mas principalmente o centro político, de forma a tentar isolar a […]

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Bolsonaristas de alto coturno contam que até o final do mês as primeiras cartas do baralho das eleições de 2020 devem ser postas na mesa, no Recife e além.

Os bolsonaristas trabalham para articular uma frente ampla no Recife, juntando não apenas a direita, mas principalmente o centro político, de forma a tentar isolar a esquerda, que se mostra ainda dividida.

No cenário avaliado pelos bolsonaristas, quatro forças podem se apresentar para o pleito.

Um deles seria Túlio Gadêlha, que teria uma imagem já consolidada na capital e só não sairia candidato se o Campo das Princesas tiver sucesso na tentativa de segurar o PDT no condomínio socialista.

Outra candidatura seria a de Marília Arraes, pelo PT, mas enfrentando um desgaste crescente a partir da mudança de patamar do ex-presidente Lula. A avaliação é que ele continua forte no interior, mas perdeu muito prestígio nas áreas mais urbanas.

O nome óbvio do PSB seria João Campos, já objeto de intenso bombardeio por parte da oposição.

Por fim, um nome apadrinhado pelo presidente Bolsonaro. O perfil seria alguém com ampla experiência e com um vice jovem.

Nestas avaliações, os bolsonaristas citam que Pernambuco está no radar do presidente. Eles apostam que Paulo Câmara, e não Flávio Dino, do Maranhão, será o candidato a vice na chapa das oposições, com a missão de unir os governadores do Nordeste contra Bolsonaro na região. As informações são do Blog de Jamildo.

Presidente da Câmara de Tabira anuncia economia de mais de R$ 80 mil reais no 1º ano

Por Anchieta Santos Por pouco o Presidente da Câmara de Tabira, o vereador Marcos Crente não atingiu a economia prometida em 2015. Quando assumiu o comando do poder legislativo em janeiro do mesmo ano, Marcos prometeu economizar R$ 200 mil reais no biênio com a câmara sobre o seu comando. O projeto era atingir metade […]

marcos crente radio

Por Anchieta Santos

Por pouco o Presidente da Câmara de Tabira, o vereador Marcos Crente não atingiu a economia prometida em 2015.

Quando assumiu o comando do poder legislativo em janeiro do mesmo ano, Marcos prometeu economizar R$ 200 mil reais no biênio com a câmara sobre o seu comando. O projeto era atingir metade do valor em cada ano, o que não conseguiu nos primeiros 12 meses.

Falando a Rádio Cidade FM, Marcos apresentou a prestação de contas com saldo de R$ 82.361,58. A justificativa para não chegar aos R$ 100 mil reais, foi a diferença paga ao vereador Val do Bar que esteve licenciado para tratamento médico.

Marcos Crente admite que em 2016 com o aumento de receita da Câmara, poderá atingir a meta. O projeto é com o recurso ajudar o executivo a adquirir um ônibus coletivo para o transporte de estudantes de curso superior.

Coluna do Domingão

Por André Luis – Redator executivo do blog O grande acordão: quando a punição ao golpe vira moeda de governabilidade Não foi improviso, não foi ruído institucional, tampouco um desvio técnico de dosimetria. A aprovação do projeto que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro […]

Por André Luis – Redator executivo do blog

O grande acordão: quando a punição ao golpe vira moeda de governabilidade

Não foi improviso, não foi ruído institucional, tampouco um desvio técnico de dosimetria. A aprovação do projeto que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro tem método, tempo e consequência. O que o Senado aprovou foi menos uma correção penal e mais a formalização de um grande acordão político, costurado nos bastidores, para aliviar a resposta do Estado a um ataque frontal à democracia.

A linha do tempo expõe o enredo. Meses antes da votação, surgiram declarações do presidente da República relativizando o tempo de prisão do ex-presidente. Depois, vieram semanas de conversas discretas envolvendo Congresso, interlocutores políticos experientes e membros do sistema de Justiça. O texto foi sendo “ajustado”: tirou-se a palavra anistia, manteve-se o efeito prático. Ao final, o resultado é cristalino, aceleração da progressão de regime para crimes contra o Estado Democrático de Direito e redução expressiva das penas dos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.

O discurso público tentou preservar aparências. O governo condena a anistia, promete veto e reafirma compromisso com a democracia. O Congresso aprova a mudança. O Supremo acompanha o debate. Cada poder cumpre seu papel formal, mas o desfecho converge para o mesmo ponto: punir, sim, porém não demais. Condenar, mas sem causar atritos que “atrapalhem” a engrenagem política.

É justamente aí que mora o problema. Democracia não se defende pela metade. O recuo na punição de crimes contra o Estado Democrático de Direito envia uma mensagem perigosa: tentar um golpe pode compensar, desde que haja força política suficiente depois. O custo institucional dessa sinalização é alto. Normaliza-se a exceção, relativiza-se a gravidade do ataque e transforma-se a Justiça em variável de negociação.

Os atos de 8 de janeiro não foram vandalismo comum. Foram a culminância de um projeto de ruptura, com liderança política, financiamento, mobilização e objetivo claro. Reduzir penas, flexibilizar progressões e “absorver” tipos penais mais graves não é pacificação, é rebaixamento da resposta democrática. Não fortalece instituições; as fragiliza.

Argumenta-se que governar exige pragmatismo, que a correlação de forças impõe concessões. É verdade que governabilidade cobra preço. Mas há limites. Quando o preço é a integridade do princípio democrático, o pragmatismo vira conivência. O veto presidencial anunciado, se vier, poderá cumprir função simbólica, mas a previsível derrubada pelo Congresso apenas completará o roteiro: todos acenam para suas bases, enquanto os condenados colhem o benefício.

O grande acordão não é apenas sobre Bolsonaro. É sobre o precedente que se cria. É sobre dizer ao país que a democracia pode ser atacada e, depois, renegociada. Isso não é estabilidade; é erosão lenta. A Justiça não pode ser o colchão da política. Se for, a conta chega, e sempre chega mais cara. Democracia não é torcida. É princípio. E princípio não se negocia.

Nomeações que custam caro

Durante entrevista ao podcast ElesPod, o vice-prefeito de Iguaracy, Marquinhos Melo, fez críticas à atuação da procuradora do município e abordou o questionamento levantado pelos entrevistadores sobre os critérios adotados para a sua nomeação. Segundo Marquinhos, a escolha não teria sido sustentada por experiência em administração pública ou conhecimento da realidade local, mas por vínculos pessoais. Ele afirmou que a procuradora, oriunda da capital, tentou aplicar à gestão de Iguaracy uma lógica administrativa incompatível com um município de pequeno porte do Sertão do Pajeú.

Na avaliação do entrevistado, embora o princípio da legalidade deva nortear a administração pública, ele precisa caminhar junto com o princípio da eficiência. Marquinhos relatou que a atuação da procuradora teria ampliado a burocratização de processos e dificultado o acesso da população a serviços essenciais, especialmente em situações urgentes, comuns em cidades do interior, onde o contato direto com o prefeito e o vice-prefeito é frequente.

O episódio chama atenção para uma prática recorrente em prefeituras da região: nomeações para cargos estratégicos baseadas predominantemente em relações pessoais ou políticas, em detrimento de critérios técnicos e sensibilidade humana. Esse tipo de escolha, como demonstrado no caso relatado, tende a gerar entraves administrativos, desgaste interno e impactos negativos diretos sobre o gestor, que acaba responsabilizado politicamente por decisões que comprometem a eficiência da gestão e o atendimento à população.

“É difícil fazer mudança”

A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar escolhas difíceis e romper com práticas históricas. “É difícil fazer mudança, porque muita gente fala sobre ela, mas não quer fazer”, afirmou.

Raquel destacou que o processo não se resume ao volume de investimentos, estimados em cerca de R$ 20 bilhões, mas à definição de prioridades. Segundo a governadora, os recursos obtidos com a outorga serão utilizados exclusivamente pelo Estado para a produção e a distribuição de água, com foco em infraestrutura hídrica. Ela citou como exemplo a construção da adutora que beneficiará Petrolina, Afrânio e Dormentes, com investimento previsto de R$ 300 milhões, ressaltando que se trata de uma escolha que não segue lógica eleitoral.

Ao abordar o impacto das decisões, a governadora afirmou que não é aceitável que problemas herdados do século passado continuem presentes no cotidiano das famílias pernambucanas. Para Raquel Lyra, a concessão marca o início de um novo ciclo na política hídrica do Estado, sustentado por decisões que priorizam o enfrentamento de carências históricas, mesmo diante de resistências.

Bola dentro?

A decisão da governadora Raquel Lyra de levar adiante a concessão dos serviços da Compesa é, antes de tudo, uma escolha de alto risco político. Trata-se de uma aposta clara: ou o modelo entrega resultados concretos e melhora um serviço historicamente mal avaliado pela população, ou o ônus recairá integralmente sobre o Palácio do Campo das Princesas. Ao assumir o protagonismo do processo, Raquel retira de si a possibilidade de terceirizar responsabilidades no futuro.

Se a concessão produzir os efeitos prometidos, ampliação da oferta de água, regularidade no abastecimento e avanço da infraestrutura hídrica nos municípios, a governadora acumulará um ativo político relevante. Poucos temas são tão sensíveis quanto água no cotidiano da população, especialmente no interior. Melhorar um serviço que há décadas simboliza ineficiência pode consolidar a imagem de uma gestora disposta a enfrentar problemas estruturais e a tomar decisões impopulares no curto prazo para colher resultados no médio e longo prazo.

Ou, bola fora?

Por outro lado, o histórico da Compesa pesa contra a margem de erro do governo. O serviço é reconhecidamente precário em grande parte do Estado, e a população tende a reagir com desconfiança a mudanças que envolvem concessões. Caso os investimentos não se traduzam em melhorias perceptíveis, ou se o modelo falhar na execução, a responsabilidade política será direta. A concessão deixará de ser vista como solução e passará a ser associada a uma promessa frustrada, com impacto potencial no capital político da governadora.

O futuro dirá

Em síntese, Raquel Lyra fez uma escolha que não admite meio-termo. Ao optar pela concessão, colocou sua gestão como fiadora de um novo modelo para um velho problema. O sucesso pode reposicionar seu governo como agente de transformação; o fracasso, no entanto, tende a reforçar a descrença da população e cobrar um preço elevado de quem decidiu mudar o rumo de um serviço que, historicamente, nunca funcionou bem.

Ato político

A confraternização promovida pelo presidente da Alepe, Álvaro Porto e seu filho, Gabriel Porto, ambos do PSDB, acabou se transformando em um ato político em torno da pré-candidatura do prefeito João Campos ao Governo de Pernambuco. Embora não tenha sido anunciado oficialmente com esse objetivo, a mobilização reuniu aliados e lideranças, assumindo contornos de articulação eleitoral.

O encontro ocorreu na capital pernambucana e foi marcado por manifestações públicas de apoio ao prefeito, que vem sendo apontado como um dos principais nomes do PSB para a disputa estadual. A presença de representantes políticos e militantes deu ao evento um caráter de demonstração de força e de alinhamento em torno do projeto liderado por João Campos.

Nos bastidores, a avaliação é de que o episódio funcionou como um teste de mobilização e reforçou a leitura de que a pré-candidatura do prefeito ao governo do estado já começa a ganhar forma, mesmo sem um lançamento formal.

Quem fica com a vaga?

A confra promovida pelo presidente da Alepe e seu filho, reuniu três nomes apontados como postulantes às vagas ao Senado na possível chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos. Estiveram presentes o ministro Silvio Costa Filho, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e a ex-deputada Marília Arraes. Só faltou o senador Humberto Costa (PT), considerado nome praticamente certo na composição.

Com Humberto dado como presença garantida, a disputa passa a se concentrar na segunda vaga. Silvio Costa Filho, Miguel Duque e Marília Arraes surgem como os principais interessados, em um cenário que ainda está longe de definição.

No caso de Miguel Coelho, há um fator adicional de incerteza. Com a formalização da União Progressista, cresce a possibilidade de Eduardo da Fonte ser alçado como candidato ao Senado. Caso isso se confirme, a tendência é que a candidatura ocorra na chapa pela reeleição da governadora Raquel Lyra, o que pode deixar Miguel fora da disputa majoritária em 2026.

Frase da semana

“Minha solidariedade pela cretinice do ataque que o Zezé di Camargo fez a elas. Ele não teria coragem de fazer aquele ataque a homens, mas ele fez às mulheres”.

Presidente Lula falando sobre ataque de Zezé di Camargo ao SBT.