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Cine São José: entrega das novas cadeiras e tela será hoje

Por Nill Júnior

Evento acontece às sete da noite, com entrada gratuita

Ontem, fiz um check list para a entrega das novas cadeiras e tela do Cine São José. O espaço está lindo, restando apenas alguns ajustes.

Quem vier a partir das 19 horas, com entrada gratuita, vai ver pela primeira vez como é feito o teste de áudio – com a sensação de uma experiência multi sensorial no espaço – e de imagem. Também serão exibidos os traillers dos próximos filmes em cartaz no cinema, com direito a vários lançamentos.

Pouco antes, haverá a assinatura de convênio com o município e anúncio de emenda parlamentar para sua manutenção.

As cadeiras foram adquiridas a uma empresa especializada do Paraná,  a Kastrup, tida como a maior fabricante de poltronas de auditório do Brasil, após articulação e negociação de Bruna Tavares e William Tenório, da Pajeú Filmes.

A nova tela, que substituirá a atual, também chegou e foi instalada pela SP Eletrônica, do técnico Paulo André de Souza. Ainda está no radar a montagem da luz cênica. O espaço recebeu R$ 300 mil para a troca de cadeiras e tela, modernizando a sala e garantindo sua continuidade como um importante centro cultural da região.

Em 2023, ainda houve a adaptação da cabine, com recursos da Lei Paulo Gustavo, de pouco mais de R$ 45 mil.

Além do projeto,  a gestão Sandrinho Palmeira assina convênio para apoio na manutenção do patrimônio cultural da região. Também haverá anúncio de uma emenda para infraestrutura do espaço, em discussão com o vice-prefeito Daniel Valadares e articulação do mandato do Deputado Carlos Veras. Isso porque são necessários serviços de manutenção na estrutura física, serviços de acessibilide, revisão do forro acústico, revisão técnica, entre outros investimentos.

A revisão técnica será feita sob coordenação de Alexandre Barros, da empresa que vendeu o equipamento de projeção.

Outras Notícias

Caminhoneiros liberam rodovias após orientação da PRF em Caruaru

Abastecimento começa a ser normalizado em algumas áreas do país O abastecimento de combustível começa a normalizar nesta terça (29) em algumas cidades do país no 9º dia da greve de caminhoneiros, mas ainda há pontos de bloqueio e grupos seguem pressionando para que carretas parem nas estradas, contra a vontade de motoristas. A procuradora-geral […]

Caminhoneiros liberaram trecho da BR-104, em Caruaru, na manhã desta terça-feira (29) (Foto: Lafaete Vaz/G1)

Abastecimento começa a ser normalizado em algumas áreas do país

O abastecimento de combustível começa a normalizar nesta terça (29) em algumas cidades do país no 9º dia da greve de caminhoneiros, mas ainda há pontos de bloqueio e grupos seguem pressionando para que carretas parem nas estradas, contra a vontade de motoristas.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que a greve “deixou de ser apenas uma crise de abastecimento” e agora atingedireitos fundamentais.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que a continuidade da greve tem um cunho político.

As distribuidoras de combustível dizem que têm 80 liminares para voltar a operar, mas são impedidas pelos grevistas. Há escolta policial em caminhões-tanque no Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Paraíba e Distrito Federal.

No DF, o helicóptero Hércules foi acionado para buscar soro fisiológico que está retido em São Paulo.

Em Minas Gerais, os caminhoneiros de transportadoras que não querem parar nos atos estão sendo ameaçados por outros motoristas, segundo a Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC).

Em São Paulo, a Autopista Régis Bittencourt, concessionária que administra a rodovia, disse que caminhões e veículos com carga estãosendo parados pelos caminhoneiros. O tráfego está sendo liberado somente para veículos de passeio, ônibus, ambulâncias e viaturas oficiais.

O Batalhão de Choque foi chamado para liberar a saída da refinaria Replan, em Paulínia, interior de SP, após grevistas exigirem notas fiscais aos condutores de carretas de combustível e gás, mesmo sob escolta da polícia, para verificar o destino delas.

No Espírito Santo, um comboio com 50 caminhões, que saiu para buscar insumos para a alimentação de aves e suínos, foi interceptado por manifestantes em Brejetuba e não conseguiu seguir.

No Rio Grande do Sul, cinco caminhões-tanque tiveram as mangueiras cortadas por manifestantes quando chegavam à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com a Brigada Militar a ação aconteceu na noite de segunda-feira (28) quando os caminhões passavam próximos de um protesto, que reuniu cerca de 1 mil pessoas.

Em Pernambuco, os caminhoneiros que realizaram protestos nas BRs 232 e 104, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, liberaram as rodovias após orientação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na tarde desta terça-feira (29).

De acordo com a PRF, alguns motoristas não quiseram seguir as orientações e deixaram os veículos no acostamento. A Polícia Militar também está no local.

A terça-feira (29) começou com longas filas em postos de combustíveis de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, no nono dia de paralisação dos caminhoneiros.

Paulo Guedes desiste de ir à CCJ da Câmara

G1 Depois de ser alertado por aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que haveria um esvaziamento da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Paulo Guedes decidiu não ir ao colegiado nesta terça-feira (26). Ele vai enviar técnicos da pasta em seu lugar, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews. A ida […]

G1

Depois de ser alertado por aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que haveria um esvaziamento da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Paulo Guedes decidiu não ir ao colegiado nesta terça-feira (26). Ele vai enviar técnicos da pasta em seu lugar, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNews.

A ida do ministro à CCJ estava prevista para ele dar explicações aos parlamentares sobre a reforma da Previdência. Enviada pelo governo ao Congresso, a reforma começa a tramitar pela CCJ.

O temor do ministro da Economia era ficar muito exposto ao ser sabatinado apenas por integrantes da oposição. A expectativa é a de que ele só vá à CCJ depois que houver uma organização maior da base, já com relator escolhido para o texto da reforma.

O aviso de que Guedes não compareceria foi dado aos líderes nesta manhã pelo secretário de Previdência do ministério, Rogério Marinho.

Aliados de Maia mandaram recado a Guedes, porque o consideram o melhor interlocutor do governo com o presidente da Câmara e não o queriam exposto a oposicionistas, que poderiam explorar, por exemplo, falas recentes do presidente Jair Bolsonaro. “Os líderes aconselharam ele a não ir” , afirmou um líder partidário.

A assessoria do Ministério da Economia informou que a equipe técnica e jurídica da Secretaria de Previdência vai representar Guedes na CCJ nesta terça.

O ministério disse ainda que a ida de Guedes será “mais produtiva” quando houver um relator escolhido.

Veja a íntegra da nota do ministério:

O Ministério da Economia informa que a equipe técnica e jurídica da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho estará à disposição para representar o ministro Paulo Guedes na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados para esclarecer pontos da PEC 06/2019, nesta terça-feira, 26 de março. A ida do ministro da Economia à CCJ será mais produtiva a partir da definição do relator.

Paraná Pesquisa: Lula tem 41,5% contra 35,3% de Bolsonaro

A Paraná Pesquisa divulgou mais um levantamento de opinião. Em um dos cenários, sem Moro na disputa, Bolsonaro atinge 35,3% das intenções de voto, contra 41,5% de Lula. É o cenário mais apertado já divulgado entre todos os institutos de pesquisa. Mais cedo, pesquisa do Ipespe apontou uma diferença de 14% entre o petista e […]

A Paraná Pesquisa divulgou mais um levantamento de opinião. Em um dos cenários, sem Moro na disputa, Bolsonaro atinge 35,3% das intenções de voto, contra 41,5% de Lula. É o cenário mais apertado já divulgado entre todos os institutos de pesquisa. Mais cedo, pesquisa do Ipespe apontou uma diferença de 14% entre o petista e Bolsonaro. A reportagem é do Blog de Jamildo.

No primeiro cenário da pesquisa estimulada, ainda com Moro na disputa e pontuando em 7,1%, Lula teria 40% e Bolsonaro teria 32,7%. Ciro teria 5,4%.

Em uma disputa direta entre Lula e Bolsonaro, sem Ciro e sem Moro, o petista teria 47,% e Bolsonaro 38,5%, conforme o levantamento. 10% votaria nulo ou branco.

De acordo com a pesquisa, a avaliação do governo federal continua negativa. Um total de 54,4% desaprova a gestão e 41,8% aprova a gestão.

Detalhes da pesquisa

A pesquisa foi contratada pela BGC Liquidez Distribuidora de Títulos Mobiliários Ltda, com o objetivo de consultar à população sobre a situação eleitoral para o Executivo Federal em 2022 e avaliação da administração Federal.

Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 2020 eleitores, sendo esta estratificada segundo gênero, faixa etária, grau de escolaridade, renda domiciliar mensal e posição geográfica.

O trabalho de levantamento dos dados foi feito através de entrevistas pessoais, face a face, com eleitores com 16 anos ou mais, em 26 Estados e Distrito Federal e em 164 municípios brasileiros entre os dias 31 de março e 05 de abril de 2022, sendo auditadas simultaneamente à sua realização, no mínimo, 20,0% das entrevistas.

De acordo com a Resolução-TSE nº. 23.600/2019, essa pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-08065/2022.

Rede Ortoestética é destaque em evento sobre gestão empresarial em São Paulo

CEO e Diretora Financeira da Ortoestética Compartilham Boas Práticas de Gestão Empresarial em SP A Ortoestética, referência em saúde bucal e estética no estado de Pernambuco, marcou presença no curso de Gestão Empresarial, com a participação especial do CEO Bruno Alencar e da Diretora Financeira Cléa Barreto. O evento, voltado para o aperfeiçoamento de profissionais […]

CEO e Diretora Financeira da Ortoestética Compartilham Boas Práticas de Gestão Empresarial em SP

A Ortoestética, referência em saúde bucal e estética no estado de Pernambuco, marcou presença no curso de Gestão Empresarial, com a participação especial do CEO Bruno Alencar e da Diretora Financeira Cléa Barreto. O evento, voltado para o aperfeiçoamento de profissionais e empreendedores da área da saúde, abordou temas essenciais como marketing, cultura organizacional, vendas, gestão de pessoas e finanças.

Durante a apresentação, Bruno e Cléa compartilharam as estratégias e boas práticas que fazem da Ortoestética um modelo de excelência, destacando a importância de uma gestão eficiente e inovadora. Com 20 anos de atuação, a empresa se consolidou como referência, oferecendo serviços de alta qualidade em Serra Talhada e Afogados da Ingazeira.

Bruno Alencar enfatizou o papel do marketing na construção de uma marca forte e na fidelização dos pacientes. “Não basta apenas oferecer um bom serviço, é preciso comunicar com clareza, agregar valor e criar um relacionamento duradouro com o cliente”, afirmou o CEO.

Já Cléa Barreto abordou a importância de uma gestão financeira sólida e bem estruturada para garantir o crescimento sustentável do negócio. “O planejamento financeiro é a base para que possamos investir em tecnologia, qualificação profissional e na melhoria contínua dos nossos serviços”, destacou a diretora.

A participação dos gestores da Ortoestética no curso reforçou o compromisso da empresa com a inovação e a excelência no atendimento, inspirando outros profissionais a adotarem práticas que promovam crescimento e sucesso no setor da saúde.

“A ideia é levar o que tem de melhor e atual para gestão de times. Sempre no intuito de melhorar atendimento aos nossos pacientes”, finalizou Bruno.

Bolsonaro chega ao fim do 1º ano com aprovação menor que Lula, Dilma e FHC

UOL Com 30% de aprovação, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chega ao fim do primeiro ano de governo com avaliação pior, no mesmo período, que os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (41%), Luiz Inácio Lula da Silva (42%) e Dilma Rousseff (59%). Os dados são de pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (8). Somente Michel Temer […]

Foto: TV/Brasil/Reprodução

UOL

Com 30% de aprovação, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chega ao fim do primeiro ano de governo com avaliação pior, no mesmo período, que os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (41%), Luiz Inácio Lula da Silva (42%) e Dilma Rousseff (59%). Os dados são de pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (8).

Somente Michel Temer (MDB) e Itamar Franco chegaram ao fim do primeiro ano com reprovação maior que a de Bolsonaro agora. Um ano após processo de impeachment de Dilma Rousseff, Temer era reprovado por 61%.

O governo Bolsonaro teve uma melhora na avaliação em áreas ligadas à economia. Segundo a pesquisa, a taxa de aprovação da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, aumentou de 20% para 25%, e a do combate ao desemprego foi de 13% para 16%.

O otimismo em relação à economia também aumentou. Entre os entrevistados, 43% acham que ela vai melhorar nos próximos meses. Em agosto, a taxa era de 40%. Ainda segundo o levantamento, 31% acham que a economia vai ficar como está, e 24%, que vai piorar.

O otimismo com a economia é maior entre os mais ricos, grupo que sinaliza mais apoio ao governo Bolsonaro. Entretanto, a maioria do povo avalia que a retomada da economia ainda não é suficiente. Para 55% dos entrevistados, a crise deve demorar para acabar, e o Brasil não voltará a crescer com força tão cedo. Já 37% acham que a crise será superada em meses.