Cine São José paralisa atividades para instalação de cadeiras, tela e revisão
Por Nill Júnior
Chegaram essa semana as novas cadeiras e a tela do Cine São José, fruto de recursos da Lei Paulo Gustavo.
As cadeiras foram adquiridas a uma empresa especializada do Paraná, após articulação e negociação de Bruna Tavares e William Tenório, da Pajeú Filmes.
A nova tela, que substituirá a atual, também chegou e está aguardando instalação.
O espaço recebeu R$ 300 mil para a troca de cadeiras e tela, modernizando a sala e garantindo sua continuidade como um importante centro cultural da região.
A reabertura deve ocorrer na primeira quinzena de março. Além do projeto, a gestão Sandrinho Palmeira assina convênio para apoio na manutenção do patrimônio cultural da região.
Ainda está no radar a montagem da luz cênica e uma revisão técnica, sob coordenação de Alexandre Barros, da empresa que vendeu o equipamento de projeção. A SP Eletrônica, de Paulo André de Souza, também está plenamente envolvida no projeto.
Vereador do PT e Presidente do Sintest diz que vai defender aumento acima do piso para professores O Presidente do Sintest e vereador pelo PT serra-talhadense Sinézio Rodrigues, falou em entrevista a este blogueiro na Rádio Pajeú sobre o debate entre o Sindicato dos Professores e a Prefeitura de Serra Talhada quanto ao piso da […]
Vereador do PT e Presidente do Sintest diz que vai defender aumento acima do piso para professores
O Presidente do Sintest e vereador pelo PT serra-talhadense Sinézio Rodrigues, falou em entrevista a este blogueiro na Rádio Pajeú sobre o debate entre o Sindicato dos Professores e a Prefeitura de Serra Talhada quanto ao piso da categoria. O Sintest é tido como Sindicato de referência pelas conquistas recentes para professores no Pajeú. E Sinézio já avisou: quer percentual de aumento maior que o simples repasse do percentual anunciado pelo Governo Federal. Leia:
Como está o debate com a Prefeitura de Serra Talhada sobre o piso da categoria ?
Nós estamos iniciando o debate com relação ao piso. Até o final de março devemos chegar a um acordo com o governo. Fizemos uma reunião onde foi feira uma troca de informações sobre a situação financeira da pasta. Vamos travar um diálogo com o Secretário Edmar Júnior como sempre travamos, buscando manter o piso superior ao nacional.
E o que vocês vão pedir concretamente ?
A nossa ideia é convencer o governo da necessidade de se aplicar percentual superior ao nacional. Se aplicar o mesmo percentual do ano passado ainda assim teremos salário base superior ao piso. Mas nossa ideia é dar um passo a mais para essa diferença ser maior que já é. Há uma coisa que sempre estabelecemos que qualquer reajuste será retroativo a janeiro. Mesmo que não concluamos a discussão até fim de março o aumento será retroativo a janeiro. Vamos parcelar isso pelos meses que a gente levar debatendo.
Mas o governo sinaliza aceitar a proposta ? Porque na região há choradeira dos gestores…
Temos boa relação política mas nas negociações cada um tem sua estratégia. O que posso afirmar é que em uma administração que vê educação como prioridade dá pra se trabalhar com o que tiver disponível. Ano passado tivemos disponível do Fundep par Serra R$ 23 milhões e recebemos mais de R$ 25 milhões. Este ano já há previsão para 2015 que pode chegar a R$ 28 milhões, mas vamos estar fechando com algo em torno de R$ 30 milhões, sem contar contrapartida municipal. O problema é que os prefeitos usam como base na despesa reforma, ampliação de escolas, equipar escolas, como se só tivesse recurso do Fundeb. Tem a contrapartida do município para alcançar os 25% . Há governos que superam esta meta. Se tiverem compromisso com educação terão dinheiro para educação. Isso exige mais capacidade que choradeira.
O Sintest é tido como referência em conquistas para a categoria mesmo com você fazendo parte da base governista. Como conseguir este equilíbrio ?
Não existe sindicato forte sem lideranças respeitadas pela base. Ainda recebemos críticas da base mas mostramos que é necessária participação dos trabalhadores. Sem respaldo da categoria, não obramos milagre. Temos ligação política com o governo que defendemos, mas responsabilidade de representar os trabalhadores. Na hora em que estiverem em jogo interesses do governo e dos trabalhadores não vou vacilar, eu tenho lado. É de onde vim, é minha profissão e para onde vou retornar.
Organização foi do Instituto Ação, com apoio da Asserpe, Rádio Pajeú e Fasp Foi um sucesso o evento realizado pelo Instituto Ação no Auditório da FASP com o tema “Liberdade de imprensa e crimes contra a honra”. O debate foi coordenado pelos advogados Jonas Cassiano, mestre e doutorando em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco […]
Nomes da imprensa de toda região com os advogados Jonas Cassiano e Tassiana Bezerra
Organização foi do Instituto Ação, com apoio da Asserpe, Rádio Pajeú e Fasp
Foi um sucesso o evento realizado pelo Instituto Ação no Auditório da FASP com o tema “Liberdade de imprensa e crimes contra a honra”.
O debate foi coordenado pelos advogados Jonas Cassiano, mestre e doutorando em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e e Tassiana Bezerra, mestra em Direito, também pela Universidade Federal de Pernambuco, membro do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife.
Voltado para emissoras de rádio e blogs com produção de conteúdo, profissionais da imprensa, advogados e estudantes de Direito participaram.
Chamou a atenção o domínio do conteúdo e clareza nas informações sobre o que é liberdade de imprensa, como ela deve ser exercida e a partir de que momento ela pode esbarrar no direito individual, em casos de crimes contra a honra.
Em suma, houve defesa da garantia constitucional da liberdade de imprensa, que ela é inviolável, mas os veículos são passíveis de responsabilização quando extrapolam direitos de privacidade, por exemplo.
Várias foram as dúvidas tiradas pelos profissionais de imprensa presentes, com casos concretos registrados em nossa região. O encontro foi tão proveitoso que levantou a possibilidade de ser levado à esfera estadual através da Asserpe. Relação da liberdade de imprensa com o Código Civil, penal e a legislação eleitoral foram bastante debatidos.
Nomes entre os principais radialistas, jornalistas e blogueiros da região estiveram presentes. Do meio rádio, Anchieta Santos, Francys Maya, André Luiz, Juliana Lima, João Carlos,Wellington Rocha, Celso Brandão, Aldo Vidal, Alani Ramos, Alisson Nascimento, Felipe Marques Michelli Martins estiveram entre os presentes.
Da blogosfera, Evandro Lira, Júnior Finfa, Mário Viana, Júnior Campos e muitos outros também participaram.
Há pouco mais de um ano da eleição municipal, quando os debates ficam mais acirrados, saber o que é responsabilidade do veículo, do comunicador, do blogueiro, do entrevistado e do ouvinte quando há crime contra a honra foi um dos objetivos. Preservação da fonte, Fake News no rádio e blog, direito de resposta, uso de imagem também foram abordados.
O Pixuleco, boneco inflável de Lula com roupa de presidiário foi colocado no Cabanga, no percurso que o petista para chegar ao Centro da cidade. O movimento “Vem Pra Rua” circulou, ao longo da manhã e tarde de hoje, com um banner colocado em um caminhão, repudiando a vinda do petista à capital pernambucana. As […]
O Pixuleco, boneco inflável de Lula com roupa de presidiário foi colocado no Cabanga, no percurso que o petista para chegar ao Centro da cidade. O movimento “Vem Pra Rua” circulou, ao longo da manhã e tarde de hoje, com um banner colocado em um caminhão, repudiando a vinda do petista à capital pernambucana. As informações são da Folha de Pernambuco.
De um lado, o material diz que “Recife repudia esse criminoso. Está solto, mas continua condenado”. No outro, o ex-presidente também é chamado de “criminoso” e é alvo uma ironia. “Tão ‘inocente’ que mudaram uma lei para livrá-lo da cadeia!”, afirma.
O caminhão percorreu a Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Um banco auxiliou os manifestantes contrários à liberdade de Lula que queriam subir na caçamba do caminhão para tirar fotos com os banners.
A maioria estava com a camisa do Brasil, enrolados com a bandeira do País. Por volta das 14h30, os manifestantes se organizaram e ocuparam parte da Avenida Boa Viagem, com cartazes contra Lula e membros do Supremo Tribunal Federal (STF).
O candidato a governador da coligação Pernambuco Vai Mudar, Senador Armando Monteiro (PTB), esteve em sabatina na Rádio Folha, na manhã desta segunda-feira (27) e dedicou parte do discurso à área da saúde. Foi durante o programa Folha Política, que teve duração de uma hora. Ele comentou sobre o atual modelo de gestão com Organizações […]
O candidato a governador da coligação Pernambuco Vai Mudar, Senador Armando Monteiro (PTB), esteve em sabatina na Rádio Folha, na manhã desta segunda-feira (27) e dedicou parte do discurso à área da saúde.
Foi durante o programa Folha Política, que teve duração de uma hora. Ele comentou sobre o atual modelo de gestão com Organizações Sociais – OS.
“Precisamos saber qual o real custo que as OS têm e qual o benefício que oferecem. O sistema é mal gerido. Por isso, há sobrecarga nos hospitais e o que vemos são macas nos corredores das grandes emergências e enormes filas para simples cirurgias eletivas”, afirmou Armando.
“Precisamos de uma gestão eficiente. Ou seja, botar para funcionar o que já existe. Esse governo que aí está prometeu quatro grandes hospitais e não fez nenhum”, prosseguiu, citando dentre eles o Hospital do Sertão, em Serra Talhada.
Respondendo a uma pergunta da jornalista Juliana Lima sobre a promessa de duplicação da BR 232, Armando disse que seu primeiro compromisso será recuperar a via entre São Caetano e Recife. “O primeiro compromisso é com a requalificação da 232 dentro dessa perspectiva que temos primeiro que cuidar do que está se deteriorando. A via está com problemas de drenagem, depressão dos pisos, mato tomando conta, situação inaceitável de abandono”.
Sobre a recuperação, Armando destacou que a duplicação até Arcoverde é algo factível, mas que vai depender do cenário econômico e da articulação com parcerias. “Pode se feita, se Pernambuco tiver capacidade de se articular para receber recursos federais e de fontes externas. É Importante para a economia e factível com capacidade de articulação. O governo tem que ter projeto, ser proativo, ir atrás”, argumentou.
Em meio ao acirramento da polarização no país, com o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) pela trama golpista e o ataque de Donald Trump em defesa do aliado, a aprovação do governo Lula (PT) subiu para 33%, melhor índice do ano, e se aproxima da reprovação, de 38%. Outros 28% acham a gestão regular. É […]
Em meio ao acirramento da polarização no país, com o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) pela trama golpista e o ataque de Donald Trump em defesa do aliado, a aprovação do governo Lula (PT) subiu para 33%, melhor índice do ano, e se aproxima da reprovação, de 38%. Outros 28% acham a gestão regular.
É o que revela nova pesquisa do Datafolha, feita na segunda-feira (8) e na terça (9) desta semana. Foram entrevistadas 2.005 pessoas com mais de 16 anos em 113 cidades, gerando um resultado com margem de erro global de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Lula havia começado 2025 em dificuldades, acossado por crise política, problemas econômicas e questões como a crise do Pix. Em dezembro passado, marcava 35% de ótimo/bom, 34% de ruim/péssimo e 29% de regular.
Os índices despencaram para o pior nível em seus três mandatos dois meses depois, quando chegaram a 24%, 41% e 32%, respectivamente. Houve uma certa estagnação até a rodada mais recente, no fim de julho, quando a aprovação foi a 29%, a reprovação a 40% e a avaliação regular, a 29%.
Aquela pesquisa, feita no fim de junho, trouxe um banho de água fria para o Planalto, que contava com a campanha do dito Brasil Soberano para alavancar a aprovação do governo. Ela surgiu devido à imposição do tarifaço por Trump, que alega ser necessário punir o país pelo que chama de perseguição a Bolsonaro.
A continuidade dessa crise, explorada novamente por Lula no 7 de Setembro, e a exposição renovada do ex-presidente no histórico julgamento no Supremo Tribunal Federal coincidem com a melhoria, passado pouco mais de um mês do levantamento passado.
Não é nenhuma disparada, com a reprovação ao governo se mantendo estável dentro da margem de erro. O índice ainda é um dos maiores entre presidentes desde a redemocratização a esta altura do mandato, mas na comparação direta o rival Bolsonaro sai perdendo.
Neste momento da linha do tempo de seu governo, o ex-presidente hoje no banco dos réus tinha 22% de aprovação e 53% de reprovação, com 24% dos entrevistados avaliando sua gestão como regular.
O Datafolha também questionou os eleitores acerca da aprovação do trabalho de Lula como presidente. A opinião seguiu estável: dizem aprová-lo 48%, ante 46% em julho, enquanto o índice de quem pensa o contrário passou de 50% para 48%.
O perfil da aprovação do governo manteve as linhas gerais que acompanham o desempenho eleitoral do petista. Ele é mais bem avaliado entre nordestinos (45% de ótimo/bom), menos escolarizados (40%), entre quem tem de 45 a 59 anos (40%) e mais pobres (39%).
Já condenam mais sua gestão os sulistas (52%), os evangélicos (52%), os mais ricos (de 47% a 51% entre as três faixas com renda acima de 2 salários mínimos mensais) e quem tem curso superior (46%).
Ao mesmo tempo, Lula avançou em duas faixas contraditórias em termos de associação a seu nome. De um lado, pulou de 38% para 45% de ótimo/bom no seu fiel eleitorado do Nordeste, segmento com margem de erro de quatro pontos.
Por outro lado, viu sua aprovação subir nos usualmente bolsonaristas evangélicos, grupo também com quatro pontos de margem de erro, entre os quais seu índice foi de 18% para 27% —ainda que a desaprovação siga alta.
Ainda é cedo para saber se os prováveis novos capítulos da crise com os Estados Unidos, previsíveis dada a certa condenação de Bolsonaro pela Primeira Turma do Supremo, irão favorecer mais o petista.
O risco de haver impacto econômico que seja perceptível mais à frente segue no ar, assim como o barulho da direita em torno da tentativa de anistiar o ex-presidente, podendo inviabilizar agendas de entrega do governo.
Há também fatores como a movimentação na direita tendo em vista a inelegibilidade de Bolsonaro, com a radicalização ensaiada por Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de São Paulo que pode ocupar o espaço de antípoda de Lula a depender das condições de temperatura e pressão da disputa de 2026.
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