Cidade FM lança nova programação e homenageia Anchieta Santos
A Rádio Cidade FM inaugurou hoje o estúdio Anchieta Santos em homenagem ao comunicador que ocupou por anos os microfones da emissora tabirense.
Familiares de Anchieta como a esposa, Marineide Santos, a mãe Nair e a filha Rhayssa acompanharam a homenagem, coordenada pelo proprietário Paulo Manu e pelo Diretor Felipe Marques.
A cerimônia que aconteceu durante o Programa Cidade Alerta, que Anchieta conduziu por vários anos.
Nesta segunda, a nova programação entrou no ar já com a frequência 97,7.
Entre as novidades apresentadas, os ouvintes estão sendo presenteados com 12 novos programas que irão ao ar nos dias úteis e finais de semana.
São eles: Madrugada 97, Cidade Verso e Viola, Deixa Rolar 97, Arquivo 97, Tô na Cidade, Edição Especial Giro 97, Mistura 97, Ao Vivo 97, Toca Tudo 97, Top 12 Cidade, Gonzagão na 97 e Super Parada Brasil.
O jornalismo da rádio vai ganhar destaque e atenção especial nesta nova fase da emissora que a partir de segunda-feira passará a contar com três equipes de reportagens nas ruas de Tabira e que também irão se deslocar para qualquer outra cidade da região de abrangência da rádio, basta que esteja acontecendo algum fato que chame atenção.
“Além do estúdio, nós agora estaremos nas ruas relatando o problema ou a solução, conversando com o povo e ouvindo a sua voz”, disse Felipe.
O novo Programa Cidade Alerta tem uma edição especial todo mês direto de algum bairro para debater junto à comunidade os problemas, correr atrás das soluções, falar sobre aquilo que tem dado certo e apresentar também a potencialidade cultural da localidade através dos seus artistas.








O prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques, participa do Lançamento do Programa PE na Estrada, tendo como anfitriã a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e contando com a presença do deputado federal tabirense, Carlos Veras.
O Supremo Tribunal Federal (STF) registrou, nesta sexta-feira (11), três votos para tornar ré a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. São necessários seis votos para a parlamentar enfrentar o processo.












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