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Ciclista morre atropelado na BR-232 em Serra Talhada

Por Nill Júnior

Mais um grave acidente com vítima fatal foi registrado na BR-232, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.

Na noite deste sábado (24), um ciclista seguia pela rodovia quando foi atingido por um veículo não identificado, sofreu ferimentos graves e morreu no local.

A vítima foi identificada como Francinildo José da Silva, idade e endereço não revelados.  Segundo testemunhas que passavam pelo local no momento do acidente, o motorista fugiu e não prestou socorro à vítima. Populares acionaram o Corpo de Bombeiros e o SAMU, mas o homem já havia entrado em óbito.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto de Criminalística e a Polícia Civil estiveram no local para os procedimentos cabíveis. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.

Outras Notícias

Brejinho: Prefeitura conclui perfuração de poços em comunidades rurais

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, usou as suas redes sociais nesta sexta-feira (24), para divulgar a conclusão da perfuração de poços nos sítios Serrinha, São Joaquim, Mata Grande e na comunidade de Vila de Fátima. Gilson destacou que “agora, esses locais terão mais segurança hídrica e melhores condições de vida para seus moradores”. Aração […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, usou as suas redes sociais nesta sexta-feira (24), para divulgar a conclusão da perfuração de poços nos sítios Serrinha, São Joaquim, Mata Grande e na comunidade de Vila de Fátima.

Gilson destacou que “agora, esses locais terão mais segurança hídrica e melhores condições de vida para seus moradores”.

Aração de terras – Outra ação divulgada pelo prefeito, foi a aração de terras na zona rural do município. Ele e a secretária de Agricultura, Aurivoneide Santos, estiveram acompanhando os trabalhos nesta semana.

Gilson destacou que a ação é “essencial para o desenvolvimento da nossa agricultura. A atividade agrícola é um dos pilares da economia local”.

Assessor de Priscila é acusado de tentar hostilizar João Campos em Gravatá

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um servidor da vice-governadora Priscila Krause (PSD) tentando hostilizar o pré-candidato a governador João Campos (PSB) em Gravatá, no Agreste. José Ronaldo Moura da Silva aparece gritando palavras de ordem enquanto filma um colega fazendo o mesmo perto da comitiva do PSB dentro do Mercado Público da cidade. […]

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um servidor da vice-governadora Priscila Krause (PSD) tentando hostilizar o pré-candidato a governador João Campos (PSB) em Gravatá, no Agreste.

José Ronaldo Moura da Silva aparece gritando palavras de ordem enquanto filma um colega fazendo o mesmo perto da comitiva do PSB dentro do Mercado Público da cidade. Durante o episódio, a dupla ainda teria dado uma cotovelada em um apoiador de João Campos.

Até o primeiro trimestre deste ano, José Ronaldo era secretário de Turismo da gestão de Ramos (PSD), prefeito eleito com as digitais da governadora Raquel Lyra (PSD) em 2024. Desde 19 de março deste ano, porém, ele está nomeado como gerente-geral administrativo no gabinete da vice-governadora Priscila Krause.

Após alguns segundos gritando, ele passou a ser vaiado por apoiadores de João Campos e por populares que recebiam o pré-candidato do PSB.

Lula vence o segundo turno e volta para o terceiro mandato de presidente

G1 Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito o 39º presidente da República neste domingo (30), na votação do segundo turno. Lula derrotou o presidente Jair Bolsonaro (PL), que buscava a reeleição. O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57, quando 98,81% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Lula […]

G1

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito o 39º presidente da República neste domingo (30), na votação do segundo turno. Lula derrotou o presidente Jair Bolsonaro (PL), que buscava a reeleição.

O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57, quando 98,81% das urnas já tinham sido apuradas.

Àquela altura, Lula tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Bolsonaro, que contabilizava os outros 49,17% de votos válidos.

Para vencer em segundo turno, o candidato à Presidência precisa superar os 50% de votos válidos – mesmo que seja por apenas um voto.

A diferença percentual a favor de Lula é a menor de um presidente eleito desde 1989.

Com o resultado, o Partido dos Trabalhadores volta à presidência após um intervalo de seis anos. O PT comandou o país por oito anos com Lula (de 2003 a 2010) e por seis anos com Dilma Rousseff (2011 até o impeachment em 2016).

Torneiro mecânico, líder sindical e membro fundador do PT, Lula foi eleito para seu terceiro mandato e deverá tomar posse no cargo em 1º de janeiro de 2023. Desta vez, o petista terá quatro dias a mais para governar o país – uma reforma eleitoral aprovada em 2021 definiu que, em 2027, a posse presidencial será em 5 de janeiro.

Ao votar mais cedo, em São Paulo, Lula disse que a eleição definiria o “modelo de Brasil” para os próximos anos. Ele falou também que era o dia mais importante da vida dele.

“Hoje, possivelmente, seja o dia 30 de outubro mais importante da minha vida. E acho que é um dia muito importante para o povo brasileiro porque hoje o povo está definindo o modelo de Brasil que ele deseja, o modelo de vida que ele quer”, declarou o agora presidente eleito.

Disputa voto a voto

A campanha do segundo turno durou quatro semanas. Lula e Bolsonaro percorreram o país em busca dos votos dos eleitores indecisos ou que tinham votado em outros candidatos no primeiro turno.

Em um cenário de forte polarização, Lula e Bolsonaro travaram uma “guerra santa” em busca de votos de fiéis religiosos, reuniram aliados e simpatizantes em comícios e caminhadas nas cidades consideradas cruciais para o resultado final e disputaram recordes de audiência em podcasts e emissoras de TV.

Chapa Lula-Alckmin

O vice-presidente eleito é Geraldo Alckmin (PSB), político que detém o recorde de maior tempo à frente do governo estadual de São Paulo – maior colégio eleitoral do país – desde a redemocratização.

A improvável aliança entre Lula e Alckmin foi confirmada em abril, poucos meses após o ex-governador deixar o PSDB, partido que ajudou a fundar e ao qual foi filiado por 34 anos. A campanha de Bolsonaro chegou a explorar a antiga rivalidade entre os políticos, mas não conseguiu reverter o resultado das urnas.

Ao longo da campanha, Alckmin agiu para reduzir a resistência de empresários e investidores à campanha de Lula. A ideia era sinalizar que um eventual terceiro governo Lula seria moderado, com viés de centro-esquerda e não buscaria “vingança” pela sequência de derrotas enfrentada pelo PT em anos anteriores.

Os últimos 12 anos

Ao fim do segundo mandato, em dezembro de 2010, Lula se preparava para entregar a faixa à sucessora Dilma Rousseff (PT) com uma aprovação recorde: 80% consideravam o governo bom ou ótimo, segundo o Ibope, e 87% avaliavam bem o próprio presidente.

Os anos seguintes, no entanto, seriam difíceis para o PT. Dilma se reelegeu em 2014 por uma margem apertada, com a pressão de uma crise econômica, e não chegou a concluir o segundo mandato – interrompido por um impeachment confirmado no dia 31 de agosto de 2016.

Em abril de 2018, Lula se tornaria o primeiro presidente pós-ditadura militar a ser preso, e o primeiro da história do país a ser preso por crime comum. O político tinha sido condenado em duas instâncias – em julho de 2017 e, depois, em janeiro de 2018 – por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.

Lula passou 580 dias preso e só foi solto em novembro de 2019, quando o STF reviu o entendimento da prisão em segunda instância e determinou que os réus do país tinham direito a recorrer em liberdade até o trânsito em julgado.

Enquanto estava preso, Lula chegou a se apresentar como candidato para as eleições de 2018, mas foi obrigado a ceder espaço para Fernando Haddad – que chegou ao segundo turno, mas foi superado por Jair Bolsonaro no que seria a única derrota do PT em eleições presidenciais no século 21, até o momento.

Em março de 2021, o ministro do STF Luiz Edson Fachin anulou as condenações de Lula impostas pela Justiça Federal do Paraná no âmbito da Operação Lava-Jato. A decisão foi confirmada pelo plenário e, com isso, Lula hoje não tem qualquer condenação judicial.

Comissão Especial  da Alepe discute gargalos da caprinovinocultura

O deputado Waldemar Borges participou nesta terça-feira (10) da primeira reunião ordinária da  Comissão Especial de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Caprinovinocultura, instalada pela Assembleia Legislativa na perspectiva de contribuir para a implantação da Política Estadual de Incentivo à  Ovinocaprinocultura.  O colegiado é presidido pelo deputado Fabrizio Ferraz, tendo Waldemar Borges na vice-presidência. Participaram do […]

O deputado Waldemar Borges participou nesta terça-feira (10) da primeira reunião ordinária da  Comissão Especial de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Caprinovinocultura, instalada pela Assembleia Legislativa na perspectiva de contribuir para a implantação da Política Estadual de Incentivo à  Ovinocaprinocultura.  O colegiado é presidido pelo deputado Fabrizio Ferraz, tendo Waldemar Borges na vice-presidência.

Participaram do encontro diversas entidades envolvidas na fiscalização, incentivo e financiamento da cadeia produtiva, como  a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária (Adagro),  o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), Banco do Brasil e o Banco do Nordeste.  Gargalos que impedem a expansão da atividade econômica em Pernambuco e sugestões ao Projeto de Lei nº 314/2019 foram pontos trabalhados.  De autoria dos deputados Fabrizio Ferraz e Waldemar Borges,  o projeto prevê o ordenamento, fomento e fiscalização  das cadeias produtivas de  caprinos e ovinos no Estado.

De acordo com Waldemar Borges, projeto de lei estabelecerá garantias importantes para o setor. “De todas as cadeias produtivas tradicionais, a caprinovinocultura talvez seja a que tenha recebido menos atenção. É preciso criar as ferramentas para garantir condições dignas de vida para os pequenos produtores”, considerou.  Para o deputado Fabrizio Ferraz, apesar de Pernambuco se destacar entre os maiores produtores de ovinos e caprinos no Brasil,  entraves estruturais impedem a expansão comercial . “Vários produtores abatem os animais de forma clandestina, sem um matadouro apropriado, e vendem informalmente”, aponta.

Para o representante do Ipa, Hidelberto Rodrigues, o apoio à cadeia comercial é a principal ferramenta para o crescimento da atividade. “Nós temos que romper o paradigma, precisamos falar de cadeia produtiva, mas acima de tudo, aperfeiçoar a rede comercial”, disse.  O diretor-presidente da Adagro, Paulo Roberto Lima, defendeu a orientação ao produtor. “Nós, como órgão fiscalizador, temos um novo conceito de atuação. Antes mesmo de fiscalizar, o nosso trabalho é instruir o produtor”, ponderou.  Já o diretor da AD Diper, Jaime Alheiros, considerou a importância de garantir a qualidade do rebanho.

A Comissão Especial deverá ampliar a ausculta do setor com a realização de audiências públicas nos principais polos da cadeia,  como os municípios de Floresta, Sertânia, Dormentes e Afogados da Ingazeira.

Os encontros de Manoel e Lula

O período que marcou a presidência de Manoel Santos na Contag coincidiu com Lula na Presidência da República. Em virtude disso, foram vários os encontros de Manoel com Lula, principalmente no debate das pautas do Movimento Sindical, como no Grito da Terra Brasil e outros fóruns de debate. Aliás, Lula já foi presença em congressos […]

O período que marcou a presidência de Manoel Santos na Contag coincidiu com Lula na Presidência da República. Em virtude disso, foram vários os encontros de Manoel com Lula, principalmente no debate das pautas do Movimento Sindical, como no Grito da Terra Brasil e outros fóruns de debate.

Aliás, Lula já foi presença em congressos da Contag em Brasília quando ainda participava da Caravana da Cidadania. Veja alguns desses momentos:

Julho de 2005: Manoel debate pauta do Movimento Sindical com Lula e Ministério da Agricultura.
Julho de 2005: Manoel debate pauta do Movimento Sindical com Lula e Ministério da Agricultura.
20 de abril de 2004: Presidente Lula e os ministros Miguel Rosseto e Luiz Dulci, ouvem o presidente da Contag, Manoel do Santos, que apresenta pauta de reivindicações dos trabalhadores
20 de abril de 2004: Presidente Lula e os ministros Miguel Rosseto e Luiz Dulci, ouvem o presidente da Contag, Manoel do Santos, que apresenta pauta de reivindicações dos trabalhadores
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20 de abril de 2004: o presidente da Contag, Manoel do Santos, apresenta pauta de reivindicações dos trabalhadores a Lula e os ministros Miguel Rosseto e Luiz Dulci
Lula e o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Manoel dos Santos. Entidade protestou nesta quarta em Brasília e pediu mudanças nos índices de produtividade rural. (Foto: Ricardo Stuckert / Presidência) 14/05/08
Lula e o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Manoel dos Santos. Entidade protestou nesta quarta em Brasília e pediu mudanças nos índices de produtividade rural. (Foto: Ricardo Stuckert / Presidência) 14/05/08
14/05/08 - Lula usa chapéu de couro. Presidente recebeu Manoel Santos, dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura. Entidade realizou protesto em Brasília e pediu mudanças nos índices de produtividade rural.
14/05/08 – Lula usa chapéu de couro.
Presidente recebeu Manoel Santos, dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura.
Entidade realizou protesto em Brasília e pediu mudanças nos índices de produtividade rural.